Revelando, imortalizando histórias e talentos
2.9.09

Cia. Brasileira de Dança Clássica leva o balé romântico Giselle ao palco do TD,informa Canal Aberto Assessoria de imprensa

Giselle 085 - Foto REGINALDO AZEVEDO.jpg


De 11 a 20 de setembro, a Cia. Brasileira de Dança Clássica estréia o balé romântico Giselle, no palco do Teatro de Dança (instituição vinculada à Secretaria Estadual de Cultura de São Paulo, gerenciada pela Associação Paulista de Amigos da Arte - APAA).


A peça tem uma trama complexa, repleta de paixão, ciúme, medo, tragédia e, é claro, dança. Dividida em dois atos, a história trata da súbita paixão da jovem Giselle por um forasteiro, o que desencadeia uma crise de ciúme em seu admirador de longa data, o guarda-caças. Este acaba por desmascarar o estrangeiro, um Duque foragido de Silésia e noivo de uma princesa. Giselle, que tem saúde frágil, morre ao descobrir a verdade, sendo vingada pelos espíritos das moças que também morreram ante de suas bodas, por meio de uma dança ensandecida e fatal.


Fundada em julho de 1989, e dirigida por Aracy de Almeida e Guivalde de Almeida, a Cia. Brasileira de Dança Clássica é uma das principais representantes do estilo no Brasil. A companhia reúne em seu elenco os mais importantes bailarinos brasileiros da atualidade, premiada em diversos concursos internacionais e tem em seu repertório clássicos como Giselle, La Bayadère, O Quebra-Nozes, Dom Quixote, O Lago dos Cisnes e Paquita, tal como obras contemporâneas de importantes coreógrafos brasileiros e estrangeiros, como Victor Navarro, Anselmo Zolla, Tíndaro Silvano, Ruben Terranova, Jhean Allex e Andrea Thomioka, entre outros.


Do dia 25 a 27 de setembro acontece ainda o programa Cidade Palco Escola, mostra de jovens artistas amadores que reúne alunos de cursos superiores de dança, escolas de dança públicas e privadas e projetos sociais. A abertura do evento no dia 25 fica por conta dos integrantes do Centro de Dança de Santo André: o núcleo infantil apresenta Quem nunca passou por isso? e, em seguida, os adultos interpretam Auto-retrato/Identidade, Toró, 4 Canções e 2 mudas na Arena e Uno Tempos.


O Centro de Dança é um projeto de pesquisa e de formação da Prefeitura Municipal de Santo André e abriga, entre outros projetos, a Escola Livre de Dança (ELD), que fornece cursos gratuitos para todas as idades, que oferecem formação em dança contemporânea aos seus alunos.


Ainda dentro do Programa Cidade Palco Escola, a noite de 26 de setembro traz o Instituto das Artes Luana Lopes, de Campinas, com Um pouco de Fernando Pessoa, continuação da montagem Recortes Poéticos, de 2007. O resultado é uma peça que mescla poesia, dança, teatro e elementos de técnica circense, aproveitando o ecletismo e a versatilidade do elenco.


Já em 27 de setembro, o TD sedia a comemoração de 180 anos da Imigração Alemã no Estado de São Paulo, com performances de Dança Folclóricas Alemãs do Grupo Infantil da Escola Céu Azul, do Grupo Gold und Silber e do Grupo de Danças Friedburg, de Campinas, encerrando o projeto Cidade Palco Escola.{Foto: Reginaldo Azevedo}


Serviço:


11 a 20 de setembro - Quarta a sexta 20h30, sábado 20h, domingo 18h, 100min de duração, livre

Cia. Brasileira de Danças Clássicas / SP


GISELLE

Direção: Guivalde de Almeida

Programa Cidade Palco Escola

Dia 25 de setembro, 20h30, 1h10, classificação livre


Centro de Dança de Santo André


 


Grupo de Dança Contemporânea Infantil


QUEM NUNCA PASSOU POR ISSO?


Coordenação Artística Pedagógica: Christiane Araújo


Coordenação Geral: Nice Imparato


 


Grupo de Dança Contemporânea Adulto


AUTO-RETRATO ⁄ IDENTIDADE - Intérprete-criadora: Rebeca Oliveira


TORÓ - Intérpretes-criadores: Guilherme Elias, Marina Bastos, Silene Pignagrandi

4 CANÇÕES E 2 MUDAS NA ARENA - Intérpretes-criadoras: Ádia Freitas e Larissa Pretti

UNO TEMPOS - Intérpretes-criadoras: Camila Bosso, Michelle Parra e Thabata Campoy

Dia 26 de setembro, às 20h, 60 minutos, classificação livre

 


Instituto das Artes Luana Lopes / Campinas

UM POUCO DE FERNANDO PESSOA

Direção Artística: Luana Lopes e Ana Teresa Zopp

Dia 27 de setembro, às 18h, 60 minutos, classificação livre

Grupo Infantil da Escola Céu Azul / SP


Grupo Gold und Silber /SP

Grupo Friedburg / Campinas

COMEMORAÇÃO DOS 180 ANOS DE IMIGRAÇÃO ALEMÃ NO ESTADO DE SÃO PAULO

Danças Folclóricas Alemãs

 



TD - Teatro de Dança - Secretaria de Estado da Cultura


APAA - Associação Paulista dos Amigos da Arte


Avenida Ipiranga, 344 - Subsolo, Edifício Itália - São Paulo, SP, Brasil - Metrô República - Email: mailto:inf.teatrodedanca@apaa.org.br Telefone da bilheteria: 2189 2555 /// Informações: 2189 2557 Capacidade: 278 lugares/Ar-condicionado ///Acessibilidade para pessoas com necessidades especiais /// Ingresso: R$ 4,00 e R$ 2,00 /// Estacionamento: R$ 15,00 com manobrista /// Bilheteria, abertura: Vendas para o dia do espetáculo - 4ª a domingo, a partir das 14h/// http://www.apaacultural.org.br/ /// Vendas online http://www.ingressorapido.com.br/


 


O Teatro de Dança tem apoio da Folha de São Paulo, Alcaçuz, Leonor Flores, Circolo Italiano, Luna Di Capri e Planeta´s. No programa "Prêmio Teatro de Dança", conta com o apoio do SESC São Paulo


Informações para imprensa: Canal Aberto Assessoria de Imprensa

Márcia Marques - (11) 3798 9510 / 2914 0770/ 9126 0425

http://www.canalaberto.com.br/

 

 

 

 

Nucleares, de Mariana Muniz - grátis

Nucleares, de Mariana Muniz, estreia em temporada gratuita no CCSP. Espetáculo baseado em estudo do artista Helio Oiticica, de 9 a 13 de Setembro, informa Assessoria de Imprensa Canal Aberto



Estreia dia 09 de setembro, às 21h, no Centro Cultural São Paulo, em temporada gratuita, o novo espetáculo concebido pela atriz e bailarina Mariana Muniz: NUCLEARES. O projeto é inspirado no trabalho Núcleos, do artista plástico tropicalista Hélio Oiticica. Na obra original, os núcleos consistem em estruturas de placas de madeira que pendem soltas, geralmente pintadas com cores quentes – laranja, amarelo, vermelho. Estas se prendem a um teto ripado, em posições marcadas e numeradas, como uma planta. Trata-se de uma construção arquitetônica, de diversos níveis. Labirínticos, os núcleos, são cavidades ambíguas, cabines que permitem a visão da obra no espaço e no tempo.

Nucleares é um projeto de dança contemporânea que aborda, através do movimento e da palavra, questões fundamentais da existência humana. Nessa concepção, a trilha sonora inova na utilização da guitarra de Jimy Hendrix sobreposta a trechos dos textos de H.O., gravados na voz de Mariana Muniz. Aspectos inerentes ao ser humano, como o auto-questionamento, são tratados de forma bastante clara, tais como o medo e a necessidade de correr riscos ou de estar só, no meio da multidão. O rock , segundo o artista plástico Hélio Oiticica, foi a descoberta do corpo, já que é um tipo de música que se dança sozinho e da forma que se desejar.

O samba também foi inserido na trilha e, ainda de acordo com HO, é um ritmo que, diferente do rock, que dispensa apresentações, necessita de certa iniciação para ser corretamente compreendido e praticado, devido a sua influência religiosa. O espetáculo pode ser lido, ainda, como um retrato do homem moderno, vivendo em constante movimento, sofrendo com suas limitações e tratando com descaso os demais, enquanto, paradoxalmente, precisa confiar no outro, o que gera um estado de co-dependência contínua. De acordo com Tânia Marcondes, figurinista do projeto, os textos falados, que revivem a fala de Hélio Oiticica, são reverberados pelos movimentos do grupo, não no sentido de redundá-los, mas atualizandos-os para o momento social que estamos vivendo, fazendo-nos refletir sobre a relação arte e sociedade. Continuação do projeto iniciado pela Cia. Mariana Muniz de Teatro e Dança, o trabalho é o passo seguinte ao espetáculo Parangolés (2007/08), que também trouxe para o universo da dança a relação entre palavra e movimento, porém, focalizando o samba como objeto de pesquisa.

Mariana Muniz

Nascida em Pernambuco, Mariana começou seus estudos de dança clássica aos sete anos de idade. Formou-se pela Escola de Danças Clássicas do Teatro Municipal, no Rio de Janeiro, e há 35 anos tem se dedicado ao trabalho com dança contemporânea, tendo participado do Grupo Experimental do Balé da Cidade de São Paulo, criado por Klauss Vianna, entre outras companhias e escolas internacionalmente renomadas, como a Sorbonne, na França. Nos dois últimos anos, a bailarina tem desenvolvido, junto à sua companhia, um trabalho fundamentado nas obras do artista plástico brasileiro, Hélio Oiticica, que visa trazer para o universo do movimento e da dança, uma reapresentação não só das palavras, mas também das cores e formas.

Hélio Oiticica (1939-1980)

Neto do anarquista, professor e filósofo brasileiro, José Oiticica, Hélio enveredou pelo mundo das artes, se tornando um dos artistas mais revolucionários de seu tempo, atuando como pintor, escultor e artista plástico. Nos anos 60, criou o Parangolé, que chamava de "antiarte por excelência". A obra consistia numa espécie de capa que só apresentava plenamente seus tons, formas e texturas a partir do movimento de quem o vestia, o que foi considerada uma escultura móvel. Hélio Oiticica foi, também, o criador do termo Tropicália – nome que deu a uma de suas obras -, e ajudou a consolidar a estética do movimento tropicalista na música brasileira entre 1960 e 1970.

Ficha Técnica
CIA. MARIANA MUNIZ DE TEATRO E DANÇA

Concepção, Direção e Coreografia: Mariana Muniz
Assistência de direção e cenografia: Cláudio Gimenez
Criadores- intérpretes: Bárbara Faustino, Danielli Mendes, Thais Ushirobira, Thalita Souza, Ronaldo Silva Participação especial: Mariana Muniz -Ricardo Severo
Iluminação: Celso Marques Figurinos: Tânia Marcondes Trilha sonora:
Fotografia: Cláudio Gimenez Design de Imagens: Osmar Zampieri
Aprendizes: Murilo de Paula, Natacha Takahashi e,
Vanessa Gomsant e Lisane
Professores Convidados: Carlos Avelino de Arruda Camargo,

Toninho Macedo, Frederico Santiago, Karen Müller
Design Gráfico: Paula Viana
Assessoria de Imprensa: Canal Aberto
Mídias Alternativas (cinemas): Massaini Cultural
Produção Executiva: José Renato F. de Almeida


CENTRO CULTURAL SÃO PAULO
Centro Cultural São Paulo – CCSP

Rua Vergueiro, 1.000 - Estação Vergueiro do Metrô
Informações: 11 3397.4004
Temporada: de 09 a 13 de setembro de 2009
Duração: 1 hora / Classificação: 12 anos
Quarta a sábado às 21h, domingo às 20h
Sala Jardel Filho / Lotação: 324 Lugares
Entrada Franca - Distribuição de ingressos com duas horas de antecedência


Informações para imprensa:

Canal Aberto Assessoria de Imprensa
Márcia Marques - (11) 3798 9510 / 2914 0770 / 9126 0425
http://www.canalaberto.com.br/ email: canal.aberto@uol.com.br

 

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 00:28  comentar

Nascido em Salzsburg em 1756 e foi um fenômeno durante toda sua vida, aos 12 anos era um gênio da música.

 


Aos três anos já conseguia tirar melodias do cravo, e chorava quando alguém tocava alto demais ou de forma muito discordante. Aos quatro anos já tocava violino e cravo de forma tão fluente quanto uma criança com o triplo de sua idade e o triplo de tempo de estudos musicais. Aos cinco anos Mozart já compunha minuetos e outras peças pequenas, porém, todo este poder critativo e musical não era visto por seu pai apenas com alegria, mas também com muito medo e alarme.

O pai de Mozart não tinha a menor idéia de como e o que mais poderia ensinar ao filho, pois este não gastava mais do que 30 minutos para solucionar os problemas mais complexos que o pai lhe oferecia. Vaidoso, o pai de Mozart estremecia diante de tal genialidade, porém, não deixou de tirar dela tudo o que pode. "Aproveitou " todo o poder criativo de seu pequeno filho para adquirir uma pequena fortuna. Levava-o para as casas aristocráticas e principescas e fazia-o executar alguns jogos musicais. O que fez com que Mozart passasse a maior parte de sua infância e adolescência viajando.


GÊNIO AOS 12 ANOS

 

 

Mesmo tendo uma vida totalmente movimentada, aos 12 anos Mozart já era um compositor de altíssima qualidade, seus "métodos" de composição, no entanto, eram um tanto quanto diferentes. Por ter tido uma vida cheia de viagens, Mozart criou uma maneira de compor só sua: primeiro ele criava a música em sua cabeça, até em seus menores detalhes, enquanto fazia outras coisas como jogar bilhar, ensinar piano, etc. Depois, logo que tinha a oportunidade de sentar-se em frente a uma partitura em branco, escrevia a música que Erro! A referência de hyperlink não é válida.trazia em sua cabeça com tal fervor e rapidez que não houve quem não tivesse ficado impressionado com tamanha força criadora. Escrevia a música como se estivesse apenas copiando uma partitura que já sabia de cor.

 

Essa infância atribulada, porém, teve uma forte influência sobre sua personalidade. Alegre e encantador, Mozart ficava a vontade logo após ser apresentado a alguém, entretanto, achava muito difícil formar amizades mais duradouras e profundas. Sua infância o tornara um homem superficial em suas relações. Mozart levou esta maneira leviana de viver até a sua idade adulta, pois mesmo casado e pai de família, mudava-se continuamente (chegou a mudar-se 9 vezes em um ano), era também absolutamente incapaz de controlar sua vida financeira. Foi "ciceroneado" até os 30 anos por seu pai, quando este veio a falecer. Casado com Constanza, a qual era tão imprudente com relação ao dinheiro quanto o próprio Mozart, passou a viver atolado em dívidas e sob condições de extrema pobreza.

 

Nos últimos anos de sua vida, apesar de terem sido extremamente ricos no que se refere a criação musical, sofreu muitíssimo com a falta de recursos.Mozart, a respeito de sua criação musical, sempre se viu como um grande compositor de óperas. Suas criações operísticas como Don Giovanni, Flauta Mágica e outras eram suas obras favoritas. Seu instrumento preferido era a viola, que ele tocava admiravelmente em música de câmara com seus amigos, entre os quais, Haydn. Entre as obras de Mozart estão 41 sinfonias; 27 concertos para piano; cinco concertos para violino; quatro concertos para trompas; um concerto para flauta; um para oboé; um para clarineta; um para fagote; uma sinfonia concertante para violino, viola e orquestra; sinfonia concertante para quatro instrumentos de sopro e orquestra; um concerto para dois pianos; um concerto para três pianos; um concerto para flauta e harpa; concertone para dois violinos; 17 divertimentos, treze serenatas, mais de cem minuetos, gavotas, marchas e outras peças para dança, freqüentemente agrupadas em conjuntos de seis.

 

A maior parte das sinfonias escritas por Mozart foi composta como música de entretenimento, um contraponto alegre aos divertimentos e serenatas. Da música vocal composta por Mozart, fazem parte 19 missas (incluindo o Requiem); 4 cantatas; vésperas e uma dezena de obras corais e orquestrais menores; 24 óperas e outras obras para o palco(incluindo, "Idomeneo", "O Rapto do Serralho", "As Bodas de Fígaro", "Cosi Fan Tutte", "Don Giovanni" e "A Flauta Mágica"); 12 árias de concerto, a cantata Exultante, Jubilate e um punhado de peças menores para voz solista e orquestra; 50 canções para voz e piano.

 

Seus concertos para piano foram escritos, em sua grande maioria, para serem utilizados em suas apresentações. Mozart compôs o primeiro concerto aos 11 anos de idade e o útlimo em 1791, ano de sua morte. Mozart, um dos maiores gênios da música de todos os tempos, morreu a 5 de dezembro de 1791.[ Francisco Martins ]

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 00:27  comentar

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