Revelando, imortalizando histórias e talentos
19.10.09

Waldomiro de Deus: Vitória contra tentação

O primitivismo sacro-caboclo do baiano Waldomiro de Deus um intinerante da arte que, retrata toda uma plêiade de santos critãos. Talvez seja uma forma de agradecer a forma de superação alcançada pelo pintor.

 




Nascido no ano de 1944 no sul da Bahia, no município de Itajibá, até seus 15 anos levou uma vida de peregrino pelo sertões do norte de Minas Gerais e Bahia. Migrou para São Paulo em 'pau-de-arara', e teve de encarar bancos de praça, frio e fome. Quando dormia em um banco da Praça da Sé, um sargento da antiga Guarda Civil que o levou para morar em em sua casa em Osasco, grande São Paulo. A primeira iniciativa do guarda foi presenteá-lo com uma caixa de engraxate com a qual Waldomiro foi trabalhar no centro do município.
No ano de 1961, arranjou trabalho na casa de um dono de antiquário como jardineiro. Lá, Waldomiro de Deustravou seu primeiro conhecimento com tintas e pincéis. Empolgado com a descoberta, ele passou a pintar durante à noite, mas, durante o dia dormia em serviço o que causou sua demissão por negligência. Waldomiro levou seus apetrechos, guaches, para debaixo do Viaduto do Chá, região central de São Paulo. Deu sorte, logo no primeiro dia vendeu dois quadros e com o dinheiro ele alugou um quarto para dormir.

Em 1965, conheceu o o decorador Terry Stuffa que além de lhe dar tintas e telas, apresentou-lhe a Pietro Maria Bardi, ex-diretor do Museu de Arte de São Paulo, e a Sérgio Schenberg, um físico e crítico de arte. Sua sorte estava selada. Para entrar no jet set pictórico e teve de fazer algumas concessões: passou a se vestir de forma extravagante e passou a frequentar acontecimentos culturais na cidade. No final dos anos 60, encarnou o espírito de Flávio de Carvalho e desceu a rua Augusta vestido de mini-saia, blusão de couro e botas. Nos anos de 1972 e 1972, viajou para Itália e França tendo morado em Jerusalém em um convento de freiras francesas " foi lá onde senti um raio de luz azul vindo do céu" segundo Waldomiro. O artista tem mais de setenta exposições entre Brasil, França, Itália, Israel Alemanha e Bélgica. Porém, a estreia deu-se no Parque da Água Branca - SP, em 1961, quando apresentou 44 guaches. Participou da 1* Bienal de Artes Plásticas de Salvador, BA – em 1966; e da 9* Bienal Internacional de São Paulo, 1967, com um grande painel cujo mote era a guerra do Vietnã.
Mais:
http://www.waldomirodedeus.com.br/

VEJA EXPOSIÇÃO AQUI www.agenciafm.jor.br

 

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 19:36  comentar

Instituição militar: Canalhas também envelhecem cometendo crimes

IInstituição militar com mais de um centenário todo galgado em assassinatos, assaltos, falcatruas etc. Mostre um único PM honesto e verá Jesus Cristo usando sandália havaiana!

SÃO PAULO, 23/04 - Qual o motivo de tanto ódio da corporação militar pela população civil? Não há explicação que justifique a mortandade que a corporação militar aplica na sociedade pagadora de seus salários. Seria o recalque por não ter capacidade de enfrentar a mesma lide na iniciativa privada ou é uma corporação que abriga criminosos mesmos? Esta última conjectura é a mais latente resposta.

Os militares andam em carros pagos pela população e de dentro dele desacatam os civis. Enquanto o popular trabalha em média 9 horas por dia para bancar os gastos da corporação, eles trabalham 8 horas e folgam 24 horas. Enquanto os civis pegam trens e ônibus lotado, eles se utilizam de carros oficiais para levá-los em suas residências. Os militares não são capazes de bancar, se quer, o papel higiênico que usam sem a colaboração da população civil.

A corporação militar não tem capacidade de bancar o leite, a escola de seus filhos sem o dinheiro pago pelo povo. A corporação é formada por sujeitos que, não é exagero chamá-los de CATERVA. {reunião de pessoas ruins}. Tudo o que acontece eles descontam na população, matando-a cada esquina. Tudo isso é compactuado com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, cujo secretário é totalmente favorável ao regime militarista. O resultado é: um estado policialesco.

Não adianta, aqui, pegar esse ou aquele caso de extermínio pois se levaria muitos dias falando só sobre os assassinatos de civis por militares. Não estou falando de supostos marginais, e sim, de cidadãos com família estruturada, trabalhadores e cumpridores de seus deveres: inclusive pagador do salário dos militares e outros mais. Estamos falando de assassinatos premeditados, frios.

A sociedade é sempre culpada por tudo: é culpada quando um policial é morto; é culpada por entenderem que ganham pouco. O que a pseudo gloriosa corporação militar oferece ao povo custa muito caro. Principalmente quando um deles é morto: o salário é automaticamente transferido para a viúva que receberá por toda vida. Ou seja, gerações de anoplurosugador.

Motoboy

O caso mais recente que se teve chance de saber foi o assassinato do motoboy, na zona norte de São Paulo. O motoboy revidou uma agressão de um policial militar que o levou ao quartel. Lá, passou por todos os tipos de tortura até morrer. Depois, os covardes - covardes sim, pois se fossem homens e instituição fosse séria assumiriam os fatos. Teatralizaram, tentaram achar um outro criminoso para imputarem o crime hediondo, jogando o corpo esfacelado do motoboy Eduardo dos Santos, 30 anos, atrás de uma banca de jornal. Segundo o assessor de comunicação da corporação, major Zychan. Major, o rigor da lei será aplicada caso fique comprovado a participação dos 16 militares, no caso. Essa frase do major Zychan só atinge aqueles que acreditam em duendes. Jamais a instituição aplicará penas aos seus criminosos pupilos que passam férias no batalhão Romão Gomes admirando o museu, cavalos de raça [comprados com dinheiro da população}, café de primeira, computadores e campo de futebol entre outras diversões. Isso é uma instituição que mereça algum tipo de respeito? NÃO.

O bacharel

Nove dias depois de matarem o motoboy, a PM da Casa Verde, zona norte da cidade de São Paulo cometem atos de cárcere privado e tortura. Dessa vez foi um comerciante bacharel de direito, Edson, que se viu envolvido em uma batida de carro e, além de ser desacatado pela instituição militar, exemplo do motoboy, foi levado ao mesmo quartel , na Casa Verde, onde foi submetido a uma sessão de espancamento e tortura por mais de dez PM’s. Edson só não teve o mesmo destino do motoboy porque a família seguiu os covardes.

Promotores públicos

Os abusos cometidos contra a população conta com a contribuição direta da Secretaria de Segurança Pública, de São Paulo; com apoio de promotor público-militar, que age da mesma forma da instituição militar, pois é farinha do mesmo saco e: quem sai aos seus não degenera. De cada 100 crimes 93 tem envolvimento de um policial, seja militar, civil ou federal. Se um policial, seja militar, civil ou federal lhe der um tapa não dê a outra face: retribua. Você paga o salário deles cuja função é lhe proteger e respeitar.
{Francisco Martins - agenciafm@gmail.com
 
 
ECOBALELAS
 
Para que servirão Ipês, riachos, seringueiras e bromélias, sapos e papagaisos se não tem ninguém para admira-los?. Ecologia é coisa séria mas o ser humano é imperativo. Além do mais, os movimentos ecológicos não estão muito distantes dos métodos do MST não. Usam ferramentas semelhantes.


Tema de constantes discursos afiados de artistas e supostos ecologistas mais notadamente na região sul e centro oeste do Pais, a Amazônia atua indiretamente como uma patrocinadora das ONG's e ORG's. É através dos discursos inflamados, e muitas vezes radicais, que o militante ecológico leva o pão pra dentro de sua casa. Ai, não só os ecologistas e as regiões citadas, mas o país como um todo estão de costas para a Amazônia. A Amazônia avista o Brasil mas o Brasil não sabe realmente onde fica a Amazônia, quais as necessidades de seu povo. A Amazônia [estado] até hoje é vista como uma coisa exótica e sem cultura. O estado é julgado a revelia por sua alta concentração indígena. É como se o progresso nunca tivesse aparecido por aquelas bandas. O progresso se instalou mais notadamente em Manaus fazendo o que ele, progresso sabe fazer de melhor: trazendo benefícios e destruições. É na cola das destruições que governantes, grupos nacionais e estrangeiros ludibriam, vislumbram à galinha dos ovos de ouro com suas ecobalelas.
Grupos de ecologistas raramente bem intencionados formam juízo de que são úteis não somente à floresta amazônica mas também ao planeta.
 
A partir dai, passaram a vender muito caro não só uma falsa ideia de salvação da floresta mas também de desprezo pelo ser humano, cuja intenção desses ainda não está muito clara: seriam eles seres superiores aos chamados malfeitores da ecologia? Ecologistas virtuais, pessoas que nunca tiveram acesso à Amazônia, a não ser por cartão postal aproveitam-se da distância para influenciar outras pessoas. Gente que nunca plantara uma árvore, um pé de milho ou feijão tornaram-se especialistas no assunto, e de forma globalizada. Pessoas que não dominam se quer o próprio quintal ecologicamente falando, invade os lares com propostas globalizadas. Como? Se suas capacidades são aquém do local. Só se pode globalizar algo após erradicar o dano local.
Nesse embrólio está sendo envolvida a floresta amazônica fonte de alimento de grupos que apenas visam o financeiro. Se a camada de ozônio desaba sobre a cabeça da multidão; se a população pobre da Amazônia morre de fome ou por saneamento básico, eles estão se lixando. Pelo que nos parece, estão mais preocupados com as generosas verbas internas e externas e assim manter discursos ocos e muitas vezes fundamentalista.

Não tem como se cuidar da floresta sem que zele-se pelo seu faxineiro, o ser humano. Se não existirem seres humanos, os terráquios, pra que floresta então? O ecosistema só terá serventia se interagir em comunhão com a humanidade e vice versa. Em suma, tudo está ligado aos baixos investimentos, tanto governamental quanto familiar, na educação e na formação moral e cívica dos filhos e da população. Portanto, não somente a floresta amazônica como todas as outras reservas naturais ao redor do mundo, assim como o organismo humano, tem suas próprias defesas e tempo de desaparecer. Isso independe da vontade humano: se uma planta, árvore, uma cachoeira ou pedra estão momentaneamente entre nós logo poderão não estar mais, o ciclo findou.
 
 
Os cientistas, os biólogos, apesar de muitos pertencerem à certa corrente que age de forma irresponsável e alarmista, eles já descobriram como clonar à natureza. Dão vida e matam no momento conveniente. Fechando o leque, os movimentos ecológicos e seus modos operandi não são diferentes do Movimento dos Sem Terra não. Cada um a seu modo tem seu mecanismo de chantagem. Ora pela emoção ora pelo alarmismo. Assim também agem os cientistas que mais parecem pitonisas do que estudiosos, o que põe em cheque a seriedade dos "estudos". [francisco martins]. {Foto por Maurício Cardim - Serra do Cipó, MG}
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 19:34  comentar

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