Revelando, imortalizando histórias e talentos
24.3.12


 

Cada sorriso provocado por Chico Anysio continha uma beliscão na sociedade e na política do país.


RIO DE JANEIRO, BRASIL - Depois de três meses internado no Hospital Samaritano, na Zona Sul do Rio, morre Chico Anysio tinha 80 anos e faleceu às 14h52. Ele estava internado havia três meses. Ao longo de seus 65 anos de carreira, Chico Anysio criou mais de 200 personagens e foi um dos maiores humoristas do Brasil com destaque no rádio, na TV, no cinema e no teatro. Ele deixa oito filhos.

Foto exclusiva cedida por Glórya Ryos onde aparece
frente a frente com José de Abreu, Maurício Oliveira, Glórya Ryos,
Pedro de Lara , Lúcia Rocha  na Rádio Atual em 1993.

No começo do ano passado, o artista teve problemas cardiorrespiratórios e ficou no hospital por quase quatro meses. Durante os 110 dias, o humorista esteve por 78 deles num CTI, sendo que em coma induzido por 22. Chico se recuperou a tempo de comemorar seus 80 anos em casa, no dia 12 de abril de 2011.

Francisco Anysio de Oliveira Paula Filho nasceu em 12 de abril de 1931, em Maranguape, no Ceará, e veio para o Rio de Janeiro, com a família, aos 7 anos. Mudou-se com a mãe e três irmãos. O pai permaneceu em sua cidade natal para tentar refazer a vida como construtor de estradas de rodagem. A família passou a viver numa pensão no bairro do Catete, abrigada em diferentes quartos.
O cearense, que ainda jovem fazia imitações de personalidades, preparou um número com 32 vozes que o fez ganhar vários concursos de programas de calouros, como o "Papel carbono", de Renato Murce, e a "Hora do pato", apresentado por Jorge Cury, ambos da Rádio Nacional.
 
 
Aos 17 anos, ele fez um teste na Rádio Guanabara e ficou em segundo lugar em locução. Trabalhou em outras rádios nos anos 40 e até o começo da década de 50. Com 19 anos foi para a Rádio Clube de Pernambuco, em Recife, onde permaneceu por um ano antes de voltar para o Rio.
Chcico  trabalhou ainda na Rádio Clube do Brasil, até que, em 1952, retornou à Mayrink Veiga como autor e diretor de vários programas ("A Rainha canta", com Ângela Maria; "Rio de Janeiro a Janeiro"; "Buraco de Fechadura"; "Vai Levando"). Ao mesmo tempo atuou em atrações estreladas por Haroldo Barbosa, Antônio Maria e Sérgio Porto, entre outros. E fez o programa que se tornaria um dos maiores sucessos da rádio, "Escolinha do Professor Raimundo".
Ele criou mais de 200 personagens. Com o nome artístico de Chico Anysio, fez "Espetáculos Tonelux", em 1953, e "O homem e o riso", em 1964. Em 69, subiu ao palco com o "Chico Anysio só" e foi assistido por 150 mil pessoas nos oitos meses da temporada. Entre os curiosos tipos que criou, fizeram sucesso o coronel Pantaleão, Bozó, Alberto Roberto, Salomé, Painho e Justo Veríssimo.
O humorista estava na TV Globo há mais de 30 anos, onde comandou "Chico City", "Chico Anysio Show", "Chico total", "O belo e as feras" e "A escolinha do professor Raimundo" (criada em 52). Também teve quadros no "Gente inocente!?" e "Zorra total". Como ator, fez participações especiais na minissérie "Engraçadinha" e no filme "Tieta". Torcedor do Vasco e do Palmeiras, na Copa do Mundo de 90, na Itália, ele engrossou o time de comentaristas da Globo.
Entre as novelas em que atuou na TV Globo estão "Feijão maravilha" (1979), "Terra Nostra" (1999), "Sinhá Moça" (2006), "Pé na Jaca" (2006), e "Caminho das Índias" (2009) - o ator fez uma participação especial na novela de Glória Perez, no papel de Namit, um diretor de filmes trambiqueiro.
No cinema, trabalhou em diversos filmes desde a década de 1950, incluindo "Tieta do Agreste" (1996), e "Se eu fosse você 2" (2008). Mais recentemente, o humorista poderia ser visto no ar no programa "Zorra total", como o personagem Bento Carneiro. O corpo do ator deverá ser cremado no cemitério do Cajú, Rio de Janeiro, e metade das cinzas será inviada para sua cidade natal, Maranguape, no Ceará. (FM/ID)

Glórya Ryos: http://www.gloryaryoscantora.blogspot.com/
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 14:52  comentar

Maranhenses do Criolina fazem show no Bourbon Street com participação de Zeca Baleiro Dupla volta a São Paulo com músicas do premiado CD Cine Tropical, ganhador da 22ª edição do Prêmio da Música Brasileira.

 

 

SÃO PAULO - SP, BRASIL - Certamente há duas coisas que podemos levar para casa após um show dos maranhenses do CRIOLINA: a pluralidade musical e o bom-humor. Quem assistir a apresentação única que a dupla faz em São Paulo com o show “CINE TROPICAL”, no dia 3 de abril de 2012, às 22h no Bourbon Street, pode conferir que tal afirmação é a mais pura verdade. 

 

Alê Muniz e Luciana Simões, as vozes e os cérebros do Criolina, reúnem no CD 14 músicas inspiradas no mundo do cinema, como “Cine Tropical”, “O Santo”, “Barbarella de Cururupu”, “Vacinado” e “Revanche”, passando por temas como ficção científica, bangue-bangue, romance, aventura e até chanchada. Zeca Baleiro, admirador e incentivador da dupla, que também sobe ao palco como convidado especial, disse: “Criolina é a melhor coisa que apareceu na música do Maranhão nos últimos 20 anos”. O CD “Cine Tropical” foi ganhador em 2011 da 22ª edição do Prêmio da Música Brasileira na categoria Melhor Álbum. A banda que acompanha Alê Muniz (voz e guitarra) e Luciana Simões (voz) é formada por Renê Parisi (guitarra),  Gerson da Conceição (baixo), Isaias Alves (bateria), Adriano Magoo de Oliveira (teclado e acordeon) e João Lenhare (trompete).

 

Samplers e programas eletrônicos, letras fortes e sotaque nordestino num formato contemporâneo que mistura ritmos globalizados como o rock, funk e ska às levadas regionais como tambor de crioula, toadas de bumba-meu-boi, côco, merengue, boleros, carimbó e sóca. Trilha sonora das linhas do Equador, que possuem clima caliente e tropical. "O CD, que tem muita referência da cultura popular do Maranhão, como o tambor de crioula, carimbó, evidenciou para dupla que um trabalho pensado, produzido, gravado, todo feito em São Luís, com músicos locais, pode ter uma grande dimensão e reconhecimento, como foi o caso do Cine Tropical” explica Alê Muniz.

 

“Criamos as músicas a partir de imagens que marcaram a nossa história, referências visuais e sonoras do cinema antigo, como Barbarella, John Wayne, Mazzaropi, Serge Gainsborg, Surf Music, jovem guarda, e misturamos isso à nossa cultura local, às nossas imagens cotidianas, aos nossos ícones ultra tropicais, os mestres da cultura popular do maranhão”, pondera Luciana Simões.

 

Cada lugar uma banda diferenteO Criolina pratica uma solução criativa e viável para circular no Brasil: em cada cidade a dupla monta uma banda diferente, conhecendo e fazendo parcerias com os músicos locais, viabilizando a ida para diferentes cidades, o que ficaria impossível se tivessem que arcar com os custos de uma equipe em cada local visitado.  “Desta forma estamos divulgando a nossa música pelo Brasil, como a Caravana Holiday do filme Bye Bye Brasil (filme de Cacá Diegues) que nos inspirou para fazer o Cine Tropical. Funciona!" comemora Luciana Simões.

 

ServiçoLocal: Bourbon Street Music Club Endereço: Rua dos Chanés, 127 Moema – São Paulo - SP http://www.bourbonstreet.com.br/

 

Data: 3 de Abril de 2012

 

Horário: 22h Preço: R$ 50,00 – reservas somente pelo telefone (11) 5095-6100Cliente Porto Seguro e acompanhante tem 50% de desconto na compra do ingresso.Aceita cartões de crédito Visa, Mastercard e American ExpressEstacionamento: Vallet com manobrista – R$ 17,00

Abertura da casa: 20h Duração aproximada do show: 90min

Recomendação: livre

 

Contato produção: Amalia Tarallo >> amaliatarallo@hotmail.com /

amaliatarallo@terra.com.br  Fones: (11) 9243-7064 / 5051-7160

 

Canal Aberto Assessoria de Imprensa

11 3798 9510 / 2914 0770

11 9126 0425 - Márcia Marques

11 8807 6467 - Lau Francisco

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 14:48  comentar

Março 2012
D
S
T
Q
Q
S
S

1
2
3

4
5
6
7
8
9

11

18

28
30
31


SITES INDICADOS
Buscar
 
blogs SAPO
subscrever feeds