Revelando, imortalizando histórias e talentos
6.8.09

Centenário do nipo-brasileiro, desenhista, professor e pintor nipo-brasileiro falecido em agosto de 1978.


Yoshiya Takaoka nasceu em Tókio, em 11 de junho de 1909, chegou ao Brasil em 1925 e foi morar no interior paulista, Cafelândia, onde trabalhou na lavoura seguindo a saga dos outros imigrantes japoneses. De 1921/1925 aprende pintura em Tóquio (Japão) com Shin Kurihara.Em 1929, já morando na capital paulista, começou a trabalhar como caricaturista, pintor de paredes e vendedor de pastéis. Deu início aos estudos na Escola Profissional Masculina {1926/1929}, e aos poucos foi formando amizade com os pintores paulistanos - Francisco Rebolo (1902-1980), Zanini (1907-1971), Ado Malagoli (1906-1994) e outros do Grupo Santa Helena -, por intermédio do Tomoo Handa. No ano de 1934, junto com Yuji Tamaki muda-se para o Rio de Janeiro e entram para o Núcleo Bernardelli, tendo como orientador o exigente Bruno Lechowski.


Grupos /retratos


Mesmo morando no Rio, eles participam do grupo Seibi-kai, funadado em São Paulo, para onde retorna no ano de 1944. Em 1948/1949 participa da formação do Grupo 15, com Tomoo Handa (1906-1996), Tamaki (1916-1979), Flávio-Shiró (1928), Geraldo de Barros (1923-1998), entre outros. Entre 1950/1959 - São Paulo SP, ele integra o Grupo Guanabara, com Takashi Fukushima e outros. Sua série de 1969, com 15 retratos de governadores do Estado de São Paulo para a Secretaria da Justiça de São Paulo deu destaque ao nipônico nas artes plásticas.

 


Paris

 


Em 1952 viaja para Paris, frequentou a Académie de la Grande Chaumière {1952/1953 ] e estudou mosaico com Gino Severini {1883-1966}. No ano seguinte volta ao Brasil e expõe na Bienal de São Paulo, Salão Nacional de Belas Artes, Salão Paulista. Grande parte de sua obras estão Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro e no Museu de Arte Moderna de São Paulo e Pinacoteca, ambas em São Paulo, onde o pintor faleceu em 11 de agosto de 1978. {Francisco Martins /Fausto Visconde}

formasemeios@formasemeios.info

 

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 01:12  comentar

Centenário do nipo-brasileiro, desenhista, professor e pintor nipo-brasileiro falecido em agosto de 1978.


Yoshiya Takaoka nasceu em Tókio, em 11 de junho de 1909, chegou ao Brasil em 1925 e foi morar no interior paulista, Cafelândia, onde trabalhou na lavoura seguindo a saga dos outros imigrantes japoneses. De 1921/1925 aprende pintura em Tóquio (Japão) com Shin Kurihara.Em 1929, já morando na capital paulista, começou a trabalhar como caricaturista, pintor de paredes e vendedor de pastéis. Deu início aos estudos na Escola Profissional Masculina {1926/1929}, e aos poucos foi formando amizade com os pintores paulistanos - Francisco Rebolo (1902-1980), Zanini (1907-1971), Ado Malagoli (1906-1994) e outros do Grupo Santa Helena -, por intermédio do Tomoo Handa. No ano de 1934, junto com Yuji Tamaki muda-se para o Rio de Janeiro e entram para o Núcleo Bernardelli, tendo como orientador o exigente Bruno Lechowski.


Grupos /retratos


Mesmo morando no Rio, eles participam do grupo Seibi-kai, funadado em São Paulo, para onde retorna no ano de 1944. Em 1948/1949 participa da formação do Grupo 15, com Tomoo Handa (1906-1996), Tamaki (1916-1979), Flávio-Shiró (1928), Geraldo de Barros (1923-1998), entre outros. Entre 1950/1959 - São Paulo SP, ele integra o Grupo Guanabara, com Takashi Fukushima e outros. Sua série de 1969, com 15 retratos de governadores do Estado de São Paulo para a Secretaria da Justiça de São Paulo deu destaque ao nipônico nas artes plásticas.

 


Paris

 


Em 1952 viaja para Paris, frequentou a Académie de la Grande Chaumière {1952/1953 ] e estudou mosaico com Gino Severini {1883-1966}. No ano seguinte volta ao Brasil e expõe na Bienal de São Paulo, Salão Nacional de Belas Artes, Salão Paulista. Grande parte de sua obras estão Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro e no Museu de Arte Moderna de São Paulo e Pinacoteca, ambas em São Paulo, onde o pintor faleceu em 11 de agosto de 1978. {Francisco Martins /Fausto Visconde}

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Amélia Toledo convida o visitante ao positivismo em exposição cheia de cores vibrantes na Galeria Nara Roesler

 

A mostra reúne obras feitas entre os anos 2008 e 2009 que a pintora

 considera obras políticas devido seu construtivo- positivos. "As obras estimulam atitudes esperançosa' diz a artista. Aliás, artista é como Amélia Toledo de 83, se define.

Seu curriculo é rico em ambos os gêneros e nessa mostra o que logo chama atenção é a pintora Amélia Toledo seja em telas em juta e pigmentos; trabalhos de cunho escultórico e composição em pedra jaspe e quartizito azul. "VivaAcor" consumiu bastante tempo de Amélia Toledo e o resultado: não terá um único visitante que não seja contagiado pela mostra. Tons terrosos, da série Horizontes, e outros tons azuais, laranja, verdes e roxos como uma ode a positividade. A verdade é que ela não gosta muito de se prender a gêneros e isso não faz dela uma artista 'deteriorada', não. Ela se mantém uma eterna variante.

Perfil

As séries 'O Labiritinto de Azul', que se encontra no páteio interno da galeria é de 1992, e nela experiência com reflexos do corpo e cor. A série de esculturas "Sanfona de Azul" começada em 1990, e "Penetrável', em tons amarelo e vermelho, obra desenvolvida nos anos 1970 .

Amélia Toledo surgiu na década de 50, entre seus trabalhos o livro "Divino Maravilhoso" uma homenagem a Caetano Veloso,1971, peças interativas feitas com líquidos, Glu-Glu,1968, e muitas esculturas públicas. Teve como mestre Yoshiya Takaoka [1909-1978], com quem tomou aulas entre 1943 a 1947. Teve duas aulas com Anita Malfatti e travou contato com um dos melhores escritórios de arquitetura paulistana, Vilanova Artigas [1915-1985].

VivAcor: Amélia Toledo

Galeria Nara Roesler
Avenida Europa,655
Das 10h00 às 19h00
Sáb., das 11h às 15h
{11} 3063-2344
Até 12 de setembro

Goeldi: Luz Noturna

 
Gravador carioca ganha mostra relevante e oportuna na Avenida Paulista, São Paulo


"Luz Noturna" mostra apresenta bom conjunto das obras de Oswaldo Goeldi um dos mestres da gravura. São 60 xilogravuras com suas figuras solitárias e densas; nanquins, ilustrações para livros e jornais, algumas fotografias e objetos pessoais que elucidam um pouco mais a vida do artista. Entre as obras expostas estão 11 do Museu Nacional de Belas Artes, do Rio de Janeiro, e outras do marchand Maurício Buck e do próprio instituto. É uma mostra com uma apresentação mais livre da obra do artista. Lá pode-se ver seus temas preferidos como marinhos, pescadores e as figuras noturnas sempre presente em suas obras.

Oswaldo Goeldi {1895-1961}, filho do cientista suíço Emílio Goeldi, nasceu no Rio de Janeiro, e não somente tem sua arte reconhecida no Brasil mas também em vários países cujos museus e colecionadores importantes teem seus trabalhos nos acervos. Até o momento já foram catalogadas cerca de 2 mil criações do gravador, segundo a sobrinha-neta e diretora do Instituto Oswaldo Goeldi, Lani Goeldi, que assina a curadoria da mais importante mostra do gravurista. A mostra faz parte de medidas que visam tirar o artista definitivamente da gaveta, que sua obra chegue ao grande público. De São Paulo a exposição seguirá para Brasília,Curitiba,Salvador e Rio de Janeiro.
 

Opinião
Lani Goeldi pode até tirá-lo da 'gaveta' mas jamais o fará maior do que foi, apenas um gravador e ilustrador. Nunca poderá ser transformado em Tintoretto, Caravaggio ou Rembrandt. Ainda mais com a burocracia do site do gravurista cheio de faça contato para isso ou para aquilo.


Luz Noturna

Galeria Vitrine da Paulista
Av. Paulista,2.083
De 15/8 a 20/9
Terça a sexta-feira das 9h as 21h
Dom., das 10h as 21h
{11} 3321-4400
http://www.oswaldogoeldi.org.br/

 

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