Revelando, imortalizando histórias e talentos
22.12.12

O sempre bem humorado ator Gene Kelly costumava dizer que enquanto seu amigo e companheiro Fred Astaire era o Cary Grant na dança, ele era o Marlon Brando

 

 


O cinema musical vem se esforçando para ter outro artista criador, autônomo e original igual a Gene Kelly fora na dança. Mas, até agora não voltou a ser o que era desde que Gene Kelly deixou de coreografar, dirigir e dançar. Um vazio marca presença na telona quando o assunto é coreografia.

 

 

Isso é a falta de um verdadeiro artista capaz de ficar na memória do espectador de qualquer geração exemplo ''cantando na chuva'', e sua cena lendária na qual não precisou de outro par além da chuva, do guarda-chuva e de um poste de luz. Aa cena foi filmada com o ator bastante resfriado, com febre, mas acabou se transformando em sua imagem mais emblemática. Tudo isso viria contrarir pois no início de carreira era um gênero frequentemente criticado pelos críticos mais experientes.

 

 

''Cantando na Chuva'' aparecia há pouco tempo na 20ª colocação dos melhores filmes de todos os tempos segundo a prestigiosa revista britânica ''Sight and Sound''. O clássico popular apresenta propostas artísticas ainda inovadoras e uma concepção coreográfica bastante influente. Sua carreira iniciou muito cedo na Broadway, com uma aparição no espetáculo "Leave It To Me", de Cole Porter, fazendo o papel de um esquimó, ao lado de Mary Martin. Parceiro de Fred Astaire, enquanto um dançava com sofisticação e cartola ao lado de Ginger Rogers, o outro usava roupa de marinheiro, com habilidades quase olímpicas. Entre ator, diretor, pequenas aparições, narrador trabalhou em quase cem filmes.

 

 

 

No teatro fezLeave It to Me (1938) - One for the Money (1939) - The Time of Your Life (1939)

The Time of Your Life (1940) (segunda temporada) (também coreógrafo) e Pal Joey (1940).

 

 

No cinema  começou no ano de 1942 em For Me and My Gal - Pilot (1943) - Du Barry Was a Lady (1943) Thousands Cheer (1943) - A Cruz de Lorena (1943) - Cover Girl (1944), tendo atuado em 30 filmes sendo os últimos Summer Stock (1950) - An American in Paris (1951) - It's a Big Country (1951)- Council of Europe (1952) (pequena aparição) (narrador) - Love Is Better Than Ever (1952) - Singin' in the Rain (1952) (também coreógrafo) - The Devil Makes Three (1952) - Brigadoon (1954) (também coreógrafo).

 

 

Como diretor emprestou seu talento em 12 filmes começando com: On the Town (1949) (com Stanley Donen) - An American in Paris (1951) (diretor da sequência introdutória) - Singin' in the Rain (1952) (com Stanley Donen). Os dois últimos The Cheyenne Social Club (1970) (também produtor) - That's Entertainment, Part II (1976) (diretor de algumas sequências).

 

 

Na TV trabalhou em: Going My Way (1962-1963) - Gene Kelly: New York, Boston(1966)

Jack and the Beanstalk (1967) (também diretor) - The Funny Side (1971) (show cancelado em 4 meses)

Gene Kelly: An American in Pasadena (1978) - North and South (1985) (minissérie) e Sins (1986) (minissérie).

 

 

O ator foi homenageado por uma das maiores bandas "Take Away My Pain" do álbum Falling Into Infinity da banda de heavy metal progressivo norte-americana Dream Theater.

 

 

 Nascido Eugene Curram Kelly, em Pittsburgh, Estados Unidos, em 23 de agosto de 1912, foi um dos melhores artistas que o cinema musical conheceu, talvez junto com Bubsy Berkeley, Jacques Demy e Bob Fosse. Kelly morreu em Beverly Hills, Los Angeles, em 2 de fevereiro de 1996, em decorrência de um derrame cerebral, aos 83 anos de idade. (Formas&Meios).

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 02:44  comentar

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