Revelando, imortalizando histórias e talentos
9.1.11
 Clássica representate da múscia "dor de cotovelo" Geisa Celeste morre em Sorocaba, interior paulista, dia 1º de janeiro, aos 72 anos.




Mineira de Sacramnento, sua carreira começou aos 6 anos de idade. Ainda criança cantava em festinhas e na rádio local.Junto com uma irmã, Diva, formaram o Duo Celeste. Migrou para Cidade de São paulo, e foi contratadas por Armando Rosas, passando a integrar o elenco da Rádio Record, onde conheceu o sanfoneiro Mário Zan. Então, Zan encaminha as irmãs para gravação de discos, ainda em 78 rotações. Geisa e Diva se apresentavam ao lado de grandes nomes da época por exemplo,Cascatinha e Nhana; Duo Gurujá; Demônios da Garoa, e Palmeira e Biá.
Com o casamento de Diva, Geisa partiu para carreira solo e automaticamente, fez turnê internacional: Argentina, Chile, Suiça, Itália e Alemanha. Era muito requisitada pelos programas de TV'S Chacrinha e Bolinha e Francisco Petrônio, (Almoço com as Estrelas ) apresentado por Ayrton e Lolita Rodrigues.

Ela mudou-se para Sorocaba no final da década de 80. Veio para morar com a filha e, aqui,apresentou-se em saraus organizados pela Secretaria da Cultura. Lembra, particularmente, do apoio que recebeu do então chefe de divisão da Pasta, João Monteiro. Uma das representantes do gênero dor-de-cotovelo, a cantora Geisa Celeste, completou, na quinta-feira da semana passada,72 anos de idade. Gravou, ao longo da carreira, dez long plays, acumula um histórico de bons momentos, conheceu personalidades do meio, mas amargava o esquecimento.Entretanto, a cantora guarda mágoa, mas admite que gostaria de ser convidada para voltar aos palcos. (Capa do disco de 1973)


Repertório


01. Detalhes (Roberto Carlos/Erasmo Carlos)
02. Dez Anos (Diez Años) (Rafael Hernandes/Vers.: Lourival Faissal)
03. Beija-me Com Ternura (Roberto Stanganelli/Francisco Barreto)
04. Bis Para O Amor (Roberto Stanganelli/José Bettio)
05. Coração Solitário (Roberto Stanganelli/Francisco Barreto)
06. Não Me Julgues Mal (Roberto Stanganelli/Sé Bastos)
07. Ansiedade (Ansiedad De Besarte) (José Enrique Sarabia Rodríguez/
Vers.: Diogo Mulero "Palmeira")
08. Angústia (Orlando Brito/A. Bourget)
09. Sempre No Meu Coração (Always In My Heart)
(Ernesto Lecuona/Vers.: Mário Mendes)
10. Emudeci (Roberto Stanganelli/Francisco Barreto/Roberto Nunes)
11. Todinho Para Mim (Roberto Stanganelli/Francisco Barreto)
12. Sagrado Amor (Roberto Stanganelli/Francisco Barreto)

Notícia com informações da edição de 30/07/2008 do Jornal Cruzeiro
do Sul, na página 5 do caderno B.
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 00:02  comentar


Gerry Rafferty, cantor escocês autor de hits como "Baker Street", morreu aos 63 anos

O músico tinha problemas com álcool há vários, segundo informações de seu agente Paul Charles, ele morreu dormindo em sua casa no sul da Inglaterra, na terça-feira 4,de janeiro de 2011 ao lado de sua esposa Martha.

"Baker Street" e "Stuck In The Middle With You" foram sucessos nos anos 70. Antes de começar sua carreira solo, Rafferty integrou o grupo Stealers Wheel, tendo gravado "Stuck in the Middle with You" em 1972. Em 1992, foi resgatado na trilha sonora de "Cães de aluguel", de Quentin Tarantino.

No entanto, seu maior sucesso continuou sendo "Baker Street", do ano de 1978 tendo frequentado os rankings dos mais vendidos nos Estados Unidos, na Grã-Bretanha,entre outros países.

Entretanto, não obteve sucesso nos últimos vinte anos,tendo gravado três álbuns
neste período. Nos seus últimos anos de vida foram marcados pelo alcoolismo e diversos problemas de saúde.
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 00:01  comentar

Cinemas terão que exibir mais filmes nacionais



Boletim 1197 - 06.01, emitido pela Secom decreta que filmes nacionais deverão exibir no mínimo 9 diferentes.



O decreto que estabelece a Cota de Tela e determina a diversidade mínima de títulos brasileiros a serem exibidos por cada cinema do País em 2011, foi publicado no Diário Oficial da União, na sexta-feira, 31 de dezembro de 2010.

A Cota de Tela é um instrumento regulatório adotado em diversos países para promover o aumento da competitividade e a auto-sustentabilidade da indústria cinematográfica nacional. No Brasil, a “reserva de dias” foi estabelecida pela primeira vez na década de 30 e, desde então, foi aprimorada de acordo com o desenvolvimento da área.

Os números da Cota de Tela para 2011 foram fixados pelo Ministério da Cultura e pela Presidência da República a partir de estudos técnicos feitos pela Agência Nacional do Cinema (ANCINE), após a realização de audiências com entidades representativas de produtores, exibidores e distribuidores da indústria cinematográfica, durante os meses de novembro e dezembro de 2010.

Ao longo de 2011, dependendo do número de salas de exibição do complexo, os cinemas terão que exibir, no mínimo, entre 3 e 14 filmes nacionais diferentes. Desde 2005, a quantidade de títulos obrigatórios variava de 2 a 11 filmes. O aumento da diversidade mínima de títulos é compatível com o crescimento no número anual de lançamentos nacionais, que era de 30 títulos em 2001, e alcançou aproximadamente 80 títulos no biênio 2009-2010.

Já o período mínimo de exibição de filmes nacionais neste ano foi fixado em 28 dias para cinemas de uma sala. A Cota de Tela varia conforme a quantidade de salas de cada complexo, e esse número pode extrapolar 60 dias. A “reserva de dias” é maior para complexos de 6 ou 7 salas, modelo predominante no mercado brasileiro atual. Desta forma, um complexo de sete salas, por exemplo, terá que dedicar 63 dias de sua programação a, pelo menos, 9 filmes nacionais diferentes.
por Secom em 05/01/2011 20:16hs

O decreto que estabelece a Cota de Tela e determina a diversidade mínima de títulos brasileiros a serem exibidos por cada cinema do País em 2011, foi publicado no Diário Oficial da União, na sexta-feira, 31 de dezembro de 2010.

A Cota de Tela é um instrumento regulatório adotado em diversos países para promover o aumento da competitividade e a auto-sustentabilidade da indústria cinematográfica nacional. No Brasil, a “reserva de dias” foi estabelecida pela primeira vez na década de 30 e, desde então, foi aprimorada de acordo com o desenvolvimento da área.

Os números da Cota de Tela para 2011 foram fixados pelo Ministério da Cultura e pela Presidência da República a partir de estudos técnicos feitos pela Agência Nacional do Cinema (ANCINE), após a realização de audiências com entidades representativas de produtores, exibidores e distribuidores da indústria cinematográfica, durante os meses de novembro e dezembro de 2010.

Ao longo de 2011, dependendo do número de salas de exibição do complexo, os cinemas terão que exibir, no mínimo, entre 3 e 14 filmes nacionais diferentes. Desde 2005, a quantidade de títulos obrigatórios variava de 2 a 11 filmes. O aumento da diversidade mínima de títulos é compatível com o crescimento no número anual de lançamentos nacionais, que era de 30 títulos em 2001, e alcançou aproximadamente 80 títulos no biênio 2009-2010.

Já o período mínimo de exibição de filmes nacionais neste ano foi fixado em 28 dias para cinemas de uma sala. A Cota de Tela varia conforme a quantidade de salas de cada complexo, e esse número pode extrapolar 60 dias. A “reserva de dias” é maior para complexos de 6 ou 7 salas, modelo predominante no mercado brasileiro atual. Desta forma, um complexo de sete salas, por exemplo, terá que dedicar 63 dias de sua programação a, pelo menos, 9 filmes nacionais diferentes. (Foto - atriz marisa Prado - (1932-82). )
FONTE: SECOM / Formas&Meios
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 00:01  comentar

Janeiro 2011
D
S
T
Q
Q
S
S

1

2
3
4
5
6
7
8

9
13

18
20
22

24
25
27
28



SITES INDICADOS
Buscar
 
blogs SAPO
subscrever feeds