Revelando, imortalizando histórias e talentos
15.10.15

O diário de um detetive que buscou incansavelmente Jack, o Estripador, ou os instrumentos usados pelos gêmeos Kray para matar uma testemunha fazem parte de uma exposição sobre o crime britânico que foi inaugurada nesta sexta-feira, 10, em Londres, Inglaterra.

 

 

Mais de 600 objetos, parte dos 2.000 que formam a coleção privada da polícia britânica, integram a exposição "O Museu do Crime descoberto", no Museu de Londres, próximo da Catedral de Saint Paul.

O Museu do Crime é formado pelos objetos que a polícia reuniu desde meados do século a XIX principalmente para treinamento de seus agentes.

Sempre foi fechado ao público, até agora, com exceção de alguns convidados especiais, como o criador de Sherlock Holmes, o escritor Arthur Conan Doyle, e o mágico Harry Houdini.

As peças possibilitam uma viagem pelos últimos 140 anos do crime britânico e estão agrupadas por temas, como espionagem e terrorismo.

Há uma bomba que os nacionalistas irlandeses colocaram na estação londrina de Paddington em 1884 e que não explodiu, um computador do atentado contra o aeroporto de Glasgow em 2007, muito queimado mas de onde a polícia pode recuperar praticamente todos os seus dados.

Aparece também uma pasta com uma seringa escondida com veneno para injetar em testemunhas incômodas dos gângsters londrinos mais famosos, os irmãos gêmeos Ronnie e Reggie Kray. E garrafas de espumante que a polícia encontrou em 1963 no esconderijo de Ronnie Biggs e os autores do famoso e intrépido assalto ao trem pagador Londres-Glasgow.

Integra também a exposição o instrumental de trabalho do assassino do banho de ácido (1949), as memórias com notas manuscritas do detetive Donald Swanson, que perseguiu o famoso Jack, o estripador no século XIX em que nomeia quem, para ele, era o assassino, Aaron Kominski, em um caso nunca resolvido.

Aparecem também as máscaras de um dos ladrões -os irmãos Alfred e Albert Stratton- que assassinaram dois comerciantes, e que ajudaram a resolver um crime, pela primeira vez no Reino Unido, graças às impressões digitais, em 1905. O crime consiste "em um ser humano entrando em contato com outro ser humano e então acontecem as coisas", disse Hewitt. Coisas que ocorrem com objetos como os da exposição.

A exposição acontece de 9 de outubro a 10 de abril de 2016. 

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 22:04  comentar

O BALLET STAGIUM APRESENTA  “O CANTO DA MINHA TERRA” NO TEATRO SERGIO CARDOSO EM TORNO DO UNIVERSO DE ARY BARROSO

Foto: Divulgacao

 

 

 SÃO PAULO (SP) BRASIL - De 30 de outubro a 01 de novembro, o Ballet Stagium apresenta no Teatro Sergio Cardoso o espetáculo de dança “O Canto da Minha Terra”, com direção de Márika Gidali, idealização e coreografia de Décio Otero. Neste espetáculo eles se lançam na  tarefa de desbravar, através da dança, toda a poesia que ecoa na música.

 

 O universo sonoro de Ary Barroso (1903-1964) será o fio condutor da apresentação  contando com a participação das cantoras Celia e Celma, que estarão em cena junto com a companhia. A realização do espetáculo “O Canto da Minha Terra” também foi a forma encontrada  pela companhia fundada por Gidali e Otero de adentrar nas comemorações de seus 45 anos de existência e resistência, com amplos trabalhos artísticos, educativos, formativos e sociais.

 

 Desta vez, envolvidos pela obra de Ary Barroso, autor de Aquarela do Brasil, um importante hino afetivo do País, a companhia propõe ao público que os sigam no intuito de descobrirem o que seus bailarinos querem dizer, expressar, apresentar, e representar em dinâmicas que remetem às experiências da companhia ao longo de seus 45 anos. Esta proposta atende sua característica de explorar o território de fronteira entre a dança e o texto verbal como seu lugar de criação.

 

 O corpo de bailarinos será composto por 12 profissionais: Paula Perillo, Ariadne Okuyama, Marcia Freire, Camila Lacerda, Renata Medeiros, Roberta Silva, Eugenio Gidali, Eduardo Masqueti, John Santos, Bruno Fortunato, Cristiano Nunes e Glaucio Malheiros, além das participantes especiais das cantoras Célia e Celma. 

 

 As apresentações ocorrerão nos dias 30 e 31 outubro e 01 de novembro. Sexta e sábado, às 21h, e no domingo, às 19h, no Teatro Sergio Cardoso. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do teatro por  R$ 20,00, a inteira e R$ 10,00, a meia. 

 

FICHA TÉCNICA

 

Ideia e Coreografia: Décio Otero

Direção Teatral: MárikaGidali

Música: Ary Barroso

Trilha Sonora: Décio Otero 

Música Incidental e Edição: Marcelo Aharon Gidali

Desenho de Luz: Edgard Duprat

Participação Especial: Célia e Celma 

Bailarinos: Paula Perillo, Ariadne Okuyama, Marcia Freire, Camila Lacerda, Renata Medeiros, Roberta Silva, Eugenio Gidali, Eduardo Masqueti, John Santos, Bruno  Fortunato, Cristiano Nunes e Glaucio Malheiros.

Pesquisa: Decio Otero, Márika Gidali, Ademar Dornelles e Fabio Villardi

 

Na mesma ocasião o Ballet Stagium estará realizando ensaio aberto do PROJETO 

 

JOANINHA, sempre às 15:30 horas com entrada livre para todos. Também nos dias 30 e 31 de outubro e 01 de novembro.

 

PROJETO JOANINHA - "Atravessando a Floresta" "Um grito ecológico!  A remontagem do espetáculo "Atravessando a Floresta" do Projeto Joaninha criado por Décio Otero e Márika Gidali a dez anos atrás reforça o alerta já enfatizado pela Cia profissional do Stagium em 1990, com a obra "Floresta do 

 

Amazonas". Acariciados pela música excepcional de Egbert Gismonti, o elenco de crianças e jovens, navega num mundo de lendas, cores e magia pairando no ar um grito de alerta no coração de todos.

 

"Arte, Educação e Sociedade" - A Gênese do Projeto Joaninha Ao longo de seus 45 anos de existência e resistência, o Ballet Stagium vem diversificando a sua atuação artística, contribuindo assim de maneira objetiva naquilo que detectou desde o inicio como fundamental - "A Educação".

 

 Nesta perspectiva arte/educação formam um binômio inseparável, a arte esta sempre propondo uma nova visão, abrindo horizontes para o inexplicável e propondo novas ações para a sociedade.

 

No “Projeto Joaninha” a dança é um canal para a descoberta de potencialidades, que colabora na construção da identidade pessoal e coletiva,"Cultivar a sensibilidade para o movimento é requisito necessário para nos relacionarmos uns com os outros e com o mundo". O projeto visa não só formar profissionais e multiplicadores, mas conscientizar dos bens culturais, incentivar a pesquisa e potencializar  cidadãos  atuantes na sociedade.  Trata-se de uma aposta na dimensão artística e estética, capaz de re significar a função constitutiva da educação, implicando, para tanto, a aprendizagem de novas formas de olhar/ler/criar a realidade atual. 

 

Sobre a Compahia do Ballet Stagium:

 

A Cia. Ballet Stagium foi criada em 1971 por MárikaGidali e Décio Otero, através de um projeto amplo que visava criar uma política cultural para o País. Com o tempo, o grupo se transformaria numa escola “ontheroad”, dançando em diversos espaços, como palcos, ginásios, tribos, barcos, praças, penitenciárias e escolas.

 

Através de seus artistas, a dança se extravasa para fora da cena, resultando em aulas, palestras, projetos educativos, programas sociais, seminários, pesquisas, conversas e 

escuta de artistas e plateias. No Stagium, o palco se transforma em sala de aula, em que conteúdos artísticos de muitos tempos se apresentam em forma de dança. 

 

Além disso, eles acreditam que transformar a dança para a atualidade pressupõe intertextualidades com o teatro, música, cinema, literatura e novas mídias. Com mais de setenta estreias no currículo, o grupo se especializou em trabalhos artísticos embalados pelo choro, valsa, seresta, modinha, batucada, e até por sonoridades do Alto Xingu. Mais recentemente, eles imergiram seus trabalhos nas canções de Tom Jobim, Chico Buarque, Quinteto Violado, Luiz Gonzaga e Adoniram 

Barbosa, chegando, este ano, em Ary Barroso.

 

SERVIÇO -  O CANTO DA MINHA TERRA

 

Quando: 30 / 31 de outubro e 01 de novembro (sexta a domingo)

Horário: Sexta e sábado, 21h. Domingo, 19h.

Duração: 60 min.

Local: Teatro Sergio Cardoso

Rua Rui Barbosa, 153 - Bela Vista   - Telefone: (11) 3288-0136 

Capacidade de público: 835 lugares

Valor: R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (a meia)

Classificação etária: Livre.

 

Mais informações à imprensa e fotos em alta resolução:

Ballet Stagium

Tel.: (11) 30850151

 

ENSAIO ABERTO

 

Projeto Joaninha - Atravessando a Floresta

Dias 30 / 31 de outubro e 01 de novembro às 15:30 horas

Teatro Sergio Cardoso - Sala Sergio Cardoso

 

ENTRADA GRATUITA

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 21:59  comentar

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