Revelando, imortalizando histórias e talentos
16.11.17

Sede da presidência do Brasil até a transferência da capital federal para Brasília (1960) e palco de capítulos controversos da história republicana brasileira, como o suicídio de Getúlio Vargas, o Palácio do Catete, no Rio de Janeiro (RJ), é local privilegiado para celebrar e refletir sobre a Proclamação e toda a história que se seguiu à instauração de uma república federativa presidencialista no Brasil.

 

Os paradoxos, ambiguidades, embates e polêmicas gestados nessa trajetória são o foco da exposição "Gabinete republicano de histórias controversas, não ditas e mal ditas", que o Museu da República abre ao público com conteúdo integral nesta quarta-feira (15), feriado da Proclamação da República. Mostra tem como ponto de partida duas salas do museu. 

 

A primeira sala da exposição, que ficará em cartaz até o final de 2018, aborda as controvérsias e crises dos dez primeiros anos da República, com enfoque no golpe que derrubou a monarquia e nas grandes revoltas do período, como as revoltas da Armada e de Canudos.

 

A segunda sala trata do descompasso entre o projeto europeizante das elites brasileiras do início do século XX com a realidade do país, abordando também o tema do racismo e preconceito, além da ambígua figura de Getúlio Vargas. Já a terceira sala mostra diversas questões controversas do período de 1960 até a atualidade: a construção de Brasília, o golpe de 1964, a redemocratização, a constituinte de 1988, os movimentos sociais e os impeachments.

 

A quarta e última sala da exposição faz um apanhado da mostra e estimula a reflexão para o futuro próximo do Brasil. Com destaque para mais um ineditismo: pela primeira vez desde 1889, o projeto iconográfico original daquela que viria a ser a atual bandeira do Brasil será exposto ao público.

 

Serviço

 

Museu da República

Endereço: Rua do Catete, 153 – Rio de Janeiro – RJ

Tel: (21) 2127-0324

Horários: Terça a sexta, das 10h às 17h; sábados, domingos e feriados, das 11h às 18h

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 13:59  comentar

Começa nesta quinta-feira (16), na Cinemateca Brasileira, em São Paulo, a mostra Brasil em Transe. 

 

Até o dia 26 de novembro, serão exibidos nove longas-metragens produzidos entre 1964 e 1977 e realizadas duas mesas-redondas, nas quais serão debatidos o filme Terra em Transe (1968), de Glauber Rocha, e o chamado Cinema de Invenção, que produziu, no final da década de 1960 e início dos anos 1970, uma visão vertical da realidade brasileira, construindo uma das mais originais e criativas filmografias do cinema nacional.

 

Além de Terra em Transe, também serão exibidos, com entrada franca, os longas A Margem (1967), de Ozualdo Candeias; O Desafio (1964), de Paulo César Saraceni; O Bandido da Luz Vermelha (1968), de Rogério Sgarzela; Os Herdeiros (1969), de Cacá Diegues; Hitler Terceiro Mundo (1968), de José Agripino de Paula; Bang-bang (1969), de Andrea Tonacci; Sem essa Aranha (1970), de Rogério Sganzerla; e O Vampiro da Cinemateca (1977), de Jairo Ferreira.

 

A mostra está sendo promovida pelo Ministério da Cultura (MinC), por meio da Cinemateca Brasileira, e pela Sociedade Amigos da Cinemateca, responsável pela coordenação. A curadoria é do teórico e professor de cinema brasileiro Ismail Xavier.

 

Serviço

 

Mostra Brasil em Transe

De 16 a 26 de novembro

Cinemateca Brasileira – Largo Senador Raul Cardoso, 207 – Vila Clementino – São Paulo (SP)

Entrada franca

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 13:57  comentar

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