Revelando, imortalizando histórias e talentos
27.9.06

29/01/2008- Mercedes Asa de Gaivota

Objeto de desejo de 9 entre dez colecionadores de carros aintigos

Desde que o mundo é mundo que pessoas e empresas se tornam importantes tanto quanto seus feitos, e são considerados históricos e suas decisões são capazes de alterar o comportamento da sociedade. Isso acontece constantemenete com diretores cinematográficos como por exemplo Alfred Hitchcock, Cecil B. de Mille cujas produções tornaram-se clássicos. Na linha automotiva as coisas são muito parecidas. Existem algumas marcas que, devido trajetória e importância histórica, são quase que 'intocáveis" e os seus produtos são o que há de melhor, tanto na tecnologia quanto no requinte. A empresa alemã Mercedes-Benz é um exemplo, pois há anos vem contribuindo para que o setor automobilístico tenha produtos com elevado grau de luxuosidade.

Consagração da marca

Um dos veículos que consagrou a grife Mercedes-Benz, sem dúvida foi o 300 SL cupê, lançado em 1954. Sua atração maior eram suas portas, cujas abriam-se para cima, semelhante a uma gaivota, daí o apelido do lendário Mercedes "Asa de Gaivota". É um carro vencedor, também. Venceu a tradicional prova francesa de Le Mans, em 1952. Recebeu várias alterações para versão que foi às lojas em outubro de 1954. O Asa de Gaivota de corria não tinha injeção eletrônica, enquanto o que foi às loja sairia como item de fábrica. Já o complexo formato de chassi permaneceu intacto. O 300 SL, apesar do seu charme não chegou a ser um sucesso comercial, pois tinha um projeto complicado e caro demais para ser executado. Foi nesse cenário que surge no ano de 1957 a versão roadster chamada de Mercedes 300SL roadster. Para concepção do carro, o chassi foi modificado para melhor adaptação da abertura das portas, agora feita de modo convencional. O eixo da suspensão traseira também recebeu mudanças, pois a versão cupê não oferecia segurança necessária em alta velocidade e em terrenos molhados.

O carro tinha motor 3.0 litros de 6 cilindros em linha e com 250 cv de potência e 30 Kgmf de torque. O câmbio manual de 4 marchas acelerava de 0 a 100 Km/h em apenas 8s8 atingindo velocidade máxima de 270 Km/h. A quilometragem de 270 Km/h era muito expressiva para sua época, um modelo da década de 50. Seus freios a disco foram implementados somente nos roadster 1961, que ao contrário do clássico Asa de Gaivota, foi um sucesso de venda em todo o mundo, principalmente no mercado norte-americano. A empresa alemã resolveu encerrar a produção do roadster em 1963. Mas, seu legado e importância automobilística serão para sempre lembrados, afinal, trata-se de um legítimo Mercedes-Benz. O Asa de Gaivota aos 54 anos, é um objeto de consumo de muitos colecionadores. Porém, poucos são os que conseguem, pois se trata de um dos mais raros entre os clássicos automotivos. Se tem notícia de que o empresário Edgar Saigh é dono de um exemplar "Asa de Gaivota". [Francisco Martins - fmartins.jor@itelefonica.com.br
]
# Reportagem publicada na Revista Clássicos Automotivos, edição nº 80 ano X de outubro de 2004, com tiragem de 20 mil exemplares evendida em bancas.

Quarta-feira, Março 19, 2008 -25º Salão Internacional do Automóvel

 

25º Salão Internacional do Automóvel entra para o calendário de Motor Shows da OICA. Maior evento da indústria dos automóveis da América Latina passa a figurar no calendário mundial da entidade e confirma data para 2008

São Paulo, março de 2008 - Organizado e promovido pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, o Salão Internacional do Automóvel, maior evento da indústria automobilística da América Latina, que conta com o patrocínio da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) e co-patrocínio da Abeiva (Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores) e do Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores), acaba de se tornar um evento oficial da OICA (Organização Internacional de Fabricantes de Veículos Automotores). A entidade reúne as associações nacionais dos fabricantes de veículos automotores de todo o mundo.

Ao mesmo tempo, a promotora confirmou a data de realização da 25ª edição do Salão Internacional do Automóvel, que irá acontecer de 30 de outubro a 9 de novembro de 2008, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. Com isso, o evento brasileiro ganha ainda mais visibilidade mundial e estará destacado junto aos maiores salões do setor, como Alemanha, França, Estados Unidos, Japão, Itália, Suíça e Inglaterra. O calendário da OICA é composto por quase 50 eventos, todos bienais, à exceção do Salão de Detroit, que é anual. “O Brasil, que se encontra entre os oito maiores fabricantes de veículos do mundo, será, sem dúvida, uma atração neste circuito privilegiado de salões de automóveis e vai estimular ainda mais o turismo de negócios do país, afirma Evaristo Nascimento, diretor de feiras da Reed Exhibitions Alcantara Machado”. Em 2008, os principais eventos da OICA serão Detroit (EUA), Paris (França), Londres (Inglaterra), Moscou (Rússia) e Hannover (comerciais) (Alemanha). A realização do Salão Internacional do Automóvel ocorre no mesmo período do Grande Prêmio de Fórmula 1 do Brasil, que está marcado para o dia 2 de novembro de 2008.

Mais informações:
Salão do Automóvel - http://www.salaodoautomovel.com.br/
ANFAVEA – http://www.anfavea.com.br/
ABEIVA – http://www.abeiva.com.br/
SINDIPEÇAS – http://www.sindipecas.com.br/
OICA -
www.oica.net


Para mais informações à imprensa:
Elaine Tessarolo
Assistente de Comunicação
Reed Exhibitions Alcantara Machado
Tel.: +55 11 3060-4945
Fax. +55 11 3060-4946
E-mail: mailto:elaine.tessarolo@reedalcantara.com.br

 

 

 

AUTOBIANCHI: ESCOLA ITALIANA DE CARROS

 

 SÃO PAULO - 19 de outubro [AgênciaFM ]- Empresa fundada em 1955, na cidade de Désio- Itália formada a partir da cooperação técnica e financeira entre as fábricas Edoardo Bianchi [de onde se originou o nome] , Pirelli e Fiat. Tendo esta última assumido o controle total da fábrica em 1967. Em caráter experimental, Edoardo Bianchi preparou um carro médio de quatro cilindros, cuja fabricação limitou-se a alguns exemplares. Apesar das dificuldades impedir a continuidade do modelo, as instalações em Désio tinham capacidade para a fabricação de veículos em larga escala. Isso levou o engenheiro Ferruccio Quintavalle, em 1954, a despertar o interesse da Fiat e da Pirelli para o potencial automobilístico da Bianchi, que deu à nova empresa o patrimônio e as instalações de sua fábrica, ficando com 33% de participação acionária. A Pirelli ampliou, dessa forma, o campo de utilização de seus pneumáticos. Quanto à Fiat, os motivos que aparentemente a levaram a participar do consórcio foram seu interesse em produzir automóveis subsidiários e a possibilidade de utilizar a Autobianchi como laboratório de experimentação de novas soluções [como a tração dianteira] sem comprometer seu próprio nome.

 

                                                   PRODUÇÃO

 

O primeiro carro lançado no mercado com a marca Autobianchi, foi  a Bianchina no ano de 1957. Um pequeno sedã de dois lugares, motor de dois cilindros em linha, de 15 cv, [logo aumentada para 16,5 cv] e com cilindrada de 479 cc, alojado na parte de trás. Com carroçaria de duas cores, projetada por  Fábio Rapi , o carro tinha grandes pretensões estilísticas o que fazia da Bianchina elegante, além de popular. No primeiro ano, a empresa produziu 11 mil veículos. Esse sucesso, que mais tarde levou a diversificação de modelos. A Bianchina  Normal e Special, 1959- com 4 portas. A Panoramica, -1960-, a conversível e o furgão. Entre 1964 e 1966, foi produzida a Stelina, Spider de dois lugares com carroçaria em fibra de vidro, equipado com motor Fiat 600 D. O modelo não obteve sucesso. Em 1969, lançaram a A 111, com tração dianteira fabricada pela Autobianchi, e motor da Fiat 124 Special [ 1438 cc, 75 cv] , freio a disco e a barra de direção, com vários segmentos não-axiais e ligados por juntas universais. A a 112, também de 1969, tinha linhas compactas, totalmente equilibrado quanto às relações de dimensões externa e interna; o tanque colocado à frente das rodas traseiras, o que aumentava a segurança. Devido sua carroçaria esguia tornava o carro mais ágil do que os modelos Fiat correspondentes. Porém seu custo era mais elevado. O carro, antecipou os esquemas da Fiat 127 quanto ao motor: um 850 esporte montado em posição transversal dianteira.

 

                                                  O FINAL

 

Totalmente incorporada pela Fiat, em 1967, a fábrica permaneceu como subsidiária com a nova denominação de Azienda Fiat. A empresa  presta  serviços auxiliares para outras marcas. Por exemplo, ao término da produção da Bianchina, transferiu-se para suas instalações a montagem da 500  Normal, a 500 Giardineira e a  600 Múltipla versão táxi. Atualmente, com a compra , pela Fiat, de parte das ações da Citröen, a rede comercial e assistencial da Autobianchi passou a atender também aos carros da fábrica francesa. Caso talvez único na história recente do automobilismo.    [ Francisco Martins ]

 #Reportagem publicada na versão impressa da revista Clássicos Automotivos / Editora Sinal Verde]

                                                                                                                                 

 

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link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 13:53  comentar

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