Revelando, imortalizando histórias e talentos
14.11.09



Precursor do samba soul no Brasil, Dom Salvador, apresenta-se em um dos mais celebrados clubes de jazz de Nova Iorque.


Piano na Praça apresentará nome referência no samba sou. Dom Salvador é uma das figuras de referência quando se fala de samba soul no Brasil. Ele entrou para o cenário musical no início de 1960, primeiramente ao conhecer o produtor Hélcio Milito e depois ao tocar na boate Lancaster, ponto de encontro dos apreciadores de jazz, em São Paulo, e no afamado Beco das Garrafas, reduto de talentosos cantores da MPB e bossa nova, no Rio de Janeiro. Sua mistura de funk, soul e jazz o levou a integrar vários grupos como Rio 65; Salvador, Copa e o Abolição - somente com músicos negros.

Morando há 32 anos nos Estados Unidos, Dom Salvador, fala com satisfação de sua apresentação na Praça Dom José Gaspar, centro de São Paulo, às 16h00. Segundo o músico, será uma semelhança do trabalho que faz em Nova Iorque, no River Café - um dos principais clubes de jazz novaiorquinos, onde ele toca desde chegou aos Estados Unidos. O trabalho será bem intimista, diferente do repertório que costuma mostrar quando se apresenta no Brasil com seu grupo. O repertório foi escolhido especialmente para as comemorações do dia da Consciência Negra. Pixinguinha, Milton Nascimento, Dorival Caymmi e compositores ícones da música negra norte-americana além de composições próprias dão o tom intimista do soul e jazz de Dom Salvador.


Lobato Acarahyba

No mesmo dia, abrindo o show para Dom Salvador, às 15h00, o pianista Lobato Acarahyba mostrará seu repertório pontuado pelo blues e o jazz. No programa musical de Acarahyba, nomes influentes como Chick Corea e Herbe Hancock.

Piano na Praça: Praça Dom José Gaspar
Centro - São Paulo

Lobato Acarahyba - dia 21/11, às 15h00

Dom Salvador - 21/11, às 16h00
EDITORIAS:
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"Sete Lagoas sob olhar de Mauricio Cardim"

Exposição no terminal rodoviário além de uma das mais belas é também uma homenagem do fotógrafo e patrocinadores à cidade das "lagoas encantadas"


A mostra fotográfica de Maurício Cardim é uma homenagem do fotógrafo e seus patrocinadores aos 142 anos de emancipação política da cidade de Sete Lagoas. A exposição é um dos mais completos recortes da cidade mineira, que vem sendo fotografada por ele há mais de seis anos. Imagens de diversos pontos conhecidos e desconhecidos tanto dos nativos quanto dos visitantes compõem essa mostra do conceituado fotógrafo brasileiro. "É uma grande viagem tanto pela cultura quanto pelo cotidiano da cidade dos lagos encantados", diz Cardim. Os dois fotógrafos, Alan Wehner, que apresentou-lhe à cidade mineira, em 1 de novembro de 2003, assina a curadoria da exposição com Cardim. "A partir daí foi um salto para desvendarmos Sete Lagoas com suas lentes e olhares viajantes", enfatiza Cardim sobre a frutífera apresentação.
A história da cidade está sendo contada através de 12 painéis em PVC medindo 1,20m por 80cm
, sendo que, cada um contém sete fotos "É uma alusão as sete lagoas da cidade mineira", diz Maurício Cardim. Dez deles retratam as culturas da cidade através de culinária, artesanato, patrimônio histórico e pessoas entre outras. Os dois últimos painéis, um é composto somente por igrejas e um outro com cartões postais sobre à cidade de autoria do fotógrafo.
 

Sobre o fotógrafo
 
Maurício Cardim nasceu em Ipiaú, Sul da Bahia, residiu em São Paulo por 33 anos. Fotografa há 26 anos, sendo que, no início de carreira, seu trabalho era mais focado em personalidades de diferentes gêneros musicais como Joelmah, Ângela Maria, Cauby Peixoto, Raimundo José, Tom Zé, Antônio Marcos, The Fevers, Vips e a turma da Jovem Guarda. No cenário internacional, seus cliques alcançaram por exemplo o saxofonista Kenny G e a pop star Cristina Aguilera. Nas artes cênicas e visuais Zélia Martins, Helô Pinheiro, Nicole Puzzi e importantes políticos: Aécio Neves, José Serra e Mário Covas. Depois, firmara-se como um dos melhores retratistas em arquitetura, natureza, circo e animais todos temas de suas exposições. Como foto-jornalista colabora para jornais, sites, revistas e livros e capas de discos. Atua na fotografia publicitária realizando trabalhos para calendários, catálogos entre outros. Figura reconhecida, dedica-se a retratar a arquitetura da cidade de São Paulo e grande parte do Brasil como barroco mineiro. Seu acervo tem aproximadamente 20 mil imagens de vários temas como paisagens, patrimônio histórico e pessoas.
Em seu currículo constam mais de mil imagens de quase todo o país transformadas em cartões postais e mais de cem exposições nos diversos espaços culturais como Conjunto Cultural da Caixa Federal, Sesi Avenida Paulista, Sesi – Diadema, Senac , Sesc, EMTU, Bibliotecas Kennedy, Mário de Andrade e Alceu Amoroso Lima, Memorial do Imigrante, ambos na capital paulista, e Pinacoteca, Museu Histórico e Pedagógico respectivamente Santos e Araraquara no interior paulista. Também expôs no Centro Cultural de Porto Seguro – BA, Espaço Cultural da Rodoviária, Casa da Cultura e Centro Cultural Maria Magdalena Alves Padrão, em Minas Gerais. O tema "Um Olhar Sobre o Brasil" deu-lhe destaque nacional e internacional tendo realizado mostras no Centre Culturel Alfred Dallaire - Montreal – Canadá por exemplo. {AgênciaFM}.
 
Serviço

"Sete Lagoas sob olhar de Mauricio Cardim"
Terminal Rodoviário Deputado Renato Azeredo
De 20/11 à 30/11 – 2009
Das 8h00 às 22h00. Entrada franca.

 
 
 
 
 
AGNES AYRES - exposição SP

 

Mostra sobre a mais representativa cantora lírica paulistana com atuação nos teatros brasileiros e europeus.

Exposição sobre o legado da cantora lírica paulistana Agnes Ayres. A exposição acontecerá a partir do dia 19/11, sendo que, as 15h00 haverá apresentação da versão da ópera Fosca, de Carlos Gomes, reproduzida pela TV Cultura em 1973, com Agnes Ayres representando Délia. "Agnes, a Voz de Ouro", poderá ser visto no Museu do Teatro Municipal, e todo o material da mostra foi selecionado por Márcio Sgrécia, diretor do museu e por Eduardo Pereira de Oliveira, sobrinho da soprano, falecida em 2008 aos 83 anos.

Troféus, medalhas, adereços, fotos e programas de algumas óperas compõem e exposição. Agnes Ayres, além de bela presença cênica era dona de ótimo timbre de soprano. Ela atuou em teatros brasileiros e europeus nas décadas de 1950 a 1070. Contracenou com cantores renomados como o brasileiro Assis Pacheco, Tito Gobbi, Giusepe di Stefano, italianos, e com o norte-americano Leonard Warren.

Serviço

Museu do Teatro Municipal {embaixo do Viaduto do Chá
centro -São Paulo}

Visitação: de 19/11 até 23/12/2009
De terça à domingo - das 10h00 às 17h00
Grátis
EDITORIAS:
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LIVRO SOBRE COMÉRCIO PAULISTANO PROCURA PATROCINADOR



Nos quase 90 cartões comercias de dupla face, analisados através dos tempos revelam histórias não somente de relações comerciais. Conta história de uma década através de selos e carimbos, a forma de escrever, propaganda, os slogans e logomarcas. Um conteúdo surpreendente.






A proposta dos autores do livro, Francisco Martins e Fausto Visconde, é contar através de cartões comerciais originais da década de 1960 à 1964 não somente a fria relação comercial entre cliente e credor. O livro vai bem além e mostra as transações comerciais via duplicatas entre uma das maiores fábricas de tecidos de São Paulo, a Felippe Daud Ltda., e seus clientes por quase todo o país. Não se trata de um livro sobre a organização Daud. É algo mais abrangente. Porém, a empresa está no epicentro do conteúdo juntamente com seus clientes. As relação comercial entre eles contam histórias de comerciantes de vários estados brasileiros. Pitangui e Teófilo Antônio, Abaeté, em Minas Gerais com respectivas empresas "Irmãos Chaves" e "Confecções Bolero Ltda {Insc. Estadual n* 2350/672" "Casa Moura" e Cardoso" pr

opriedade de Matusalém Cardoso - em Monte Carmelo; Alberto Manna, de Campina Verde" e "Imperial" em Belo Horizonte. Na região sul do País, ‘Tecidos e Artefatos Kalil Sehbe S/A’ e Confecções ‘Santa Helena’ ambas em {Caxias do Sul -RS}; ‘Casa Rayon’ de {Passo Fundo - RS}, ‘Camisaria Santa Cruz’ {em Santa Cruz do Sul - RS} propriedade de C. Swarowsky e "Chamartz & Werba {Porto Alegre -RS}, Cooperativa dos Ferroviários de Santa Catarina Ltda {Mafra} entre outras. As relações se estendiam ao estado do Espírito Santo também e lá "Antônio Dadalto & Filhos", “Lojas Castelo” por exemplo. Já no Norte e Nordeste do País "M. Oliveira & Irmãos", Santo Antônio de Jesus, BA; ‘Loja Nova América’ propriedade de Gerson Vasconcelos Bulos {Feira de Santana,BA}; Loja Barreto [Alagoinhas, BA, propriedade de Raimundo Barreto dos Santos}; João Muniz {Salgueiro - PE}; Armazém São Luiz, Maranhão; localizado à rua Oswaldo Cruz, 165; e F. Pegado, de Fortaleza,CE, à rua Floriano Peixoto,535/543. A capital paulista assim como o interior do Estado também consumiam os tecidos da Felippe Daud: "Barulho de Tupã" rua Carijós, 290 [Tupã -SP], “Textil Judith”, Indaiatuba,SP; Casa Nair [Limeira - São Paulo], propriedade de Nair Coghi; “Casa Mansur” {fundada em 1909}, em Taubaté,SP e “Camisaria Ambrósio”, de Epaminondas Ambrósio – Itapetininga e Indústria e Comércio Dako do Brasil S/A, sediada na capital paulista, estão entre as 90 escolhidas para a feitura do livro, que terá muita informação visual e menos leitura.


Outros destaques

 

Há uma preocupação dos compradores em manterem seus nomes 'limpos'. Porém, deixaram lastro cultural enorme que, não apenas serviam para confirmação do bom crédito. Através do cadastro as lojas se comunicavam entre si para colherem informações sobre novos clientes buscando assim uma venda segura. Ou seja, a empresa ‘A ‘ localizada em Fortaleza ao receber uma solicitação de aprovação de crédito recorria a empresa ‘ B’ a fim de levantar a vida do pretenso cliente como fez a DAKO “ que escreveu a Felippe Daud “A creditamos que a livre troca de informação de crédito redunda em mútuo benefício dos interessados e, sempre dispostos a retribuir gentilezas idênticas a que ora estamos solicitando ...” . A Textil Judith S.A. consultou o cadastro de Waldemir de Melo junto à Daud com um vocabulário muito próprio. “Para nosso exclusivo governo, solicitamos a fineza de prestar informações sobre a maneira pela qual a referida pessoa mantém transações com Vv. Ss”, assinado departamento de crédito e cobrança da Têxtil Judith. A preocupação com a parte gráfica, como cores, logo, o orgulho de ser empresário levava alguns estamparem o prédio do estabelecimento mostrando o progresso enquanto outros preferiam colocar o nome na linha de frente - citando-o até quatro vezes em menos de 4 linhas escritas como "Ubaldo Rosa" da Casa Ubaldo.

 

Propaganda / slogans

 

Aliás, como a maioria dos cartões eram enviados abertos, sem envelope, as empresas aproveitavam para fazer propaganda dos produtos que vendiam. Vendiam de quase tudo no mesmo espaço físico: A Casa Vargas, de Conselheiro Lafaiete – MG, vendia fazendas, chapéus, rádios, ferragens e perfumaria. Já a loja N

ova América, BA, vendia roupas para senhoras, crianças e homens, material fotográfico e leite. No Espírito Santo a casa de Dadalto além de tecidos tinha também café, ferragens e cereais. A ‘Castelo’, propriedade de Rodolfo Reis, vendia tintas, porcelanas, calçados e cereais. A “Casa Mansur” descrevia quase todos os seus produtos na face do cartão: “Grande estoque de seda, lã, algodão, perfumaria, vidros, panela de pressão, liquidificadores, bijuterias, máquina de costura etc... e outros produtos. Tinha também o merchandising por exemplo o feito pela Casa Aníbal sobre uma estância turística de Goiás “As águas termais de Caldas Novas são as mais quentes do mundo. Vale a pena conhecer esta maravilha da natureza. Soutiens " Erres" Sempre na Frente", slogan da fábrica Erre; e Manteiga "Flor de Minas" um nome feito para um produto perfeito", da loja Alberto Manna & Cia {fundada em 1918}.

 

Selos

 

Em suas faces mostram selos de época com personalidades homenageadas. A parte filatélica nos remete a figuras importantes, brasileira ou não, que tiveram sua cara estampada em selos por exemplo em 1961 em homenagem a "Henrique, o Navegador; 1959 " o centenário do Ministério da Agricultura - 1860 - 1960; Duque de Caxias; centenário de Lauro Müller, 1964; Rui Barbosa; Severino Neiva; centenário de Luiz de Matos, o pai do Racionalismo Cristão; cinquentenário do Sacre Coeur de Marie {Sagrado Coração de Maria}, 1911-1951; Joaquim Murtinho; a visita do presidente dos Estados Unidos Mexicanos, Dr. Adolfo Lopez Mateos, 1960; visita do presidente dos Estados Unidos da América ao Brasil - Dwight Eisenhower, em 1960; bicentenário de José Bonifácio de Andrada e Silva, em 1963; centenário de nascimento Álvaro Alvim, 1863-1963 e o centenário da Cruz Vermelha entre outros homenageados.

 

Bancos

 

O cartão comercial, geralmente em papel grosso, o cliente informa para a fábrica Felippe Daud a data em que foi pago o título; a casa bancária; se a promissória foi resgatada com desconto; se paga ao cobrador da empresa. Revela também as instituições bancárias onde eram realizados os pagamentos das duplicatas: Banco Francês e Brasileiros; Comércio e Indústria de São Paulo; Banco Paulista do Comércio/SA; Mercantil de São Paulo S/A; Banco da Lavoura de Minas Gerais; Banco da Província do Rio Grande Sul S/A; Agrícola e Mercantil S/A; Crédito Real; Comércio e Indústria de Minas Gerais; Banco Nacional de Minas Gerais; Banco do Estado de São Paulo [Banespa vendido ao grupo espanhol Santander}; Banco do Brasil e Econômico da Bahia entre outros.

 

Mais conteúdo

 

Uma grande gama de informações estão expostas nos cartões: identificação dos antigos comerciantes, número de inscrição do estabelecimento comercial, algumas datas de fundação dos mesmos, alguma forma confusa de escrever. A grande novidade da época, o que seria considerado o e-mail, o telégrafo era um contato primordial para colocar a empresa no roll das informatizadas. Nos cartões endereços telegráficos: "Lojabarreto", "Raibarsantos", "Trubinol", da casa Chamartz & Werba; "Toiose", da Cooperativa dos Ferroviários de Santa Catarina; “dadalto” etc.




Patrocínio total / Solicitações


Para confecção do livro com 110 páginas, o patrocínio total será de R$ 85.000,00 mil reais. O livro será distribuído gratuitamente para bibliotecas e associações comerciais em São Paulo e os outros estados citados. Em caso de um único patrocinador, o mesmo receberá uma cota de 1.000 exemplares. Porém, em caso de mais de um apoiador, receberão 250 exemplares cada um.

 

Ao patrocinador único será oferecido espaço para exibir logomarca da empresa no tamanho 5,5cm X 2,00cm na terceira página e também na última pagina mais citação na mídia televisionada, impressa e eletrônica e em 3 mil cartões-convites. Em caso de dois patrocinadores ou mais, o espaço será redimensionado de acordo com apoio de cada um com as mesmas condições de igualdade, retorno de mídia e centimetragem.


Apoio de pesquisa

 

O livro já encontra-se com mais de 60% da produção feita. Entretanto, alguns estados que tiveram relações comerciais com a tecelagem paulistana carecem de visitas para melhores esclarecimentos quanto ao fim ou não das empresas. Para tanto, necessita-se de uma verba de R$ 12 mil. Ao patrocinador das pesquisas, as mesmas condições dos patrocinadores, ou seja, espaço publicitário de 2,5cm 1,00cm, citação na mídia eletrônica, televisionada e camisetas durante as pesquisas com logomarca do patrocinador.




Características do livro

 

Autores: Francisco Martins/Fausto Visconde

 

Capa dura

 

Páginas: 110

 

Formato: P&B e colorido

 

Tamanho: 24 x 32

 

Miolo: papel couché 160g

 

Tiragem: 3.000 exemplares

 

Data de início: 15/09/2009

 

Entrega: 15/11/2010

 

 

Mais informações:

 

Francisco Martins

 

[55 11/ 2848-3230 / 9847-9789

 

formasemeios@ig.com.br

 

www.formasemeios.blogs.sapo.pt

 

agenciafm@agenciafm.jor.br

 

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