Revelando, imortalizando histórias e talentos
23.7.09

Por: Canal Aberto Assessoria de Imprensa



 

 

 

 

 

 

Histórico Frida Baranek Nascida no Rio de Janeiro, em 1961, talvez a paixão de Frida pela matéria prima que constrói toda a sua obra, como ferro, madeira, pedras, aço inox, tenha vindo de seu pai, que trabalhou como engenheiro e sua família que atuava no ramo madeireiro. Foi Incentivada pelo pai a estudar arquitetura, mas em 1980, na faculdade surgiu a idéia, “obsessiva”, segundo ela, de que precisava estudar escultura. “Quando comecei a fazer projetos de arquitetura, a tendência natural era parecerem esculturas ou instalações”, explica. Em 1984 Frida fez parte do grupo de 123 artistas que participaram da exposição “Como vai você, Geração 80?”, realizada na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Jardim Botânico, no Rio de Janeiro, um marco para a época.


O objetivo dos curadores era trazer à tona a produção variada situada nos anos 80. Deste evento, despontaram para o mercado artistas como Ana Maria Tavares, Beatriz Milhazes, Daniel Senise, Gonçalo Ivo, Leda Catunda, Leonilson, entre outros. Após sua participação nesta exposição, Frida matriculou-se no programa de mestrado da Parsons Scholl of Design de New York.


Participações em grandes exposições

20ª Bienal Internacional de São Paulo (1989); 49a Bienal de Veneza (1990); ‘Metropolis International Art Exhibition’, em Berlim (1991); ‘Ultramodern: The Art of Contemporary Brasil’, na Fundação Gulbenkian (Lisboa, 1993); ‘Discover Brazil’, no Ludwig Museum (Colônia, Alemanha, 2005). Existem obras suas nos acervos do National Museum of Women in the Arts (Washington), LEF Foundation (San Francisco), Washington University Art Museum (St. Louis) e Loumeier Foundation (St. Louis), todos nos Estados Unidos, bem como no Ministère de la Culture e Fonds National d’Art Contemporain (França), Pusan Metropolitan Art Museum (Coréia do Sul), e nos Museus de Arte Moderna do Rio de Janeiro e de São Paulo. Frida é representada pelo Gabinete de Arte Raquel Arnaud desde 1990.

Exposições Individuais:

2006

Traklhaus Gallery, Salzburgo, Áustria.
Galerie Seitz&Partener, Berlin, Alemanha.

2004
HAP Galeria, Rio de Janeiro, Brasil.

2001
Gabinete de Arte Raquel Arnaud, São Paulo, Brasil.

1999
La Maison du Bresil, Bruxelas, Bélgica.

1996
Gabinete de Arte Raquel Arnaud, São Paulo, Brasil.

1993
Gabinete de Arte Raquel Arnaud, São Paulo Stux Gallery, Nova York, EUA.

1990
Gabinete de Arte Raquel Arnaud, São Paulo, Brasil.

1988
Galeria Sergio Milliet, Rio de Janeiro, Brasil.

1985
Petite Galerie, Rio de Janeiro, Brasil.


Prêmios:
1991
Mid-America Arts Alliance (MAAA) Art Competitition.

Coleções e Acervos:

Coleção Patricia Phelps de Cisneros, Caracas, Venezuela.
LEF Foundation, São Francisco, EUA.
National Museum of Women in the Arts, Washington, EUA.
Museu de Arte Moderna, São Paulo, Brasil.
Fonds Nationale d’ Art Contemporain, Paris, França.
Museo del Barrio, Nova York, USA.
Coleção Gilberto Chateaubriand, Rio de Janeiro , Brasil.
Coleção José Olympio Pereira, São Paulo, Brasil.

Fonte: Canal Aberto Assessoria de Imprensa

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VEJA ARTIGO DA EXPOSIÇÃO DA ARTISTA POR MÁRCIA MARQUE:EDITORIAS: exposições

 

 

Leia também este artigo de Márcia Marques:EDITORIAS: cultura 

 

EDITORIAS:
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Frida Baranek abre EXTERIORES com obras inédita,informa Canal Aberto Assessoria de Imprensa


A partir do dia 8 de agosto, sábado, 12h, o Gabinete de Arte Raquel Arnaud abre a exposição da arquiteta, gravadora e escultora carioca Frida Baranek.


Na exposição EXTERIORES a artista traz ao público trabalhos inéditos, concebidos em um momento extremamente singular de sua trajetória: a construção de esculturas especialmente voltadas para áreas externas, criando, além de um objeto físico, um espaço de interação e contemplação. O texto crítico da exposição foi assinado por Camillo Osório, Doutor em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e Professor de Estética e História da Arte no Departamento de Teoria do Teatro da Universidade do Rio de Janeiro. Exteriores fica aberta até 19 de setembro de 2009. A idéia de trabalhar objetos focados em exteriores sempre atraiu a artista. Suas novas obras retratam justamente a necessidade de Frida em aprofundar-se no assunto. A principal fonte de inspiração foram as árvores, mais precisamente a relação do vento com elas, o que Frida chama de “tensão entre flexibilidade e resistência”. Concentrada nestas impressões, Frida criou, por exemplo, um deck de madeira sobre uma estrutura de ferro, apoiado de forma fixa sobre um tubo, proporcionando um movimento como o de uma gangorra (para cima e para baixo ao girar do tubo).

Nessa escultura, com formato retangular de 2x4 metros, o tubo está exatamente no meio, criando um ponto de equilíbrio, onde a peça parece flutuar, movendo-se apenas com o vento. A partir do momento em que o público interage e sobe na peça (sentadas ou deitadas), a tensão da procura do equilíbrio se transfere para as pessoas. Seria esta uma forma quase plástica de transferir ao público a sensação das árvores sendo tocadas pelo vento? “Quando o corpo se equilibra ele se entrega e aproveita. Gosto do aspecto da tensão e do prazer, pois é interessante provocar esses sentimentos através de um objeto”, pontua a artista. Uma das características mais marcantes do trabalho de Frida Baranek é a capacidade de transformar seu pensar artístico em esculturas ou em uma nova realidade. Artista da Geração 80, como Ana Maria Tavares, Angelo Venosa, Nuno Ramos, Paulo Monteiro e Sergio Romagmolo, Frida trabalha com freqüência as questões relacionadas ao equilíbrio e o desequilíbrio. Um dos trabalhos mais emblemáticos e que ilustram esse pensamento data de 1985, na qual um balão vermelho sustenta uma pedra, dando a impressão de desafiar a gravidade.

Biografia

Frida Lidia Baranek (Rio de Janeiro/1961) é escultora, arquiteta e gravadora. Estudou escultura, entre os anos de 1982 e 1984 com João Carlos Goldberg e o artista plástico Tunga na Escola de Artes Visuais do Parque Lage e no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Formou-se em arquitetura pela Universidade Santa Úrsula, no Rio de Janeiro, em 1983. Em 1984, iniciou pós-graduação em escultura pela Parsons School of Design, em Nova York. Atua com gravura e predominantemente com escultura. Em suas obras emprega materiais industrializados, como placas, hastes e fios de ferro ou aço, que muitas vezes são previamente expostos à ação do tempo, de maneira a perder sua aparência original.


Exposição “EXTERIORES”

Gabinete de Arte Raquel Arnaud
A partir de 8 de agosto, 12h, até 19 de setembro de 2009.
Horário: Segunda a sexta-feira, das 10h às 19h; sábado, das 12h às 16h. Grátis.
Rua Arthur Azevedo, 401 - Pinheiros, São Paulo, SP. Fone: 011 3083 6322
http://www.raquelarnaud.com/

Informações para a imprensa
Canal Aberto – 11 2914 0770/ 3798 9510 / 9126 0425 –
Márcia Marques -
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LEIA - histórico Frida Baranek por Márcia Marques: EDITORIAS: artes plásticas


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