Revelando, imortalizando histórias e talentos
23.8.15

Com texto de Miguel Falabella e direção de José Possi Neto, o musical não é autobiográfico e também não é contado cronologicamente, mas mostra a história de uma menina que sempre lutou para realizar os sonhos e conseguir chegar aonde chegou.

Com múltiplos talentos: bailarina, cantora e atriz, o espetáculo não poderia deixar de ser um musical superproduzido, com a presença de alguns de seus personagens mais marcantes, como Tancinha, Tonhão, Sally Bowles, Sheila e Charity Valentine.

Ao todo, o elenco tem 14 atores em cena, 32 técnicos, 8 músicos na orquestra e 110 profissionais envolvidos. Foram 400 horas de ensaio para que todos os detalhes da peça fossem acertados, inclusive as 10 trocas de roupa de Cláudia Raia, em apenas 1 minuto cada.

Serviço:

Horário: quintas e sextas, às 21h. Sábados, às 18h30 e 21h e domingos às 18h.

Local: Theatro NET São Paulo

End.: Rua Olimpíadas, 360 – 5º andar – Shopping Vila Olímpia – zona Sul – São Paulo. 

Preço: de R$ 25 a R$ 100

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 01:49  comentar

“Tu veux... ou tu veux pas?” (você quer ou não?), é o título do filme mais recente da diretora Tonie Marshal, uma  boa estreia. 

 

 Patrick Bruel e Sophie Marceau

 

Com enorme capacidade de lidar com o universo feminino, como o fez “Instituto de Beleza Vênus” (1999), a diretora Tonie Marshall (filha da atriz Micheline Presle e do diretor William Marshall) cria em “Sexo, Amor e Terapia” uma comédia romântica sem medo de explorar a sexualidade de seus personagens.

 

Nesta película ela dá voz a Judith - com toda sensualidade de Sophie Marceau -, que não tem qualquer inibição em desfrutar dos prazeres provenientes do sexo casual com homens que encontra pela caminho. Quando vai buscar um novo emprego, se depara com o terapeuta de casais Lambert (o bom ator Patrick Bruel), que precisa de uma nova assistente.

Judith está de olho no teraapeuta, então, mente sobre sua formação para conquistá-lo, sem saber que ele é viciado em sexo e frequenta reuniões de um grupo anônimo de pessoas “dependentes afetivas e sexuais”. Pior: Lambert decidiu, com base em seu programa de reabilitação (tinha seis relações por dia), ir para cama apenas quando se apaixonar.

O tom de comédia fica exatamente nesta queda de braço entre a dupla, com as investidas de Judith e o suplício de Lambert, que a quer, mas não pode. Tudo isso, enquanto eles buscam resolver os problemas de outros casais que batem à porta do consultório.

A diretora Tonie constrói uma narrativa irreverente, contra qualquer tipo de análise ao comportamento de seus personagens. Numa lógica libertária, evita discussão sobre sexismo e tenta, de forma direta, trabalhar a sexualidade como algo nato e natural de homens e mulheres.

Por outro lado, referencia a sua comédia romântica aos moldes norte-americanos, em que é possível perceber a falta de uma dimensão mais pessoal para este trabalho, o que poderia render mais delicadeza e algo de novo ao resultado. (AgênciaFM\ BR.REUTERS). 

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 01:47  comentar

Agosto 2015
D
S
T
Q
Q
S
S

1

2
3
4
5
6
7
8

9
11
12
15

16
18
19
21
22

24
25
27
29

30
31


SITES INDICADOS
Buscar
 
blogs SAPO
subscrever feeds