Revelando, imortalizando histórias e talentos
8.3.17

Foi aberta ao público a exposição fotográfica que dá continuidade às homenagens dos 95 anos do Palácio Piratini. 

Foto: Luiz Chaves/Palácio Piratini

 

PORTO ALEGRE (RS) BRASIL - Instalada no saguão da sede do Executivo, a mostra exibe 18 obras refletindo o olhar dos servidores sobre a arquitetura, história e os diversos espaços do complexo. Os interessado em conhecer o conteúdo poderão visitá-la até 14 de março. Responsável pela exposição, a primeira-dama Maria Helena Sartori lembrou o significado afetivo da ação cultural.

 

Quase centenário

 

As comemorações de aniversário do Palácio Piratini começaram em maio de 2016 e se estendem até maio deste ano. No roteiro, diversas atividades foram organizadas como vídeo comemorativo, lançamento de exposição sobre arquitetura e memória, apresentação da Ospa, oficina de restauro com Toninho Sarasá, livro infantil com atividades lúdicas e homenagem aos servidores com mais de 25 anos de trabalho. 

 

O Palácio Piratini recebeu este nome, em 1955, por decreto do governador Ildo Meneghetti, em homenagem à primeira capital da República Rio-Grandense. Tombado pelos institutos do patrimônio histórico e artístico estadual e federal, a sede foi palco de eventos marcantes na história. Em 1961, foi símbolo do movimento de resistência da Legalidade e ameaçado de bombardeio. As comemorações de aniversário começaram em maio do ano passado e se estendem até maio deste ano. 

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 23:59  comentar

Suas frases fortes, seu desapego ao material e humildade, sabia-se que era questão de tempo ver cinebiografias suas nas telonas. 


Isso acontece agora com “Papa Francisco: Conquistando Corações”, um título nacional que não deixa dúvidas quanto ao caráter elogioso da obra do diretor Beda Docampo Feijóo.



Baseado em livro de Elisabetta Piqué, o filme dispõe-se a contar a história de Jorge Mario Bergoglio, seu nome de batismo, desde a infância, numa família de classe média de origem italiana, passando pela adolescência, quando descobriu a vocação religiosa – para desespero de sua mãe, que sonhava vê-lo médico.

 

A história não se detém muito nesse período e sim na vida adulta do já cardeal de Buenos Aires (interpretado com afinco pelo ator Dario Grandinetti, de “Fale com Ela”). A ênfase está em situar o cardeal como uma pessoa de hábitos simples, que usa o transporte público e anda pelas ruas da capital portenha, abrindo mão inclusive de seu palácio, entregue a atividades educacionais e de catequese. Também se abre espaço a seus enfrentamentos com uma parte da elite rica do país, bem como com os militares que o comandaram na ditadura 1976-1983.

 

Cinebiografia feita com carinho mas visível compromisso em não polemizar, o filme é agradável mas certamente não é o que um papa com esta personalidade e importância merece.A cinebiografia do Papa Francisco é dirigida por Alejandro Agresti (“A casa do lago”) e estrelada por Rodrigo De la Serna. Emocionate! (Francisco Martins com Agências Internacionais). 

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 23:57  comentar

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