Revelando, imortalizando histórias e talentos
2.11.17

 


Dom Pedro II, imperador do Brasil de 1840 a 1889, era um amante da fotografia – é até mesmo considerado o primeiro fotógrafo brasileiro. 

 

RIO DE JANEIRO, BRASIL - Após a proclamação da República, ele deixou uma coleção de 23 mil peças (parte integrante de sua biblioteca particular), a maior parte doada à Fundação Biblioteca Nacional (FBN). Parte da coleção de fotografias estará exposta pela primeira vez na Biblioteca Nacional, a partir desta segunda (30), na mostra "Uma viagem ao mundo antigo – Egito e Pompéia – nas fotografias da Coleção D. Thereza Christina Maria". 

 

Sobre a mostra

 

Com curadoria de Joaquim Marçal, a mostra da Biblioteca Nacional, com 119 imagens, levará ao público originais fotográficos que ficaram guardados, sem qualquer manuseio ou exposição à luz, por aproximadamente um século.

 

Dividida em dois módulos, a mostra evoca a antiguidade a partir das ruínas do Egito Antigo e de Pompeia e, simultaneamente, alguns aspectos importantes da história das imagens e de sua reprodutibilidade – com destaque para a fotografia, mas sem deixar de levar em conta os processos que a antecederam e com ela coexistiram. A ideia é exibir as diversas técnicas de reprodução experimentadas no século XIX. Obras do egiptólogo Auguste Mariette-Bey, fundador do Museu do Cairo, com quem D. Pedro II travou relações; e do fotógrafo e documentarista inglês Francis Frith, pioneiro na edição de livros fotográficos, são os destaques da exposição.

 

Também chamam atenção o conjunto de fotos de Pompeia, do fotógrafo italiano Michele Amodio, e os maravilhosos trabalhos do arquiteto inglês Owen Jones no livro "A gramática do ornamento", um compêndio das linguagens visuais adotadas nos ornamentos de diversas culturas desde o Egito Antigo.

 

Serviço

 

Exposição "Uma viagem ao mundo antigo"

Data: 1/11/2017 a 30/1/2018

Período: segunda a sexta-feira, das 10h às 16h30h; e sábado, das 10h às 14h30

Local: Espaço Cultural Eliseu Visconti (Rua México s/n, Rio de Janeiro, RJ)

 

EDITORIAS:
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Entenda o registro de expressões culturais relacionadas a religiões

 

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) tem como missão identificar e reconhecer práticas culturais diversas para fortalecer identidades, garantindo o direito à memória e contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico do País. As religiões em si não são passíveis de tombamento ou registro. Entretanto, o Iphan reconhece expressões culturais relacionados a diversas religiões e instituições de cultura que atuam na preservação de lugares e práticas culturais relacionadas às religiões. 

 

Respaldado pelo institutos do tombamento (Decreto-Lei 25/37), inventários e registros (Decreto 3.551/2000), a atuação do Iphan está pautada no reconhecimento de bens de natureza material e imaterial. 

 

Em relação aos bens materiais, considera "coisas móveis ou imóveis" de excepcional valor histórico, arquitetônico, entre outros, por meio do tombamento, cujos efeitos legais de proteção recaem sobre o aspecto da materialidade do bem. 

 

Há vários exemplos deste tipo de tombamento relacionado ao universo da religião, tais como terreiros de Candomblé e diversas igrejas católicas. Já no campo do patrimônio imaterial, o registro é um instrumento legal de preservação, reconhecimento e valorização do patrimônio imaterial do Brasil, composto por bens que contribuíram para a formação da sociedade brasileira.

 

 

EDITORIAS:
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