Revelando, imortalizando histórias e talentos
29.12.20

Funarte SP ConectArte 2020 Festival – Cem anos de Clarice Lispector: a vastidão do amor

 

O projeto celebra a vida e a obra de Clarice Lispector, apresentando fatos de sua trajetória: o nascimento, a vinda para o Brasil, a infância em Recife (PE), a paixão por histórias, seu romance de estreia Perto do Coração Selvagem, o casamento, a vida no exterior, a maternidade e a morte precoce. 

 

A palestra também contará com a leitura de trechos da obra de Clarice e a citação de frases de sua autoria. A autora, que completaria cem anos no dia 10 de dezembro de 2020, deixou como legado sete coletâneas de contos, nove romances, crônicas reunidas em A descoberta do mundo e cinco livros infantis, além de entrevistas e textos para colunas jornalísticas de temáticas femininas. 

Ficha técnica: Direção, Roteiro e atuação: Stella Tobar | Direção musical e trilha original: Sérvulo Augusto | Iluminação e operação de luz: Giuliano Caratori | Assistente de produção e divulgação mídias sociais: Fernando Maffia | Produção Geral: Borbolina Cia

Com Stella Tobar  na Sala Guiomar Novaes e Transmissão pelo canal do Youtube da Funarte (disponível após a estreia) 

 

Breve perfil de Clarice

Clarice Lispector, nascida Chaya Pinkhasovna Lispector, foi uma escritora e jornalista brasileira nascida na Ucrânia. Autora de romances, contos e ensaios, é considerada uma das escritoras brasileiras mais importantes do século XX e a maior escritora judia desde Franz Kafka. Liséctor nasceu em 10 de dezembro de 1920, Chechelnyk, Ucrânia e faleceu em 9 de dezembro de 1977, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil. 

Clarice Lispector nasceu na aldeia de Tchetchelnik, na Ucrânia, no dia 10 de dezembro de 1920. Era filha de Pinkouss e Mania Lispector, casal de origem judaica que fugiu de seu país diante da perseguição aos judeus durante a Guerra Civil Russa.

Ao chegarem ao Brasil, fixaram residência em Maceió, Alagoas, onde morava Zaina, irmã de sua mãe. Clarice tinha apenas dois meses de idade. Por iniciativa de seu pai, todos mudaram o nome. Nascida Haya Pinkhasovna Lispector, passou a se chamar Clarice.

Depois, a família mudou-se para a cidade do Recife onde Clarice passou sua infância no Bairro da Boa Vista. Aprendeu a ler e escrever muito nova e logo começou a escrever pequenos contos.

Primeiro livro

Em 1944, Clarice publica seu primeiro romance, Perto do Coração Selvagem, que retrata uma visão interiorizada do mundo da adolescência e que abriu uma nova tendência na literatura brasileira.

O romance provocou verdadeiro espanto na crítica e no público da época. Sua narrativa quebra a sequência de começo, meio e fim, assim como a ordem cronológica, e funde a prosa à poesia.

A obra Perto do Coração Selvagem teve calorosa acolhida da crítica e, no mesmo ano, recebeu o Prêmio Graça Aranha. Em 1946, morando em Berna, Suíça, publicou O Lustre. Em 1949 publica A Cidade Sitiada. Nesse mesmo ano, nasceu seu primeiro filho, Pedro. Dedicou-se a escrever contos e em 1952 publica Alguns Contos.

Depois de seis meses na Inglaterra, em 1954 vai para Washington, Estados Unidos, onde nasce seu segundo filho, Paulo. Nesse mesmo ano, seu livro Perto do Coração é publicado em francês. Em 1960 trabalhou no Diário da Noite com a coluna "Só Para Mulheres" e nesse mesmo ano lançou Laços de Família, livro de contos que recebeu o Prêmio Jabuti da Câmara Brasileira do Livro. Em 1967 publicou O Mistério do Coelhinho Pensante, seu primeiro livro infantil, que recebeu o Prêmio Calunga, da Campanha Nacional da Criança.

Última publicação quando viva 

Em 1977 Clarice Lispector escreveu Hora da Estrela, sua última obra publicada em vida, onde conta a história de Macabea, uma moça do interior em busca de sobreviver na cidade grande.

A versão cinematográfica desse romance, dirigida por Suzana Amaral em 1985, conquistou os maiores prêmios do festival de cinema de Brasília e deu à atriz Marcelia Cartaxo, que fez o papel principal, o troféu Urso de Prata em Berlim em 1986.

Clarice Lispector faleceu no Rio de Janeiro, no dia 9 de dezembro de 1977, um dia antes de seu aniversário. Seu corpo foi sepultado no cemitério Israelita do Caju.

No VIMEO 

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 17:26  comentar

Janeiro no Museu da Imigração: férias, nova série no blog e live sobre migração. Primeira quinzena do mês contará com atividades presenciais e à distância 

Iniciando a programação especial de férias, materiais educativos serão entregues para quem visitar a instituição presencialmente, entre os dias 06 e 31, para que atividades sejam desenvolvidas com as crianças, como parte da série “Para fazer em família”. Já do dia 08 (sexta-feira) em diante, o público poderá aproveitar diferentes jogos e desafios no jardim do complexo da antiga Hospedaria do Brás, como twister na grama, corda, amarelinha e corrida de obstáculos. As brincadeiras estarão disponíveis de quarta a domingo, das 11h às 17h, seguindo os protocolos de segurança e com higienização constante.

 

Serviço

 

Férias no Museu | Para fazer em família (materiais impressos)

Data: 06 a 31 de janeiro, de quarta a domingo

Horário: 11h às 17h

Local: Museu da Imigração

 

Férias no Museu | Jogos no Jardim

Data: 08 a 31 de janeiro, de quarta a domingo

Horário: 11h às 17h

Local: Jardim do Museu da Imigração

 

Férias no Museu | Contação de Histórias

Data: 09, 24 e 30 de janeiro

Horário: 15h

Local: Jardim do Museu da Imigração Plataforma Live: Instagram

 

Série “Mulheres e Migração”

Data: 13 de janeiro (quinzenalmente às quartas-feiras) Plataforma: Blog do CPPR

 

Live “Migração e futebol”

Data: 14 de janeiro

Horário: 17h Plataforma: Instagram

 

Férias no Museu | Territórios Imaginários

Data: 16 de janeiro

Horário: 15h

Local: Jardim do Museu da Imigração

 

Museu da Imigração

Rua Visconde de Parnaíba, 1.316 – Mooca – São Paulo/SP

Tel.: (11) 2692-1866

Fechado entre 1º e 05 de janeiro

Funcionamento: de quarta a domingo, das 11h às 17h (fechamento da bilheteria às 16h).

R$10 e meia-entrada para estudantes e pessoas acima de 60 anos | Grátis aos sábados

Acessibilidade no local – Bicicletário na calçada da instituição  www.museudaimigracao.org.br

 

EDITORIAS: ,
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 17:25  comentar

Pierre Cardin,  ícone do 'prêt-à-porter', morre aos 98 anos na França

Vanguardista, estilista foi pioneiro das coleções exclusivamente masculinas e ajudou a popularizar o estilo unissex. Causa da morte não foi divulgada. 
 

O estilista francês Pierre Cardin morreu aos 98 anos nesta terça-feira (29), no hospital de Neuilly-sur-Seine, ao lado de Paris. A morte foi confirmada pela família à Agência France Presse, mas a causa não foi divulgada.

Cardin também foi pioneiro nas licenças no mundo da moda, o que permitiu a internacionalização de seu trabalho. 

 

Com sede na França, sua grife se tornou muito popular na Ásia e nos Estados Unidos. No ano passado, um documentário em sua homenagem foi exibido no Festival de Veneza. "House of Cardin", de P. David Ebersole e Todd Hughes, mescla momentos-chave de sua carreira com um retrato pessoal do estilista. (AgênciaFM com  G1 - Foto: Rede social do estilista). 

 
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 17:24  comentar

 ‘Coleção Música Sacra Mineira’, com partituras dos séculos XVIII e XIX, está no Portal da Funarte. Publicações são produzidas pela Gerência de Edições do Centro de Programas Integrados da instituição

Funarte oferece, em versão digital, o primeiro volume da Coleção Música Sacra Mineira — inventário fundamental dos primórdios da produção musical brasileira, com partituras de obras dos séculos XVIII e XIX. Nas 347 páginas deste volume inicial, estão cinco das 77 obras que compõem a coleção — uma iniciativa que remonta ao passado da Funarte, quando uma série de pesquisas em acervos históricos resultou no levantamento deste repertório e, em etapas distintas, em publicações como O Ciclo do Ouro: o tempo e a música do Barroco católico (de Elmer C. Corrêa Barbosa, em 1979) e Catálogo de obras: música sacra mineira (de José Maria Neves, em 1997).

Na publicação que inaugura a fase digital da coletânea, o público terá acesso a criações dos compositores Lourenço José Fernandes Braziel (Salmo 129 — De profundis), Manoel Camelo (Flos Carmeli), Marcos Coelho Neto (Ladainha de Nossa Senhora a quatro), Antônio dos Santos Cunha (Hino e Antífona de Nossa Senhora) e Jerônimo de Souza Lobo (Novena de Nossa Senhora do Carmo). Produzido pela Gerência de Edições da Funarte (ligada ao Centro de Programas Integrados, o Cepin), o livro pode ser acessado na seção Edições Online do portal da FUNARTE

A organização do volume é do professor Carlos Alberto Figueiredo, doutor em Música pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), com estágio pós-doutoral no Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical (Cesem) da Universidade Nova de Lisboa (Portugal) e cursos de regência coral no Conservatório Real de Haia (Holanda) e na Fundação Kurt Thomas (também na Holanda) e na Bachakademie, de Stuttgart (Alemanha).

 
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 17:23  comentar

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