Revelando, imortalizando histórias e talentos
24.12.11

 

Cuba anuncia libertação de 2.900 prisioneiros em 'gesto de boa vontade'. Castro disse que 86 estrangeiros estão entre os prisioneiros anistiados

 

 

Raul Castro presidente cubano

 

As autoridades cubanas dizem que libertarão quase 3 mil prisioneiros, incluindo alguns condenados por crimes políticos, nos próximos dias. O Conselho de Estado cubano, que governa o país, disse que a decisão foi um "gesto de boa vontade" depois de receber inúmeros pedidos de parentes e instituições religiosas.

 

 

Cuba discute limitar mandato de autoridades‘Espião’ cubano é solto nos EUA, mas ainda não poderá voltar a Cuba. Muitos do que estão sendo libertados são doentes, idosos ou mulheres, de acordo com as autoridades. Outros relatos dizem que o americano Alan Gross, condenado por crimes contra o Estado, não é um dos libertados.

 

A vice-ministra de Relações Internacionais de Cuba, Josefina Vidal, disse à agência de notícias Associated Press que o americano - que cumpre pena de 15 anos em uma cadeia cubana por distribuir equipamentos ilegais de comunicação para a ilha comunista - "não está na lista". A recusa de Havana em libertá-lo causou mais um estremecimento nas relações do país com os Estados Unidos.

 

A 'força' de CubaO presidente cubano, Raúl Castro, anunciou a libertação dos prisioneiros na Assembléia Nacional nesta sexta-feira. Ele disse que 86 prisioneiros estrangeiros de 25 países seriam soltos e que os diplomatas destes países seriam notificados em seguida. O presidente também citou a visita iminente do papa Bento 16 como uma das razões para a anistia, dizendo que a atitude humanitária mostra a força de Cuba.

 

Oficiais do governo dizem que algumas pessoas condenadas por crimes contra "a segurança de Estado" também serão libertadas. "Todos eles completaram uma parte importante de suas sentenças e mostraram bom comportamento", disse um comunicado oficial citado pela agência de notícias Prensa Latina. No entanto, as autoridades ressaltaram que os condenados por crimes sérios como assassinato, espionagem e tráfico de drogas não serão anistiados. No último mês de julho, o presidente Castro concordou, após conversas com a Igreja Católica, em libertar 52 dissidentes presos desde 2003.

 

As prisões em massa daquele ano, que ficaram conhecidas como a Primavera Negra de Cuba, foram condenadas internacionalmente. A União Europeia cancelou a cooperação com a ilha, que só foi retomada em 2008. Cuba nega a manutenção de prisioneiros políticos, dizendo que eles são mercenários pagos pelos Estados Unidos para desestabilizar o governo. Francisco Martins/ www.bbc.co.uk

 

 

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 13:45  comentar

Dezembro 2011
D
S
T
Q
Q
S
S

1
2
3

4
5
6
7
8
9

14

19
21

25
28
29


SITES INDICADOS
Buscar
 
blogs SAPO
subscrever feeds