Revelando, imortalizando histórias e talentos
18.8.09

Levando em consideração que as empresas brasileiras não vão além do marketing, e aquelas que podem bancar os próprios projetos sem necessidade dos incentivos fiscais como Itaú, Real, Centro Cultural Banco do Brasil,Votorantin Caixa Federal entre outras, se utilizam da Lei Rouanet gerando dificuldades maiores ainda aos artistas e produtores que tem de bater de porta em porta. Ministro apontará novas regras para acesso à produção cultural é prioridade na nova Lei Rouanet.

Entrevistado pelo Bom Dia Ministro, do dia 13/8, o ministro da Cultura, Juca Ferreira, abordou temas como o Programa de Aceleração do Crescimento das cidades históricas e o Vale Cultura. Abaixo, os principais trechos do programa transmitido via satélite para emissoras de todo Brasil.


Vale Cultura


O principal objetivo do Vale Cultura é incluir milhões de brasileiros. No cálculo da Receita Federal, serão 14 milhões de brasileiros que terão acesso a salas de cinema, aos espetáculos de teatro, de dança, a compra de livros e CDs. Infelizmente no Brasil o número de pessoas que participam do consumo cultural nunca chega a 20%. Só 13% dos brasileiros vão ao cinema, em média, uma vez por mês; menos de 10% entrou em um museu; só 17% compram livros. É preciso estimular o consumo. E, ao estimular, vamos irrigar em torno de R$ 17 bilhões por ano. É uma quantia nunca vista - nas bilheterias, nas livrarias, nas lojas de música. O Vale Cultura de R$ 50 é pouco. Mas isso vai significar para o governo, anualmente, R$ 2,7 bilhões. Pra começar está bom. Ter possibilidade de ir duas vezes ao cinema ou a possibilidade de irem duas pessoas, um casal, já é o início de um processo. Vai estimular abertura de novos cinemas, de novas casas de espetáculos, os livros vão baratear.

 

Adesão

 

O governo dá a maior parte do dinheiro através da renúncia fiscal, e a possibilidade de descontar como despesa operacional. Na medida em que os trabalhadores passem a comprar produtos e a freqüentar espaços culturais, as empresas irão qualificar o ambiente de trabalho. Precisamos que os brasileiros estejam preparados para o século XXI. As empresas não são obrigadas a aderir ao Vale Cultura. Na cultura tudo deve ser voluntário. No entanto, é atraente aderir. Além do mais, haverá uma pressão natural dos funcionários para que as empresas se associem e disponibilizem esse benefício.

 

Nova Lei Rouanet


Estamos descontentes com a lei. Por isso que é preciso mudar. A atual Lei Rouanet submete os artistas a bater de porta em porta de departamentos de marketing de empresas. E é dinheiro público. Nesses 18 anos, só 5% foi dinheiro privado, o restante é público. Ou diretamente do imposto devido, ou dinheiro das estatais. É preciso mudar, melhorar, desburocratizar, facilitar o trabalho do artista e permitir que eles tenham o máximo de liberdade para produzir arte e cultura. Hoje, 80% do dinheiro da Lei Rouanet ficam nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, sendo 83% dos proponentes ficam com mais da metade do dinheiro. O grande impacto da nova Lei Rouanet será que ela vai disponibilizar o acesso a esse recurso para toda produção cultural do Brasil, permitindo que o desenvolvimento cultural não se concentre apenas em duas cidades.

 

Política Cultural

 

Política pública de cultura não é apenas evento. Precisamos desenvolver processos estruturantes de acesso a técnicas, disponibilizar possibilidades de expressão, levar para a sala de aula, fazer parte do processo educativo, disponibilizar a biblioteca para que as pessoas leiam. Uma política pública de cultura tem que considerar todo o processo cultural. A população certamente apóia porque no Brasil inteiro, em todas as classes sociais, a cultura é o quarto item de consumo. Só não se consome mais porque o preço é muito alto no Brasil. O Ministério da Cultura já sente a necessidade de uma instituição que processe números, elabore informações para que as políticas públicas sejam cada vez mais precisas, dotadas de informação suficiente para que a gente acerte. O cartão magnético gera informações e produz uma possibilidade de se estudar as tendências, as demandas da população, onde estão concentradas as prioridades. Com isso a gente vai aprimorando a política pública.

 

Outro efeito positivo é que estimula a legalidade. Por exemplo, uma vez funcionando o Vale Cultura, vai diminuir o CD pirata e aumentar o CD comprado em loja. PAC das cidades históricasO Ministério da Cultura teve a ideia de se associar ao PAC com o objetivo de gerar uma infraestrutura para que o Brasil possa se desenvolver de forma mais rápida. Cultura faz parte do desenvolvimento. E além de ser uma necessidade básica de todo brasileiro, é também uma economia importante e outras economias vivem dela. Um dos principais atrativos da economia turística ou é a natureza ou é o atrativo cultural. O PAC das cidades históricas vai ter como método estimular que os governos apresentem propostas para preservação de forma qualificada desses patrimônios. São mais de 100 cidades no Brasil tramitando em processo de tombamento.

 

Fundo pró-leitura

 

Os lucros aumentaram muito na área. Estamos fazendo uma política de desenvolvimento da leitura no Brasil que vem ampliando o número de leitores, ou seja, os negócios na área do livro estão florescentes. Não há motivo para não cumprir um acordo de 1% que fortalece o fundo do livro e leitura exatamente para desenvolver o hábito no Brasil desde as novas gerações até os adultos. O diálogo está no bom sentido, estamos avançando. Há um reconhecimento do setor de que é importante colaborar com essa política, inclusive porque desenvolve a economia deles. O governo tem sido muito sensível ao segmento. No Brasil, precisamos levar em consideração a palavra dada. Na medida em que houve o acordo, ele será cumprido.

 

Meia entrada


Todo jovem deveria ter direito a meia entrada. Porque se ele não está na escola, deveria estar. Não podemos punir duplamente o jovem que já foi excluído da escola e por isso não terá acesso também a cultura. Isso é uma visão limitada, é punitiva. E a carteira tem que ser controlada. Somente entidades idôneas devem emitir carteira com controle de governo. A Casa da Moeda já se ofereceu para produzir uma carteira de difícil falsificação. As entidades estudantis terão que compreender que quebra a indústria do espetáculo se ultrapassar um certo número de meias em cada espetáculo. Se tiver 80% de meia num espetáculo, o preço da meia deverá ser o preço da inteira. Isso é uma falsa conquista, porque se a meia é R$ 80, R$ 100, aquilo na verdade é uma inteira que está compensando uma quantidade excessiva de meia. As entidades estudantis não aceitam a ideia da cota. Muitos países adotaram a cota, é de fácil controle. Se o estudante duvidar de que a quantidade de meia já esgotou, ele pode pedir para visualizar na tela. O controle por parte dos órgãos é muito fácil.

 

Cultura Indígena


Cabe aos indígenas definir o que eles querem assimilar do processo cultural, do contato com o branco, à sociedade global. Os índios, os indígenas em geral, querem preservar suas tradições, seus valores. Mas querem ter acesso ao computador, à tecnologia digital. O Ministério já está trabalhando com mais de 80 nações indígenas, disponibilizando pontos de cultura, financiando suas atividades, disponibilizando computadores e banda larga. {Foto:
www.agenciabrasil.gov.br
 
EDITORIAS:
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"Rodin: Do Ateliê ao Museu - Fotografias e Esculturas"

 

A exposição tem como base o produto no qual Rodin não acreditava, a fotografia. Mas, também reúne 22 esculturas do artista, sendo que algumas delas jamais exibidas fora da França.


O artista plástico francês Auguste Rodin (1840-1917) não era um entusiasta da fotografia e dizia "O artista é que é verdadeiro, a fotografia é mentirosa". Porém, poucos criadores fizeram uso tão intenso das possibilidades fotográficas do que justamente Rodin, e parte do vasto material gerado a partir do trabalho de diversos fotógrafos em seu ateliê é o foco maior da exposição na Casa Fiat de Cultura.

Estima-se que, ao longo de 40 anos, foram produzidas 7.000 imagens encomendadas por Rodin a quem se dispusesse a acompanhá-lo no cotidiano artístico. "Ele próprio nunca fotografou, mas teve relações muito próximas com quem trabalhou junto dele", diz a francesa Hélène Pinet, uma das curadoras da exposição e responsável pelo acervo fotográfico do Museu Rodin, em Paris - junto a ela, trabalhou Dominique Viéville, diretor da instituição. "As primeiras series eram de registros pessoais. Rodin as transmitia a gravadores, que iriam utilizá-las em jornais para divulgar o que fazia."
A mostra reúne 194 fotografias originais, datadas entre 1880 e 1917, de nomes pouco reverenciados - Edward Steichen, Alvin L. Coburn, Jean Limet, Stephen Haweis, Henry Coles, que retrataram desde moldes de futuras esculturas (várias dessas fotos são contornadas à mão pelo próprio Rodin, de forma a dar mais intensidade à imagem) até objetos de trabalho, como ferramentas, aquecedores e panos. "Era mistura de fotografia, pintura e escultura", afirma Hélène. Essas fotos estão sendo mostradas no Brasil pela primeira vez. Em seguida, retorna à França para serem armazenadas numa reserva técnica por cinco anos, sem qualquer possibilidade de saírem de lá. "Ele considerou a fotografia como testemunho visual, tão verídico quanto a visão direta que se podia ter das reais condições de elaboração da obra", escreve Dominique Viéville no catálogo da exposição.
Há inclusive imagens de Rodin em pessoa, quase sempre, e vaidosamente, posando para a câmera - a mais impressionante é uma de Edward Steichen, com o francês de frente à sua notória escultura "O Pensador": a luz transforma criador e criação em grandes silhuetas sombreadas; ao fundo, bem iluminado, um retrato do escritor o também francês Victor Hugo. {Foto: United Photo Press}


Auguste Rodin

Casa de Cultura Fiat
Rua jornalista Djalma de Andrade,1.250
Nova Lima - grande Belo Horizonte
Até o dia 13 de outubro
{31} 3289-8900

 

 

Matisse ou uma miscelânea ?

 

Obra de Matisse é exposta pela primeira vez no Brasil, dentro do projeto “ Ano da França no Brasil” e no máximo, três obras importantes do artista como “Odalisca de Calça Vermelha” constam da mostra.

A mostra 'individual' do pintor e escultor francês Henri Matisse (1869-1954), está na Pinacoteca do Estado de São Paulo, a traz algo simplório da arte de Matisse, referência no século 20 que influenciou gerações de artistas. A exposição "Matisse Hoje" fica em cartaz até 1º de novembro, com 80 obras, esculturas, entre pinturas, desenhos, documentos pessoais, fotos e livros ilustrados pelo artista para importantes publicações. A exposição tem participação de outros cinco artistas franceses contemporâneos: Cécile Bart, Christophe Cuzin, Frédérique Lucien, Pierre Mabile e Philippe Richard, em um diálogo bastante ativo com o universo de Matisse. "Matisse Hoje" apresenta uma seleção de obras de pintores brasileiros: Rodrigo Andrade, Beatriz Milhazes, Paulo Pasta, Felipe Cohen e Waltércio Caldas e Dudi Maio Rosa. Os trabalhos integram o acervo da Pinacoteca do Estado, segundo eles, existe um confronto com a obra do artista francês.



Só na cabeça do diretor da pinacoteca. E nenhum dos brasileiros pintores precisam dessa carona, são consagrados em terra tupiniquim. Salvo engano, há uma tentativa de valorizar as obras. MAIS sobre Matisse
http://formasemeios.blogs.sapo.pt/615581.html


Serviço


 

Pinacoteca do Estado - Praça da Luz, 2 - São Paulo

De terça-feira a domingo, das 10h às 18h00

Ingressos: R$ 6 e R$ 3 (meia-entrada) - grátis aos sábados

Até 1º de novembro

Mais informações: (11) 3324-1000

 

 

Pierre Verger nos Anos 30.

 


No próximo dia 15 de setembro, às 19h, no Palacete das Artes - Rodin Bahia será aberta a Exposição De um mundo ao outro - Pierre Verger nos Anos 30.

 

A exposição é resultado de um ano de pesquisa dos curadores Cláudia Pôssa e Alex Baradel. A mostra compreende os anos de 1930 e suas transformações culturais e sociais. Nesse contexto Pierre Verger tem os primeiros contatos com a fotografia e descobre um outro modo de viver e ver o mundo, bem diferente da vida que levava junto a sua família. Esse contato se dá através de amigos engajados no meio cultural efervescente da época e de sua própria curiosidade.

 

Na exposição será possível ver as primeiras fotos das viagens (à Polinésia, assim como a viagem ao redor do mundo, a primeira como fotográfo profissional) e de trabalhos realizados por ele em revistas e jornais, além de materiais produzidos pelos seus amigos Pierre Boucher, René Zuber, Emeric Feher e Roger Parry. A Exposição também vai apresentar um audiovisual com trechos da entrevista cedida por Verger ao programa Conexão Internacional, na década de 1980. Também a partir do dia 15 de setembro, serão apresentadas, na Aliança Francesa, algumas das fotografias feitas em Paris por ocasião da Exposição Universal de 1937.

 

Ainda na Aliança Francesa, dia 24 de setembro, às 19:30h, no Teatro Molière, os curadores da exposição irão conversar com o público sobre Pierre Verger e os anos 30."De um mundo ao outro-Pierre Verger nos anos 30" é uma realização da Aliança Francesa de Salvador, Fundação Pierre Verger e Palacete das Artes - Rodin Bahia com apoio financeiro do Fundo de Cultura do Estado da Bahia e Cultures France e faz parte da programação do Ano da França no Brasil.

 


Contamos com a presença de todos!! Fundação Pierre Verger
 

 

EDITORIAS:
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ZECA BALEIRO, Jerry Lee Lewis, Lily Allen estarão se apresentando em São Paulo entre os meses de setembro a novembro. Escolha seu preferido e boa diversão. Depois conte-nos
O cantor e compositor maranhense apresenta suas músicas em temporada no Teatro Fecap. Dias 11, 12 e 13/9. Sexta e sábado, às 21h e domingo, às 19h. Teatro Fecap: Av. Liberdade, 532 - Liberdade. Tel.: (11) 3188-4149.
http://www.teatrofecap.com.br/ . R$ 50

 

 

LILY ALLENA -

 

A polêmica pop star, já se apresentou no tradicional Festival de Jazz em Montreaux e agora pisa em palcos brasileiros. No mês da independência, Allen mostra seu talento e rebeldia na capital paulista. Dia 16/9, às 22h. Via Funchal: Rua Funchal, 65 - Vila Olímpia. Telefone: (11) 2198-7718. http://www.viafunchal.com.br%22hyperlink/ - R$ 75 a R$ 280

 


JERRY LEE LEWIS

 

Um dos maiores ícones da história do rock, o músico faz única e imperdível apresentação, com sucessos como “Great Balls of Fire”, “Breathless”, entre outros.Dia 18/9, às 22h. Credicard Hall: Avenida das Nações Unidas, 17.955 – Santo Amaro. Tel.: (11) 2846-6010.
QUARTETO FAURÉO

 

projeto “Música no MASP Internacional” recebe no dia 18 de setembro o premiado Quarteto Fauré. O grupo criado em 1995, apresentará composições de Mendellssohn e Brahms, além de uma obra dedicada ao grupo do compositor e violinista alemão Volker David Kirchner.

 

Dia 18/09, às 21h. MASP - Grande Auditório – Avenida Paulista, 1578.Tel.: (11) 3253 9932 http://www.artinvest.com.br/ De R$ 30 a R$ 60.

 


JORGE BEN JOR

 

Todo swing, alegria e simpatia do cantor em única apresentação com os maiores sucessos. Dia 19/9, às 22h. Credicard Hall: Avenida das Nações Unidas, 17.955 – Santo Amaro. Tel.: (11) 2846-6010. http://www.credicardhall.com.br/

 

R$ 25 a R$ 130

 

 

 

JAZZ SINFÔNICA

 

Para comemorar o Ano da França no Brasil, a série chega à terceira edição com a presença de importantes nomes do jazz. Este mês, o convidado é Richard Galliano.Dias 25/9 e 26/9, às 21h. Auditório Ibirapuera: Avenida Pedro Álvares Cabral, s/nº - Parque Ibirapuera. Tel.: (11) 3629-1075. http://www.jazzsinfonica.org.br/ - R$ 30

 


JOJO

 

Atriz e cantora, que impressionou críticos norte-americanos com sua expressão vocal, vem à capital com a Jojo Brasil Tour e canta sucessos de seus dois álbuns, como 'Leave (Get Out)' e 'Too Little, Too Late'. Quem abre é a banda Restart. Dia 3/10, às 22h.

 

HSBC Brasil: Rua Bragança Paulista, 1281 - Chácara Santo Antônio. Telefone: (11) 4003-1212. http://www.hsbcbrasil.com.br/ - R$ 110 a R$ 270

 


LAURA PAUSINIA -

 

A italiana volta à capital com a turnê do álbum' Primavera in anticipo' e sucessos de discos anteriores. Dias 6 e 7/10, às 21h30. Credicard Hall: Avenida das Nações Unidas, 17.955 – Santo Amaro. Tel.: (11) 2846-6010. http://www.credicardhall.com.br/

 

R$ 50 a R$ 500

 


RITA LEE

 

Comemorando 43 anos de carreira, a roqueira apresenta a turnê 'Multishow ao Vivo'. No set list músicas que há muito tempo não tocam nos shows e releituras divertidíssimas de Beatles, Caetano e das Frenéticas. Dias 9 e 10/10, às 22h. Credicard Hall: Avenida das Nações Unidas, 17.955 – Santo Amaro. Tel.: (11) 2846-6010.

 

http://www.credicardhall.com.br/

 

R$ 35 a R$ 160

 


PET SHOP BOYS

 

A dupla, que já vendeu mais de 76 milhões de álbuns, mostra música pop/eletrônica na turnê 'Pandemonium World'. Esta é a quarta vez que os britânicos pisam em solo brasileiro.

 

Dia 13/10, às 21h30. Credicard Hall: Avenida das Nações Unidas, 17.955 – Santo Amaro. Tel.: (11) 2846-6010. http://www.credicardhall.com.br/

 

R$ 45 a R$ 400

 


SARAH BRIGHTMAN

 

Com 160 Discos de Ouro e Platina e mais de 78 milhões de cópias vendidas, a soprano vem à cidade com a turnê 'Sarah Brightman in Concert'. As canções possuem influências líricas e pop românticas e são acompanhadas por um coro e 16 músicos de uma orquestra de cordas.Dias 20 e 21/10, às 21h30. Credicard Hall: Avenida das Nações Unidas, 17.955 – Santo Amaro. Tel.: (11) 2846-6010. http://www.credicardhall.com.br/

 

R$ 50 a R$ 600

 

 

 

TONY BENNETT

 

Lenda do jazz e da música pop, Bennett passa por aqui para apresentação única em 26/10, às 20h30. A abertura do show fica por conta de sua filha, Antonia Bennett. HSBC Brasil: Rua Bragança Paulista, 1281 - Chácara Santo Antônio. Telefone: (11) 4003-1212. http://www.hsbcbrasil.com.br%22hyperlink/ - R$ 400 a R$ 1.000

 


IL DIVO'An Evening With Il Divo' traz, pela primeira vez, o quarteto e sua ópera-pop. Única apresentação. Dia 27/10, às 21h30. Credicard Hall: Avenida das Nações Unidas, 17.955 – Santo Amaro. Tel.: (11) 2846-6010.
http://www.credicardhall.com.br/

 

R$ 45 a R$ 500

 


ALMIR SATER

 

Cantor e compositor, o violeiro toca músicas regionais em única apresentação. Dia 7/11, às 22h. Credicard Hall: Avenida das Nações Unidas, 17.955 – Santo Amaro. Tel.: (11) 2846-6010. http://www.credicardhall.com.br/

 

R$ 25 a R$ 120

  

 

 

 

 

Ângela RoRo, Fabiana Cozza, Itamara Koarax e Paula Lima no Sesi SP

 

 

 

 

 
 
 
Neste show especial, a cantora fará releituras de grandes nomes do jazz. Clássicos de Frank Sinatra, Cole Porter e Billie Holiday e sucessos autorais compõem seu repertório. A compositora Ângela RoRo é a próxima atração de setembro do projeto Quartas Musicais , que conta com a presença de renomados artistas da música contemporânea brasileira e internacional ao lado de jovens revelações, sempre às quartas-feiras. O espetáculo será realizado na quarta-feira (16/09), às 20 horas, no Teatro do SESI – São Paulo.
 


Perfil da cantora
 

Cantora, compositora, poeta, instrumentista, produtora de alguns de seus discos e dona de sua própria direção cênica, a carioca Ângela RoRo iniciou sua carreira em 1979. Dona de obra personalíssima, moldada com referências que vão de Janis Joplin a Maysa, ela lança Compasso em momento de completo bem-estar físico e mental. Além da canção Amor Meu Grande Amor, trilha de novela global, o rockContagem Regressiva é ouvido na novela Poder Paralelo, pela TV Record. Sua discografia conta 15 álbuns e um DVD: Angela Ro Ro (1979), Só nos Resta Viver (1980), Escândalo (1981), Simples Carinho (1982), A Vida É Mesmo Assim (1984) e Eu Desatino (1985), Bárbara (1986), Prova de Amor (1988), Personalidade (1991), Ao Vivo (1993), Minha História (1995), Obras Primas (1997), Millenium (1999), Acertei no Milênio (2000) e Compasso (2006), além do DVD Ângela RoRo ao vivo.

Informações
 
Local - Teatro do SESI - São Paulo (em frente à estação Trianon-Masp do metrô)
Horário - Quarta-feira às 20 horas
Duração Aproximadamente 80 minutos
Capacidade - 456 lugares
Ingressos - R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia-entrada). Vendas na bilheteria do teatro ou pela Ticketmaster, (11) 2846-6000 ou
http://www.ticketmaster.com.br/.São vendidos apenas 2 ingressos por pessoa.(Confira os horários da bilheteria) .
 
 
Indicação etária Show não recomendado para menores de 14 anos. Será permitida a entrada do menor somente acompanhado dos pais ou responsável legal após preenchimento de um termo de autorização. ARTIGO Completo www.sesisp.org.br
 
 
 

Ensemble Harmoniemusik lança CD em  concerto no Museu da Casa Brasileira

 



 
Com música de câmera composta no século XVIII para eventos da corte ao ar livre, o Ensemble Harmoniemusik faz concerto de lançamento de seu primeiro CD no domingo, 23 de agosto, às 11h, no terraço do Museu da Casa Brasileira (MCB), instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura. Sua formação musical típica se concentra nos instrumentos de sopro, especialmente o oboé, o clarinete, a trompa e o fagote, por suas qualidades de projeção sonora. Integram o conjunto Mônica Lucas e Luciano Pereira (clarinete histórico), Michael Alpert e Flavio Faria (trompa natural), Luis Antonio Ramoska e Mariana Bergsten (fagote clássico), todos tocando instrumentos ainda muito raros no país. 
 
Intitulado “Harmoniemusik – Sexteto de Sopros – Instrumentos Históricos”, o CD gravado com patrocínio da Secretaria de Estado da Cultura (ProAC) traz obras de grandes mestres do século XVIII, como Mozart e Krommer, e uma obra do compositor Silvio Ferraz.
 
Programa: Franz Krommer (1759-1831) – Partita em do menor, largo – allegro, adágio, rondo – allegro; Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Serenata em mi bemol maior, K 375, para sexteto de sopros, allegro maestoso - menuetto e trio, adágio, menuetto e trio, finale – allegro; Wolfgang Amadeus Mozart – Harmoniemusik “A Flauta Mágica”, (arranjos de Ch. Stumpf, ca. 1800), Der Vogelfäbger bin ich ja, Bei Männern die Liebe fühlen, Marsch der Priester, Ein Mädchen oder Weibchen.
 
A apresentação faz parte do projeto Música no Museu, consolidado na agenda de São Paulo como uma alternativa de lazer que reúne música de qualidade em um cenário agradável: o terraço do Museu da Casa Brasileira, em frente ao seu jardim de 6.600 metros quadrados.
 
O nome do conjunto, fundado em 2001, deriva do próprio repertório ao qual o grupo se dedica, uma música de câmera conhecida como harmoniemusik. Ela deu origem, no decorrer do século XVIII, à seção de sopros da orquestra clássica. Com o acréscimo definitivo deste novo colorido ao naipe de cordas já usual desde o século XVII, foi possível o enriquecimento do timbre do conjunto, antes limitado à sonoridade mais uniforme das cordas. É no século XVIII, e em virtude da influência da harmoniemusik, que se criou o conceito clássico de orquestração.
 
Mônica Lucas
- É bacharel em clarinete pela USP. Fez especialização em flauta-doce e em clarinetes históricos no Conservatório Real de Haia, na Holanda. Participou das principais orquestras barrocas da Europa, como Europa Galante (Fabio Biondi) e Concerto Köln, e de conjuntos de música de câmera com instrumentos originais, como o Ensemble Zefiro. Retornou ao Brasil em 1998. Participa regularmente de gravações para a WDR - Westdeutsche Rundfunk - em Colônia (Alemanha), com a orquestra Das Kleine Konzert, sob a regência de Hermann Max, realizando primeiras gravações mundiais de peças do século XVIII, como o oratório Die Vier Letzten Dingen, de Anton Eybler (2003), o oratório Betulia Liberata, de Gotfried Naumann (2004), premiada pela Deutsche Schallplatenkritik, e o oratório Das Durchgang durch das Rote Meer, de Leopold Kozeluch (2005). Doutora em Música pela Unicamp, coordena o Núcleo de Música Antiga da ECA-USP, onde é responsável pela disciplina História da Música.
 
Luciano Pereira - Nascido em Capivari (SP), iniciou seus estudos de clarinete na Escola Municipal de Música. Graduou-se no Conservatório de Tatuí, em 2000, onde também foi professor. Obteve a menção honrosa no II Concurso Internacional Honorina Barra (Curitiba), na categoria música de câmera, em 1998. Participou, como bolsista da Capes, de masterclass com Walter Boeykens (Bélgica), na Escola de Música da Universidade Federal da Bahia. É bacharel em Música pela Unesp. Pelo terceiro ano consecutivo, é convidado pela Funarte/Ministério da Cultura a ministrar aulas de clarinete, nos estados de Rondônia, Goiás e Paraíba. Com intensa atividade camerística, tem difundido o repertório do século XVIII, tanto no Ensemble Harmoniemusik como no Duo Sieber (clarinete histórico e fortepiano) com Pedro Persone. Está finalizando sua dissertação de mestrado na Unicamp.
 
Michael Alpert - Iniciou seus estudos de trompa aos 11 anos. Fez a graduação na Universidade de Boston. Estudou com o trompista David Ohanian (Quinteto de Metais Canadense). Tocou na Orquestra da rádio da Galiléia e na Orquestra da rádio de Jerusalém. Chegou ao Brasil em 1978. Participou da Orquestra Sinfônica Municipal e da Orquestra Sinfônica Estadual. É primeiro trompista da Orquestra Jazz Sinfônica e professor de trompa no Departamento de Música da ECA-USP, onde coordena o setor de eventos de música de câmara. Atua como trompista natural, tendo participado de gravações com os grupos Engenho Barroco, Américantiga e camerata Novo Horizonte. Faz doutorado na ECA-USP.
 
Flavio Faria
- Nascido em São Paulo, iniciou seus estudos musicais no Conservatório Musical do Brooklin, em 1987, com o prof. Mário Rocha. Estudou, ainda, com os professores Zdenek Svab, Ozéas Arantes, Roberto Minczuk, Daniel Havens e Luís Garcia. Participou da Orquestra Sinfônica da Unicamp como primeira trompa. É chefe de naipe da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo. Teve experiência camerística com diversas formações, como quinteto de metais, quinteto de madeiras e solos com quintetos e quartetos de cordas.
 
Luis Antonio Ramoska - Natural de São Paulo, estudou fagote no Conservatório Musical do Brooklin com Alain Lacour. Fez parte da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo entre 1985 e 1996, e da Sinfonia Cultura – Orquestra da Rádio e Televisão Cultura. Participou do Festival Internacional de Música Renascentista y Barroca Americana (Missiones de Chiquitos, Bolívia, 2000) e da orquestra liderada pelo violinista Sigiswald Kuijken, no 12º Festival de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora (MG). Atua no grupo Américantiga, tanto com o fagote barroco quanto o clássico. Especializou-se no instrumento com Ricardo Rapoport e Donna Agrell. Estudou a interpretação da música antiga com Ilton Wjuninsky, Ricardo Kanji e Nicolau Figueiredo. É fagotista da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo.
 
Mariana Bergsten - Natural de São Paulo, iniciou o estudo de fagote na Escola Municipal de Música com Gustave Busch. Estudou na Universidade Livre de Música com Ronaldo Pacheco. Integrou a Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo e a Orquestra de Câmara da USP. Ingressou no curso de bacharelado da USP sob a orientação de Fábio Cury. Estudou também com Francisco Formiga. Atuou como solista na Orquestra Experimental de Repertório, Orquestra Sinfônica Municipal de Santos, Orquestra de Câmara da USP, Orquestra de Cordas da ULM e Orquestra Filarmonia. Integra a Orquestra Sinfônica Municipal de Santos.
 
Serviço


Música no Museu – “Ensemble Harmoniemusik”
Domingo, 23 de agosto, às 11h  Entrada franca
Duração: 60 min
Capacidade: 230 lugares
Local: Museu da Casa Brasileira – Terraço - Av. Brig. Faria Lima, 2705
Tel. 3032-3727  Jardim Paulistano     Site:
www.mcb.org.br
Estacionamento: R$ 10,00


Visitação: de terça a domingo, das 10h às 18h
Ingresso: R$ 4,00  Estudantes R$ 2,00 Gratuito domingos e feriados
Acesso para pessoas com deficiência.
Visitas monitoradas: 3032-2564
 
Informações para a imprensa:


Menezes Comunicação Tel. 11 3815-1243  3815-0381 9983-5946
Contato:Letânia Menezes/Silvana Santana
menezescom@uol.com.br 

 

 

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