Revelando, imortalizando histórias e talentos
4.7.09
 

 Nos últimos 500 anos mais de 800 espécies da fauna e flora foram extintos completamente.

Em todo o mundo, o Brasil tem o maior número de espécies de pássaros ameaçadas de extinção segundo o relatório da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais {IUCN}. De acordo com a Lista Vermelha das Espécies Ameaçadas, 122 espécies correm o risco de desaparecer. Em seguida, vêm Indonésia, com 115, e Peru, com 93. O Brasil ocupa o quarto lugar na lista de mamíferos ameaçados, com 82 espécies. O México ocupa a terceira posição com 100, e Índia, com 96 espécies ameaçadas de extinção.

Segundo IUCN, em todo o mundo, mais de 800 espécies de plantas e animais foram extintas nos últimos 500 anos e cerca de 17 mil espécies correm risco de desaparecer. O relatório foi compilado durante quatro anos, e publicado pouco antes do prazo fixado por governos internacionais para avaliar os progressos em relação à meta de combate à perda de biodiversidade até 2010. O relatório aponta para o não cumprimento dos objetivos e, ao todo, 44.838 espécies – apenas 2,7% do 1,8 milhão de espécies já descritas – foram analisadas.

O documento também afirma que um mínimo de 869 espécies foram completamente extintas,e adverte, o número pode chegar a 1.159 se forem consideradas as 290 espécies classificadas como possivelmente extintas. No total, 16.928 espécies estão, sendo um terço de anfíbios; um em cada oito pássaro e quase um quarto de todos mamíferos, de acordo com a lista da ONG. Segundo Jean-Christophe Vié, vice-diretor do Programa de Espécies da IUCN “os governos adotam ações para reduzir a perda de biodiversidade há alguns avanços, mas ainda estamos longe de reverter esta tendência”, afirma. {Fotos: Maurício Cardim}

 

 

 

Márcia Marques informa: Ballet Stagium encena, no TD, Mané Gostoso


Em julho, de 9 a 12, a programação do TD – Teatro de Dança (instituição vinculada à Secretaria Estadual de Cultura de São Paulo, gerenciada pela Associação Paulista de Amigos da Arte - APAA) chama ao seu palco o Ballet Stagium para apresentar o espetáculo Mané Gostoso.

 

 

 

 

O título Mané Gostoso é uma alusão ao boneco feito em madeira – brinquedo infantil facilmente encontrado nas feiras nordestinas –, e que tem pernas e braços movimentados por meio de cordões.

A coreografia, de Décio Otero, é uma leitura moderna da cultura popular nordestina, com trilha sonora assinada pelo grupo Quinteto Violado. Com direção teatral de Marika Gidali, Mané Gostoso é resultado da união entre as raízes brasileiras interpretadas pela dança, marcado pelo bom-humor, pela grandeza poética e, ao mesmo tempo, pela simplicidade. A obra homenageia um dos ícones de nosso país, o pernambucano Luiz Gonzaga, ao fazer uma referência atual da cultura popular do Nordeste.

As músicas que compõem o espetáculo são Asa Branca e Assum Preto, ambas de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira; Forró de Mané Vito e P’ronde tu vai Luiz?, também de Luiz Gonzaga, com Zé Dantas; Sete Meninas, de Toinho Alves e Dominguinhos; Dona Aninha, de Toinho Alves e Roberto Santana; Hino da Ceroula, de Milton Bezerra de Alencar; e Vida, de Dudu Alves.

Sobre esse trabalho, comenta Gidali: “(o espetáculo) São momentos de intensa atividade musical e de coreografias vigorosas, expressas nos corpos dos bailarinos, envolvendo a platéia em interpretações diferenciadas do universo regional”.

Marika Gidali foi homenageada com o Prêmio Nacional Jorge Amado de Literatura e Arte e junto a Décio Otero recebeu do Ministério da Cultura a medalha de Ordem do Mérito Cultural, pela representatividade dos seus trabalhos e relevante contribuição à sociedade.

Programação:

09 a 12 de julho – quinta (feriado) às 18h, sexta às 21h,
sábado às 20h, domingo às 18h
60 minutos de duração, reNegritocomendação livre
MANÉ GOSTOSO - Ballet Stagium/SP

Ficha técnica

Coreografia: Décio Otero Direção Teatral: Marika Gidali Criação de Luz: Décio Otero e Marcelo Jannuzzi Figurinos e Cenário: Márcio Tadeu Execução de Figurinos: Judite Lima

Montagem de Luz: José Luiz da Silva

 

Elenco: Paula Perillo, Michelle Calegari, Potiara Bolzan, Jordana Belem, Marina Ricci, Marcia Ferreira, Roberta Bussan , Marcos Palmeira, Marcos Veniciu, Eduardo Mascheti, Vinicius Anselmo, Noeli Mescouto, Edilson Ferreira

Direção Musical: Toinho Alves

TD - Teatro de Dança - Secretaria de Estado da Cultura
APAA - Associação Paulista dos Amigos da Arte

Avenida Ipiranga, 344 - Subsolo, Edifício Itália –
São Paulo, SP, Brasil – Metrô República –
Email: info.teatrodedanca@apaa.org.br
Telefone da bilheteria: 2189 2555 ///
Informações: 2189 2557

Capacidade: 278 lugares/ Ar-condicionado/Acessibilidade
para pessoas com necessidades especiais ///
Ingresso: R$ 4,00 e R$ 2,00 /// Estacionamento: R$ 15,00 com manobrista /// Bilheteria, abertura: Vendas para o dia do espetáculo - 4ª a domingo, a partir das 14h///
http://www.teatrodedanca.org.br/
/// Vendas online
http://www.ingressorapido.com.br/

O Teatro de Dança tem apoio da Folha de São Paulo, Alcaçuz, Leonor Flores, Circolo Italiano, Luna Di Capri e Planeta´s. No programa "Prêmio Teatro de Dança", conta com o apoio do SESC São Paulo.

Informações para imprensa:


Canal Aberto Assessoria de Imprensa
Márcia Marques - (11) 3798 9510 / 2914 0770/ 9126 0425
http://www.canalaberto.com.br/

 

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 02:00  comentar

 

 

Não somente o legado marajoara, mas a história da formação do caboclo regional e lendas como o boto estão em exposição permanente.


Fundado em 1972 pelo padre italiano Giovanni Gallo [in memorian] na cidade de Santa Cruz do Arari, no Pará. Em 12 de dezembro de 1984 abre às portas para visitação pública e, instala-se definitivamente no prédio de antiga indústria de extração de óleo vegetal, na mesma cidade. O museu tenta resgatar a dívida da OLEICA. A prefeitura de Cachoeira do Arari, em ato do então Prefeito Edir de Souza Neves, doou uma área destinada às atuais instalações de apoio - Fazendola, Capela de São Pedro, Casa do Artesanato, Escola Oficina além de um terreno onde está prevista a construção da Casa da Cerâmica, da Casa da Cultura e um hotel, de onde sairia o sustento do Museu, que nasceu como uma sociedade civil sem fins lucrativos, que visa o desenvolvimento da comunidade Marajoara através da cultura. Entre essas culturas encontram-se a cerâmica marajoara, legado dos ancestrais indígenas com suas peças utilitárias e decorativas. Os Marajós eram exímios no artesanato em barro e confeccionavam todos os utensílios desde vasilhas, potes, urnas funerárias, apitos, chocalhos machados, bonecas, cachimbos, estatuetas, porta-veneno para as flechas, tangas - tapa-sexo usado para cobrir as genitália das moças, as únicas não só na América mas em todo o mundo, feitas de cerâmica.

Durabilidade


Visando aumentar a resistência do barro os Marajós agregavam outras substâncias minerais ou vegetais: cinzas de cascas de árvores e de ossos, pó de pedra e concha e o cauixi-uma esponja silicosa - que recobre a raiz de árvores permanentemente submersas. As peças eram acromáticas, sem uso de cor na decoração somente a tonalidade do barro queimado, e cromáticas. A coloração era obtida com o uso de engobes, barro em estado líquido e pigmentos de origem vegetal como urucum para o tom vermelho, para o branco o caulim, e para o preto o jenipapo, além da fuligem e do carvão. As peças eram queimadas em forno de buraco ou em fogueira a céu aberto. Então, receberia uma espécie de verniz obtido do breu do jutaí, uma espécie de resina que propicia um acabamento lustroso.

 


Negrito
Legado para artesãos


Legado marajoara é inspiração para artesãos do Brasil e América Latina. Mais do que uma forma de artesanato, a cerâmica marajoara é uma das melhores heranças dos índios que habitaram a região. Seus desenhos diversos, a utilização da semente do urucum para dar o tom avermelhado das peças, cuja técnica é pesquisada por artesãos tanto do Brasil quanto do exterior. Durante escavações na ilha foram encontrados resquícios de peças que datam de 890 a. Cristo e as mais recentes do século XVIII. A maior parte do acervo marajoara se encontra no Museu de Marajó, localizado na Cachoeira de Ariri, 70 quilômetros distante de Salvaterra {91-3741-1202}. O museu é uma fonte de pesquisa tanto para estudantes quanto para artesãos em busca de um trabalho original igualmente as peças expostas.

Museu do Marajó
Av: Avenida do Museu, 1983
{0xx91 /3758-1102}

 
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 01:56  comentar

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