Revelando, imortalizando histórias e talentos
8.6.17

 

O poeta português Manuel Alegre foi eleito nesta quinta-feira o novo ganhador do Prêmio Camões, principal troféu literário da língua portuguesa. Com a escolha de seu nome, Portugal ganha seu 12º prêmio e se iguala ao Brasil. 

 

O Camões escolhe todo ano um escritor lusófono pelo conjunto de sua obra, que recebe 100 mil euros como prêmio. O último português a vencer o Camões havia sido a escritora Helia Correa, em 2015. A cerimônia de entrega será em Lisboa, em data a ser acordada, como habitualmente, entre os governos brasileiro e português. 

 

 

O Prêmio Camões de Literatura foi instituído em 1988 com o objetivo de consagrar um autor de língua portuguesa que, pelo conjunto de sua obra, tenha contribuído para o enriquecimento do patrimônio literário e cultural de nossa língua comum.

 

Breve perfil 

 

Como poeta, "começou a destacar-se nas coletâneas Poemas Livres (1963-1965). Mas o grande reconhecimento nasce com os seus dois volumes de poemas, Praça da Canção (1965) e O Canto e as Armas (1967), apreendidos pelas autoridades antes do 25 de Abril, mas com grande circulação nos meios intelectuais".

 

 

"O Canto e as Armas" é "o livro de uma geração, mas também um livro que se prolongou no tempo. Passou 10 anos exilado em Argel, e sua voz ao microfone da rádio "A voz da liberdade" converteu-se num símbolo de resistência e liberdade. Em maio de 1974. Seis poemas, cantados por muitos músicos portugueses, tornaram-se emblemáticos da luta pela liberdade. ( Formas&Meios). 

 

link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 23:11  comentar

Um suspense familiar, ambientado numa localidade isolada e sempre coberta pela neve é a mais perfeita descrição de “Neve Negra”, segundo filme do diretor argentino Martín Hodara. 

 

Pode-se dizer que Darín, muito popular inclusive no Brasil, desta vez é um coadjuvante – embora de luxo, já que seu personagem, Salvador, é fundamental numa trama sombria, fechada numa família de rudes caçadores. O pai (Andrés Herrera) acaba de morrer, o que motiva a volta para casa de um dos filhos, Marcos (Leonardo Sbaraglia), que morava na Espanha, trazendo consigo sua mulher, Laura (Laia Costa), que está grávida.

 

Os homens deste clã, quase todos ostentando glaciais olhos azuis, são de poucas palavras sobre o passado, que oculta um trauma, a morte de um dos irmãos, Juan (Iván Luengo), num acidente durante uma caçada. As memórias deste episódio assombram os pesadelos de Marcos, especialmente neste retorno à casa paterna, que ele pretendia ter deixado para trás para sempre.

 

A única irmã, Sabrina (Dolores Fonzi), vive internada num hospital psiquiátrico. Marcos a visita, mas não demonstra a menor disposição de rever o irmão mais velho, Salvador, que vivia com o pai na antiga propriedade familiar, um refúgio isolado nas montanhas. No entanto, a propriedade é cobiçada por compradores estrangeiros e o advogado da família, Sepia (Federico Luppi), insiste para que Marcos convença Salvador a aceitar a proposta milionária, o que este nega terminantemente.

 

Marcos e Laura finalmente decidem visitar Salvador com este propósito. É visível a tensão que se declara entre os dois irmãos, expressando um mal-estar cheio de sugestões sinistras. A princípio uma espectadora passiva deste duelo mudo, Laura progressivamente se afirma no espaço entre os dois irmãos, manifestando habilidades inesperadas em vários sentidos.

 

Roteirizado pelo próprio Hodara, em parceria com Leonel D’Agostino, o filme revela seus segredos com parcimônia, ocultando e revelando pistas à medida que os dois irmãos se enfrentam e se evitam. Um recurso muito eficiente é abrir mão dos flashbacks clássicos, colocando no mesmo quadro episódios antigos como se ocorressem em paralelo no presente e os personagens de hoje assistissem ao próprio passado de olhos abertos.

 

Sem ser genial nem reinventar um gênero com tantos mestres, “Neve Negra” sustenta-se sobre poucos pilares cuidadosamente escolhidos, o mais sólido deles a eficiência de um elenco afinado no tom. Além disso, revelam-se acertados a opção por criar um clima claustrofóbico com uma fotografia apegada aos tons escuros e os recursos sonoros usados em momentos precisos.

 

Coprodução entre a Argentina e a Espanha, o filme tem no elenco uma atriz espanhola – Laia Costa. Suas sequências na neve foram filmadas num parque nacional em Andorra, nos Pirineus. As cenas interiores foram feitas em Buenos Aires. (Fontes: br.reuters.com \ AgênciaFM). 

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 17:06  comentar

São Luís, no Maranhão,  abrigará o segundo Museu do Reggae do mundo

 

O Museu do Reggae será localizado na Rua da Estrela, nº124, Centro, em São Luís. O espaço, além de homenagear o estilo musical típico da cultura maranhense, será um grande vetor de desenvolvimento do turismo na capital. 

 

São Luís, Maranhão (Brasil) chamado de a Jamaica Brasileira, abrigará o segundo Museu do Reggae do mundo. Em noite de muita festa da massa regueira em reverência o 'rei' do gênero Reggae Bob Marley, o governador Flávio Dino assinou a ordem de serviço para a implantação do espaço que vai abrigar a história do estilo musical símbolo do Maranhão. Assinado em 5 de maio, o instrumento deverá ficar pronto em 120 dias. 

 

Segundo o governado,  o "Museu do Reggae já é uma realidade. A primeira peça é a radiola do serralheiro”.disse. O escolhido para ser diretor e curador do Museu do Reggae, Ademar Danilo, é um dos expoentes do estilo musical no Maranhão

 
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 17:05  comentar

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