Revelando, imortalizando histórias e talentos
19.9.15

Inscrições para feira em Paris podem ser feitas até quarta- feira.

Os interessados em participar do edital Conexão Cultura Brasil #negócios para participar da feira Museum Connections, em Paris, poderão se inscrever até a próxima quarta-feira, dia 23 de setembro. O Ministério da Cultura (MinC) vai selecionar 20 empreendedores e gestores do setor de museus para participarem do evento na capital francesa, que ocorrerá nos dias 20 e 21 de janeiro de 2016. 

 

As inscrições podem ser feitas no sistema SALICWeb

 

A Museum Connections reúne profissionais de diversas áreas ligadas à cadeia produtiva de museus, como museologia, gestão e empreendedorismo. Em 2015, o evento reuniu 170 expositores do mundo inteiro e recebeu mais de 4 mil visitantes.

 

Dos 20 selecionados, 10 serão ligados a museus brasileiros e outros 10 representantes dessa cadeia produtiva. O MinC alerta que, no caso de representantes de museus brasileiros, é necessário anexar à inscrição uma carta de anuência do museu representado, além do restante da documentação obrigatória. Todos os inscritos, museus e empreendedores, precisam anexar o termo de compromisso. Sem o anexo, serão inabilitados. 

 

EDITAL: 

 

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 22:38  comentar

Filme “De Cabeça Erguida”, de Emmanuelle Bercot, aposta no talento peso da estrela Catherine Deneuve para chamar a atenção sobre um drama que discute um tema árido e recorrente – os menores infratores, questão candente na França e ainda mais no Brasil.

 

Deneuve é uma atriz experiente (já fora premiada em Cannes 2015 pelo ainda inédito “Mon Roi”) e diretora voltada a dramas intimistas (como “Ela Vai”, com a mesma Catherine Deneuve) Emmanuelle Bercot focaliza este tema social a partir de uma opção por não sair demais de sua zona de conforto. Ou seja, o melodrama prevalece sobre a investigação sócio-política, o que é bom e ruim.

 

A escolha mostra-se positiva quando se salienta o aspecto emocional/afetivo destroçado do garoto, uma trajetória que o conduz a esse ódio sem freios que ele volta inclusive contra si mesmo e o encaminha ao mundo do crime. O enfoque também se mostra apropriado para enfatizar sua relação ambígua com a mãe irresponsável (Sara Forestier), frágil ela também – e uma personagem que o roteiro poderia ter construído melhor.

 

A adesão destes dois ao menino, ainda que muitas vezes ele não corresponda, resumem uma tomada de posição do filme, que é humanista, não policial. Num tempo em que muitos demonstram ter desistido de procurar uma estratégia minimamente vinculada a algum grau de civilização frente a adolescentes infratores, “De Cabeça Erguida” é um bem-vindo contraponto.

 

 

No entanto, “De Cabeça Erguida”, não é grande cinema. Em originalidade, força, contundência e economia narrativa, fica anos-luz distante da produção belga. O filme também chega ao Brasil em boa hora.

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 22:38  comentar

O diretor Carlos Manga morreu nesta quinta-feira (17) aos 87 anos em sua casa na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, informou o departamento de comunicação da Globo. A causa da morte não foi divulgada pela família.

 

 

RIO DE JANEIRO, BRASIL - Com extensa carreira na TV e no cinema, Manga tem no currículo humorísticos como "Chico City", "Os Trapalhões" e "Zorra Total", além de minisséries, novelas e programas de auditório. Como cineasta, ele dirigiu 32 filmes e é considerado um dos grandes diretores de chanchada do cinema brasileiro, tendo trabalhado com os atores Oscarito e Grande Otelo.

Manga começou a trabalhar na televisão nos anos 1960, a convite de Chico Anysio, na antiga TV Rio. Em seguida ele foi para a TV Excelsior, onde chegou a ser diretor geral. Já na TV Record, de São Paulo, trabalhou com profissionais como Manoel Carlos e Jô Soares. Ele também se apresentou no Prêmio Roquette Pinto, fazendo imitações do cantor norte-americano Al Johnson.

Sua trajetória na Globo começou em 1980. Na emissora, Manga dirigiu a segunda versão do humorístico "Chico City" e também "Os Trapalhões". Na década de 1990, ele tornou-se diretor artístico de minisséries e foi responsável por produções como "Agosto" (1993), "Memorial de Maria Moura" (1994) e "Engraçadinha...Seus Amores e Seus Pecados" (1995). Como diretor de núcleo, Manga coordenou duas novelas: "Anjo Mau" (1997), adaptação da obra de Cassiano Gabus Mendes feita por Maria Adelaide Amaral, e "Torre de Babel" (1998), de Silvio de Abreu.

Carreira no cinema: 32 filmes

 

Manga dirigiu clássicos da chanchada como "Nem Sansão Nem Dalila" (1954), "Matar ou Correr" (1954) e "O Homem Sputnik" (1959). Nos anos 70, ele morou na Itália, onde conheceu a Cinecittá e Federico Fellini, seu grande ídolo. Manga trabalhou informalmente com Fellini, assistindo o italiano a dirigir o longa "Amarcord", em 1973. De volta ao Brasil, ele escreveu, produziu e dirigiu o longa "O Marginal", estrelado por Darlene Glória e Tarcísio Meira, e que foi inspirado nos ensinamentos aprendidos com Fellini. Seu último filme foi "Os Trapalhões e o Rei do Futebol" (1986), produção co-estrelada por Pelé. (Francisco Martins). 

link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 22:36  comentar

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