Revelando, imortalizando histórias e talentos
7.11.12

Festival presta homenagem a Jorge Amado e ao cinema nacional onde o público pode apreciar filems como ''O Cangaceiro'' (1953), ''Macunaíma'' (1969) e ''Cidade de Deus'' (2002)







GENEBRA - SUÍÇA - O escritor baiano Jorge Amado publicou seu primeiro livro quando tinha 19 anos, e grande parte de suas obras tiveram uma relação muito produtiva com às telonas. O cinema brasileiro, especificamente, os filmes baseados nas obras de Jorge Amado serão os convidados especiais da 14ª edição do festival Filmar em América Latina, realizado entre os dias 17 de novembro e 2 de dezembro em Genebra. Na programação do festival, o público poderá conferir desde os clássicos, como ''O Cangaceiro'' (1953), ''Macunaíma'' (1969) e ''Cidade de Deus'' (2002), até os filmes mais recentes, caso de ''Heleno'' (2012) e ''Insolação'' (2012).

 


O festival também explorará a relação existente entre o cinema e a literatura latino-americana com uma homenagem ao centenário de nascimento de Jorge Amado, ou seja, com a exibição de filmes baseados em seus livros. Amado, que publicou seu primeiro livro aos 19 anos, teve grande parte de suas obras levada às telonas, das quais o festival Filmar selecionou três: ''Dona Flor e Seus Dois Maridos'' (1976), ''Tieta do Agreste'' (1996) e ''Capitães da Areia'', de Cecília Amado, neta do escritor.


Além da homenagem a Jorge Amado, o festival também apresentará uma retrospectiva do diretor Karim Aïnouz, na qual serão apresentados quatro de seus filmes: ''Madame Sata'' (2002), ''O Céu de Suely'' (2006), ''Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo'' (2009) e ''O Abismo Prateado'' (2011).


Argentina e Brasil, com 24 filmes cada um, são os países que possuem maior espaço no programa, seguidos de Chile e Colômbia (com nove filmes cada um) e México, com sete longas-metragens.


A 14ª edição do Filmar exibirá um total de 111 filmes, 102 delas procedentes de diferentes países latino-americanos, e nove da Suíça.

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 02:33  comentar

"Abraçaço", 49* disco de CV

Caetano é gênio e pode se dar ao luxo de sempre e sempre inovar, arriscar.
Depois de mudar de rumo e quase romper com o formato tradicional de canção que permearam suas obras, Caetano Veloso encerra trilogia iniciada em 2006 com "Cê". Entretanto, "Abraçaço", amadurece sua proposta de rompimento estético.
Em 2006 com o disco "Cê", seguida em 2008 com "Zii e Zie" e finalizada agora, com "Abraçaço" - todos gravados com arranjos e acompanhamentos da Banda Cê, um trio de sonoridade seca, roqueira e experimental formado pelo guitarrista Pedro Sá, o baterista Marcelo Callado e o baixista Ricardo Dias Gomes.
Uma das apostas do artista, a da qual diz gostar mais dentre as 11 inéditas do CD, é a contundente "A Bossa Nova É Foda", onde mencioan em espécies de charada João Gilberto e Carlos Lyra para logo citar os lutadores de MMA Anderson Silva e Vitor Belfort, transformados pela força de um gênero criado pelo "bruxo de Juazeiro". É Caetano, caetaniando. -------------------------------------------------------------------------
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NEIL YOUNG: Ouvimos o 37º álbum do roqueiro canadense disco de estúdio com vitalidade de um juvenil e rara qualidade na música atual

 

 

O disco duplo tem duração de  88 minutos, é o primeiro em nove anos ao lado da lendária banda  Crazy Horse. Somente quem tem sangue nas veias e muita estrada de carreira para começar tudo de forma nova, com extensa jam session de quas e28 minutos, estamos citando Neil Young, 67 anos, com pique total com os velhos camardas do Crazy Horse e atravessar países com uma guitarra nas costas. É assim que ele quer, e faz questão de ser.

 

Ao lado do Crazy Horse fez discos memoráveis como Everybody Knows This Is Nowhere, Tonight’s the Night e Zuma.  Billy Talbot, Ralph Molina e Frank “Poncho” Sampedro cumprimiram mais esta façanha com o amigo Neil Young.  Driftin’ Back, é quase uma epopeia de meia hora feita para ser o carro-chefe da campanha contra a baixa qualidade dos arquivos MP3 e do declínio nas vendas.

 

 

O disco tem rocks maravilhosos como Old Black, onde Young usa sua  famosa Gibson Les Paul Goldtop fabricada em 1953, que transmite tudo o que ele que dizer em termos sonoros. A guitarra de estimação é levada ao limite máximo, e um pouco mais, escute por exemplo Ramada Inn e Walk Like A Giant, ambas com espantosos 16 minutos.  Apesar das longas músicas, sobrou um espaço para trechos autobiográficos, para voltar ao passado lotado por suas histórias de carrões, brinquedos ferroviários e Cadillac e Buick. Simplesmente, um disco fenomenal deste gigante dos anos 60 que se reinventa em cada obra musical. (Francisco Martins).

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 02:33  comentar

O ator Ney Latorraca continua em estado grave e respira por aparelhos. O último boletim médico divulgado por hospital informa que estado do ator muito é grave.

 

Ney Latorraca está atuando  no ar no reprise da 'Da Cor do Pecado'. Latorraca está internado na a Casa de Saúde São José, no Rio de Janeiro, desde o ddia 1 de novembro. Ele foi internado com dores abdominais e suspeita de pedra na vesícula. Na última sexta-feira ele foi submetido a uma cirurgia para a retirada da vesícula e exploração das vias biliares. Durante o processo, foi constatado um quadro de inflamação no peritônio. Após a cirurgia, permaneceu internado no CTI (Centro de Tratamento Intensivo) para que a inflamação seja combatida. Não há nova cirurgia programada e nem previsão de alta. Entertanto, seu estado de saúde foi agravado por insuficiência respiratória aguda.

 

 

Ney Latorraca, que deu entrada na unidade no dia 25 de outubro, e foi submetido a uma cirurgia para a retirada da vesícula e exploração das vias biliares no dia 31 de outubro, de do a um quadro de infecção, causado por um cálculo.  O ator de 68 anos e é um dos mais conhecidos atores brasileiros. Ele fez sua estreia na TV Globo em 1974, na novela "Escalada", de Lauro César Muniz. Um de seus maiores sucessos na TV é o aposentado Barbosa, do extinto programa humorístico "TV Pirata", da mesma emissora.

 

Breve perfil

 

Antonio Ney Latorraca, naseceu em Santos, Estado de São Paulo, em 25 de julho de 1944, é filho de um crooner e de uma corista que se apresentavam em cassinos, teve como padrinho de batismo o ator Grande Otelo, tendo crescido já no meio artístico.

 

Começou cedo sua carreira de ator. Aos seis anos, fez uma participação em uma radionovela da Record. Depois atuou no teatro estudantil e teve sua primeira oportunidade profissional por volta dos 20 anos de idade, ao ser aprovado para integrar o elenco da peça Reportagem de Um Tempo Mau, em 1965, que teve apenas uma apresentação no Teatro de Arena, tendo sido proibida pela Censura Federal.

 

Ingressou na TV fazendo figuração na Tupi. Participou do seriado Alô, Doçura, em 1953, da novela Beto Rockfeller, em 1968, e ainda fez uma participação de três capítulos na novela Super Plá, em 1969. Depois fez uma passagem pela TV Cultura, onde trabalhou em um teleteatro, encenando Yerma.

 

 

Durante a década de 1970, atuou em diversas montagens teatrais, entre elas Hair, de 1970; Jesus Cristo Superstar, de 1972; Bodas de Sangue, de 1973; e A Mandrágora, de 1975. Ainda, por intermédio da atriz Lilian Lemmertz, foi contratado pela Record, trabalhando em cinco novelas, que foram O Tempo Não Apaga e Quero Viver, ambas de 1972, Eu e a Moto, Vidas Marcadas e Venha Ver o Sol Nascer na Estrada, ambas de 1973.

 

Deixou a Globo temporariamente, em 1990 para trabalhar na novela Brasileiras e Brasileiros, do SBT. No ano seguinte, na Globo, caiu nas graças do público no papel do Conde Vlad, o chefe dos vampiros da novela Vamp, onde protagonizou cenas memoráveis, como uma imitação do cantor Michael Jackson no clipe da música Thriller. Em 1994, retornou ao SBT, para fazer o remake da novela Éramos Seis. Ao mesmo tempo e posterior a esse trabalho, encenou respectivamente as seguintes peças, O Médico e o Monstro, de 1994, Don Juan, de 1995, e Quartett, de 1996. Em 1997, de volta para Rede Globo (onde encontra-se até hoje), trabalhou na novela Zazá, como o vilão Silas Vadan.

 

No cinema fez atuou em dezenas de filmes:  1969 - Audácia: A Fúria dos Desejos 1973 - A Noite do Desejo .... Toninho - 1974 - Sedução - 1976 - Deixa Amorzinho... Deixa .... Dino/Dalma - 1976 - Anchieta, José do Brasil .... Anchieta - 1978 - O Grande Desbum - 1979 - Uma Estranha História de Amor .... Daniel - 1979 - Das Tripas Coração. 2006 - Irma Vap - o Retorno .... Darci/Odete Lopes - 2009 - Topografia de Um Desnudo .... Manoel.

 

Teatro:  1965 - Reportagem de Um Tempo Mau - 1970 - Hair - 1972 - Jesus Cristo Superstar - 1973 - Bodas de Sangue - 1975 - A Mandrágora - 1983 - O Rei Lear - 1986/97 - O Mistério de Irma Vap - 1994 - O Médico e o Monstro - 1995 - Don Juan - 1996 - Quartett - 1999 - O Martelo - 2000 - 3 x Teatro -2011 e A Escola do Escândalo.

 

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 quarta-feira, 5 de dezembro de 2012: Morre mito da arquitetura: Oscar Niemeyer

O estado de saúde do arquiteto Oscar Niemeyer que tem infecção respiratória era grave, disseram médicos.
O arquiteto Oscar Niemeyer foi sedado e seu quadro é considerado gravissimo, informaram nesta quarta-feira,5, os médicos do hospital Samaritano, no Rio de Janeiro. "Houve piora no estado clínico do arquiteto", diz o último  boletim médico, acrescentando que "o estado de saúde era grave. O autor de cartões postais como o prédio Copam (SP), Conjunto da Pampulha (MG), Museu de Niterói, RJ, Biblioteca Nacional de Brasília, além do prórpio DF, entre outros. O poeta do concreto deixa aproximadamente 600 obras  espalhadas pelo mundo. Niemeyer não resistiu e  morreu por volta das 22h00, no Rio de Janeiro.
Até o começo da semana, os médicos diziam que o quadro clínico do arquiteto, de 104 anos, inspirava cuidados. Nas últimas horas, ele teve uma infecção respiratória e foi sedado. Ele respira com auxílio de aparelhos. Na terça-feira, os médicos disseram que houve uma piora nos exames laboratoriais.
O arquiteto foi internado no início do mês de novembro e apresentou problemas renais e digestivos. Nos últimos dias, vinha fazendo fisioterapia respiratória. Essa é a terceira internação de Niemeyer neste ano. O arquiteto completaria 105 anos no dia 15 de dezembro. Niemeyer teve uma filha, Ana Maria, falecida, que lhe deu 7 netos.  MAIS sobre Niemeyer: http://formasemeios.blogs.sapo.pt/308287.html
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