Revelando, imortalizando histórias e talentos
3.7.15

 

 

Com elenco global,  Carol Castro, Totia Meireles, Beatriz Segall, Letícia Birkheuer peça estreia em SP.

 

Inspirado no filme do cineasta italiano Frederico Fellini, 8 e ½,  Nine – Um Musical Felliniano foi lançado na Broadway em 1982 e desde então é um sucesso mundial. O espetáculo original foi montado pelo italiano Mario Fratti, que já assistiu a montagem brasileira e garantiu que é uma das melhores que já viu.

 

Agora o espetáculo consagrado e vencedor de mais de 30 prêmios internacionais está em São Paulo, no Teatro Porto Seguro. A montagem brasileira conta com direção de Charles Möeller e Cláudio Botelho, e no elenco estão Nicola Lama, Carol Castro, Totia Meireles, Beatriz Segall, Letícia Birkheuer, entre outros.

 

 

A história do musical gira em torno do famoso produtor e diretor de cinemaGuido Contini, que está em uma grave crise criativa. Para relaxar, ele passa alguns dias em um spa em Veneza, onde encontra todas as mulheres de sua vida, seja em realidade, memória, fantasia ou sonho. Entre elas está sua mãe, sua esposa e sua amante. Seguindo a lógica de um sonho, a peça se passa dentro da cabeça do Guido, onde ele reencontra fantasmas do passado, revê suas musas e tenta criar o seu próximo roteiro. A temporada vai até 9 de agosto, os ingressos variam de R$ 50 a R$ 200 e estão à venda pelo. 

 

site  www.ingressorapido.com.br e na bilheteria da casa (terça a sábado, das 13h às 21h e domingos, das 12h às 19h). (Fonte: Amanda Manara)


 

Serviço:

 

Nine – Um Musical Felliniano 

Data: de 23 de maio a 9 de agosto de 2015.

Horário: quintas, sextas e sábados, às 21h. Domingos, às 19h.

Local: Teatro Porto Seguro

End.: Alameda Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos – Centro – São Paulo.

Preço: de R$ 50 a R$ 200

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 00:22  comentar

Durante os erros de gravação apresentados junto aos créditos finais de “Belas e Perseguidas” (2015), Reese Witherspoon brinca, ao interromperem a gravação, que atrapalharam a melhor cena de sua carreira. 

 

Algum desavisado pode pensar que tal sarcasmo demonstra certo arrependimento por parte da atriz, mas ela sabia muito bem em que barco estava entrando, já que produziu o filme.

 

A estrela abriu uma produtora há dois anos quando, segunda a própria, viu suas atrizes favoritas lutando para conseguir papéis medíocres. Seus primeiros lançamentos foram o excelente “Garota Exemplar” (2014) e o bom “Livre” (2014), sendo que o último ela protagonizou e foi indicada ao Oscar.

Dentro dos princípios da criação de sua empresa, sua mais nova produção parece, inicialmente, uma ótima escolha, pois investe em duas protagonistas femininas para uma comédia de ação no estilo buddy film – aqueles que têm como foco a amizade, comumente, entre dois caras e que ficaram famosos no gênero policial, como na série “Máquina Mortífera”.

 

A questão é que, com a oportunidade que tinha em mãos, a direção de Anne Fletcher – coreógrafa em ene filmes e diretora de “Vestida Para Casar” (2008) e “A Proposta” (2010), entre outros – e o roteiro de David Feeney e John Quaintance – ambos vindos de séries de TV como “2 Broke Girls” (2011-) e “Ben and Kate” (2012-2013) – pecam ao repetir estereótipos para tentar extrair a graça da história. Nela, Witherspoon é a policial Cooper, que segue os passos do correto pai – a sequência inicial de sua infância e adolescência no banco da viatura dele é, talvez, um dos poucos momentos inspirados e originais do filme. Mas, por ser “caxias” demais, acabou cometendo excessos que a tiraram das ruas de San Antonio e a transformaram em piada interna.

 

Sua chance de voltar à ação aparece quando o braço direito (Vincent Laresca) do temido traficante Vicente Cortez (Joaquín Cosio) decide delatar o chefe, e ele e sua mulher, a Sra. Riva (Sofía Vergara), necessitam de escolta armada para depor em Dallas. Duas duplas de assassinos, porém, surpreendem a todos e a única opção de Cooper e Riva para escapar da morte – e depois, de serem presas injustamente – é saírem juntas pelas estradas do Texas, até chegarem ao destino inicial.

 

Reese novamente faz uma personagem determinada e controladora, enquanto a colombiana Sofía, de “Modern Family” (2009-2015), encara mais uma “mulher latina”, com todos os clichês possíveis que acompanham o termo. Ou seja, corpo escultural, seios fartos e o sotaque. Mesmo que a fachada delas seja desconstruída durante o enredo, os arquétipos ainda chamam a atenção. Além da preguiça, mais na construção dos personagens do que no casting, soma-se a repetição de piadas com tipos físicos, especialmente em relação à altura de Cooper/Witherspoon e à idade de Riva/Vergara, gêneros. (Br.reuters\AgênciaFM). 

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 00:20  comentar

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