Revelando, imortalizando histórias e talentos
4.12.12

Cantor e compositor português Tony Delorido lança novo CD com participação especial de cantora brasileira, Mery Lee. Ouvimos o disco gentilmente encaminhado para AgênciaFM direto de França.
Tony Delorido é um cantor português morada em Lyon, França, e dentro de seu estilo realiza mais um trabalho de boa qualidade, honesto. Neste recente trabalho intitulado 'Mississipi" (regravação do sucesso dos anos 70 do grupo Pussy Cat ) ao  longo das 13 faixas musicais Tony não esquece suas raízes portuguesa, e nos brinda com deliciosas canções exemplo "Menina do Minho" (faixa 1), Alentejo ( 5), "Menina Portuguêsa" (faixa 10), "Maria e o Nelinho" (11) e "Romaria Portuguêsa" (12).
 
As outras faixas do repertório são: "Sofrer" (1), "Sol quente de verão" (4), "Mente Poluida" (7), "Receba minha oração" (8), "Se eu pareço um vagabundo" (9) e Amar como um anjo (13) um dueto com a talentosa cantora brasileira Mery Lee. Nestas últimas canções citadas ele se revela um intérprete de grande potencial romântico. ( formas&meios BR ).  
Mery Lee
Figura de presença marcante no palco aliado à bela voz, tem dois discos gravados no Brasil além de participações e backing vocal em discos de cantores bem populares no país. A estreia internacional da cantora não poderia ser melhor ao lado de Tony Delorido. Sua voz aguda e suave ao mesmo tempo foi suavizada pelo grave do astro português. Seu mais recente trabalho " Da cor do Brasil ", foi lançado em 2010. Sobre Mery Lee: http://agenciafm.blogspot.com/2011/03/mery-lee-cantora.html
Para contratar Tony Delorido:
00334-7826-3376
Telem - 00336- 0739-8858
 
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Cidade maravilhosa, Rio de Janeiro anuncia atrações do réveillon em Copacabana cujo tema é "Mais Motivos para Sorrir"

 

RIO DE JANEIRO - BRASIL  - Serão dezesseis minutos de fogos de artifício (24 toneladas de fogos) e 13 shows musicais que comporão a festa de réveillon em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro. Os organizadores do evento esperam  reunir mais de 2 milhões de pessoas. A festa vai começar às 20h do dia 31, em dois palcos montados na praia - o principal em frente ao hotel Copacabana Palace e outro na direção da Rua Santa Clara.

 

 

Diogo Nogueira (21h), Claudia Leite (0h16) e a bateria da Unidos da Tijuca (3h) serão as principais atrações do palco principal. No secundário, vão se apresentar Baby do Brasil (22h), o grupo Revelação (0h16) e as baterias do Salgueiro (1h40) e da Vila Isabel (2h20), entre outras atrações. Copacabana terá outros dois palcos dedicados exclusivamente à música eletrônica.

 

 

Segundo o secretário municipal de Turismo do Rio, Antonio Pedro Figueira de Mello, a cidade receberá 720 mil turistas durante o réveillon. Na noite do dia 31, 13 navios estarão parados ao longo da orla, permitindo que 45 mil passageiros vejam a queima de fogos. Além dos dois palcos de Copacabana, a Prefeitura do Rio vai promover festas de Réveillon em outros oito bairros da cidade: Flamengo, na zona sul, Madureira, Penha, Ramos, Ilha do Governador e Paquetá, na zona norte, e Sepetiba e Guaratiba, na zona oeste. A administração vai gastar R$ 17 milhões com o evento. (AgênciaFM).

EDITORIAS:
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Museu Lasar Segal: mostra humilha Mr. Hitler






O ditado é antigo mas é válido: quem desdenha quer comprar". Isso aplica-se aos judeus que não perdem uma change para atacar e ridicularizar Mr. Hitler de todas as formas, e de algum modo, sem muitas provas do que propalam e sem convicção do que querem enfiar goela abaixo das pessoas do planeta.




SÃO PAULO, BRASIL - Uma mostra de John Heartfield, reúne fotomontagens com críticas ácidas ao Terceiro Reich. Ativo participante do Partido Comunista Alemão, Heartfield teve seus trabalhos publicados por anos na revista AIZ, na década de 30


Independente de gostar ou não de Hitler coisa é certa, se não fosse ele Alemanha não teria se tornado uma potência mundial. Nem mesmo Helmut Herzfeld teria tido chance de envereadar pelas artes plásticas. Ele se diz um corajosos opositor ao regime político protagonizado por Adolf Hitler na Alemanha.  Com  inteligentes fotomontagens, Mr. Hitler foi ridicularizado, rebaixado e virou piada pelas mal fadadas pinceladas de feitas com uso da arte computadorizada e, o pai dos analfabetos, o Photoshop.

 


Helmut, o judeu fugiu em 1933 para a antiga Tchecoslováquia, onde se manteve produzindo, e forma sistemática, perseguindo  Hitler e seu regime de denominado pelos judeus de terror. Helmut Heartfield só voltaria para a terra natal já no fim de sua vida, mas ainda em tempo de trabalhar ao lado do célebre dramaturgo Bertolt Brecht.



Mostra  Mostra John Heartfield

 

Das 11h às 19h; até 24 de fevereiro de 2013

Museu Lasar Segall. R. Berta, 111, São Paulo

Grátis

EDITORIAS:
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 Em 1952, o tímido ex-soldado George Jorgensen deixou os EUA estarrecidos ao voltar de uma viagem à Dinamarca transformado em uma loira glamourosa - Christine, estrela hollywoodiana.

A transformação, que acaba de completar 60 anos, foi resultado da primeira operação de mudança de sexo bem-sucedida realizada pela medicina moderna - e combinada, também de forma pioneira, com terapia hormonal. Após voltar aos EUA, Christine Jorgensen tornou-se uma atriz de relativo sucesso em Hollywood, o que deu ainda mais repercussão a seu caso. Nos anos 30, uma tentativa de fazer uma operação de mudança de sexo em Berlim havia terminado com a morte do paciente. As lições tiradas dessa experiência, porém, serviram como ponto de partida para a equipe dinamarquesa que operou Jorgensen.
História pessoal
"Ex-soldado vira beleza loira", anunciava a manchete de um jornal americano quando Jorgensen voltou da Dinamarca. Jorgensen mal lembrava o tímido nova-iorquino que deixara o país meses antes. Havia se transformado em uma mulher esbelta de 27 anos, com lábios vermelhos e cílios longos e desceu do avião vestindo um casaco de pele. Jorgensen crescera no Bronx, em Nova York, e desde que era adolescente sentia que era uma mulher "presa" no corpo errado. No final do 1940, durante um curto período no Exército, Jorgensen leu um artigo sobre o médico dinamarquês Christian Hamburger, que estava fazendo experiências com terapia hormonal em animais.  Jorgensen também foi avaliado durante sua transformação pelo psicólogo Georg Sturup, que apresentou uma petição ao governo dinamarquês para uma mudança legal que permitiria a operação.
Em seu retorno para os EUA, Christine Jorgensen foi recebida com fascínio, curiosidade e respeito pelos meios de comunicação e o público americano. Sua família também parece ter apoiado sua decisão. "A natureza fez um erro que eu corrigi - agora sou sua filha", Jorgensen escreveu para os pais após a cirurgia. Jorgensen morreu de câncer aos 62 anos, em 1989. Anos antes, voltou à Dinamarca para encontrar os médicos que permitiram sua transformação. Jorgensen morreu de câncer aos 62 anos, em 1989. (FraM\ BBC).
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 01:55  comentar

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