Revelando, imortalizando histórias e talentos
13.8.09

Frans Hals - 1580 - 1666

Suas telas e até a mobília constantemenete eram penhoradas para garantir pagamento ao padeiro e o leiteiro. Sua pintura mais importante fora realizada enquanto fugia do leiteiro que lhe cobrava 140 florins.

Dos pincéis de Hals saíram os mais vigorosos e alegres retratos de sua época. Todo o período de sua carreira fez uma arte franca e fecunda que ornam as mais importantes coleções de quadros. A pequena Holanda, tinha a pouco tempo se libertado dos punhos de aço da Espanha, e a energia da liberdade se espalhava e expandiam em uma vida exuberante.



Flamengo, nascido no Haarlem, devido sua leviandade e prodigalidade fora vítima de vários credores. Sua obra mais importante " O Alegre Tocador de Alaúde" foi pintado entre uma fuga e outra. Um leiteiro de quem era cliente, não lhe dava sossego, queria receber uma dívida de 140 Florins. Aos 50 anos ele continuava sem perspectivas financeiras; teve de penhorar toda seu acervo de quadros para pagar o padeiro. Quando completou 60 anos, recebeu uma citação judicial por não pagar os suportes que utilizava para pintar. Aos 70 anos, um credor usurário penhourou não somente suas telas, mas também a mobília de sua casa.

Sua vida continuava finaceiramente ladeira a baixo. Já era um ancião, então, as autoridades locais lhe concederam uma pensão de 4.000 Florins. Ao falecer em 1666, não tinha dinheiro para ser enterrado, o funeral foi custeado pelo município. "O Alegre Tocador de Alaúde" pertence à coleção do cubano Oscar B. Cintas.

 

 

 

 

 

Carot - 1796 - 1875

Tinha uma vida frugal, a grana que conseguia com os valiosos quadros servia para fazer caridade.

Não será nenhum exagero afirmar que Jean Baptiste Camille Carot foi o mais famoso pintor do século XIX. Era amado por sua generosidade quanto pela modéstia e obras pictóricas. Carot foi um dos mais felizes intérpretes da natureza. Através de reproduções arcaicas de bosques, prados, paisagens suaves com prateados semitons. Os crepúsculos eram dotados de tal encanto que empolgava leigos e conhecedores de arte. Assim, cada dia assistia a valorização de sua obra.

Em sua telas campais, algumas vezes acrescentava figuras humanas como mulheres ou crianças camponesas, barqueiros etc... as figuras eram meros detalhes. Mas, o que tornou sua arte mundialmente conhecida foi haver conseguido captar nas mesmas toda poesia da natureza.

Carot foi um solteiro convicto, seu casamento era com a pintura e com a caridade. Tinha uma vida pessoal muito frugal, todo o dinheiro que conseguia com os valorosos quadros servia só para ajudar os outros. Sua obra de destaque é "Vista de Montefontaine", está no Museu do Louvre, Paris.

 

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 01:45  comentar

 

Maria Preá lança CD no Villaggio Café dia 19 de agosto



A expressão ‘Morreu Maria Preá’, em alguns estados do Nordeste, significa ‘tá resolvido, combinado’. É com esse espírito que a Maria Preá apresenta o show do CD Avesso (Elo Music/Tratore), produzido pelo instrumentista André Magalhães (A Barca), o álbum faz um song-book não intencional de compositores do Maranhão, entre eles, Josias Sobrinho, César Teixeira, Sérgio Habibe, Erasmo Dibel e João do Vale.

Laeticia é ‘maranhense’ na raça. Filha de um belga com uma maranhense, nasceu em Belo Horizonte durante uma temporada da mãe naquela cidade. Em seguida mudou-se para o Rio de Janeiro e depois para S. Luís. Adulta, foi morar Florianópolis, onde montou o projeto músico-teatral Maria Preá, que tomou corpo de banda em São Paulo: “Morar em vários lugares serviu para expandir meu horizonte, mas o meu embrião artístico é maranhense. Foi lá que comecei no teatro e depois na dança. Os ritmos, as manifestações artísticas, tudo é muito forte e rico. A diferença cultural que encontrei em Florianópolis me fez perceber quem eu era e o que havia trazido na bagagem. E brotou em forma de música, canto, som.”

Além de Laeticia, a banda é formada por nomes da cena paulistana como André Bedurê (baixo), que também integra o Dona Zica; Gustavo Souza (bateria e percussão), que faz parte do Jumbo Elektro; Marquinhos Mendonça (guitarra e cavaquinho) e Filpo Ribeiro (violão, viola e rabeca). Laeticia explica o título do CD: “É o caos, a inversão dos valores no mundo, a falta de moral e ética de nossa época. Em todas as canções do disco, há o ‘avesso’. São músicas que conheço desde muito, mas acho que não são conhecidas como deveriam, então venho fazer esse trabalho. O que as amarra são os temas que falam da valentia do brasileiro, do destemor e do desejo de ser mais feliz.”

Outro trunfo da Maria Preá e a força no palco. Com uma sonoridade que pode ser tradicional e moderna ao mesmo tempo e a persona intensa de Laetícia, o envolvimento entre palco e platéia torna-se inevitável. Somam-se a isso, ritmos como coco, samba, baião, bumba-meu-boi, reggae e maracatu, devidamente misturados como compete a uma geração que cresceu sem preconceitos. Carcará, retoma João do Vale e José Cândido com riffs de guitarra, muita percussão. Vidente (Erasmo Dibel) é um reggae modernizado enquanto Ponteira (Sérgio Habibe) exibe a face doce dessa Maria Preá. Circo dos Horrores (Josias Sobrinho), tem clima teatral e onírico. {Fonte: Márcia Marques
http://www.canalaberto.com.br/ , assessoria de imprensa }



Ficha Técnica

Direção e Produção Musical: André Magalhães
Músicos: Laeticia, voz e percussão / Marquinhos Mendonça, guitarra e cavaquinho / André Bedurê, baixo / Gustavo Souza, bateria e percussão / Filpo Ribeiro, violão, viola e rabeca.
www.mariaprea.com
www.myspace.com/mariaprea


Show Banda Maria Preá
Villaggio Café
Dia 19 de Agosto às 21h
Couvert: R$ 10,00

ENDEREÇO:
Rua Teodoro Sampaio, 1229 - Pinheiros (esq. Av. Henrique Schaumann), reservas tel. 11 - 3571-3730 ou e-mail

villaggiocafe@terra.com.br

(Estacionamento sugerido: R. Teodoro Sampaio, 1355 (R$ 5,00 o período)

Com quem falar:

Produção – Andréa Lucas e Márcia Navai
Tels.: (11) 81119380, (11) 74028174
e-mail:
deallucas@yahoo.com.br
marcia.navai@yahoo.com.br

 

 

A voz de Charles Aznavour em única apresentação


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Eleito o “O Artista do Século” em pesquisa realizada pela revista Time e pela CNN, o cantor, compositor e ator francês Charles Aznavour passa por São Paulo em setembro para mais um show de sua turnê de despedida. Aos 85 anos, Aznavour conserva a voz límpida e continua emocionando com canções, como She, Ave Maria e La Bohême.

Aznavour já teve suas canções gravadas por nomes de peso, como Fred Astaire e Ray Charles e superou a marca de 100 milhões de cópias vendidas durante sua carreira. Iniciou sua Farewell tour em dezembro de 2006 e, desde então, não cansou de se despedir – para deleite dos fãs que pedem que o cantor não abandone os palcos.

Na retaguarda, sete músicos e duas backing vocals acompanham o cantor em um show com doses de romantismo de tirar o fôlego. Não se sabe, mas esta parece ser realmente a última oportunidade para assistir a esta lenda viva. MAIS EM www.cidadedesaopaulo.com



SERVIÇO

Charles Aznavour - En Accord Avec Levon Sayan

Via Funchal
Rua Funchal, 65 – Vila Olímpia
Dia 17 de setembro - quinta-feira, às 21h30
De R$ 75 a 600
Tel.: (11) 2198-7718
www.viafunchal.com.br
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 01:43  comentar

Joshua Reynolds - 1723 - 1792

Sir Joshua Reynolds iniciou sua carreira como retratista na Inglaterra, e isso não passava de uma habilidade provinciana que reproduzia traços fisionômicos. Mas, aquele aldeão estava detreminado a dar outras dimensões à pintura da inglesa.

 

 

 

 

 

A perfeição em seus retratos chamou logo atenção, e quando menos esperava, seu ateliêr estava cheio de clienes importantes. Antes dos 30 anos já era famoso retratista. Logo fora fundada a Real Academia Inglêsa, e ele foi o primeiro presidente. Em seguida, o Rei Jorge III o fez cavalheiro, nomeando-o como pintor de câmara. O explendedor decorativo de suas telas, revalizavam com os melhores pintores do mundo. Os retratos cheios de energia e dignidade de um cavalheiro inglês, do século XVIII, evocam a formosura das mulheres inglesas. Foi um estudioso de mestres como Rembrandt,Tintoretto, de onde tirou milhares de motivos em suas telas. Pintou sua mais célebre obra " A Idade da Inocência", um encontro entre crianças.

Reynolds sintetizou um estilo, apesar de sua inspiração ser quase toda através de grandes mestres da pintura, as suas 3.500 telas mostra uma arte individualista, de consumado bom gosto, uma artista pictórico excepcional. A obra " A Idade da Inocência " pertence a Galeria Tate, em Londres.

 

 

 

 

 

 

 

John Constable - 1776 - 1837

 

Vendia suas obras por preço vil. Seu talento foi descoberto no Salão de Paris, quando um comerciante cansado de comprar suas telas resolveu expô-las.

O inglês Jonh Constable dedicou-se às artes com todas vicissitudes. Doença, miséria, indiferença e humilhação pelas quais passou. Sua arte na Inglaterra era encarada como quase nada. Mas, durante 1/4 de século ele não mediu esforços para mostrar ao contrário do que pensavam os ingleses: ele tinha talento e sua arte valia muito. Seu genio foi reconhecido primeiramente na França, quando no Salão de Paris, em 1842 um comerciante particpou com obra compradas de Constable. Entre as obra adquiridas pelo comerciante, estava "O Carro de Feno" a mais celabrad tela de Constable. Essa tela, deu ao seu autor, o título de um dos maior es paisagistas de todos os tempos.

O pintor desprezava os constantes convites para participar de convençoes artísticas. Só pintava o que lhe agradava, e o que via todos os dias. Campos e bosques nas proximidades de sua aldeia. Ele mudou as formas de se pintar paisagens, antes dele, as paisagens eram pintadas a portasa fechadas em um ateliê, mostrando panoramas artificiosos. Constable buscou isnpiração na realidade viva da natureza.

Por tudo que já havia passado, Constable jamais poderia imaginar a dimensão que seu nome tomaria, imortalizado. Outra coisa que jamais poderia imaginar é que seria ele,Constable, o criador da escola Barbizon, de pintores naturalistas. A Barbizon, reunia em volta dela, uma constelação posteriores de pintores impressionistas. A obra-prima "Carro de Feno" consta do acervo da National Gallery, Londres.

 

 

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 01:31  comentar

Whistler - 1834 - 1903

Foi dispensado da academia militar acusado de 'perder muito tempo com arte'.

James Whistler teve uma vida repleta de aventuras. Nasceu em Manchester, EUA, e passou a infância na Rússia, quando seu pai foi contratado para construir a primeira estrada de ferro do império. Voltou aos Esatdos Unidos quando já era um adolescente, e ingressou na academia militar, e foi dispensado acusado de 'perder muito tempo' com a arte. Viajou para Paris, onde ficou uma temporada, e de lá estabeleceu-se em Londres. Fez fama entre os ingleses com " O Retrato da Mãe do Pintor" pois foi classificado de traços e grosseira impostura, pela Real Academia Britânica.

 

Os críticos riam de seus trabalhos e ninguém os comprava. Mas, pouco a pouco seu genio foi se impondo aos 'algoses'. Clemenceau recomendou ao Governo francês que comprasse a obra "O Retrato da Mãe do Pntor" para ornar o Louvre. A partir dai, Whistler começou a viver não somente em agradável vida econômica, mas também no gõzo de uma fama que dia a dia crescia. A obra " Retrato da Mãe do Pintor" pertence ao Museu do Louvre, Paris.

 

 

 

 

Rosa Bonheur - 1822 - 1899

A francesa Rosa Bonheur rompeu com alguns padrões pré-estabelecidos no mundo das artes.

 

 

 

 

 

"A Diana de Fontainebleau" como era chamada por seu isolamento durante 40 anos em sua propriedade perto da floresta, onde vivia rodeada por paradisíaco mundo animal. Criava potros norte-americanos, cavalos árabes, e bichos selvagens, sua paixão. E mais tarde, realizaria uma bela obra usando o tema 'animais'.

Rosa dedicou sua à arte e expôs no Salão de Paris de 1853, a sua obra-prima A Feira de Cavalos, e encantou o mundo das artes. Durante 18 meses Rosa estudou e trabalho nessa tela, muitas vezes tinha de se vestir de homem para poder ir à feira de cavalos de Paris. Lá se misturava com cavalariços e negociantes de animais onde podia desenhar à vontade.

Apesar de ter vários pretendentes, ela não se casou, e foi a primera mulher a receber honrada com dignidade de Oficial da Legião de Honra. Tinha como admirador de sua arte Victor Hugo "Na minha opinião é a maior pintora que já existiu", disse Hugo. A tela “Feira de Cavalos” encontra-se MoMA – Museu Metropolitano de Nova Iorque.

 

EDITORIAS:
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