Revelando, imortalizando histórias e talentos
26.6.11

Infelizmente pouca gente sabe, mas o Teatro Oficina, do intrépido ator José Celso Martinez Corrêa, apresenta aos sábados e domingos, sempre ao meio dia,  o espetáculo "Cortinas Lyricas.  Neste domingo, 26, foram apresentadas árias denomidas de "óperas antigas", de compositores como Handel (1685-1759), Ombra Mai Fu, Caro Mio Ben, de Giuseppe Giordani (1751-1798), Il Mio  Bel Foco, Benedetto Marcello (1686-1739) , um total de 13 árias.

 

ator Luiz Lugado e Mezzo-soprano Ana Suely Nobre

Para o espetáculo operístico foram convidadas as divas do bel canto Ana Suely Nobre (mezzo-soprano), Catarina Justus-Fischer (mezzo-soprano), Denize Meira (soprano) e Naomy Schölling (soprano), e a atriz Luciana Nardelli, para apresentação a cada passagem de ária. Ao piano, o maestro Aimar de Noronha Santinho.

 

 

Totalmente entrosadas, as cantoras líricas desfilam o repertório com perfeição chamando atenção  dosagem exata de dramaticidade vocal e gestual  que cada personagem exigia. Não houve exageros das divas do "oficina", que foram aplaudidas de pé pela plateia de aproximadamente 70 pessoas. Entre os presentes ao espetáculo, o experiente ator Luiz Lugado, um amante do bel canto, que acompanha com atenção as apresentações, cada gesto facial das cantoras. No final, cumprimentou e recebeu cumprimentos por sua história  no teatro paulistano.

Ana Suely Nobre e Denize Meira

 

 

Aimar Santinho, Ana Suely Nobre, Catarina Justus-Fischer, Denize Meira,

Naomy Schölling   e a atriz Luciana Nardelli

 

 

Ator Luiz Lugado, ligado na apresentação

 

 

Luiz Lugado, a diva Ana Suely Nobre e sua cara metade, Giuseppe

Tadas as Fotos: Agência FM Noticiosa

 

Mais sobre Luiz Lugado ator: http://formasemeios.blogs.sapo.pt/?skip=1&tag=luiz+lugado

Colorista fotográfico: http://formasemeios.blogs.sapo.pt/?tag=luiz+lugado

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 23:14  comentar

Francisco Martins: vida e morte

Nascido Francisco Martins em Iguatu, Ceará, no dia 13 de junho de 1913 é ecritor brasileiro, e desde muito cedo revelou vocação para a literatura e depois para o jornalismo. Em 2013 comemora-se o seu centenário.
Colaborou em inúmeros jornais cearenses  e de outros Estados, tornando-se mais tarde uma das figuras principais do grupo e da revista Clã, tendo assumido a direção logo no nº. 1. Foi professor da Faculdade de Direito do Ceará consagrou-se como autor de obras jurídicas, conhecidas nacionalmente, dentre as quais se destaca o Curso de Direito Comercial (1957).
Na vida literária escreveu sua melhor obra a ficção; contos: Manipueira (1937), Noite Feliz (1946), Mar Oceano (1948); romances: Ponta de Rua (1937), Poço dos Paus (1938), Mundo Perdido (1940), Estrela do Pastor (1942), O Cruzeiro Tem Cinco Estrelas (1950) e A Rua e o Mundo (1962); novela: Dois de Ouros (1966). O jornalista e escritor faleceu em 1996, em Fortaleza

 

 

Ernesto Sábato recebe homenagens nos 100 anos de seu nascimento

 

 

Obras de uma Casa-Museu, concurso fotográfico e uma árvore plantada fazem parte de uma série de homenagens para o escritor Ernesto Sábato, que teria feito 100 anos nesta sexta-feira,25.

 

Vencedor do Prêmio Cervantes de Literatura, Sábato foi  um dos maiores autores argentinos do século XX, morreu aos 99 anos em sua residência de Santos Lugares, na província de Buenos Aires, no dia 30 de abril de 2010.  Segundo sua esposa, Elvira Gonzáles Fraga, o escritor há três anos sofria com várias doenças inerentes à idade.

 

Prêmio Cervantes de Literatura em 1984, Sábato escreveu obras fundamentais da literatura argentina como "O Túnel", "Sobre Heróis e Tumbas" e "Abbadón, o exterminador". A última homenagem oficial ao escritor foi feita pelo falecido ex-presidente Néstor Kirchner e pela então senadora Cristina Fernández de Kirchner, quando financiaram a criação de um museu e uma Casa de Cultura em homenagem a Sábato.

 

Nascido em 24 de junho de 1911 na cidade de Rojas, Sábato foi o penúltimo de 11 filhos e seus biógrafos acreditam que parte de sua atormentada personalidade foi consequência do fato de ter sido batizado com o nome do irmão imediatamente mais velho, morto pouco tempo antes.

 

No ano de 1984, ele presidiu um seleto conjunto de personalidades na Comissão Nacional sobre o Desaparecimento de Pessoas (Conadep), e publicou  'Nunca mais', com relatos e depoimentos das vítimas e sobreviventes da ditadura (1976/83).(Marcelo Contreras - De Buenos Aires)

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 01:09  comentar

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