Revelando, imortalizando histórias e talentos
21.6.09

  A coletânea 'Number Ones' que ocupava a 121ª pulou para a 1ª posição.

 


A liderança aconteceu domingo, 28/06, treis dias após sua morte e seis anos após ter chegado pela última vez ao posto de mais vendido no país.Outros seis discos do artista estão entre os 40 mais vendido. A coletânea Number Ones, lançada em 2003, teve aumento da procura quinta-feira,25, dia da morte de Jackson. O álbum havia sido também o último do cantor a figurar no top ten britânico. O disco mais vendido do mundo, Thriller {48 milhões de cópias}, ocupava a 179ª colocação e saltou para a 7ª posição. Já Off The Wall chegou a 14ª, e The Essential Michael Jackson está em 20º. Entre os 200 discos mais vendidos no país, 11 são de Michael Jackson ou do grupo Jackson Five.

 
Já nos singles, o cantor responde por 43 das 200 músicas mais vendidas. Foram vendidos mais de 300 mil discos do cantor, entre álbuns e singles, em apenas dois dias. A procura por discos do cantor subiu 80%, segundo Gennaro Castaldo, da cadeia de lojas de discos HMV.
 
 
 
 
Pé de Galinha, super banda
 
 
Alguns nomes conhecidos do rock se uniram e formaram um novo, que promete muito.
Pé de Galinha,  a super banda

 
Londres -29/6 - Lá, o grupo deu início na turnê europeia.Os quatro integrantes do Chickenfoot, já venderam milhões de discos e se apresentaram e grandes shows ao redor do mundo. Porém, o entusiasmo deles é algo juvenil. 
 

O nome é: Chickenfoot {Pé de Galinha}. O nome não agrada a todos, mas, Sammy Hagar { Van Halen} e Michael Anthony, o baterista Chad Smith, Red Hot Chili Peppers, e o guitarrista Joe Satriani alcançaram as paradas norte-americanas com seu álbum de estreia, "Chickenfoot", este mês.Segundo os integrantes , Chickenfoot era uma brincadeira, e as pessoas começaram a curtir, então Chad falou 'vamos criar uma banda de verdade'", disse Sammy Hagar durante entrevista em Londres.


 

Sinéad O’Connor: perdeu para grosseria

 
Cantora se diz religiosa e que não pretende voltar ao show business, entretanto continuam os pedidos para participar de festivais pela Europa, sem sucesso. Continua lutando contra o inimigo, ela mesma.

 


Totalmente desequilibrada, a cantora irlandesa Sinéad O’connor, no dia 3 de outubro de 1992, ao se apresentar em um dos melhores e mais assistidos programas no mundo, o Saturday Night Live, criaria mais uma polêmica, e, dessa vez enterraria sua carreira ou apenas ironia do destino. Após cantar “War”, ela lançou mão de uma fotografia do papa João Paulo II, e, além de rasgá-la, convocou o mundo a lutar contra o santo Papa “ Figh the real enemy”, disse Sinéad. A cantora estava no único auge de sua carreira com a faixa “Nothing Compares 2 U ” top ten absoluto. Ao término da música se quer sabia como retirar os fones de ouvidos. Seria a arrogância, seu desajuste emocional ou os deuses da música punira tamanho desequilíbrio da irlandesa.


De qualquer forma, quando percebeu que não mais conseguiria emplacar um único hit entre os 500 melhores na Europa, Sinéad O’Connor preferiu não dar o braço a torcer. A cantora assumiu “vou me retirar da música para poder cuidar melhor do meu espírito e de minha família”. O ato da revoltada irlandesa [qual o irlandês que não é revoltado], foi reprovado por jornalistas, autoridades religiosas entre outras. De lá para cá ela vem enfrentando grandes problemas profissionais por conta deste desatino. Não publicamente, houve qualquer tipo de contestação no Vaticano à ‘ex-musa’ , que amarga uma agenda vazia. O site é a única esperança de que algum dia alguém se lembre da sua existência. No momento acontece o maior festival do hemisfério norte, e nada da presença de O’Connor”. Não é que ela não queira participar não, é que ninguém a quer em seus eventos.

Sinéad Marie Bernadette O'Connor, nasceu em Dublin, em 8 de dezembro de 1966. Filha de um engenheiro e advogado, Sean O’Connor, e Marie O’Connor, é a terceira de cinco filhos. Toda sua vida foi pautada por reveses. Sua personalidade não livraria de sofrer abuso sexual na infância, tentou por duas vezes o suicídio, e em 2001 afirmou ser homossexual. Foi excomungada por lideranças protestantes irlandesas ao fundar e liderar uma seita.

Estreia

Sua estreia musical aconteceu em 1987 com The Lion and The Cobra, uma homenagem a mãe. Se apresentou nos Esatdos Unidos e Europa com boa repercussão. “I Don´t Want What I Haven’t Got”, não consegue destaque, que viria em “Nothing Campares 2 U”, composição de Prince, e lhe rendeu vários prêmios e liderança em vendagens. Mais uma tentativa com o álbum Universal Mother, obteve destaque apenas em países latino-americanos.


Insistiu com um novo disco “ Gospel Oak” onde a faixa Fire On Babylon alcança o top 200 no Reino Unido. Manteve-se em silêncio até 2000 quando lançou Faith & Courage”, cuja repercussão foi a dos anos em silêncio, ou seja, nenhuma. Desiludida da carreira por força de suas cabeçadas, reuniu dois jornalistas amigos para anunciar que teria se convertido a Igreja Tridente Latino, a mesma que lhe deu apoio no disco Universal Mother”. Nos últimos anos gravou apenas álbuns com canções folclóricas do seu país.

 
 
 
 

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Menezes Comunicação informa: Ensemble Bissamblazz faz espetáculo no Museu da Casa Brasileira 

 

 
Uma bem-sucedida e alegre fusão de bossa nova, música erudita e jazz caracterizam o Ensemble Brasileiro Bissamblazz que faz apresentação no domingo, 28 de junho, às 11h, no Museu da Casa Brasileira, instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura. Com direção e regência do baterista Magno Bissoli, o grupo é integrado por Vitor Alcântara, Cássio Ferreira de Sousa, Gustavo D 'Amico, Felippe Figueiredo, Fábio Dias (saxofones e flautas); Paulo de Viveiro, Paulo Jordão, Rubinho Antunes, André Brito dos Santos (trompetes e flugelhorn); Gilberto Gianelli, Ricardo Higino, Gregori Lauriano (trombones); Fernando Cardoso (trombone baixo); Fábio Leandro (piano); Sidiel Vieira (contrabaixo).
 
Programa: Ginga (Magno Bissoli); Brasiliana (Magno Bissoli); Ária – Cantilena, nº 1 das Bachianas Brasileiras Nº 5 (H. Villa-Lobos); End of a dream (Magno Bissoli); Safari (Rubinho Antunes); Correndo na Frente (Nenê); But I am not Hamlet (Magno Bissoli).
 
O projeto Música no Museu está consolidado na agenda de São Paulo como uma alternativa de lazer que reúne música de qualidade em um cenário agradável: o terraço do Museu da Casa Brasileira, em frente ao seu jardim de 6.600 metros quadrados.
 
Formado em 1993, o Ensemble Brasileiro Bissamblazz dedica-se a manter a música instrumental na vanguarda da consciência artística nacional, apresentando composições e arranjos originais inspirados nas tradições culturais brasileiras. Sua discografia, elogiada pela crítica especializada, expressa a convergência na diversidade da música instrumental contemporânea, divulgando uma arte que apresenta os traços da brasilidade atual.
 
A música de seus álbuns fez parte da trilha sonora do programa especial sobre o Brasil, realizado pela TV2 dinamarquesa em 1999, durante a visita da rainha da Dinamarca ao Brasil, e do documentário “Rio de Janeiro – Ontem e Hoje”, de José Joaquim Monteiro Soares, realizado pela Guanabara Produções em 2005. Seu álbum Caixa Preta recebeu a chancela das comemorações oficiais do V Centenário do Descobrimento do Brasil no ano de 2000. Em 2007 apresentou-se nos festivais de jazz da Dinamarca, Suécia e Noruega.
       
Magno Bissoli - Nascido em 1956, autodidata, iniciou seus estudos de música aos 12 anos tocando violão. A partir de 1971 interessou-se pelo estudo dos instrumentos de percussão e demais áreas da música, levando-o a uma formação erudita. Viveu na Dinamarca de 1981 a 1983, onde publicou um método pela Libra Music APS e participou de performances de vanguarda com multi-linguagens, concertos de jazz e world music. Colaborou com a divulgação da música brasileira naquela região do mundo e organizou intercâmbios com instituições ligadas ao Ministério da Cultura dinamarquês.


Trabalhou com Bibi Ferreira; Orquestra Sinfônica da USP; solista do Balé da Cidade de São Paulo no 1º Festival Internacional de Música e Dança.  Em julho de 1996, foi convidado pela Academia Real de Música da Dinamarca através do Conservatório Rítmico de Copenhague, como um dos representantes do Brasil na reunião da Unesco sobre técnicas metodológicas no ensino da música rítmica. Sua discografia inclui 15 títulos como intérprete e 11títulos como produtor. Sob encomenda da companhia de teatro dinamarquesa Batida, compôs a trilha sonora para a peça Fargo & Søn em 2007/2008.


Percussionista da Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal de São Paulo atua em grupos de câmara nas áreas da música instrumental brasileira, música erudita e jazz. É professor doutor em História pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, com tese sobre as relações entre a música brasileira e a construção de uma identidade nacional.
 
Serviço


Música no Museu – “Ensemble Brasileiro Bissamblazz”
Domingo, 28 de junho, às 11h  Entrada franca
Duração: 60 min
Capacidade: 230 lugares
Local: Museu da Casa Brasileira – Terraço - Av. Brig. Faria Lima, 2705
Tel. 3032-3727  Jardim Paulistano     Site:
www.mcb.org.br
 Estacionamento: R$ 10,00
Visitação: de terça a domingo, das 10h às 18h
Ingresso: R$ 4,00  Estudantes R$ 2,00 Gratuito domingos e feriados
Acesso para pessoas com deficiência.
Visitas monitoradas: 3032-2564
 
Informações para a imprensa:


Menezes Comunicação Tel. 11 3815-1243  3815-0381 9983-5946
Contato: Letânia Menezes/Silvana Santana
menezescom@uol.com.br   

 

 

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 03:35  comentar

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