Revelando, imortalizando histórias e talentos
22.8.09

CÉLIA EUVALDO expõe em São Paulo

Célia Euvaldo expõe nova série de pinturas no Gabinete de Arte Raquel Arnaud


A artista plástica CÉLIA EUVALDO expõe em São Paulo uma série inédita com 10 pinturas óleo sobre tela. A exposição tem abertura marcada para o dia 26 de setembro de 2009 e permanece na programação do Gabinete até o dia 31 de outubro. O texto da exposição é assinado por Ronaldo Brito, crítico de arte, poeta, professor de História da Arte e Arquitetura no Brasil. Nesta exposição, Célia Euvaldo apresenta trabalhos em preto sobre branco e branco sobre branco, sua marca registrada. Com pinceladas fortes feitas com vassoura, alguns dos trabalhos destacam espécies de blocos, elementos quase escultóricos, provenientes de ações posteriores com o rodo. Em outros, são apenas as ranhuras da vassoura que organizam o espaço em movimentos horizontais e verticais.


 


Célia inicia o trabalho com a aplicação da tinta na tela com uma vassoura, a esmo. Aos poucos quando já há uma boa quantidade de tinta na superfície, organiza as pinceladas (vassouradas), alternando-as, eventualmente, com passadas de rodo, arrastando a tinta, alisando-a e criando áreas diferenciadas. O trabalho é muito rápido obrigando a artista a uma concentração extrema, sem a qual, corre o risco de deixar escapar aquilo que suas ações e o acaso provocam, e que constituem o trabalho. O processo criativo consiste em fazer surgir algo da massa de óleo preto ou branco, a estrutura do trabalho surgindo a partir do movimento corporal onde a concentração da matéria e a acumulação da energia plástica se expandem no espaço. O trabalho de Célia atua entre o cheio e o vazio, o excesso e a falta, presença e ausência.


 


As telas pretas se impõem ao olhar de forma quase invasiva, ao passo que as telas brancas pedem um tempo de observação mais lento. Ação e contemplação. Nascida em São Paulo em 1955, foi criada na cidade de São José dos Campos (SP). Despertou para a arte depois das primeiras impressões sobre os trabalhos do francês Toulouse-Lautrec em uma coleção de livros de pintura. Formou-se em Comunicação Visual e adquiriu a licenciatura em Artes Plásticas na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC). Passou quatro anos em Paris, recheando-se de idéias observando obras de Carl Andre e Dan Flavin, dois minimalistas-americanos, responsáveis pelos primeiros toques de sua poética.


 


Atualmente Célia Euvaldo vive e trabalha em São Paulo. Realizou suas primeiras exposições individuais em 1988, na Galeria Macunaíma, da Funarte, no Rio de Janeiro, e em 1989, no Centro Cultural São Paulo. Obteve nesse mesmo ano o primeiro prêmio do Salão Nacional de Artes Plásticas. Nos anos 90 fez exposições individuais nas galerias Paulo Figueiredo (São Paulo, 1991 e 1993) e Marília Razuk (São Paulo, 1996 e 1999), na galeria Casa da Imagem (Curitiba, 1995) e no Paço Imperial (Rio de Janeiro, 1995 e 1999). Participou de várias exposições coletivas, entre as quais o ‘Panorama da Arte Atual Brasileira’, no Museu de Arte Moderna de São Paulo (1990), e ‘Influência Poética’, no Paço Imperial (1996). Em 2001 seus trabalhos foram apresentados na 7a Bienal Internacional de Pintura de Cuenca, no Equador, e na mostra ‘Arte Contemporânea Brasileira’, na Galeria Nacional de Belas Artes em Pequim, China. Em 2003 exibiu pinturas de grandes dimensões no Centro Universitário Maria Antonia (São Paulo). Em 2005 participou da 5ª Bienal do Mercosul (Porto Alegre). Em 2008 teve um livro lançado sobre sua obra.


 


Exposição Célia Euvaldo


Gabinete de Arte Raquel Arnaud

Abertura: dia 26 de setembro, das 12 às 16h.

Programada para até dia 31 de outubro de 2009.

Horário: Segunda a sexta-feira, das 10h às 19h; sábado, das 12h às 16h.


Grátis.


Rua Arthur Azevedo, 401 - Pinheiros, São Paulo, SP.

Fone: 011 3083 6322

http://www.raquelarnaud.com/


 


Informações para a imprensa

Canal Aberto – 11 2914 0770/ 3798 9510 / 9126 0425 –

Márcia Marques

http://www.canalaberto.com.br/

 

 

 

STUPAKOFF, EM SÃO PAULO 

 

 Ele era o máximo em foto de moda e todo mundo queria um portrait feito por Stupakoff. Isso não impediu de morrer pobre. Agora, em nome do não esquecimento o IMS utiliza-se do acervo adquirido mais com intuito de valorizar.

Exposição apresenta 70 fotografias de Stupakoff, pioneiro na fotografia de moda do país. Além de moda, ele registrou as passagens do presidente norte-americano Richard Nixon no Brasil, atores como Jack Nicholson, Grace Kelly, Truman Capote [escritor] entre outros. As homenagens ao astro da fotografia que chegou morar em uma mansão luxuosa ao lado de Orson Wells, na Normandia, soam falsas e oportunistas, pois o fotógrafo morreu pobre em abril de 2009, e estava no ostracismo, somente agora que as exposições pipocam, como realizadas pelo IMS. O IMS é dono de um acervo de 16 mil fotos feitas por Stupakoff. A mostra apresenta fotos de moda, mulheres e celebridades e fotos como Medusa, Menino na Parede Buda Garota Cigana das décadas de 60,70 e 80.

Durante os anos 50 e 60 ele foi um dos mais influentes na fotografia e trabalhou na melhor revista de moda da época Harper's Bazaar, Vogue e Elle. Era um período onde o Brasil não passava de um país arcaico, e ele trocava sua pele para a de um país moderno. Seu cartaz era tanto, que fora um dos convidados de JK para registrar o nascimento de Brasília.

De seu estúdio, na Rua Frei Caneca, Bela Vista, os famosos fervilhavam nos corredores, e ele atuava como um cronista do seu tempo registrando-os. O paulistano Otto Stupakoff militou na fotografia por 50 anos e morreu em abril de 2009 vitimado por Alzheimer. {Francisco Martins}

Rua Piauí, 844 -1* andar
Ter., a domingo das 13h às 19
[11] 3825-2560
De 21/8 a 22/11

 

 

Cândido Portinari em Obras - em Brasília

 

Acervo que antes era visto apenas por alguns privilegiados de Brasília, agora poderá ser visto pelo povão até julho de 2010

O Banco Central do Brasil reapresenta ao público obras do pintor paulista de Brodósqui, Cândido Portinari, que integram a sua coleção. Após o centenário do pintor, em 2003, a instituição deu então os primeiros passos para a realização da presente exposição. As telas produzidas há mais de 50 anos, davam mostras de desgaste, segundo o banco, o que foi confirmado por laudo que avaliou seu estado de conservação. Os trabalhos de restauro foi iniciados em 2007 e concluídos em 2008. Em todas as fases do restauro, contou-se com o acompanhamento do Projeto Portinari, conduzido pelo filho do pintor, João Candido Portinari.

A obra de Candido Portinari é um referencial permanente para a memória cultural brasileira, um ponto alto da história da arte no País. Entre os trabalhos apresentados, estão a série Cenas Brasileiras, e o painel Descobrimento do Brasil, importantes na construção do imaginária nacional. São obras de grande significado simbólico e estético, elaboradas na última década de vida do mestre maior do modernismo brasileiro.

Essa exposição representa, portanto, o coroamento de mais uma ação no sentido de preservar, valorizar e tornar acessível a todos parte essencial do patrimônio cultural brasileiro, de que o Banco Central é também guardião. O Banco Central acredita que sempre é tempo de rever Portinari e espera contribuir, com a exposição, para o resgate de parcela essencial de nossa memória cultural.

Serviço


Galeria de Arte do Banco Central



De 18 de agosto de 2009 a 27 de junho 2010


De terça a sexta-feira, das 10h às 17h30 Sábado e domingo, das 14h às 18h
SBS – Quadra 3 – Bloco B – 8º andar Brasília – (61) 3414-2099
Grátis

 

 

EDITORIAS:
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HISTÓRIA ILUSTRADA DOS CAVALEIROS TEMPLÁRIOS


Apesar dos estudos cada vez mais extensos dedicados à ordem templária, fundada em 1119, o mistério que envolve os templários persiste. Várias sociedades secretas, da francomaçonaria à Ordo Templi Orientis, proclamam-se descendentes dessa ordem religiosa de monges-guerreiros. Como o exército particular do papa, os Cavaleiros Templários tinham inicialmente o objetivo de proteger peregrinos cristãos que viajavam para a Terra Santa, mas acabaram tornando-se uma das organizações mais poderosas da Idade Média. James Wasserman apresenta uma história fascinante da Ordem e dos muitos mistérios e lendas que ainda a envolvem, por meio de uma coleção ímpar e exuberante de mais de 170 ilustrações.

 

Entre essas estão imagens de manuscritos das Cruzadas, pinturas românticas dos grandes mestres dos séculos XVIII e XIX e fotografias contemporâneas de antigas fortalezas templárias na Europa e em Jerusalém, tiradas por Steven Brooke e Vere Chappell. Wasserman apresenta evidências para a ligação dos templários com organizações islâmicas místicas, como os Assassinos, e também seus vínculos com grupos "heréticos", como os cátaros, que foram eliminados por representar um desafio para a ortodoxia da época. Além de fazer a crônica das ações dos templários durante as Cruzadas, Wasserman volta a examinar as acusações lançadas contra eles, mostrando como a Ordem foi implacavelmente dizimada. Ele também reflete sobre a natureza do tesouro que eles deixaram para trás e que alimentou a imaginação popular durante séculos.



 

Cortesia Divulgação http://www.pensamento-cultrix.com.br/


ISBN: 978-85-315-1581-1Título:

HISTÓRIA ILUSTRADA DOSCAVALEIROS TEMPLÁRIOS

Autor: James WassermanAssunto: mistérios ocultos /templários

Páginas: 232 págsPreço: R$ 39,50
Editora Pensamento - Cultrix –


e-mail:
divulgacao@pensamento-cultrix.com.br

http://www.pensamento-cultrix.com.br/

Fone: (0xx11) 2066-9000 – Fax: (0xx11) 2066-9008 –

Contato: Carolina Riedel

EDITORIAS:
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 Os Mortos nos Observam Tomando Banho?

Concetta Bertoldi se comunica com o "Outro Lado" desde que era criança. Em Os Mortos nos Observam Tomando Banho?, um livro que fala da espiritualidade como nenhum outro, ela expõe a verdade nua e crua sobre o destino e a felicidade dos nossos entes queridos que já morreram, com uma honestidade a toda prova e um senso de humor delicioso, respondendo desde às perguntas mais prosaicas até às mais irreverentes.

 


A autora também divide conosco os seus segredos mais íntimos, revelan­do com incrível candura como o seu maravilhoso dom afetou a sua vida, o seu casamento, as suas amizades e carreira pro­fissional, assim como as centenas de maneiras pelas quais ela o usou para ajudar outras pessoas.


 

 

 


Cortesia divulgação http://www.pensamento-cultrix.com.br/

Carolina Riedel

 

 

Título: MORTOS NOS OBSERVAM TOMANDO BANHO?

Autora: Bertoldi, Concetta

Assunto: Espiritualidade

ISBN: 978-85-315-1565-1

Idioma: Português Tipo de Capa: Brochura

Edição: 1ª edição

Número de Páginas: 256

Páginas: 256
MAIS DETALHES
De: R$ 30,00 Por: R$ 24,00

 

 

Editora Pensamento - Cultrix –



Fone: (0xx11) 2066-9000 – Fax: (0xx11) 2066-9008 –


Contato: Carolina Riedel

 

 

 

 

 
Resposta à Filosofia da Miséria, do sr. Proudhon
 

Em outubro de 1846, Proudhon publicou o que considerava ser a sua obra mais importante: Sistema das contradições econômicas ou Filosofia da miséria. Em junho de 1847, Marx ofereceu ao leitor francês sua primeira obra em que se qualificava como "economista". Não se trata apenas da crítica às concepções teóricas e às propostas políticas de Proudhon... Esta obra fornece "uma visão de conjunto das origens, do desenvolvimento, das contradições e da queda futura do regime capitalista" (Ernest Mendel). Este confronto teórico e político constitui um significativo capítulo da história das ideias socialistas e suas implicações têm consequências ate os dias atuais.
 
 
 
 
 
 
 
 
CATEGORIA: CLÁSSICOS
 
TITULO DO LIVRO: Miséria da Filosofia
ISBN: 978-85-7743-114-4
AUTOR: Karl Marx
Número de Páginas: 272
 
 
 
Formas de pagamento:
Pagamento à vista
Boleto Bancário
R$ 18,00
Depósito Bancário
R$ 18,00
Pagamento Fácil Bradesco
R$ 18,00
 
 
 
BARAVELLI - EDITORA J.J. CAROLL
 
Dando sequencia a série de livros de artes plásticas "Portfolio Brasil" a editora J.J. Carol lança "Baravelli Comenta seu Trabalho", uma complementação do Portfolio que a editora lançou em 2007 sobre o pintor, onde fez uma cronologia de sua produção entre 1965 à 2006.



"Baravelli Comenta seu Trabalho" apresenta pinturas e desenhos de autoria do artista plástico que, acrescenta comentários, reflexão, ideias verbais e análises de que ocorreram durante, antes e depois da execução da obra. Sem ser uma sequencia cronológica, pode-se ver ideias, processos e imagens que vão e vem, tornam a ficar em estado latente preparadas para emergir novamente, mesmo que seja em décadas depois, com técnica e modo de trabalho diferentes.

"Há em meu trabalho uma característica essencial, uma estrutura constelar, como se cada obra ou grupo de obras ocupasse uma região do espaço, sem vinculação imediata com o que foi feito antes e onde e onde o todo vem sendo definido por identidade e acumulação ao longo do tempo e não por uma trajetória linear", comenta Luiz Paulo Baravell. O pintor comenta que desde o início de sua carreira foi atraído por uma característica intrínseca à pintura que é ao mesmo tempo ilusão e realidade. " O equilíbrio dessa dualidade tem sido fonte de muita delícia reflexão", diz Baravelli, que não teve aula sistemática de pintura, sua formação é em arquitetura.


Sua obra parece ter algo fora dela, um outro assunto ou um mundo exterior. Uma coisa é explicita em suas pinturas sempre há uma estrutura narrativa, é como se contasse uma história. O pintor se aproxima de uma linguagem literária por exemplo poesia, sintética. Esse reflexo está na obra que fecha o livro: No escuro/O ouro reúne uma luz/Contra ele { In the Gloom, Gold gathers light, against it, poema de W.H. Auden}. É uma obra gostosa de se ler e folhear porque não tem começo e nem fim, aliado aos comentários de bom tom do artista que já comentou quase duzentos trabalhos de 1964 à 2008, L.P.B. assina também direção de arte e criação do livro.


Bavarelli Comenta seu Trabalho
120 páginas

Cortesia: Cássio
Editora: 
www.jjcarol.com.br


Projeto Gráfico: Sérgio Luizi/ Interface Designers
Editor:Jacques Rutman/J.J Carol Editora
Coordenação editorial:Jackie Carol
 
jjcarol@jjcarol.com.br

{55/11 3871-1888

Contato com autor
E-mail comercial: 
anabavarelli@gmail.com
 
 


 

 
EDITORIAS:
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O mistério dos “agroglifos” como também são chamados os círculos nas
plantações, desperta grande interesse há milênios.

 

 

Ainda hoje centenas de novos  círculos são encontrados todos os anos, principalmente na Inglaterra, mas  Logo depois da Concordância Harmônica, em 2003, Janosh começou a receber,  por meio da visão interior, imagens tridimensionais transparentes e de cores  variadas, que correspondiam às formas dos círculos nas plantações. Em seguida,  recebeu a visita de Saïe, um ser do planeta Arcturos, cuja missão é guiar, por  meio desses círculos, a humanidade rumo a uma consciência mais elevada.


Segundo esse ser, os agroglifos transmitem mensagens por meio da Geometria  Sagrada, porque ela pode sintetizar uma grande quantidade de informações e  provoca uma reação mais ampla nas pessoas de todo o mundo.  Além de um método de reconstrução dessas gigantescas obras de arte, que  mostram a sua intrigante coerência interior, Janosh apresenta, neste livro, suas  belíssimas fotos aéreas, e desvenda, com base em dados científicos e nas  informações recebidas dos arcturianos, um pouco do mistério que envolve estas  gigantescas mandalas extraterrestres.


Editora Pensamento - Cultrix –

 

e-mail: divulgacao@pensamento-cultrix.com.br

http://www.pensamento-cultrix.com.br/

 

Fone: (0xx11) 2066-9000 – Fax: (0xx11) 2066-9008 –

Contato: Carolina Riedel

 


Título: MANDALASEXTRATERRESTRES

ISBN: 978-85-315-1575-0

Autor: Janosh

Assunto: esoterismo / mandalas /geometria sagrada

Páginas: 96 págs

Preço: R$ 24,00


 

Cortesia divulgação: www.pensamento-cultrix.com.br

Para comprar este e outros títulos visite o site da editora

EDITORIAS:
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