29/01/2008- Mercedes Asa de Gaivota
Objeto de desejo de 9 entre dez colecionadores de carros aintigos
Consagração da marca
O carro tinha motor 3.0 litros de 6 cilindros em linha e com 250 cv de potência e 30 Kgmf de torque. O câmbio manual de 4 marchas acelerava de 0 a 100 Km/h em apenas 8s8 atingindo velocidade máxima de 270 Km/h. A quilometragem de 270 Km/h era muito expressiva para sua época, um modelo da década de 50. Seus freios a disco foram implementados somente nos roadster 1961, que ao contrário do clássico Asa de Gaivota, foi um sucesso de venda em todo o mundo, principalmente no mercado norte-americano. A empresa alemã resolveu encerrar a produção do roadster em 1963. Mas, seu legado e importância automobilística serão para sempre lembrados, afinal, trata-se de um legítimo Mercedes-Benz. O Asa de Gaivota aos 54 anos, é um objeto de consumo de muitos colecionadores. Porém, poucos são os que conseguem, pois se trata de um dos mais raros entre os clássicos automotivos. Se tem notícia de que o empresário Edgar Saigh é dono de um exemplar "Asa de Gaivota". [Francisco Martins - fmartins.jor@itelefonica.com.br
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# Reportagem publicada na Revista Clássicos Automotivos, edição nº 80 ano X de outubro de 2004, com tiragem de 20 mil exemplares evendida em bancas.
Quarta-feira, Março 19, 2008 -25º Salão Internacional do Automóvel
25º Salão Internacional do Automóvel entra para o calendário de Motor Shows da OICA. Maior evento da indústria dos automóveis da América Latina passa a figurar no calendário mundial da entidade e confirma data para 2008São Paulo, março de 2008 - Organizado e promovido pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, o Salão Internacional do Automóvel, maior evento da indústria automobilística da América Latina, que conta com o patrocínio da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) e co-patrocínio da Abeiva (Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores) e do Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores), acaba de se tornar um evento oficial da OICA (Organização Internacional de Fabricantes de Veículos Automotores). A entidade reúne as associações nacionais dos fabricantes de veículos automotores de todo o mundo.
Ao mesmo tempo, a promotora confirmou a data de realização da 25ª edição do Salão Internacional do Automóvel, que irá acontecer de 30 de outubro a 9 de novembro de 2008, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. Com isso, o evento brasileiro ganha ainda mais visibilidade mundial e estará destacado junto aos maiores salões do setor, como Alemanha, França, Estados Unidos, Japão, Itália, Suíça e Inglaterra. O calendário da OICA é composto por quase 50 eventos, todos bienais, à exceção do Salão de Detroit, que é anual. “O Brasil, que se encontra entre os oito maiores fabricantes de veículos do mundo, será, sem dúvida, uma atração neste circuito privilegiado de salões de automóveis e vai estimular ainda mais o turismo de negócios do país, afirma Evaristo Nascimento, diretor de feiras da Reed Exhibitions Alcantara Machado”. Em 2008, os principais eventos da OICA serão Detroit (EUA), Paris (França), Londres (Inglaterra), Moscou (Rússia) e Hannover (comerciais) (Alemanha). A realização do Salão Internacional do Automóvel ocorre no mesmo período do Grande Prêmio de Fórmula 1 do Brasil, que está marcado para o dia 2 de novembro de 2008.
Mais informações:
Salão do Automóvel - http://www.salaodoautomovel.com.br/
ANFAVEA – http://www.anfavea.com.br/
ABEIVA – http://www.abeiva.com.br/
SINDIPEÇAS – http://www.sindipecas.com.br/
OICA -
www.oica.net
Para mais informações à imprensa:
Elaine Tessarolo
Assistente de Comunicação
Reed Exhibitions Alcantara Machado
Tel.: +55 11 3060-4945
Fax. +55 11 3060-4946
E-mail: mailto:elaine.tessarolo@reedalcantara.com.br
AUTOBIANCHI: ESCOLA ITALIANA DE CARROS

PRODUÇÃO
O primeiro carro lançado no mercado com a marca Autobianchi, foi a Bianchina no ano de 1957. Um pequeno sedã de dois lugares, motor de dois cilindros em linha, de 15 cv, [logo aumentada para 16,5 cv] e com cilindrada de 479 cc, alojado na parte de trás. Com carroçaria de duas cores, projetada por Fábio Rapi , o carro tinha grandes pretensões estilísticas o que fazia da Bianchina elegante, além de popular. No primeiro ano, a empresa produziu 11 mil veículos. Esse sucesso, que mais tarde levou a diversificação de modelos. A Bianchina Normal e Special, 1959- com 4 portas. A Panoramica, -1960-, a conversível e o furgão. Entre 1964 e 1966, foi produzida a Stelina, Spider de dois lugares com carroçaria em fibra de vidro, equipado com motor Fiat 600 D. O modelo não obteve sucesso. Em 1969, lançaram a A 111, com tração dianteira fabricada pela Autobianchi, e motor da Fiat 124 Special [ 1438 cc, 75 cv] , freio a disco e a barra de direção, com vários segmentos não-axiais e ligados por juntas universais. A a 112, também de 1969, tinha linhas compactas, totalmente equilibrado quanto às relações de dimensões externa e interna; o tanque colocado à frente das rodas traseiras, o que aumentava a segurança. Devido sua carroçaria esguia tornava o carro mais ágil do que os modelos Fiat correspondentes. Porém seu custo era mais elevado. O carro, antecipou os esquemas da Fiat 127 quanto ao motor: um 850 esporte montado em posição transversal dianteira.
O FINAL
Totalmente incorporada pela Fiat, em 1967, a fábrica permaneceu como subsidiária com a nova denominação de Azienda Fiat. A empresa presta serviços auxiliares para outras marcas. Por exemplo, ao término da produção da Bianchina, transferiu-se para suas instalações a montagem da 500 Normal, a 500 Giardineira e a 600 Múltipla versão táxi. Atualmente, com a compra , pela Fiat, de parte das ações da Citröen, a rede comercial e assistencial da Autobianchi passou a atender também aos carros da fábrica francesa. Caso talvez único na história recente do automobilismo. [ Francisco Martins ]
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