Revelando, imortalizando histórias e talentos
14.4.11


O artista britânico Hush,  cria Guiexas através de técnicas de grafite, e as obras do ilustrador chegam a ser comparadas aos quadros de um dos grandes mestres,  Gustav Klimt.

HOLLYWOOD - CALIFÓRNIA -USA - O artista plástico - Hush mostra suas gueixas em exposição na Twin, uma galeria na Califórnia, Estados Unidos. Nos murais e telas presentes na exposição, o artista combina técnicas do grafite com elementos da cultura visual japonesa como animes (desenhos animados) e imagens tradicionais de gueixas.


As obras do ilustrador e designer gráfico britânico frequentemente retraram o corpo feminino e já foram comparadas às imagens de mulheres criadas pelo pintor austríaco Gustav Klimt.


Na verdade, Hush, explora em suas telas os contrastes entre novo e velho, passado e futuro e a fusão das culturas ocidental e oriental.

A Mostra fica aberta ao público até o dia 18 de junho na galeria New Image Art, em West Hollywood.

 

 

 

 

MAIS> www.newimageartgallery.com

7908 Santa Monica Blvd.
West Hollywood
CA 90046
Phone / Fax 323 654 2192

COMO CHEGAR À GALERIA

 Museu egípcio expõe tumbas de pessoas próximas a Tutankamon

Seis tumbas de mais de três mil anos, entre as quais a do tesoureiro de Tutankamon e a do chefe das forças armadas do faraó egípcio, Horemheb, estão expostas ao público, em Saqara, a 25 km do Cairo, pela primeira vez desde a restauração.
CAIRO - EGITO - As tumbas foram restauradas  e depois colocados vidros em  partes para preservar melhor os afrescos, disse o vice-ministro das Antiguidades, Zahi Hawas, que apresentou as tumbas à imprensa.
Horemheb era quem dirigia os exércitos de Tutankamon, e antes de ocupar o trono, tornando-se o último faraó da XVIII dinastia. Em sua tumba, foi enterrada sua esposa, já que quando o general tomou o poder, ordenou que fosse construído um mausoléu onde ele seria enterrado. Maya, "ministro de Finanças" de Tutankamon, foi um dos homens mais poderosos de sua época.

Bento XVI oferece exposição em homenagem a Karol Wojtyla, no Vaticano

Karol Wojtyla, 1978

 

 

 

 Exposição com  objetos pessoais de João Paulo II foi inaugurada nesta quinta-feira,29, no Vaticano, em uma homenagem de Bento XVI ao seu antecessor, que provavelmente será beatificado daqui a três dias.

No começo, os visitantes travam conehcimento com a infância de Karol Wojtyla, através de muitas fotografias e documentos originais.

 

 

A juventude o papa na Cracóvia como estudante, operário, poeta, operário, atleta e ator antes de seu ingresso na vida religiosa e bispo na Polônia. Também estão em exposição cartazes de teatro com o nome de Wojtyla, esquis, sua bicicleta e sua canoa, junto a fotos de seus acampamentos de verão.

 

A roupa que usava como operário nas fábricas químicas durante a guerra também está exposta. Mais adiante, a mostra conduz o visitante a um itinerário que permite reviver sua eleição como papa e seu pontificado. A exposição fica aberta à visitação pública na Basílica até o dia 24 de julho.

 

 

 

 

 

Exposição sobre Nero, que sofre acusações de déspota matricida mas tinha bom gosto pelas  artes abrirá dia 14, em Roma.

 

Imperador Nero (37-68 aC) ganha exposição em Roama com um perfil nada discreto,  no Fórum Romano onde tenta mostrar uma imagem menos caricatural do imperador.
 
A exposição "Nero", será aberta nesta quarta-feira,14, "como uma tentaiva de reabilitação de Nero, mas contribui para explicar seus méritos, qualidades, e defeitos, para transmitir uma imagem completa", explicou nesta segunda-feira à imprensa o secretário de Estado para a Cultura, Francesco Maria Giro.
 
Nero era "um homem cheio de sombras e luzes, e a exposição é apresentada nos locais onde conduzia sua vida pública e privada: um percurso que nos leva do Fórum romano ao Palatino, passando pelo Coliseu e pela Domus Aurea", precisa Francesco Maria Giro.Na foto, o  imperador quando tinha 17 anos, morreu aos 30 anos, obrigado a cometer o suicídio.
 
Retratos e de bustos de Nero, de sua mãe Agripina, Pompeia, a prostituta que ele transformou em imperatriz, antes de ser morta, grávida. Foi criada uma atmosfera como em "Quo vadis?" , filme de 1951, (Peter Ustinov ) onde Peter encarna un Nero histriônico. Trechos do filme são exibidos no templo de Rômulo.
 
Em sua fase de imperador, Nero reforma completamente o centro de Roma, o faraônico projeto do palácio da Domus Aurea, como o Palatino, Colle Oppio, o vale do futuro Coliseu e o Celio.
 
NERO - Até 18 de setembro de 2011
Visitas guiadas:
tel 06 3908071
fax 06 39750950

e-mail pierreci@pierreci.it
http://www.pierreci.it/
 
 
 

Vernissage em Nova York do artista chinês Ai Weiwei

 NOVA IORQUE / 5/5 - Michael Bloomberg, prefeito de Nova York, inaugurou nesta quarta-feira, exposição de esculturas do polêmico ativista político, o chinês Ai Weiwei, artista preso há um mês em seu país.

 

 

 

 

Ai Weiwei "não pode estar entre nós para a mostra de seus mais recentes trabalhos. Não sabemos onde está nem quando será libertado", declarou Bloomberg.

 

 

A exposição intitulada "Circle of Animals/Zodiac Heads" - Círculo de Animais/Cabeças do Zodíaco-, traz esculturas enormes dos 12 signos do zodíaco chinês exemplo boi, rato, tigre etc... exposta no Central Park, em Manhattan, cada uma das cabeças de animais tem 1,2 metro de altura, pesa cerca de 363 quilos.

 

 

O artista foi detido no em 3 de abril em Pequim, acusado de 'crime econômico', quando tentava viajar para Hong Kong e, de lá, seguir para a Alemanha.

 

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 00:03  comentar


 
Osmar Rodrigues Cruz é um verdadeiro ovo de Colombo do tetaro brasleiro. Foi considerado o maior encenador do estado de São Paulo. Sabia escolher e orientar seus atores. Feliz daleque que passou por suas mãos. Eva Wilma, Natália Thimberg e Luiz Lugado tiveram esta honra.


Osmar Rodrigues Cruz, Fernando Peixoto e Gean Francisco Guarnieri
Osmar Rodrigues Cruz nasceu em São Paulo SP, em  1924 e faleceu na capital em  2007.

Diretor eclético,  dirige o Teatro Popular do Sesi por cerca de trinta anos, sobressaindo pelo uso apurado das convenções cênicas. Em suas encenações elegia, sobretudo, um repertório captado  entre os clássicos nacionais e estrangeiros.
 
 
 
 
Luiz Lugado em "Almas do Outro Mundo"
Osmar foi levado pelo pai desde a infância ao teatro,  e começa fazendo teatro amador no Centro Acadêmico Horácio Berlinck, da Faculdade de Ciências Econômicas, na qual se forma em 1947. O texto mais importante por ele dirigido com os amadores é Os Espectros, de Henrik Ibsen, em 1947, "Rosas de Nossa Senhora ", 1949 (com o ator Luiz Lugado e Maria Montefusco, no teatro Colombo, Brás-SP). Entre 1949 e 1950 assina, no Jornal Comércio e Indústria, uma coluna dedicada à crítica teatral. Com o advento da televisão, é convidado a produzir um teleteatro semanal na TV Tupi, ao mesmo tempo que inicia a formação de um grupo amador ligado ao Grêmio da Caixa Econômica Federal, onde dirige 'O Badejo', de Artur Azevedo, estreando em 1953, e, no ano seguinte, As Guerras do Alecrim e da Manjerona, de Antônio José da Silva, o Judeu.
Prestou concurso para "ensaiador" de um grupo amador das indústrias Rhodia, em Santo André, sendo  admitido no cargo e ali movimenta, nos anos seguintes, diversas turmas de operários em montagens simples mas eficientes, que despertam a curiosidade do público. Fundou o Teatro Experimental do Sesi, TE-Sesi, com o qual realiza 'A Torre em Concurso', de Joaquim Manuel de Macedo, em 1959; O Fazedor de Chuva, de Richard Nash, em 1960; A Pequena da Província, de Clifford Odetts, no mesmo ano; A Beata Maria do Egito, de Rachel de Queiroz, em 1961, e Loucuras de Verão, também de Richard Nash, em 1962.
Inspirado nas idéias de Jean Villar, implementadas no Théâtre National Populaire, TNP, que ressuscita na França o espírito do teatro popular pleiteado por Romain Rolland no começo do século, Osmar capitaneia a iniciativa e faz estrear o novo conjunto em 1963, com Cidade Assassinada, de Antônio Callado quase no fim do ano.  A partir de então, é o cabeça de todo o empreendimento, até sua aposentadoria em 1989.
Pelo Sesi trabalaharaia em 'Noites Brancas', de Dostoievski, e Caprichos do Amor e do Acaso, de Marivaux, em 1964; A Sapateira Prodigiosa, de Federico García Lorca, em 1965; O Avarento, de Molière, e Manhãs de Sol, de Oduvaldo Vianna, em 1966; e O Milagre de Annie Sullivan, em 1967, o maior trunfo da companhia até então, com uma carreira coroada de sucesso por dois anos.
Em 1969, é encenado Intriga e Amor, de Schilller; seguindo-se Memórias de Um Sargento de Milícias, de Manuel Antônio de Almeida, em 1970; Senhora, de José de Alencar, em 1971; e Um Grito de Liberdade, de Sérgio Viotti, destinado às comemorações do Sesquicentenário da Independência, em 1972. No ano seguinte, são montados Caiu o Ministério, de França Júnior, e Médico à Força, de Molière, com o conjunto volante da companhia, destinado a percorrer cidades do interior, em 1974. No mesmo ano, a atração na capital é Leonor de Mendonça, de Gonçalves Dias; enquanto O Noviço, de Martins Pena, ocupa o ano de 1976.
Num período em que Plínio Marcos encontra-se com seu repertório totalmente proibido, Osmar encomenda-lhe um musical sobre Noel Rosa, fazendo estrear O Poeta da Vila e Seus Amores, em 1977, sendo premiado com o Molière de melhor direção; primeiro de uma série de musicais que se seguem, sempre com profundo agrado das platéias, numa nova fase do Sesi, pela primeira vez com uma casa de espetáculos própria, sediada no edifício da Fiesp da Av. Paulista.
No ano de  1979, montou A Falecida, ( Nelson Rodrigues), com cenografia de Flávio Império, realização coroada de êxito. O Santo Milagroso, de Lauro César Muniz, é a atração de 1981; enquanto o musical Chiquinha Gonzaga, Ó Abre Alas, de Maria Adelaide Amaral, conhece a aventura do palco em 1983. Dois anos após, outro musical de sucesso: O Rei do Riso, de Luís Alberto de Abreu, sobre a vida do grande comediante Vasquez, rei dos palcos na década de 1930.
Já em 1987, Osmar dirige Feitiço, de Oduvaldo Vianna, e no ano seguinte, Onde Canta o Sabiá, de Gastão Tojeiro, até encerrar suas atividades com Confusão na Cidade, de Carlo Goldoni, montado em 1989. O TPS, muda de rumo, e diretores avulsos são contratados para as direções. Osmar encena, ainda, quase uma dúzia de outros espetáculos, destinados ao conjunto volante. Fora do TPS, dirige Dois na Gangorra, de William Gibson, com Lilian Lemmertz e Juca de Oliveira, em 1968; A Moreninha, de Joaquim Manuel de Macedo, com Marília Pêra à frente do elenco, também em 1968; Pequenos Assassinatos, de Jules Feiffer, destacando Eva Wilma como protagonista, em 1972; e Os Amantes de Viorne, com Nathália Timberg, em 1972. (Francisco Martins).
Mais sobre Luiz Lugado: http://agenciafm.blogspot.com/2011/04/luiz-lugado-ator.html
EDITORIAS:
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