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26.10.20

Em atualização Procriação medicamente assistida após a morte do dador aprovada no Parlamento

LISBOA, PORTUGAL - O parlamento aprovou na generalidade esta sexta-feira um projeto de lei de uma iniciativa de cidadãos, dinamizada por uma mulher que pretende engravidar do marido que morreu e que pede que seja legislada a procriação medicamente assistida “post mortem”. O PS, BE, PCP, PEV, PAN, Iniciativa Liberal, a deputada Joacine Katar Moreira e a deputada Cristina Rodrigues votaram favoravelmente.

 

Quem votou contra: PSD e CDS 

Abstiveram-se os deputados do PS Romualda Fernandes, Isabel Rodrigues, Joaquina Matos e o deputado Filipe Neto Brandão.

A Iniciativa Legislativa de Cidadãos (ILC) para consagrar a inseminação ‘post mortem’ na lei da Procriação Medicamente Assistida (PMA) foi promovida em fevereiro por Ângela Ferreira.

“Afigura-se de extrema crueldade e discriminação que uma mulher que inicie um processo de PMA, durante a doença do seu marido ou companheiro, tendo crio-preservado o seu sémen e com consentimento prévio assinado, não possa dar continuidade ao desejo do casal e a um projeto de vida ponderado cuidadosamente e conjuntamente”, refere o projeto de lei. (AgênciaFM \ sapo.pt).

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Theatro Circo recebe Selma Uamusse, Adriana Calcanhotto e B Fachada até Dezembro 

BRAGA, PORTUGAL - A sala bracarense anunciou esta quarta-feira a sua programação até ao final do ano, onde se inclui também Delírio a Dois, de Ionesco, pela companhia Ninguém, e a coreografia Drama, de Victor Hugo Pontes.

A programação dos últimos dois meses do ano no Theatro Circo começa, no dia 7 de Novembro, com Selma Uamusse a apresentar o segundo disco de originais, Liwoningo, produzido pelo brasileiro Guilherme Kastrup.

No dia 13, a companhia Ninguém leva à cena Delírio a Dois, de Ionesco, e um dia depois Tiago Sousa apresenta o novo disco, Oh Sweet Solitude, que surge quatro anos depois de Um Piano nas Barricadas. (Fram Martins \ publico.pt)

 

Serviço 

 

Endereço: Av. da Liberdade 697, Braga, Portugal

Telefone: +351 253 203 800

 
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link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 13:59  comentar

Exposição Virtual Eugenia Feodorova: a fada camponesa no Municipal do Rio de Janeiro

“Eugenia Feodorova: a fada camponesa” é o destaque da exposição virtual em formato de e-book e primeiro tema da nova série Coreógrafos do Municipal, elaborada pelo Centro de Documentação do Theatro Municipal do Rio de Janeiro  
 

A coreógrafa russa dirigiu o Corpo de Baile entre 1958 e 1961, e montou o primeiro Lago dos Cisnes completo da América Latina, em 1959, retornando como maître posteriormente O Theatro Municipal destaca Eugenia Feodorova, um dos principais nomes da dança no país, na nova série Coreógrafos do Municipal, que será disponibilizada a partir desta segunda-feira, dia 26 de outubro, no site www.theatromunicipalrj.gov.rj.br . 

 

Eugenia nasceu em Kiev, na Ucrânia, em 17 de outubro de 1923 e iniciou ainda criança seus estudos de balé. Foi primeira bailarina em várias companhias da Europa: Alemanha, Itália, Espanha e França. E por que escolheu o Brasil para viver? Porque encontrou semelhanças entre o povo brasileiro e o russo: a alegria, a musicalidade, o gosto pela dança.

 

Foto acervo pessoal Irene Orazem – 1959 -  Acervo CEDOC/TMRJ

Feodorova, carinhosamente chamada de Dona Eugenia pelos bailarinos, tinha uma imagem do nosso país antes de vir pra cá, em 1954. Imaginava uma terra alegre, ensolarada. Mas a bailarina chegou ao Rio de Janeiro no dia da morte de Vargas, em 24 de agosto, em um momento triste, com o país em luto, o que lhe causou, de imediato, uma enorme decepção, superada tempos depois.

Marcada pelos horrores da Segunda Guerra Mundial, Eugenia foi levada para a Alemanha depois de ter os pais e a irmã mais nova assassinados pelos nazistas, em Kiev. Sobreviveu graças à dança, já que na hora do ataque estava em um ensaio, no teatro local.

Na cidade maravilhosa, Eugenia contribuiu e muito com o Municipal através de seu trabalho ao tornar os espetáculos de balé verdadeiras preciosidades artísticas, marcando, historicamente, as temporadas no Theatro. Entre 1958 e 1961, coreografou os espetáculos de bailados das temporadas apresentando, no cinquentenário do teatro, "Le Coq D'Or" e o lendário “Lago dos Cisnes”, de Tchaikovsky, feito em quatro atos pela primeira vez na América Latina. Coreografou outros grandes balés como "Descobrimento do Brasil", de Villa-Lobos, “Lago dos Cisnes” (nas temporadas de 1991 e 2003) e “O Quebra-Nozes”.

Ao longo se sua carreira recebeu diversos prêmios, inclusive o de Cidadã Honorária do Rio de Janeiro (1983) e a Medalha do Mérito Artístico da Dança do Conselho Brasileiro de Dança, associado ao Conseil International de la Danse da Unesco (1986).

A Série Coreógrafos do Municipal, assim como a Série Compositores no Municipal, que já trouxe exposições virtuais em formato de e-book, sobre os maestros e compositores como Francisco Braga, Richard Strauss e Alberto Nepomuceno, disponibiliza agora imagens e informações importantes do mundo da dança, revelando inúmeras curiosidades que marcaram a memória das temporadas do Theatro.

 

Serviço:

 

Exposição Virtual  - Série Coreógrafos do Municipal

“Eugenia Feodorova: a fada camponesa”

Disponível a partir de 26 de outubro - segunda-feira

www.theatromunicipal.rj.gov.br

Pesquisa: Fátima Cristina Gonçalves - Chefe do Centro de Documentação (CEDOC) TMRJ

Direção de arte e-book: Daniel Benassi

Patrocínio Ouro @valenobrasil e @petrobras

 

FONTE: Cláudia Tisato - Assessora de Imprensa 

 
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