Revelando, imortalizando histórias e talentos
6.5.11

Já não se faz mais mães e filhos como antigamente. Neste dia 6/5, faz 9 mêses que  Fausto Visconde morreu, então, abordaremos um assunto atual, o Dia das Mães, e o respeito que ele tinha por dona Pascoalina, sua mãe. 

 

 

 

Mãe é mãe em qualquer época assim como filho também é filho em qualquer tempo. Fausto Visconde nasceu em 14 de março de 1922, em um tempo em que as mães se dedicavam aos filhos de tempo integral, acompanhavam a educação dos mesmos apesar de todas as dificuldades existentes da época. 

 

Não que fossem mães possessivas, mas havia um interesse em saber como estavam seus pupilos, e não transferiam responsabilidades ao Estado ou culpavam os professores pelas desventuras de suas crias. Talvez, isso fizesse com que o filho ficasse mais apegado ao rabo da saia da mãe por muito mais tempo. 

 

Fausto Visconde nasceu em um tempo em que tinha pouca tecnologia, e mesmo que tivesse acredita-se que Dona Pascoalina não o enfurnaria em um quarto com um computador ou um vídeo game para que ela pudesse assistir uma novela, ir ao forró  ou ver o seriado da moda Dick Tracy. " mamãe era uma mulher formidável" dizia Visconde, que tinha verdadeira paixão e respeito por ela. Mesmo nos seus últimos dias de vida chamava seu nome frequentemente, 'mama onde você está'? Clamava Fausto.

 

 

 

Certo dia Napoleão Bonaparte perguntou para madame France o que fazer  para se ter crinaças mais educadas e menos violentas no país. Ela respondeu: está faltando mães. As mães só estão  parindo os filhos e querem que os outros cuidem deles, disse madame France. 

 

Fausto Visconde lembrava sempre da dedicação que sua mãe dispensava a todos da família. " A gente nunca passou fome apesar de viver com bastante dificuldades naquele tempo". A mamãe se embrenhava no mato para buscar ervas de cheiro para por no molho da macarronada", dizia Visconde. 

 

 

 

 

 

 

"Eu tinha quase 60 anos e ia ao cine Metro, centro de São Paulo, quando de repente o gerente anunciava meu nome. Era minha mãe ligando para saber como eu estava, com quem estava", comentava Fausto Visconde.

 

Este cuidado, zelo um pelo outro era recíproco. Fausto sempre fazia questão de oferecer a sua mãe tudo o que estava ao seu alcance. Nos anos 60, Glycério Carnelosso era um artista plástico muito solicitado para retratos. Então, Visconde fez questão de imortalizar Dona Pascoalina pelas pinceladas do artista.

 

No começo dos anos 70 foi lançado um televisor, o TC 2001 Z, da Mitsubishi, com zoom e outros acessórios. Lá estava ele para comprá-la e dar para sua mãe. Como se vê, falando do lado material das coisas: de um simples cartão postal a uma obra de arte Fausto Visconde contentava sua mãe.

 

Visconde ficou orfão de pai (Donato Visconti - 1887-1929) quando tinha por volta de 7 anos de idade, ficando a responsabilidade para Pascoalina Alloi (mãe) e o filho mais velho de criarem os irmãos mais novos. Isso fez com que Fausto Visconde desenvolvesse um carinho, um apego por sua mãe. Para Visconde era sua mãe na terra e Deus no Ceu. Este respeito perdurou enquanto ele viveu. A memória dela foi preservada por Visconde até o último dia de sua vida, em 6 de março de 2010. Nem todo filho ama a mãe ou vice versa.No cartão de 1955,  com a cidade do Rio de Janeiro, ele expressou sua gratidão eterna aos ensinamentos de Dona Pascoa, como ele a chamava, nasceu em 1893 e faleceu na capital paulistana em 1977.

 

Segundo fontes oficiais, 12% das mães atentam contra a vida de seus filhos, 5% jogam os filhos em recepientes de lixos e 9%  disponibilizam para adoção e 7,5% assassinam seus filhos. O índice de filhos que matam suas genitoras após tpmar conhcimento de que fora doado ou abandonado é de 7%. ( francisco martins ).

 

 

Sobre Glycério Carnelosso:  : http://formasemeios.blogs.sapo.pt/882779.html
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link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 00:04  comentar

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