Revelando, imortalizando histórias e talentos
9.3.17

 

A Era de Ouro dos chamados "filmes silenciosos" em Pernambuco, entre os anos 20 e 30 do século passado, teve uma mulher com um de seus personagens mais emblemáticos. 

 

Adriana Falangola, carinhosamente chamada de Dona Didi, é considerada a primeira atriz do cinema mudo pernambucano. Filha do cineasta italiano Ugo Falangola, um dos pioneiros da sétima arte no País, Adriana, hoje com 98 anos, chega neste dia 8 de março como testemunha da evolução cultural brasileira e como símbolo de uma época.

 

Desde cedo Adriana acostumou-se a acompanhar o pai nos sets de filmagens dos documentários produzidos pela Pernambuco Film, produtora criada por Falangola em parceria com J. Cambieri. Cada documentário contava com créditos iniciais e finais distintos, todos protagonizados por Dona Didi. "Eu era quase o leão da Metro-Goldwyn-Mayer", brinca.

 

o documentário Veneza Americana (1924), um dos principais filmes de Falangola, que foi recentemente restaurado pela Cinemateca Brasileira, Adriana aparece aos seis anos na vinheta de abertura. O processo era aparentemente simples, porém bastante sofisticado para o período. Nele, Adriana surge em cena rasgando um papel com a logo da produtora e ao final do filme, a mesma imagem reaparece inteiramente reconstruída. 

 

 Conquistas pessoais 

 

No fim do cinema mudo, Falangola deixou o mundo dos documentários para dedicar-se à publicidade. No entanto, a integração de Adriana ao universo do pai não ficou restrito apenas aos sets de filmagem ou ao estúdio da Pernambuco Film. 

 

Contrariando os costumes da época, que reservava às mulheres apenas espaços muito bem delimitados, Ugo deu à filha outro lugar de poder. Juntos, Cambieri e Falangola montaram a produtora Pernambuco Film nos anos 20 e deram início ao movimento conhecido como Ciclo do Recife.

 

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 23:28  comentar

 

O Ministério da Cultura  apoiará Feira Pan-Amazônica do Livro

 

O Ministério da Cultura (MinC) irá apoiar, neste ano, a Feira Pan-Amazônica do Livro, a quarta maior feira de literatura do Brasil e a maior da Região Norte em termos de programação e área ocupada, atrás apenas da Bienal Internacional do Livro de São Paulo, da Bienal do Livro do Rio de Janeiro e da Feira do Livro de Porto Alegre.

 

Grande vitrine literária \ receita

 

A 21º edição do evento, que ocorrerá em Belém (PA) entre 26 de maio e 5 de junho, terá como tema principal a poesia. O homenageado deste ano será o poeta piauiense Mauro Faustino. Realizado anualmente, o evento conta com público estimado de 400 mil visitantes. Na programação, há oficinas, cursos, lançamentos de livros, seminários e atividades que envolvem cinema, teatro, música, fotografia e dança. O objetivo é promover ações de incentivo à leitura e fomento à produção e à difusão cultural.

 

Segundo a Secretaria de Cultura do Pará, a Feira Pan-Amazônica gera negócios da ordem de R$ 18 milhões, em média, ao incrementar a produção literária nacional e local, aumentar o número de leitores e gerar empregos no setor.

 

EDITORIAS: ,
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 23:27  comentar

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