Revelando, imortalizando histórias e talentos
5.9.15

 

Parteira, coveira, mestra de caxambu, mãe de santo, trabalhadora rural, mãe e avó. Essas são algumas das características de Maria Laurinda Adão, ou simplesmente Maria, estrela da exposição ‘Todas as Faces de Maria’, que entrará em cartaz no Museu do Colono, em Santa Leopoldina, no dia 02 de setembro.

 Maria Laurinda

 

VITÓRIA (ES) BRASIL - A mostra, composta por 15 fotos feitas pelos fotógrafos Renilson Chagas, Luan Volpato e Dário Dias, retrata Maria Laurinda em diferentes momentos do seu cotidiano, inclusive na aplicação de seus saberes tradicionais. A história da menina negra, nascida numa comunidade quilombola no interior do Sul do Estado do Espírito Santo na primeira metade do século XX, aponta para muitas lutas. Mãe solteira, enfrentou preconceito e abandono da própria família. Os desafios foram muitos, especialmente o de criar sua filha sozinha. Sem se deixar vencer pelas dificuldades, guiou-se pelos jongos de liberdade que lhe ensinaram a seguir com coragem, vencendo bravamente cada etapa da vida. Generosamente compartilha sua experiência no exercício pleno da cidadania, na participação em diversos conselhos e movimentos em favor das mulheres, da luta campesina e da defesa da cultura popular.

 

A exposição ‘Todas as Faces de Maria’ ficará em cartaz até o dia 13 de dezembro. A mostra é uma realização da Secretaria de Estado da Cultura (Secult) em parceria com a Associação de Folclore de Cachoeiro, Associação Quilombola dos Herdeiros do Benvindo Pereira dos Anjos e com o Instituto Sincades.

 

Ações educativas

 

Em paralelo à exposição serão realizadas ações educativas gratuitas abertas à comunidade. Nos dias 25 e 26 de setembro, será realizada oficina de plantas medicinais e no dia 14 de outubro, contação de história. Já no dia 04 de novembro vai acontecer um encontro de parteiras e benzedeiras.

 

Serviço:

 

Exposição ‘Todas as Faces de Maria’

Data: 02 de setembro a 13 de dezembro

Local: Museu do Colono (Avenida Presidente Vargas, 1501, Centro - Santa Leopoldina)

Visitação: de quarta-feira a domingo, de 09 às 17 horas

Informações: (27) 3266-1250

Entrada gratuita

 

Ações educativas:25 de setembro: oficina de plantas medicinais, às 14h

26 de setembro: Oficina de plantas medicinais, às 9h

14 de outubro: Contação de histórias, às 14h e às 15h

05 de novembro: Roda de conversa – encontro de parteiras e benzedeiras às 14h

*Todas as ações serão realizadas acontecer no Museu do Colono

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 01:07  comentar

Um rosto perfeito e angelical ela não conseguiu vingar na maior TV do País, a Rede Globo, onde fez algumas pontinhas. Vanessa Alves estará lançando livro "Coletânea de Imagens" pela editora "Laços e Belas Artes", no dia 14 de setembro, a partir das 18h00 no Centro Universitário Belas Artes, na Vila Mariana. 

 

Atriz que começou aos 18 anos de idade no cinema da Boca, uma região que mais produziu filmes pornochanchadas e até hoje muitos do que por lá passaram são os que sobrevivem da arte cinematográfica. Ela apareceu para o cinema como um grande feito e fora chamada de Linda Vanessa. Vanessa, cujo nome é Zilda Alves, estreou no cinema pelas mãos de Osvaldo de Oliveira, em "A “Filha de Emmanuelle” um filme repleto de erotismo, aos modos do original francês, 'Emanuelle", estrelado por Sílvia Krystel. Não contente com Zilda, o produtor Galante inventou esse nome: Vanessa. E foi assim nos primeiros filmes e ela teve sorte somente como Vanessa e depois ela inventou o sobrenome dela, Alves. 

 

Em seu primeiro filme tinha dezoito anos. Ao filmar “A Menina e o Estuprador” já era uma mulher em seu esplendor, tinha dezenove, No “Anjos do Arrabalde” do Carlão, ela ganhou em Gramado o prêmio de melhor atriz. A partir daí despertou interesse na Rede Globo, onde fez algumas pontas. Lá, ela não emplacou e até hoje não se sabe o porque disso. Caso semelhante aconteceu com a Patrícia Scalvi também, uma atriz muito boa e para sobreviver teve de virar dubladora. O cineasta Conrado Sanchez, dirigiu Vanessa Alves em três ocasiões: “A Menina e o Estuprador”, “Como Afogar o Ganso” e “Prisioneiras da Selva Amazônica”. A  atriz sempre atuou também como dubladora, mas, na última década vem se dedicando ainda mais às dublagens, sendo uma das mais requisitadas na área.  (FraM Martins). 

 

 

Filmografia até 2003

 

1980- A Filha de Emmanuelle de Osvaldo de Oliveira

1981- Anarquia Sexual de Antônio Meliande

1981- Paraíso Proibido de Carlos Reichenbach

1982- Bonecas da Noite

1982- Curral de Mulheres de Osvaldo de Oliveira

1982- O Motorista do Fuscão Preto de José Adauto Cardoso

1982- A Noite das Taras II de Ody Fraga e Cláudio Portioli

1982- Pecado Horizontal de José Miziara

1982- As Safadas (episódio “Belinha, A Virgem”) de Antônio Meliande

1982- Vadias Pelo Prazer de Antônio Meliande

1982- As Vigaristas do Sexo de Ary Fernandes

1982- A Menina e o Estuprador de Conrado Sanchez

1984- Como Afogar o Ganso de Conrado Sanchez

1984- Extremos do Prazer de Carlos Reichenbach

1984- Transa Brutal de Diogo Angélica

1985- Os Bons Tempos Voltaram: (episódio “Primeiro de Abril”) de John Herbert

1985- O Desejo da Mulher Amada de Milton Alencar

1985- Made in Brazil (episódio “Fim de Semana Impossível) de Carlos Nascimento

1986- Avesso do Avesso de Antônio F. Souza Filho

1986- Filme Demência de Carlos Reichenbach

1987- Mais Que a Terra de Eliseu Ewald

1987- Anjos do Arrabalde de Carlos Reichenbach

1987- Prisioneiras da Selva Amazônica de Conrado Sanchez

2003- Garotas do ABC de Carlos Reichenbach

EDITORIAS: ,
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 01:06  comentar

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