Revelando, imortalizando histórias e talentos
6.2.13

Aos 23 anos, quando Maria Amália Feijó adotou o nome artístico de Carmen Silva.

 

 

Aos 23 anos, quando Maria Amália Feijó adotou o nome artístico de Carmen Silva. Fotógrafo não identificado. Acervo Carmen Silva

Carmem Silva Maria Amália Feijó nasce em Pelotas, Rio Grande do Sul, em 5 de abril de 1916. Torna-se atriz em 1939, na Rádio Cultura, emissora de sua cidade, e adota o nome artístico de Carmen Silva. No mesmo ano, viaja com a Companhia Iracema de Alencar com a peça 'Peg do Meu Coração', de John Hartley Manners. Transfere-se para Porto Alegre e trabalha em Romeu e Julieta e Otelo, de William Shakespeare, produções de Ribeiro Cancella, pai de seu futuro marido, o humorista e músico Cancellinha. No Paraná, atua na Companhia Totó. Em São Paulo, faz radionovelas na Tupi, América e Record. Além de representar, escreve programas femininos, humorísticos e infantis, entre os quais se destacam: Sequência Alegre e Nós, As Mulheres, este último estrelado por Nair Belo.

 

 

Em 1955 entra para a Companhia Dulcina de Moraes e inaugura o Teatro Guairinha (Curitiba) com a peça Vivendo em Pecado, de Terence Rattigan. Com Dulcina ainda aparece em O Imperador Galante, de Raimundo Magalhães Júnior e Chuva, de Somerset Maugham. Em 1957 segue com a Companhia Maria Della Costa para a Europa com os espetáculos Manequim, de Henrique Pongetti, O Canto da Cotovia, de Jean Anouilh, e Rosa Tatuada, de Tennessee Williams. A partir de 1961 integra o Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), trabalhando em A Escada, de Jorge Andrade; Yerma, de Garcia Lorca; A Revolução dos Beatos, de Dias Gomes; e Os Ossos do Barão, de Jorge Andrade.

 

Em diferentes períodos participa do grupo Teatro do Rio, de Ivan de Albuquerque e Rubens Corrêa. Volta a São Paulo em 1972, com a montagem de Em Família, de Oduvaldo Vianna Filho, sob a direção de Antunes Filho, contracenando com Paulo Autran. Em 1973 conquista o Prêmio Molière por seu desempenho em Mais Quero Asno que Me Carregue que Cavalo que Me Derrube, de Carlos Alberto Soffredini, com a direção de Elvira Gentil.

 

Na Cinédia

 

Seu primeiro filme em 1935: Estudantes, de Wallace Downey, com Aurora Miranda e Mesquitinha. Em 1949 participa do último musical dirigido por Adhemar Gonzaga: Quase no Céu, ao lado de Walter D’Avila e Renata Fronzi. Em 1958 roda com Roberto Santos O Grande Momento, inspirado no neorrealismo italiano, um dos mais importantes filmes da década. Em 1974 faz Guerra Conjugal, com Joaquim Pedro de Andrade, baseado em contos de Dalton Trevisan, no qual contracena com Jofre Soares, ambos em desempenhos no fio da navalha. Recentemente participou de A festa de Margarette, de Renato Falcão, e Concerto Campestre, de Henrique de Freitas Lima, filmes realizados em 2002.

 

Na televisão

 

Estreia em 1956, na TV Record, em Anos de Ternura. Em 1970 aparece em Pigmaleão 70, na TV Globo, ao lado de Tônia Carrero e Sérgio Cardoso. Em 1973 marca presença em delicada composição na novela Os Ossos do Barão, ao lado de Paulo Gracindo. Por toda a década é presença constante na TV, na qual se destaca: na TV Tupi, em A Viagem (1975) e na TV Bandeirantes, em O Ninho da Serpente (1982). Na novela Mulheres Apaixonadas, na TV Globo (2003), emociona o Brasil ao lado de Oswaldo Louzada, dando vida a um casal que se torna símbolo da luta pelos direitos dos idosos. Em 2004 recebe o Troféu Cultura Gaúcha, homenagem do governo gaúcho pelo conjunto de sua obra. Muito ligada às suas raízes, participa da série Continente de São Pedro, produção da RBS TV, com argumento de Carlos Urbim, sobre a história do estado do Rio Grande do Sul.

 

Depois de reunir em 2002 seus textos radiofônicos no livro Comédias do Coração e Outras Peças para Rádio e TV, tem sua história registrada pela jornalista Marilaine Castro da Costa em Carmen Silva, a Dama dos Cabelos Prateados. (Francisco Martins com Equipe Funarte).

EDITORIAS:
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Eles são a representação literal de uma família teatral: Oduvaldo Vianna e sua mulher, Deocélia, e o filho deles, Vianninha.

Deocélia, Vianninha e Oduvaldo Vianna - uma família teatral
Família Viana reunida: Deocélia, Vianninha e Oduvaldo\Acervo Funarte

Oduvaldo Vianna e sua mulher, Deocélia, e o filho deles, Vianninha, dedicaram suas vidas ao ofício de criar e colocar na rua obras ficcionais de todos os tipos e calibres dentre as quais peças de teatro, radionovelas, séries de TV eprogramas de rádio.
Oduvaldo Vianna, pai, foi jornalista e autor de peças teatrais. Entre elas Amor de Bandido, que rendeu mais de 100 representações e teve a participação de nomes como Vicente Celestino, Abigail Maia e do maestro Heitor Villa-Lobos. O Almofadinha, O Clube dos Pierrots, Viva a República e Flor da Noite também estão entre suas obras. Suas primeiras comédias de costumes foram Terra Natal (1920), A Casa do Tio Pedro (1920), Manhãs de Sol (1921) e A Vida é um Sonho (1921).
Oduvaldo também participou ativamente do movimento pela nacionalização do teatro brasileiro. Em 1921, ele esteve à frente de uma campanha pela adoção da prosódia brasileira no palco, substituindo o “tu” lusitano pelo “você” brasileiro. Embora tivesse a carreira muito ligada à do marido, Deocélia Vianna também imprimiu seu estilo em suas obras, principalmente no rádio. Assinando como coautora das obras de Oduvaldo, Deocélia escreveu programas como Madame d’Anjou. Assim foi também com o Teatrinho das Cinco ou o Teatrinho Singer.
Oduvaldo Vianna, filho, o Vianninha, como é chamado para diferenciá-lo do pai, foi ator, dramaturgo, roteirista, ensaísta, ativista político e animador cultural. Autor de peças como Bilbao, via Copacabana, Brasil, Versão Brasileira, O Matador e O Morto do Encantado Saúda e Pede Passagem. Na televisão ficou famoso pela criação do seriado A Grande Família, que escrevia em parceria com Armando Costa. (Agradecimento: www.funarte.gov.br ).
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O vocalista e líder da banda de rock The Troggs, morre aos 71 anos. A banda foi uma das bandeiras do british rock dos anos 60. Reg morreu em sua casa, em Hampshire, ao lado de sua esposa Brenda e família, segundo Karen, irmã do cantor.

Troggs frontman Reg Presley has reportedly died following a battle with lung cancer
Foto: AgênciaFM
HAMPSHIRE, INGLATERRA - The Trogs teve um grande número de hits exemplo 'Wild Thing' (de Chip Taylor) e  Love Is All Around', regravada também com sucesso nos anos  1990 pelo grupo Wet Wet Wet. Presley anunciou sua retirada da música alguns anos atrás durante um concerto na Alemanha, quando diagnosticado com câncer.
 
Nascido em Andover, Hampshire, formou a banda no início dos anos 1960. Caíram no gosto dos fãs com  "With A Girl Like You",  "I Can't Control Myself". Em 1967, o  hit "Love Is All "Around, foi regravado também por Wet Wet Wet, levando a canção ao número um no Reino Unido durante quinze semanas, 27 anos depois de sua gravação pelo The Troggs.
 
 
Com a versão de Wet Wet Wet, para a música, levou-a a trilha do filme Quatro Casamentos e um Funeral. Em 2002, Reg Presley publicou o livro Wild Things They Don't Tell Us, sobre paranormalidade. (FraMartins).
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Cia. Sansacroma comemora 10 anos com a mostra de repertório “Militantes do Ideal” na Galeria Olido

 

 

 

SÃO PAULO (SP) BRASIL- Durante as comemorações de seus 10 anos de existência, a Cia. Sansacroma realiza na Galeria Olido entre os dias 07 e 17 de fevereiro de 2013, na Galeria Olido (Sala Paissandu – Avenida São João 473)., uma mostra de repertório denominada “Militantes do Ideal”, fruto de uma pesquisa sobre personalidades da cultura brasileira que lutaram em prol da justiça e da igualdade social. Solano Trindade, Patrícia Galvão (Pagu) e Paulo Freire.

 

A partir das biografias dessas três personalidades nasceram os espetáculos “Solano em Rascunhos” (2008), “Angu de Pagu” (2010) e “Marchas” (2012). Segundo a diretora dos espetáculos e da Cia. Sansacroma Gal Martins, “a idéia não é vê-los como heróis, e sim, como pessoas comuns que vivenciaram intensamente uma luta pessoal pelo coletivo”. O projeto tem o apoio do Programa Municipal de Fomento à dança a Cidade de São Paulo.

 

Na vida do filósofo e educador Paulo Freire a palavra “autonomia” sempre foi regra, e não exceção. A necessidade pela autonomia moveu-o, ainda criança, a iniciar sua própria alfabetização utilizando gravetos e escrevendo no chão, debaixo de uma mangueira. Essa condição de escolher as leis que regiam seu próprio destino é o que inspirou a Cia Sansacroma, a criar o espetáculo O espetáculo aborda o homem em busca de sua completude a partir da admissão de suas essências. Partindo de aspectos presentes no discurso e na obra de Paulo Freire, Marchas traz à tona uma carga de rebeldia, desvendando uma intensidade dramatúrgica rica em símbolos que retratam o elemento primordial da pesquisa: a autonomia.

 

Ficha Técnica

 

Direção Artística: Gal Martins Concepção e Direção Coreográfica: Ivan Bernardelli

Coreografias: Gal Martins, Ivan Bernardelli e elenco Preparação Corporal: Valéria Mattos Figurino e Cenografia: Mariana Farcetta Trilha Sonora: Cláudio Miranda Intérpretes Criadores: Bárbara Santos, Tamires Ballarini, Thiago Silva, Rafael Edgar, Renato Alves e Thais Antunes Estagiário: Alex Guimarães Arte Gráfica: Selene Marinho Produção: Radar Cultural – Gestão e Projetos Direção de Produção: Selene Marinho

 

Solano em Rascunhos – dia 09/02, às 20 horas e 10/02 às 19 horas

Duração: 45 minutos – Classificação etária: 14 anos

 

O espetáculo retrata vida e obra do poeta negro Solano Trindade e faz parte da trilogia “Militantes do Ideal. O poeta carregava em sua pele as motivações de sua luta. Mas a epiderme do artista não era o único motivo. A causa era maior, era da maioria. Francisco Solano Trindade cantava em seus versos a realidade dos morros, as mazelas de um pais adepto a um racismo cordial. O processo coreográfico se baseia nas possibilidades infinitas de expressar a poesia de Solano Trindade através da obra “Cantares ao meu Povo”, acompanhado de algumas adaptações e dando foco as poesias de caráter político e social.

 

Ficha Técnica

 

Direção e Concepção: Gal Martins Coreografias: Gal Martins e Interpretes-criadores Produção – Radar Cultura Gestão de Projetos Direção de Produção – Selene Marinho Adaptação de Textos: Gal Martins Figurinos: Cristina Santos Intérpretes criadores; Bárbara Santos, Tamires Ballarini, Thais Antunes, Rafael Edgar, Renato Alves e Thiago Silva

 

Angu de Pagu, dias 14, 15 e 16 de fevereiro às 20 horas e dia 17 de fevereiro às 19 horas

Duração: 45 minutos – Classificação etária: 16 anos

 

O espetáculo conta a história de diversas “Pagus” através de informações que não seguem uma linha cronológica, formando um esqueleto que traça a sua trajetória em seis momentos mais marcantes por sua intensidade. Mulher de inúmeros matizes, libertária por excelência, De Joana D’arc a Rosa de Luxemburgo, uma combinação dos mais puros e profundos sentimentos de liberdade. Patrícia Redher Galvão, a Pagu, fez de sua vida um campo de batalha contra a intolerância, os desmandos e os grilhões impostos por senhores de uma sociedade retrógrada e nos mais diversos aspectos, injusta. Mais do que isso, ela se fez mulher. Um espírito batalhador que foi capaz de ir muito além dos limites impostos por seu corpo físico. Bem adiante de sua época, ela inovou e revolucionou costumes.

 

 

FICHA TÉCNICA

 

Direção e Concepção: Gal Martins Coreografia:Gal Martins e Intérpretes-Criadores Coreógrafo Convidado: Antonio Marques Ensaiador: Thiago Silva Preparação Corporal: Valéria Mattos e Robson Lourenço Trilha Sonora:Gunnar Vargas e Gal Martins Figurino: Gisleide dos Santos Produção: Radar Cultural Direção de Produção: Selene Marinho Coordenação de Formação de Público: Valéria Ribeiro

 

Agente de Formação de Público: Tamisa Betina Fotos: Érick Diniz e Patricia Barcelos Intérpretes-Criadores: Thaís Antunes, Renato Alves, Thiago Silva, Rafael Edgar, Tamires Ballarini, Barbara Santos e Alex Guimarães (estagiário). Participação Especial: Valéria Ribeiro

 

Serviço – Trilogia do Ideal

 

Local: Galeria Olido

Sala Paissandu – Centro de Dança Umberto da Silva, 2º andar

Av. São João – 473

Tels: (11) 3397-0171 e 3331-8399

Dias 07 a 17 de fevereiro de 2013

Numero de lugares: 136 lugares

Entrada Franca (retirar ingressos com 1h de antecedência, sujeito a lotação)

EDITORIAS:
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