Revelando, imortalizando histórias e talentos
1.10.12

Cada vez mais presente no cenário cultural paulistano, a arte de rua vem sendo apreciada tanto por turistas quanto por moradores. Figuras bem conhecidas como Tim Max, Eduardo, Daiane e Tatiane entre outros.

 

 

Tim Max \ divulgação

Para facilitar o acesso a informações e às apresentações desses artistas, a São Paulo Turismo (SPTuris, empresa de turismo e eventos da cidade de São Paulo) e o Movimento Artistas na Rua realizaram um estudo das manifestações culturais nas ruas da capital e traçaram o perfil dos profissionais, mapeando os locais e os horários em que eles se apresentam.

 

 

O levantamento ocorreu em três áreas da cidade que constituem espaços tradicionais das manifestações culturais de rua: centro (velho e novo), Paulista (incluindo a Rua Augusta) e Benedito Calixto (abrangendo parte da Rua Teodoro Sampaio). Apesar de ter sido realizada em lugares específicos, os entrevistados foram solicitados a falar sobre sua dinâmica de apresentações de uma forma geral, com o objetivo de identificar como os artistas de rua se distribuem pela cidade. A região com maior concentração deles é a Sé, palco de apresentação de 16% dos artistas entrevistados. Em seguida, estão: República (12%), Paulista (12%), Rua 25 de março (11%) e Santa Ifigênia/São Bento (9%). Em menor escala, há outras regiões como Ibirapuera, Benedito Calixto e Augusta.

 

O Decreto nº. 52.504 de 19 de julho de 2011 permite a apresentação gratuita dos artistas de rua em espaço público.

 

Conheça mais detalhes sobre a arte de rua em São Paulo

 

Perfil

 

- São predominantemente homens (88%);

- A maior parcela deles tem entre 21 e 30 anos (36%);

- Cerca de 82% são brasileiros. Entre os estrangeiros, encontram-se países da América do Sul como Peru, Equador, Uruguai, Bolívia, Chile e Argentina;

- No que diz respeito à região, 55% são do Sudeste e 35% do Nordeste;

- Aproximadamente 62% afirmaram ter outra ocupação além da arte de rua e 60% deles afirmaram que ser artista de rua é sua principal ocupação;

 

- Entre as principais motivações para a atividade estão: opção de renda (33%), paixão pela arte de rua (22%), difundir a arte e a cultura (19%) e a possibilidade de contato com o público (14%).

 

Manifestações artísticas

 

- A maior parte das performances é ligada à música (61%):

- 30% fazem apresentações de música sertaneja;

- 24% fazem apresentações de música andina;

- Há 18 tipos diferentes de música – instrumental, canto, reggae, rock e outras.

- Por volta de 16% das apresentações têm relação com dança (andina/latina, forró ou axé);

- Outras 7% são relacionadas a artes plásticas, com destaque para pintura em azulejo;

 

- O restante faz apresentações de poesia/literatura, mágica, palhaço, malabarismo, desenhista, artes cênicas, capoeira, embaixadas, fotografia, grafite, humor e mímica.

 

- Como parte da infraestrutura utilizada para realização dos espetáculos, encontram-se instrumentos musicais (50%), caixa de som/amplificador (42%), figurino (32%), banco ou pedestal (27%), bateria ou gerador (26%) e microfone (24%).

 

Horários e locais das apresentações

 

- 71% das apresentações têm início entre às 10h e às 16h. São raras as apresentações que iniciem antes das 8h ou depois das 20h.

 

- 68% das apresentações acontecem aos sábados. Nos demais dias, a realização é homogênea, variando de 33% a 46%.

 

- As regiões com maior concentração de artistas são: Sé (16%); República (12%), Paulista (12%), 25 de março (11%) e Santa Ifigênia/São Bento (9%).

 

Conheça coluna música e arte na rua de AgênciaFM: http://agenciafm.blogspot.com.br/search/label/M%C3%BAsica%20na%20Rua (Dados de AgênciaFM com SPturismo).

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 00:15  comentar

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