Revelando, imortalizando histórias e talentos
4.8.09

Noite na Música, editoria escrita por Maurício Cardim continua a fornecer informações sobre letras musicais cuja noite está presente, servindo de fonte de inspiração. Aqui, Cardim dá dica de composições como “No Rancho Fundo’”, chegando até a bela canção do Padre Marcelo Rossi.

"No Rancho Fundo"

Grande clássico da MPB Gravada por Elizete Cardoso e também regravações com Silvio Caldas, Noite Ilustrada, Gal Costa e tantos outros, inclusive com duplas pseudo-sertaneja, e muitas pessoas sem o devido conhecimento pensam que foram 'eles" os primeiros, que pena. Recentemente ouvi um depoimento desse... Trecho> "Nunca mais houve alegria nem de noite nem de dia os arvoredos já não conta mais segredos". Composição de Ary Barroso e Lamartine Babo,1931.

"Esmeralda”

Composição de Filadelfo Nunes e Fernando Barreto. Grande sucesso dos anos 1960 na voz de Carlos José. Também gravado por Roberto Faisal e incluído no LP "Paradão" da gravadora Columbia. Trecho> "Lá vai Esmeralda casar na igreja/Deus queira que os anjos não cantem pra ela e lá na capela seu Vigário não esteja/Deus queira que a noite na hora da festa não venha orquestra..."

"Noites Traiçoeiras"

Composição de Padre Marcelo Rossi. A minha proposta é escrever sobre músicas que cita a palavra NOITE, essa composição intitula-se Noites Traiçoeiras, porém no decorrer da música é citada a palavra no singular, por isso tai essa mensagem bonita e cheia de fé gravada por Padre Marcelo em dueto com o cantor Belo. Trecho> "E ainda se vier, noite traiçoeira/se a cruz pesada for/Cristo estará contigo".

"Noite no Paraguai"

Versão gravada por Cascatinha e Inhana com excelente interpretação para esse clássico da música paraguaia. Muitos regravaram, porém o maior êxito fonográfico foi da dupla que fez muito sucesso dentro e fora do Brasil. Trecho> "Na noite alta e enluarada/a serenata passando vai..."


Resto de Amor"

Canção Rancheira gravada pelo Trio Parada Dura (formação original, Creone, Barrerito e Mangabinha) no LP de 1981.Trecho>
"Passarei a noite toda sem dormir falarei com ela custe o que custar".

"É Triste Minha Canção". (Le Lac de Come).
Gravação de uma das queridas cantoras do Rádio, Emilinha Borba que ficou conhecida com suas marchinhas de carnaval e que fizeram e faz sucesso até hoje. Emilinha gravou também dezenas de boleros encantadores e esse é um deles que foi relançado no Lp O Maravilhoso Mundo Musical de Emilinha Borba-Vol 2. Trecho: "A noite é triste/triste é minha canção/luar não há, é grande a minha solidão".

"Pensando em Ti"
Herivelto Martins/David Nasser. Música gravada por tantos e bons intérpretes, porém vou citar a gravação também bonita de Nelson Gonçalves em dueto com Ângela Maria para um LP intitulado ‘Ele e Elas’, onde Nelson Gonçalves divide 12 das canções gravadas entre 6 cantoras de primeiro time num disco da RCA em 1984. Fafá de Belém, Joanna, Beth Carvalho, Núbia Lafayette, Alcione e Ângela Maria. Trecho "Eu anoiteço pensando em ti/eu não te esqueço é dia e noite pensando em ti".

"João e Maria”
Composição de Chico Buarque/Sivuca. Além de Chico Buarque, também gravaram, Caeteno Veloso e Maria Bethânia ao vivo em 1978, em um dueto formidável para o bonito álbum recheado de boas fotos. Trecho> "...pra lá desse quintal/era uma noite que não tem mais fim/pois você sumiu no mundo..."
{Mauricio Cardim }

 

 

Conheça mais sobre Cardim 


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EDITORIAS:
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Bia Cannabrava lança CD “Viagem” em espetáculo com Quinteto Mundano no Museu da Casa Brasileira

Com músicas de tradição popular e autores que retratam a riqueza dos povos da América Latina, a cantora Bia Cannabrava lança o CD “Viagem” em espetáculo com o Quinteto Mundano no domingo, 9 de agosto, às 11h, no Museu da Casa Brasileira (MCB), instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura. Gravado entre 2008 e 2009, o CD tem direção musical e arranjos de Carlinhos Antunes, e percorre o continente latino-americano com um repertório que retrata a riqueza musical de seus povos. O Quinteto Mundano é formado por Carlinhos Antunes (cordas), Beto Angerosa (percussão), Rui Barossi (contrabaixo acústico), Gabriel Levy (acordeon), Thomas Rohrer (rabeca e sax).

Repertório: “Alfonsina y el mar” (Ariel Ramirez/Felix Luna, Argentina); “Pajarillo Verde” (tradicional, Venezuela); “Flor del Cardón” (tradicional, Bolívia); “Negrita Martina” (Daniel Viglietti, Uruguai); “Todos Vuelven” (César Miro, Peru); “Luchin” (Victor Jara, Chile); “Pregão da Saudade” (Bia Cannabrava, Brasil); “Gracias a la Vida” (Violeta Parra, Chile); “Lágrimas Negras” (Miguel Matamoros, Cuba).

O CD “Viagem” resgata os caminhos percorridos em quase 75 anos de vida, em especial os 12 de exílio político em que Bia Cannabrava teve a oportunidade de levar a música brasileira para “a Nossa América e trazer desses países irmãos canções que são também recordações”.

A apresentação faz parte do projeto Música no Museu, consolidado na agenda de São Paulo como uma alternativa de lazer que reúne música de qualidade em um cenário agradável: o terraço do Museu da Casa Brasileira, em frente ao seu jardim de 6.600 metros quadrados.

Bia Cannabrava é paulistana e nas décadas de 60 e 70 viveu na Bolívia, em Cuba, no Panamá e no Peru. Nesses países, divulgou a música brasileira e conheceu um rico repertório hispano-americano de autores como o uruguaio Daniel Viglietti, o chileno Victor Jara, o cubano Sílvio Rodrigues. Em 2006 gravou o seu primeiro CD com as “canções que fizeram a sua história”. Filha e neta de professoras de música estudou piano, violão, canto e flauta doce. Uma de suas primeiras composições, “Pregão da Saudade”, está no novo CD.

Em 1968 chegou na “Casa de las Américas”, em Cuba, com um repertório do que se fazia musicalmente no Brasil e começou seu mergulho na riqueza musical do continente. Conheceu autores e cantores como Daniel Viglietti e Alfredo Zitarrosa, poetas como Mario Benedetti, Roque Dalton, Nicolás Guillén, e participou do início do movimento da Nova Trova Cubana, que revelaria nomes como Silvio Rodrigues, Noel Nicola e Pablo Milanés. Sob o pseudônimo de Marina, que conservaria ainda por muitos anos, cantou a música brasileira de Chico, Gil, Caetano e incorporou a seu repertório ritmos de Cuba, da Argentina, do Uruguai. Mais tarde, Bolívia, Peru, Chile. De 1976 a 1979, viveu no Panamá. A seguir, conheceu a música revolucionária nicaragüense. Em 1980, retorna ao Brasil com a anistia. Em 2006, com o apoio do companheiro Paulo Cannabrava e a competência de Carlinhos Antunes e Sérgio Bartolo, tira da gaveta um velho projeto: “as canções que fizeram a minha história”, que resultou no seu primeiro CD.

Serviço

Música no Museu – “Bia Cannabrava lança CD Viagem com Quinteto Mundano”
Domingo, 9 de agosto, às 11h Entrada franca
Duração: 60 min
Capacidade: 230 lugares
Local: Museu da Casa Brasileira – Terraço -

Av. Brig. Faria Lima, 2705
Tel. 3032-3727 Jardim Paulistano Site:
www.mcb.org.br
Estacionamento: R$ 10,00

Visitação: de terça a domingo, das 10h às 18h
Ingresso: R$ 4,00 Estudantes R$ 2,00
Gratuito domingos e feriados

Acesso para pessoas com deficiência.
Visitas monitoradas: 3032-2564

Informações para a imprensa:
Menezes Comunicação Tel. 11 3815-1243 3815-0381 9983-5946
Contato:Letânia Menezes / Silvana Santana menezescom@uol.com.br
 
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