Revelando, imortalizando histórias e talentos
28.1.12

 "Tocar na banda" composição de Adoniran Barbosa, interpretação de Djalma Dias. Aqui, no especial do programa Anael Lopes com cobertura de AgênciaFM.

 

 

 

 

Um pouco de melancolia tomou conta de todos no estúdio e na transmissão, e isso é bom, pois mostra o quanto se gostava deste especial do comunicador 'abraçarinho' do Brasil Anael Lopes.

 

 

Djalma Dias e Célio Roberto/AgênciaFM

 

 

Tudo o que começa tem fim, e neste sábado 28, encerrou-se o ciclo dos Especiais realizados por Anael Lopes, Rádio Terra e AgênciaFM. Para fechar esta data foi convidado o sambista Djalma Dias, com várias músicas em temas de novelas da Rede Globo exemplo Supermanoela (Toró de Lágrima) Selva de Pedra, primeira versão com Regina Duarte e Francisco Cuoco, entre outras. Não foi um programa fácil de ser feito, tanto para o radialista abraçarinho do Brasil Anael Lopes, Paulinho Pirulito (produtor), Francisco Martins (AgênciaFM) e também para o engenheiro de som Paulo Morato e Célio Roberto, homenageado por duas vezes.

 

 

Célio Roberto e engenheiro de som Paulo Morato/AgênciaFM

 

Os laços de afinidades formado entre os profissionais durante os quatro meses, onde todos os sábados figuras importantes da música popular brasileira exemplo Silvana, Cláudio Roberto, Raimundo José, Ângelo Máximo, Antônio Borba e outros circulavam nos corredores do 13* andar do edifício do número 2.200 da avenida mais charmosa do país, Avenida Paulista, com seus sucessos e o tradicional making off de AgênciaFM.Teve-se a noção de que tudo iria se encerrar no exato momento em que Anael Lopes fecha sua pasta e Paulo Morato desliga a luz do estúdio.

 

 

 Uma leve tristeza caiu sobre todos na sala de espera, o que logo foi superado com certeza de função desempenhada com louvor por todos, incluindo Célio Roberto, cantor e compositor reconhecido nacionalmente e uma espécie de coringa especial de todos os sábados. Sem dúvida, será um espaço a menos que estes artistas de outrora perderam momentâneamente, pois nos especiais sob comando de Anael Lopes tiveram chance de levar ao grande público da AM 1330, que estão melhores do que nunca, além de ficarem imortalizados na rede mundial de computadores através de AgênciaFM.

 

 

 

 

 

 

Emerson Caetano, engenheiro de som da FM Terra e Célio Roberto

Foto: AgênciaFM

 

 

Nenhuma trubulência existiu, mas não  foi um 'voo' fácil pra ninguém mas sob o comando de Paulo Morato e Paulinho Pirulito, o comandante Anael Lopes levou até o fim sua proposta, com muito profissionalismo de ambas as partes encerrou-se este ciclo passado ao lado de maravilhosos ícones nacionais. Vale ressaltar que, Anael Lopes continua na Rádio Terra AM 1330 de segunda à sexta, das 7h00 às 8h00. (AgênciaFM).

 

VEJA "Toró de lágrimas" em www.youtube.com/formasemeios

 

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 23:59  comentar

Paulo Freire inspira coreografia MARCHAS, da Cia. Sansacroma, que estreia na Galeria Olido    “Eu morreria feliz, se eu visse o Brasil cheio em seu tempo histórico de marchas. Marcha dos que não tem escola, marcha dos reprovados, marcha dos que querem amar e não podem...” (Paulo Freire)  Na vida do filósofo e educador Paulo Freire a palavra “autonomia” sempre foi regra, e não exceção.

 

 

 A necessidade pela autonomia moveu-o, ainda criança, a iniciar sua própria alfabetização utilizando gravetos e escrevendo no chão, debaixo de uma mangueira. Essa condição de escolher as leis que regiam seu próprio destino é o que inspirou a diretora artística Gal Martins, da Cia Sansacroma, a criar o espetáculo MARCHAS, que estreia dia 02 de fevereiro de 2012 na Galeria Olido (Av. São João, 473, Centro, São Paulo). A temporada tem entrada franca e vai até o dia 05 de fevereiro.  

 

 

Contemplado pela 10ª Edição do Programa de Fomento à Dança para cidade de São Paulo, o projeto MARCHAS, homônimo ao espetáculo, inclui outras ações que vão além da pesquisa e montagem da coreografia, como a formação de público, através das ações de agentes que articularam a solidificação de uma plateia que frua a dança contemporânea com mais regularidade. Gal Martins fala sobre: "Para a companhia, não há produção de obra artística sem pensar no público que vai desfrutá-la, e esse diálogo direto e educacional com a comunidade é essencial. Como já dizia Solano Trindade: ‘É preciso pesquisar nas fontes de origem e devolver ao povo em forma de arte’".

 

Marchas fecha a trilogia Militantes do Ideal

 

A trilogia Militantes do Ideal tem como mote de pesquisa a militância de personalidades que lutaram em prol da justiça e da igualdade social, como Solano Trindade e Patrícia Galvão, a Pagú. Desse estudo, nasceram os três espetáculo que compõem a trilogia: Solano em Rascunhos (2008) Angu de Pagú (2010) e agora esse Marchas (2012), sobre o pensamento e obra de Paulo Freire, que encerra a investigação sobre homens e mulheres que tentaram e conseguiram, com suas trajetórias, mudar o olhar sobre a causa pela qual militavam. A ideia, segundo a diretora Gal Martins, não é vê-los como heróis, e sim, como pessoas comuns que vivenciaram intensamente uma luta pessoal pelo coletivo: “Escolhi o nome ‘Marchas’ para o espetáculo que fecha essa trilogia porque evidencia exatamente o tipo de provocação que a companhia pretende ter como postura artística”, sintetiza a diretora. 

 

A trajetória de Freire sempre chamou a atenção de Gal Martins. As várias contradições encontradas na história do filósofo e educador instigaram a artista. Frases como "Marx para o agora e Jesus para eternidade", alimentaram a inspiração para um espetáculo. “Paulo era um católico praticante e também marxista, na minha cabeça isso é algo difícil de entender, mas ao mesmo tempo encantador. Considero-me Freiriana em todas as minhas ações, como cidadã, artista, mãe, filha e educadora”, explica a diretora.  Segundo Ivan Bernardelli, diretor coreográfico, o espetáculo pode ser resumido no seguinte pensamento: “o homem em busca de sua completude a partir da admissão de sua essência”, dada a força dramatúrgica e estética das coreografias. 

 

 

O espetáculo – No palco, sete intérpretes-criadores, todos integrantes do elenco fixo da Cia Sansacroma, que tem sede na região do Capão Redondo, zona sul de São Paulo. O processo de investigação durou seis meses, envolvendo pesquisa em livros, linguagem e estética corporal, e laboratórios de criação.

 

A cenografia põe no palco, em algumas coreografias, terra, elemento que serviu como base para a alfabetização de Paulo Freire, pois foi desenhando no chão, com gravetos, que aprendeu as primeiras letras. Sacos de areia, pendurados, invocam as obras de Ernesto Neto, artista carioca contemporâneo, que cria obras que se situam entre esculturas e instalações.

 

Os figurinos, assinados pela artista plástica Mariana Farcetta, Ivan Bernardelli e Gal Martins, terão uma aparência de peças gastas, “pelo tempo e pelas lutas”, como define o trio. 

 

 

Ficha Técnica

 

Direção Artística: Gal Martins

Direção Coreográfica: Ivan Bernardelli

Coreografias: Gal Martins, Ivan Bernardelli e elenco

Assistência de Direção Cênica: Siva Nunes

Preparação Corporal: Ivan Bernardelli

Figurino: Mariana Farcetta

Trilha Sonora: Cláudio Miranda Cenário: Gal Martins, Ivan Bernardelli e Mariana Farcetta

Pilates: Priscila Lima

Intérpretes Criadores: Cléia Varges, Daiana Rodrigues, Rodrigo Cândido, Thiago Silva, Mazé Soares, Marcela Teixeira e Welton Silva

 

Arte Gráfica: Welton Silva

Fotógrafo: Edê Hohne

Direção de Produção: Marina Hohne

 

Serviço “Marchas” - Temporadas

 

De 02 a 05 de fevereiro de 2012

Local: Galeria Olido – Avenida São João, 473 – Centro –

Tel (11) 3331-8399 e 3397-0171

Dias e horários: quinta a sábado às 20h e domingo às 19h

Entrada Franca (retirar ingressos com uma hora de antecedência)

Duração: 55 minutos Classificação: 16 anos

De 25 de Fevereiro a 18 de Março de 2012

Local: Ninho Sansacroma Fone: (11) 5511-0055

Rua Dr. Luís da Fonseca Galvão, 248 - Pq Maria Helena -

Capão Redondo (100 m do metrô Capão Redondo – Linha Lilás)

Dias e horários: aos sábados às 21h e domingos às 19h

Duração: 55 minutos Classificação: 16 anos

 

 Canal Aberto Assessoria de Imprensa

11 3798 9510 / 2914 077011 9126 0425 -

Márcia Marques11 8807 6467 -

 Lau Francisco

www.canalaberto.com.br

 

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 13:40  comentar

Bonecas Karajá fazem parte do patrimônio cultural brasileiro

Uma referência cultural nas aldeias indígenas, as bonecas Karajá passaram a ser parte do patrimônio cultural do Brasil.
O artesanato das bonecas, muitas vezes, é a única ou a mais importante fonte de renda das famílias. A confecção das figuras de cerâmica - chamadas na língua nativa de ritxòkò (na fala feminina) e ritxòò (na fala masculina) - envolve técnicas tradicionais transmitidas de geração a geração.
A atividade exclusiva das mulheres é desenvolvida com o uso de três matérias-primas básicas: a argila ou o barro - suù; a cinza, que funciona como antiplástico; e a água, que umedece a mistura do barro com a cinza. As ritxòkò têm significados sociais profundos, reproduzindo o ordenamento sociocultural e familiar dos Karajá.
Com motivos mitológicos, de rituais, da vida cotidiana e da fauna, as bonecas Karajá são importantes instrumentos de socialização das crianças que se vêem nesses objetos e aprendem a ser Karajá. A proposta, aprovada na última quarta-feira (25), foi apresentada ao Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) pelas lideranças indígenas das aldeias Buridina e Bdè-Burè, localizadas em Aruanã, Goiás, e das aldeias Santa Isabel do Morro, Watau e Werebia, localizadas na Ilha do Bananal, no Tocantins, com anuência de membros das aldeias Buridina, Bdè-Burè e Santa Isabel do Morro.
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 13:39  comentar

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