Revelando, imortalizando histórias e talentos
15.2.11

O Fantasma da ópera - Burt Lancaster e Teri Polo



O belíssimo Teatro de Paris é o lugar perfeito para um “Fantasma” se refugiar. Gênio da música desfigurado, ele encontra na ingênua Christine Daaé a cantora ideal para alcançar as suas próprias aspirações. Quando a temperamental La Carlotta abandona os ensaios do espetáculo pouco antes da estréia, resta aos novos gerentes do teatro escalar Christine para o papel principal.

Na noite da estréia, o Fantasma assiste ao début de sua protegida de camarote. Mas ele não é o único a ser seduzido pelos encantos da jovem. O Visconde Raoul de Chagny, um ex-namorado de infância de Christine, a reencontra. Com o coração dividido entre seus dois ‘pretendentes’, a moça acaba despertando a ira do Fantasma, cujo ciúme violento e obsessivo coloca em risco a vida de qualquer um que ouse entrar no Teatro de Paris.






Elenco:

Burt Lancaster * Adam Storke * Teri Paolo * Charles Dance
Diretor:

Tony Richardson

Informações Técnicas:
Gênero: Musical
Duração aproximada: 181 minutos
Imagem: Color NTSC

Formato de Tela: Fullscreen 4x3
Áudio: Inglês, Português Dolby Digital
Legendas: Português
Região: All (todas)
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 13:09  comentar

Kathryn Grayson e Howard Keel em São Paulo

 

 
 
Pra quem pensa que figuras importantes do cinema mundial vem ao Brasil somente no período recente, equivoca-se, pois havia um tempo em que figuras de real importância mesmo vinham na capital paulistana. Com o glamur já foram os tempos que Katryn Grayson e Howard Keel, estrelas máximas aportavam por aqui. " Caros leitores, esta é a notícia boa dos últimos tempos. Temos o prazer de informar aos admiradores dos dois artistas que eles estarão no palco do cinema Metro, São Paulo (atual itauzão do RR Soares).

Na ocasião eles vão interpretar músicas famosas de Jerome Kern e Oscar Hammerstein por exemplo "You are love", Make believe" entre outras interpretações do filme que ora lançam " O barco das Ilusões". Assim anunciava o jornal da época aos fãs de artistas de verdade.
 


A visita e apresentação se deu no dia 6 de fevereiro de 1957, um dia antes do lançamento de "O barco das ilusões", no cine Metro, Avenida São João, 791, e Fausto Visconde estava lá também. Bons tempos que não voltam mais! (Fausto Visconde in memória) *Foto por Fausto Visconde publicada no programa do cine metro de 1957*
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 13:08  comentar

"Dia Mundial da Poesia" 21 de março

 

Bragi, filho de Odin, deus da poesia e patrono dos bravos
pintura por Wahlbom
SANTO ANDRÉ - SP, BRASIL- 15/02 - A UNESCO, em sua 30ª sessão da Conferência Geral, de abril de 2000, proclamou o dia 21 de Março como o Dia Mundial da Poesia. Também determinou a cada escritório regional que as comemorações sejam em escala nacional e internacional. Com isso, dar formas determinadas para comemorar esse dia que variam de leituras públicas à concessão de prêmios de poesia.
 
Entre os objetivos da iniciativa está o incentivo e reconhecimento da poesia regional, nacional e internacional, e desencadear processos que deve servir para apoiar a diversidade lingüística e cultural, utilizando a expressão poética, e oferecer a línguas ameaçadas de extinção a oportunidade de serem ouvidas na comunidade internacional.
 
O dia 21 de Março já é dedicado à eliminação de qualquer forma de preconceito, pode-se considerar uma associação dos temas para a comemoração, assim, no entendimento da UNESCO, este é um bom dia para eliminar o preconceito também contra aqueles que se dedicam aos poemas.
 
As comemorações da poesia no hemisfério norte, vem sendo comemorado desde o tempo dos Celtas, que viveram na Europa há mais de 10.000 anos passados.
 
A todos os poetas brasileiros ou não, aqui nosso reconhecimento a estes litearatos, eternos incompreendidos. SUGERIMOS, a você leitor de AFM,  ler neste dia as poesias da revelação da poesia brasileira, Di Sawalla. http://agenciafm.blogspot.com/search/label/Cultura
 
 
 
 

Reposição de livros didáticos custa R$ 87 milhões ao ano. As escolas precisam orientar os alunos para o bom uso do material e dos recursos


Todos os anos, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia do Ministério da Educação (MEC) responsável pelos programas do livro didático, precisa repor em torno de 16% das publicações compradas para serem distribuídas a alunos do ensino fundamental e médio de escolas públicas do país. De acordo com a coordenadora-geral dos Programas do Livro, Sonia Schwartz, o índice está dentro do esperado e nunca será “zerado”. Ainda assim, representa um gasto anual de R$ 87 milhões.

Os livros comprados pelo MEC e distribuídos às escolas públicas têm durabilidade prevista de três anos. A exceção são os exemplares destinados aos alunos do 1° ano do ensino fundamental para alfabetização, que são “consumíveis”. “A reposição é natural. Sempre tem um livro que é extraviado, ou que molha, estraga ou o aluno perde”, aponta Sonia. Ainda assim, ela alerta que as escolas precisam orientar os alunos para o bom uso do material – e dos recursos públicos.

O início das atividades escolares é um período propício para que a escola trabalhe com os alunos a importância de conservar bem as obras. Uma das estratégias adotadas é pedir aos pais que assinem um termo de compromisso quando o livro que é entregue no início do ano. Sonia diz que não há previsão de multa ou outra penalidade caso o material não seja devolvido ao final do período letivo, mas ressalta que é importante a escola ter esse tipo de controle.

O procedimento é adotado pela Escola Classe da 206 Sul, em Brasília. Segundo a professora Erika Dinato, em geral os alunos “cuidam muito bem” do material. “Minha mãe encapa os livros todo ano. A professora fala sempre para não riscar e ele fica aqui na escola, na estante. A gente só leva para casa quando tem dever”, conta Suelen Kriebel, aluna do 4° ano do ensino fundamental.

Sônia da Conceição Guedes, também professora da escola, conta que um argumento forte para convencer os alunos sobre a necessidade de conservar os livros é que no ano seguinte ele será utilizado por um colega. “Desde pequeninhos, eles já têm essa noção. No primeiro dia de aula, a gente diz que no ano seguinte o livro vai ser para o coleguinha, para um irmãozinho mais novo, um primo. A maioria já tem irmão na escola e quando é ele quem vai usar no ano que vem os alunos têm o maior cuidado”, diz.

A coordenadora do FNDE conta que algumas escolas escolhem um dia na primeira semana para encapar os livros junto com os alunos ou promovem gincanas no fim do ano premiando as turmas que tiveram o maior número de exemplares devolvidos. Os índices mais altos de má conservação, segundo o FNDE, são dos estados do Norte e Nordeste: 20% das obras precisam ser respostas anualmente. No Sul, esse patamar é de 10% e no Sudeste e Centro-Oeste, de 15%.(FONTE: Agência Brasil)
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 13:07  comentar

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