Revelando, imortalizando histórias e talentos
28.11.12

Foi realizada nesta terça-feira a exumação do corpo de Yasser Arafat, o histórico líder da Organização pela Libertação da Palestina (OLP) e primeiro presidente da Autoridade Palestina.

 

 

Arafat morreu na França, em 2004, aos 75 anos, de forma inesperada e de uma doença de natureza não esclarecida – ainda que a saúde dele tivesse se deteriorado consideravelmente nos últimos anos de sua vida.

 

Uma equipe de especialistas internacionais tentará determinar se Arafat foi envenenado, como sugere um relatório de uma clínica suíça, que descobriu entre seus objetos pessoais traços de uma substância altamente radiativa chamada polônio-210. A viúva de Arafat, Suha, a Autoridade Palestina e um tribunal francês concordaram em exumar o corpo, que está enterrado na cidade de Ramallah (Cisjordânia). O caso entra agora em uma longa e curiosa lista de famosos personagens cujos corpos foram desenterrados, pelas razões mais diversas.

 

Conheça dez dos casos mais simbólicos:

 

Adolf Hitler

 

 

Corpo de Hitler foi enterrado por tropas soviéticas. O cadáver parcialmente cremado de Adolf Hitler – que se suicidou, ao lado de sua noiva, Eva, em 1945 – foi desenterrado pelas tropas soviéticas que invadiram Berlim e levado para diferentes lugares. O destino final do corpo é um mistério. Alguns informes russos apontam que os restos mortais de Hitler foram enterrados em território alemão; outros alegam que seu crânio e mandíbula foram levados a Moscou.

 

Oliver Cromwell

 

Ele é uma das figuras mais importantes da história da Grã-Bretanha, por ter liderado as tropas parlamentares durante a Guerra Civil Britânica contra a monarquia, no século 17. Após a restauração da monarquia, em 1660, o corpo de Cromwell (morto dois anos antes, de malária e outras doenças, e enterrado na Abadia de Westminster, em Londres) foi exumado e decapitado. Oliver Cromwell liderou tropas contra a monarquia britânica. Acredita-se que seu corpo tenha sido jogado em uma vala localizada no que é hoje o centro de Londres. Sua cabeça foi colocada em uma vara e exibida no alto de Westminster.

 

Jesse James

 

Boatos dão conta de que o notório gangster e ladrão de bancos americano teria forjado sua própria morte, em 1882. Por isso, o corpo atribuído a ele foi exumado em 1995, para um exame de DNA. O teste indicou que se tratava, de fato, do corpo de Jesse James, já que o DNA era compatível com o de seus descendentes. Ainda assim, outros dois corpos foram exumados posteriormente – incluindo um de um homem que, em vida, dizia ser o “verdadeiro Jesse James” – mas sem desmentir os resultados do primeiro exame.

 

Ernesto Che Guevara

 

 

Che Guevara foi morto na Bolívia e transportado a Cuba. O corpo do revolucionário argentino foi enterrado na Bolívia em uma cova sem nome, provavelmente para evitar peregrinações ao local. Antes disso, suas mãos foram amputadas, para que suas impressões digitais forrem levadas a Buenos Aires.Em 1997, investigadores encontraram os restos mortais de Che Guevara em Vallegrande, na Bolívia, e os transportaram a um mausoléu em Cuba, ao lado de outros 29 guerrilheiros.

 

Charlie Chaplin

 

O corpo do cineasta foi exumado em 1978 por dois homens, que voltaram a enterrá-lo em um outro terreno e pediram um resgate ao advogado de Chaplin. Três meses depois, os ladrões foram presos, e o corpo voltou ao seu lugar, no cemitério da vila suíça de Corsier-sur-Vevey, onde Chaplin havia passado seus últimos 25 anos de vida.

 

Nicolau 2º, da Rússia, e família

 

O último czar do Império Russo foi líder de seu Exército na Primeira Guerra Mundial, grã-duque da Finlândia e rei da Polônia.

 

 

Nicolau 2º perdeu o poder na Revolução Bolchevique de 1917 e foi executado com sua família quando buscava exílio na Grã-Bretanha, no ano seguinte. Os corpos só foram encontrados em 1979, por um arqueólogo, perto da cidade de Sverdlovsk. Em janeiro de 1998, os restos foram desenterrados e oficialmente identificados por exames de DNA. Os corpos estão atualmente enterrados ao lado de outros líderes russos (como Boris Yeltsin) na Catedral de São Pedro e São Paulo, em São Petersburgo.

 

Eva Perón

 

 

Juan e Evita Perón; corpo dela desapareceu por 16 anos. Depois da "Revolução Libertadora" de 1955, que derrubou o ex-presidente argentino Juan Domingo Perón, o corpo de sua mulher, Evita - que, depois de morrer de câncer, em 1952, ia ser embalsamada e enterrada em um mausoléu -, desapareceu durante 16 anos.

 

No livro Santa Evita, o escritor argentino Tomás Eloy Martínez reconstrói o caminho percorrido pelo corpo da ex-primeira dama. Passou por Milão, na Itália, onde foi "disfarçado" como o corpo de uma freira. Também esteve em Madri, Espanha, onde Perón - ali exilado - guardou-o durante anos em sua casa.  Martínez descreve as várias exumações as que o corpo de Evita foi submetido em diferentes oportunidades. Análises apontam que em algum momento após a morte da primeira-dama seu corpo foi abusado sexualmente e atacado com golpes de martelo.

 

Simón Bolívar

 

A última vez que os restos do herói das lutas pela independência latino-americana Simón Bolívar (1783-1830) foram exumados foi em 17 de julho de 2010, por ordem do presidente venezuelano Hugo Chávez. Simón Bolívar teve seu corpo exumado diversas vezes; Hugo Chávez levantou suspeitas de assassinato

 

O objetivo, segundo ele, era analisar se a causa da morte de Bolívar fora mesmo a tuberculose (o presidente venezuelano sustenta a tese de assassinato de Bolívar) e para submeter o corpo a tecnologias de preservação. Na época, críticos de Chávez disseram que a iniciativa se tratava de uma estratégia eleitoral, por ter sido realizada perto das eleições parlamentares daquele ano.

 

O primeiro relatório desta última exumação encontrou indícios de histoplasmose (doença semelhante à tuberculose) mas também restos de arsênico, na época usado para tratar a tuberculose. Sendo assim, é possível que uma dose excessiva tenha causado a morte - ainda que os cientistas não tenham encontrado indícios de uma intoxicação aguda. O corpo também havia sido exumado em 1842, para levá-lo de Santa Marta (Colômbia), onde ele morreu, até a Catedral de Caracas; também em 1876, para transferi-lo ao Panteão Nacional; em 1942, para novas investigações, e em 1972, levar os restos mortais a um túmulo especialmente desenhado.

 

Cristóvão Colombo

 

O descobridor da América havia pedido para ser enterrado no novo continente, mas não havia na época nenhuma igreja adequada para tal em 1506. Por isso, Colombo foi enterrado na cidade espanhola de Valladolid e depois movido para um monastério em Sevilha. Mais tarde, foi levado para a ilha caribenha de Hispaniola e enterrado em Santo Domingo (hoje a capital da República Dominicana).

 

 

No final do século 17, a Espanha cedeu parte da ilha à França, e o corpo de Colombo foi levado a Cuba. Após a independência cubana, em 1898, o corpo cruzou o Atlântico para retornar a Sevilha. Pelo menos é essa a história oficial. Mas há uma caixa com ossos contendo o nome de Colombo em um monumento em Santo Domingo. Investigadores que examinaram amostras de DNA do corpo enterrado em Sevilha alegam que este pertence ao irmão de Colombo, Diego. Os restos enterrados em Santo Domingo nunca foram liberados para análise.

 

Salvador Allende

 

 

Causas da morte de Salvador Allende foram alvo de investigação. O então presidente chileno foi encontrado morto em seu gabinete em 11 de setembro de 1973, durante uma investida militar comandada por Augusto Pinochet contra o palácio presidencial.

 

Quase 38 anos depois de sua morte, em 2011, a exumação dos restos de Allende ganhou manchetes ao redor do mundo. O propósito era esclarecer se o presidente se suicidara ou fora executado. A exumação é parte da investigação de dezenas de mortes ocorridas durante o governo militar de Pinochet (1973-1990). O corpo de Allende também já fora exumado antes: em 1990, na fase final do regime Pinochet, quando os restos mortais foram levados de um local clandestino a um cemitério. (FraM\ BBC).

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 03:22  comentar

Morre Larry Hagmann, J.R. série Dallas






Morre intérprete do ambicioso personagem J.R., Larry Hagman, o vilão J.R. Ewing de "Dallas", aos 81 anos





Filho de uma das grandes atrizes de Hollywood, Mary Martin, Larry Hagman, foi protagonistas de um dos maiores vilões da televisão norte-americana, o odioso empresário petrolífero J.R. Ewing, da série Dallas.


O ator morreu na sexta-feira, 23, em um hospital de Dallas por complicações de sua batalha contra um câncer na garganta, informou o jornal Dallas Morning News, citando um comunicado de sua família. Ele já havia sofrido de câncer no fígado e cirrose nos anos 1990, após décadas regadas a muito álcool.


A atriz Linda Gray (personagem Sue Ellen) , que interpretou a mulher de J.R. estava com Larry Hagman quando ele morreu, segundo o porta-voz da atriz, Jeffrey Lane, por email. "Larry Hagman foi meu melhor amigo por 35 anos", disse Gray em comunicado. "Ele trouxe alegria a todos que conhecia. Era criativo, engraçado, amável e talentoso, e eu sentirei grande saudade dele."


Hagmann tornou-se astro da TV norte-americana em 1965, ´pelo seriado "Jeannie é um Gênio". "Dallas", que estreou na CBS em 1978, tornou Hagman uma estrela de primeira grandeza. O programa rapidamente se transformou em um dos principais da rede, atraiu atenção internacional e inspirou regravações. (FraM ).














Nascido em 8 de agosto de 1929 em Zaragoza, ele também era produtor e distribuidor de filmes, morreuos 83 anos



O diretor de cinema José Luis Borau, ex-presidente da Academia Espanhola de Cinema e da Sociedade Geral de Autores e Escritores da Espanha (SGAE), faleceu na tarde desta sexta-feira,23, em Madri aos 83 anos, após uma longa luta contra o câncer.


Nascido em 8 de agosto de 1929 em Zaragoza, José Luis Borau também era produtor e distribuidor de filmes. Ele dirigiu clássicos da cinematografia espanhola como ''Tata mía'', ''Furtivos'' e ''Hay que matar a B'', além de ter cultivado outras facetas como as de professor, escritor e historiador.


Borau também deixou sua marca como produtor ou roteirista em filmes espanhóis como ''Un, dos, tres al escondite inglés'', de Iván Zulueta; ''Mi querida señorita'' (1972), de Jaime de Armiñán; ''Camada negra'' (1977), de Manuel Gutiérrez Aragón; o ''El mono sabio'', de Ray Rivas. A saúde de José Luis Borau havia se deteriorado muito nos últimos meses, devido a um câncer na garganta que o obrigou a ser internado em várias ocasiões em um hospital madrilenho onde hoje faleceu.





EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 02:29  comentar





Klaus Kinski em estado de graça transita entre o magnifico e o assustador neste filme de Werner Herzog.



Nosferatu: O vampiro da noite, 1979, o melhor remake do clássico do grande W.F. Murnau. Baseado na obra literária de Bram Stoker (Nosferatu: Phanton der Nacht), Herzog reuniu um elenco de dar inveja para contar a jornada de Jonathan Harker, soberbamente vivido por Bruno Ganz, pelo reino de horror de Conde Drácula (Kinski).



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Depois de ver uma foto de Lucy (Isabelle Adjani), o malígno vampiro fica inebriado de amor, e a partir dai, se utilizará de todas as artmanhas possíveis e impossíveis para se livrar de Jonathan, e assim cravar suas amorosas presas no belo pescoço de Lucy.


 

 

Apaixonada pelo marido, a delicada Lucy é a única que pode salvá-lo de se transformar em um predador noturno, um vampiro. Ainda terá de resistir os encantos de um estrategista da maldade, o Conde Drácula. Não se sabe se Kinski é o Drácula ou Drácula é o Kinski, tal simbiose criada entre personagem e intérprete. Aterrorizante, cômico, dramático: Faça o que puder para conseguir esta obra-prima.


Colorido: 1979

Alemanha

Duração: 107 minutos

Legendas em Português

Áudio alemão 5.1

Região: All

Classificação indicativa: 16 anos

Seleção de cenas

Biografias

Vida e obra de herzog

Galeria de Poster

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 02:27  comentar

Itália luta contra o tempo: patrimônio ameaçado







Quando os primeiros terremotos a abalar o norte da Itália nos últimos 500 anos causaram mortes e estragos na Emília Romana, em maio, o rastro de destruição ultrapassou casas, prédios e infraestrutura, atingindo também algumas "joias" da arquitetura renascentista.



Seis meses depois, especialistas ainda lutam contra o tempo para fazer os reparos. O arquiteto Andrea Sardo trabalha no Ministério da Cultura italiano e é um dos responsáveis pelas obras de restauração. Andaimes e equipamentos estão impedindo a fachada de ruir completamente, e algumas colunas restaram, mas além disso há muito pouco de pé.

 

 

Sardo é um veterano no assunto e já atuou nas obras de restauração após os tremores de Assis e Áquila, mas este, diz ele, é o pior que já viu. A região atingida abriga algumas das mais sofitisticadas obras arquitetônicas renascentistas. A basílica de São Francisco e o Duomo são duas das mais de 2,2 mil igrejas e outros prédios históricos que foram danificados ou destruídos nos dois tremores que abalaram a região em maio.

 


Desde então, os especialistas têm travado uma batalha contra o tempo para agilizar as obras de restauração antes que as chuvas e geadas do inverno as destruam para sempre. Equipes de arquitetos e bombeiros de elite têm vasculhado a área, catalogando os detalhes de cada prédio, estátua, quadro ou crucifixos que precisam ser protegidos das intempéries do tempo ou restaurados

 


Estima-se que o trabalho tenha um custo de até US$ 3 bilhões. O custo do trabalho também preocupa o arquiteto Andrea Sardo. "Não sei de onde vai vir o dinheiro. O governo prometeu ajudar, mas vamos precisar de investimentos privados também, talvez dos bancos", afirma. (AgênciaFM com BBC News).



EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 02:25  comentar

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