Revelando, imortalizando histórias e talentos
24.11.15

MARCOS ROBERTO PORTES REALIZA OFICINA DE LUTERIA DURANTE ESTAÇÃO ARTESANAL

 

SANTA BÁRBARA d'OESTE (SP) BRASIL - O luthier fala sobre conversação e aplicação de verniz de goma laca em madeiras na Estação Cultural Durante a “Estação Artesanal”, primeira feira de artesanato da Estação Cultural, o luthier Marcos Roberto Portes, vencedor do Conservatório de Tatuí com a confecção de uma viola, realiza oficina de luteria sobre aplicação de verniz de goma laca, com foco em instrumentos musicais acústicos. Que tal aproveitar o evento e aprender um pouco sobre conservação? 

 

A partir das 16 horas, no próximo dia 28, sábado, Portes passará seu conhecimento da técnica de aplicação da goma laca. “Será passada a técnica de preparação da madeira e do verniz, tipos de goma laca, e modos de aplicação. A técnica pode ser usada em móveis, violões, violas caipira, violinos e qualquer peça de madeira que precise da proteção do verniz, com visual natural destacando a beleza e as características acústica das madeiras”, explica Portes.

 

A técnica apresentada, também conhecida como polimento francês ou french  polishing, é uma das mais antigas de envernizamento de madeiras. Portes explica a composição do material “É um verniz natural, preparado com os flocos da goma extraída de regiões específicas da Índia, de grande beleza e resistência, com inúmeras vantagens para o móvel ou instrumento musical. Não é tóxico e permite refazer o verniz quando necessário”, conta o luthier.

 

Inaugurada em 2007, a Estação Cultural é resultado da revitalização da antiga estação ferroviária de Santa Bárbara d´Oeste pela Fundação Romi. A Estação Cultural é um lugar de encontros plurais e multiculturais, onde a comunidade pode aprimorar a sua percepção acerca da cultura local e regional, divulgar valores, trocar vivências, adquirir conhecimentos, experimentar emoções, elaborar pensamentos, tomar iniciativas e ajudar a constituir a identidade cultural da cidade e região. A Estação Cultural está localizada na Av. Tiradentes, 02, no Centro de Santa Bárbara d´Oeste, SP. (19) 3455-4833 – www.estacaocultural.org.br .

 

SOBRE MARCOS ROBERTO PORTES

 

O luthier fala sobre conversação e aplicação de verniz de goma laca em madeiras na Estação Cultural

Durante a “Estação Artesanal”, primeira feira de artesanato da Estação Cultural, o luthier Marcos Roberto Portes, vencedor do Conservatório de Tatuí com a confecção de uma viola, realiza oficina de luteria sobre aplicação de verniz de goma laca, com foco em instrumentos musicais acústicos. Que tal aproveitar o evento e aprender um pouco sobre conservação? 

 

A partir das 16 horas, Portes passará seu conhecimento da técnica de aplicação da goma laca. “Será passada a técnica de preparação da madeira e do verniz, tipos de goma laca, e modos de aplicação. A técnica pode ser usada em móveis, violões, violas caipira, violinos e qualquer peça de madeira que precise da proteção do verniz, com visual natural destacando a beleza e as características acústica das madeiras”, explica Portes. (Fonte: Carlos Guimarães ). 

 

SERVIÇO:

 

Oficina de Luteria – Aplicação de verniz goma laca em madeiras

Inscrições via robertoportes.luthier@gmail.com ou

 (19) 99351-0190 WhatsApp

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 23:39  comentar

O BALLET STAGIUM APRESENTA “O CANTO DA MINHA TERRA”  NO AUDITÓRIO DO MASP UNILEVER

 

SÃO PAULO (SP) BRASIL - De 11 A 13 de dezembro, o Ballet Stagium apresenta no Auditório do  MASP UNILEVER, o espetáculo de dança “O Canto da Minha Terra”, com direção de Márika Gidali, idealização e coreografia de Décio Otero. Neste espetáculo eles se lançam na tarefa de desbravar, através da dança, toda a poesia que ecoa na obra Ary Barroso. Visitantes do MASP: de 17 de novembro a 13 de dezembro -  "Meia entrada"

 

O universo sonoro de Ary Barroso (1903-1964) será o fio condutor da apresentação, com a participação das cantoras Celia e Celma, que contam e cantam Ary Barroso. A realização do espetáculo “O Canto da Minha Terra” também foi a forma encontrada pela companhia fundada por Gidali e Otero de adentrar nas comemorações de seus 45 anos de existência e resistência, com amplos trabalhos artísticos, educativos, formativos e sociais. Desta vez, envolvidos pela obra de Ary Barroso, autor de Aquarela do Brasil, um importante hino afetivo do País, a companhia propõe ao público que os sigam no intuito de descobrirem o que seus bailarinos querem dizer, expressar, apresentar, e representar em dinâmicas que remetem às experiências da companhia ao longo de seus 45 anos. Esta proposta atende sua característica de explorar o território de fronteira entre a dança e o texto verbal como seu 

lugar de criação.

 

As apresentações ocorrerão nos dias 11, 12 e 13 de dezembro. Sexta e sábado, às 21h, e no domingo, às 18h, no Auditório do MASP UNILEVER. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do Museu por  R$ 30,00, a inteira e R$ 15,00, a meia. Visitantes do Museu: de 25 de novembro a 13 de dezembro -  R$15,00

 

FICHA TÉCNICA

 

Idéia e Coreografia: Décio Otero

Direção Teatral: Márika Gidali

Música: Ary Barroso

Trilha Sonora: Décio Otero 

Participação Especial: Célia e Celma 

Música Incidental e Edição: Marcelo Aharon Gidali

Desenho de Luz: Edgard Duprat

Bailarinos: Paula Perillo, Ariadne Okuyama, Marcia Freire, Camila Lacerda, 

Roberta Silva, Eugenio Gidali, Eduardo Masqueti, John Santos, Bruno 

Fortunato, Gláucio Malheiros e Cristiano Nunes. 

Pesquisa: Decio Otero, Márika Gidali, Ademar Dornelles e Fabio Villardi

Fotos: Arnaldo Torres

Licenciamento Editora Aquarela do Brasil

 

Sobre a Companhia do Ballet Stagium

 

A Cia. Ballet Stagium foi criada em 1971 por Márika Gidali e Décio Otero, através de um projeto amplo que visava criar uma política cultural para o País. Com o tempo, o grupo se transformaria numa escola “on the road”, dançando em diversos espaços, como palcos, ginásios, tribos, barcos, praças, 

penitenciárias e escolas.

A companhia foi fundada em plena ditadura militar, uma época de censura, repressões e violência. Temas como o racismo, violência, opressões e genocídios foram retratados em seu repertório, que em parceria com Ademar Guerra, desafiou a censura dançando textos proibidos na época como Navalha na Carne, de Plínio Marcos, sob o título Quebradas do Mundaréu, em 1975.

Através de seus artistas, a dança se extravasa para fora da cena, resultando em aulas, palestras, projetos educativos, programas sociais, seminários, pesquisas, conversas e escuta de artistas e platéias. No Stagium, o palco se transforma em sala de aula, em que conteúdos artísticos de muitos tempos se apresentam em forma de dança.

Além disso, eles acreditam que transformar a dança para a atualidade pressupõe intertextualidades com o teatro, música, cinema, literatura e novas mídias. O Ballet Stagium em seus 45 anos de existência, está em constante transito entre tradição e ruptura, estabelecendo uma estética própria e uma linguagem que propõe a refletir o Brasil em sua complexidade social, histórica e cultural.

 

SERVIÇO   O CANTO DA MINHA TERRA

 

Quando: de 11 a 13 de dezembro - 2015

Horário: Sexta e sábado, 21h. Domingo, 18h.

Duração: 60 min.

Auditório MASP UNILEVER

Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand 

Avenida Paulista, 1578 - Cerqueira César

CEP 01310-200 - São Paulo / SP

Bilheteria:   TER – DOM 10H –18H; QUI 10H – 20H; SEG FECHADA

 11 - 3149 5959

 

Capacidade da Sala: 374 lugares

Valor: R$ 30,00 (inteira); R$ 15,00 (a meia)

Visitantes do Museu: de 25 de novembro a 13 de dezembro -  R$15,00

Classificação etária: Livre

Mais informações à imprensa e fotos em alta resolução:

Ballet Stagium

Tel.: (11) 30850151      (11) 41132310

 
EDITORIAS:
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