Revelando, imortalizando histórias e talentos
15.9.09

Seu canto faz parte da História

 

Compositor, engenheiro, cantor e escritor é bastante cuidadoso na forma tanto de compor quanto os assuntos. A composição O tempo e a Hora apresenta uma fusão bossa-pop, algo bem original.

William Blanco Abrunhosa Trindade, mais conhecido por Billy Blanco, nasceu em 8 de maio de 1924, Belém do Pará. Sua carreira tem uma trajetória muito própria, através de suas letras sua vida é passada a limpo hora de forma bem humorada ora de forma exaltação. Desilusões e amores são temas constantes em sua letras por exemplo samba "Sincopado" , com uma levada rítmica que fugia da cadência vigente na época. Sua primeira composição a despertar o interesse dos cantores foi " Pra Variar", de 1951. Entre os anos 50 e 60 os maiores intérpretes do país: Dick Farney, João Gilberto, Pery Ribeiro, Miltinho, Elizeth Cardoso, Os Cariocas, Dóris Monteiro entre outros. Porém, seu sucesso viria mesmo com a gravação de Estatutos da Gafieira, por Inezita Barroso, em 1954 para RCA.


Estudos


Billy desde criança se sentia atraído pela música. Mas por conselho dos pais, nos anos 1940 quando cursava o segundo período de engenharia, viajou para São Paulo com intenção de estudar arquitetura no Mackenzie College, 1946. Porém, viajou para o Rio de Janeiro, onde estudou na Faculdade de Arquitetura e Bela Artes, em 1948, graduando-se em 1950 em arquitetura.


"Retrato de Uma Cidade"


Retrato de uma cidade ou Sinfonia Paulistana merece uma citação especial, trata-se de quinze canções: Louvação de Anchieta, Bartira, Monções, Tema de São Paulo, Capital do tempo, O dinheiro, Coisas da noite, O céu de São Paulo, Amanhecendo, O tempo e a hora, Viva o camelô, Pro esporte, São Paulo jovem, Rua Augusta e Grande São Paulo. As canções foram construídas em 1974. Para interpretá-las nomes como Elza Soares, Claudete Soares, Miltinho, o coro do Teatro Municipal de São Paulo e Nadinho da Ilha, com regência do maestro Chico de Moraes.

Super sucessos


Não foram poucos os sucessos de sua autoria. Entre eles destacam-se:Sinfonia Paulistana, Tereza da praia, O morro, Estatuto da gafieira, Mocinho bonito, Samba triste, Viva meu samba, Samba de morro, Pra variar, Sinfonia do Rio de Janeiro, Canto Livre. {Billy Blanco e Dóris Monteiro em recente show em São Paulo. Foto: Pedro Lemes / Agência FM
http://www.agenciafm.jor.br/ }

 

 

 

 

Demetrius: "senhor sucesso"

 

 

Demétrio Zahra Neto nasceu em São Paulo, em 28 de março de 1942. Cantor,compositor, um dos mais respeitados integrantes da Jovem-Guarda, movimento musical da década de 1960, praticamente foi nessa época quando adotou o nome artístico Demétrius.

 


Surgiu no cenário musical com a canção "Ritmo da Chuva", que vendeu milhares de cópias levando-o a se apresentar nos principais palcos do país. Ritmo da Chuva lhe daria o troféu mais cobiçado, Chico Viola, e vários Globos de Ouro. Todos os apresentadores de televisão queriam Demetrius nos seus programas, e revistas o queriam nas capas.


Demetrius era sucesso não somente como cantor e compositor nos anos 60. Fez sucessos com versões de músicas estrangeiras entre as quais "Ternura", versão para "Somehow It Got To Be Tomorrow Today" {de Estelle Levit}, que foi gravada por ele também, mas o sucesso estrondoso foi na voz de Wanderléa. "A Bruxa" (Baby Santiago), "Ritmo da Chuva" ("Rhythm Of The Rain" autoria de John Gummoe); "Voltou a Carta" (versão de "Return To Sender"{Que em tradução literária seria: retorna ao remetente} original na voz de Elvis Presley). Flertou com composições sertanejas e, se afastaria por quase 20 anos dos palcos, passando a se dedicar ao comércio: imobiliária , um quiosque na praia e uma loja de barcos. {Demétrius e Raimundo José.
Foto: Pedro Lemes/Agência FM
http://www.agenciafm.jor.br/ }

Discografia


1962, Demétrius Canta… Com Amor e Mocidade (Continental); 1963 - Ídolo da Juventude (Continental); 1964 - O Ritmo da Chuva (Continental);1965 - Demétrius (Continental);1967 - O Ídolo que Volta (Continental);1968 - Demétrius (Continental);1973 - Encontro (RCA) ;1976 - O Ritmo da Chuva (Continental); 1988 - Demétrius / Coletânea (Phonodisc) ;1995 - Demétrius / Coletânea (Phonodisc);1999 - Demétrius (Zan/Bradisc) ; 2000 - Demétrius / Coletânea (BMG Brasil) e 2001 - Demétrius / Coletânea (Continental)

 

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 20:39  comentar

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