Revelando, imortalizando histórias e talentos
25.3.17

 

Brasil leva 34 autores à 37ª edição do Salão do Livro de Paris, que teve início na sexta, 24. 

 

Em Paris, capital francesa, começa a 37ª edição do Salão Livro de Paris, que reúne três mil escritores e escritoras do mundo todo na maior feira literária da França. O secretário de Economia da Cultura do Ministério da Cultura (MinC), Mansur Bassit, estará presente no evento representando o MinC, e o Brasil contará com estande ao lado do pavilhão de honra do Marrocos – país homenageado em 2017.

 

Este ano, o Ministério das Relações Exteriores levará 34 autores brasileiros que participarão das atividades, oficinas e debates previstos para o Salão. A expectativa é que nos quatro dias de duração do evento circulem cerca de 150 mil pessoas.  Único país a ter sido duas vezes o convidado de honra do evento, em 1998 (quando delegação de 38 autores esteve presente) e em 2015 (quando 48 escritores foram oficialmente convidados), o Brasil vem desde 2012 participando ininterruptamente do Salão do Livro.

 

Para esta edição, a Embaixada brasileira em Paris oferecerá ampla programação literária, com cerca de 40 atividades, entre sessões de dedicatórias, mesas-redondas, conferências e leituras. 

 

Escritores presentes

 

 

Participarão do Salão, no estande da Embaixada brasileira os escritores: Antonio Salvador, Domício Proença Filho, Estevão Azevedo, Fabio Pereira Ribeiro,Flávio Goldman, Franklin Carvalho, Godofredo de Oliveira Neto, Henrique de Medeiros, Henrique Rodrigues,Julia Wähman, Luisa Geisler, Marcelo Maluf, Marcelo Marinho, Marcelo Moutinho, Márcia Tiburi, Marco Guimarães, Marcos Peres, Mario Rodrigues, Marta Barcellos, Mazé Chotil, Mickael de Oliveira, Nilma Lacerda, Paula Salnot, Paulo Emilio Azevedo, Rafael Gallo, Roberto Parmeggiani, Robson Viturino, Rodrigo Ciriaco, Rui Zink, Samuel Titan Junior, Saulo Neiva, Sheyla Smanioto, Socorro Acioli e Susanna Busato.

 

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link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 23:23  comentar

 

Bob Dylan diz não estar sendo saudosista em novo álbum onde revisita grandes clássicos do passado. 

 

“Triplicate” o mais recente álbum de Bob Dylan, explora canções norte-americanas das décadas de 1930, 40 e 50. Entretanto, o cantor e compositor diz que isto não significa que está com saudades do passado.

O cantor também não se mostrou preocupado se seus fãs irão gostar do disco. Este é o terceiro em muitos anos que apresenta versões para canções clássicas como “Stormy Weather”, “As Time Goes By” e “Stardust”.

“Estas canções são algumas das coisas mais dolorosas já colocadas em um disco e quis fazer justiça a elas. Agora que as vivi e vivi através delas, entendo-as melhor”, disse Dylan, de 75 anos, ao escritor musical Bill Flanagan em rara entrevista.

O álbum “Triplicate”, de três discos, será lançado em 31 de março. Ele segue o álbum de covers de Frank Sinatra “Shadows in the Night”, de 2015, e “Fallen Angels”, de 2016, fazendo um forte contraste com as composições socialmente engajadas de folk e rock pelas quais Dylan continua conhecido.

Perguntado sobre o que os fãs pensam de álbuns de covers, Dylan disse: “Estas canções são para o homem na rua, o homem comum, a pessoa cotidiana. Talvez seja um fã de Bob Dylan, talvez não, eu não sei”.

Em uma entrevista que abrangeu vários temas, Bob Dylan também falou sobre sua admiração pela falecida Amy Winehouse, chamando-a de “a última individualista real”; sua tentativa fracassada com George Harrison anos atrás. 

 

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link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 23:21  comentar

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