Revelando, imortalizando histórias e talentos
1.5.11
Exposição - O Brasil na Arte Popular(prometida para dia 17/05)
Inaugurada no  Museu Nacional de Brasília,  exposição O Brasil na Arte Popular , com Acervo Museu Casa do Pontal, que ficará aberta ao público até 26 de junho, em Brasília, DF. A mostra apresenta  1.500 obras de 70 artistas populares, a maior do gênero já realizada no Brasil. Durante a abertura, a minsitra da cultura Ana de Hollanda destacou a importância da Cultura Popular para o Brasil.
Ministra da cultura Ana de Hollanda abertura da exposição

“Todos sabemos o quanto a nossa variedade cultural é espantosa. Ela vai dos cantos ensolarados das feiras populares do Nordeste à alegria colorida da periferia de São Paulo e aos tambores de São Luís do Maranhão. E se manifesta de mil formas, com materiais muito diversos, em objetos igualmente ou mesmo infinitamente variados. Na culinária, no artesanato, nas expressões místicas, no linguajar”, afirmou a ministra.
A mostra
Com curadoria de Ângela Mascelani, diretora do Museu Casa do Pontal, a exposição reúne obras da coleção do designer francês, Jaques Van de Beuque, iniciada há mais de 50 anos. A mostra faz ainda uma homenagem ao Mestre Vitalino, (1909-1963), um ícone da arte popular brasileira que faria 102 anos no mês de julho.
O Brasil na Arte Popular – Acervo Museu Casa do Pontal ocupará todo o museu, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, e conta com a montagem elaborada por Evelyn Grumach com o objetivo de propiciar ao público uma visão perfeita da arte popular brasileira. Na entrada, um painel azul, com 20 metros de extensão, terá barcos suspensos, uma referência ao Rio São Francisco, importante eixo na produção da arte popular que atravessa os estados de Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas. A partir daí o visitante irá percorrer a mostra em um roteiro que remete às viagens de Van Beuque em busca das obras da sua coleção. (Foto: Anturia Viotto, Ascom/MinC)

 

CARTÕES-POSTAIS DE "MAURÍCIO CARDIM" EM BELO HORIZONTE - MG
Após um anos e nove meses em cartaz na cidade de Sete Lagoas, MG, a exposição "Cartões-Postais de Maurício Cardim", chega à Galeria de Arte Israel Pinheiro, em Belo Horizonte. A exposição é um incentivo ao turismo pelo Brasil pelas imagens deste mago das lentes.
Para comemorar o dia nacional do cartão-postal , 28 de abril, o fotógrafo de Ipiaú, BA, Mauricio Cardim cuja carreira começou no início dos anos 80 em São Paulo, lança segunda temporada de sua aclamada exposição  "Cartões-Postais de Mauricio Cardim" na galeria de arte do saguão principal do Terminal Rodoviário Israel Pinheiro, no Centro de Belo Horizonte.
Composta por mais de 100 cartões, sendo todos de autoria do fotógrafo, que ultrapassa a casa das mil  imagens inseridas em magníficos postais de quase todo o País. 
A mostra apresenta cartões de São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Espírito Santo, Paraná e outros Estados, que foram editados através de uma editora paulistana nesses últimos 13 anos, e podem ser encontrados em várias bancas de jornais.
A exposição segue para Belo Horizonte após apresentação de quase um ano no espaço cultural Maria Magdalena Alves Padrão (Rádio Cultura AM de Sete Lagoas-MG) durante 1 ano e nove mêses com apoio da Rede Padrão de Comunicação e divulgação da Formas e Meios Comunicação.
Não por coincidência, Maurício Cardim é um colecionador de cartões-postais,  e agora mostra parte de suas obras fotográficas "não vou deixar o cartão-postal morrer, se depender de mim eles terão vida longa, além do mais colecionar e receber cartões-postais é muito gratificante", diz o fotógrafo.
Serviço
"Cartões-Postais de Mauricio Cardim"
Galeria de Israel Pinheiro, no Centro de Belo Horizonte-MG, saguão principal.
De 28/4 à 15 de maio.
Entrada franca.
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EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 23:07  comentar

 

 

Ernesto Sábato, vencedor do Prêmio Cervantes de Literatura, 1984, é um dos maiores autores argentinos do século XX.
O escritor morreu aos 99 anos em sua residência de Santos Lugares, na província de Buenos Aires, informou  neste sábado a família do escritor ""Ele morreu durante a noite, é um grande que se vai. Há 15 dias teve uma bronquite e na idade dele isto é terrível", declarou sua esposa e colaboradora de 30 anos e Elvira Gonzáles Fraga.  "Vinha sofrendo há três anos. De alguma maneira se aproximava dos 100 anos, mas era doloroso de ver", confessou a mulher à rádio Mitre, que lamentou a morte do autor, neste sábado, 30 de abril.
Sábato escreveu obras essênciais da literatura argentina como "O Túnel", "Sobre Heróis e Tumbas" e "Abbadón, o exterminador". Entretanto, sua obra chave chama-se  'Homens e Engrenagens', que fala de maneira magnífica sobre a relação entre o homem e a tecnologia, algo que está acontecendo de forma contemporânea", afirmou o secretário de Cultura da cidade de Buenos Aires, Hernán Lombardi.
Ernesto Sábato, nasceu em 24 de junho de 1911 na cidade de Rojas, Sábato foi o penúltimo de 11 filhos e seus biógrafos acreditam que parte de sua atormentada personalidade foi consequência do fato de ter sido batizado com o nome do irmão imediatamente mais velho, morto pouco tempo antes.
Em 1984, presidiu um seleto conjunto de personalidades na Comissão Nacional sobre o Desaparecimento de Pessoas (Conadep), que publicou o famoso 'Nunca mais', com relatos e depoimentos das vítimas e sobreviventes da ditadura, 1976/83.
O escritor seria homenageado no domingo na Feira do Livro pelo Instituto Cultural da província de Buenos Aires, a dois meses de completar 100 anos.(Marcelo Contreras- Especial Agência FM). Foto acervo do escritor.

 

 

 

Obra Completa

 

Os três romances são "O Túnel" (1948), no qual o autor submerge na alma humana com uma história de amor e morte; "Sobre heróis e tumbas" (1961), no qual mostra os últimos personagens de uma família da oligarquia e as obsessões do homem contemporâneo; e "Abaddón o exterminador" (1974), mais autobiográfico.

 

A obra completa de Sábato, um dos principais expoentes da intelectualidade argentina do século XX, inclui ainda ensaios, sobre temas filosóficos, científicos, culturais e políticos, além de sua constante preocupação com os direitos humanos.

O primeiro ensaio foi "Nós e o universo" (1945), seguido por "Homens e Engrenagens" (1951), "Heterodoxia" (1953) e "O caso Sabato. Torturas e liberdade de imprensa. Carta aberta ao general Aramburu" (1956).

 

Também escreveu "O outro rosto do peronismo (1956), "O escritor e seus fantasmas" (1963), "Tango, discussão e chave" (1963), "Romance da morte de Juan Lavalle" (1966), "Significado de Pedro Henríquez Ureña" (1967) e "Aproximação à literatura de nosso tempo: Robbe-Grillet, Borges, Sartre" (1968).

 

Sua obra se completa com os ensaios "A cultura na encruzilhada nacional" (1973), "Diálogos com Jorge Luis Borges (1976), "Defesas e Recusas" (1979), "Os livros e sua missão na liberação e integração da América Latina" (1979), "Entre a letra e o sangue" (1988), "Antes do Fim" (1998), "A Resistência" (2000) e "Espanha nos diários de minha velhice" (2004).

 

Além disso, convocado pelo então presidente Raúl Alfonsín (1983-89), o governante da transição democrática, encabeçou a comissão de notáveis que compilou centenas de depoimentos de familiares e vítimas da ditadura (1976/83) que figuraram no célebre "Nunca Mais. Relatório da Comissão Nacional sobre o Desaparecimento de Pessoas" (Conadep), editado em 1985.

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 01:00  comentar

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