Revelando, imortalizando histórias e talentos
19.5.07

Memória brasileira


GONTIJO "Repórter Esso" TEODORO, Luiz Martins e outros

Gontijo Teodoro entre seus trabalhos está o cultuado telejornal "REPÓRTER ESSO" apresentado por mais de 19 anos. O jornalista faleceu na madrugada do dia 5 de setembro - 2003 , em sua casa , no bairro de Copacabana. Aos 78 anos. O apresentador foi vítima de um infarto. Nascido na cidade de Araxá -MG, iniciou sua carreira como locutor da Rádio Bandeirantes -São Paulo, tendo passagem pela Rádio Nacional, do Rio de Janeiro . Sua fama veio mesmo foi ao comandar o conceituado noticiário da extinta TV Tupi de 1952 a 1970, "Repórter Essso". Antes de dar voz ao programa marcado pelo slogan "testemunha ocular da história", Gontijo havia tido uma experiência como apresentador de "Retratos da Semana". Mas foi no "Repórter Esso", que teve início no rádio, onde narrava as noticias com voz firme e entonação perfeita, que o consagraria mais tarde na TV. Foi o locutor de rádio que mais transmitia responsabilidade, confiança ao ler uma notícia devido sua característica vocal. Seu estilo começou a ser adaptado para a televisão logo no ano de inauguração - 1950. Após o término do telejornal, Gontijo Teodoro continuou como locutor da Rádio Nacional - RJ.

RÁDIO 9 DE JULHO

O rádio brasileiro, em especial o rádio paulistano, é absolutamente rico e recheado de histórias emocionantes. Na década de 50, a Philips montou no pavilhão do parque do Ibirapuera, a rádio 9 de julho foi idealizada por José Roberto Penteado, e não tinha finalidades comerciais, e difundia pelo "sem - fio" em 540 Kcs, em ondas médias e em ondas curtas de 9.530 Kcs. Era chamada de rádio de bolso, e tinha somente finalidades culturais e por isso não vingou. A rádio em Lilliput , tinha gerencia de Nelson Giangiulio, e era um verdadeiro aquário, tudo muito compacto. O locutor ficava exposto e a redação, apesar de ser confortável, nada lembrava as outras emissoras com salas enormes.Tudo isso aconteceu nas comemorações do IV centenário da cidade de São Paulo, em 1954. A nove de julho ainda tentou sobreviver, porém, foi fechada pelo regime militar.

LUIZ MARTINS

Importante escritor e jornalista de sua época, Martins teve sua vida profissional ligada à história do Museu de Arte Moderna de São Paulo. Em suas diversas crônicas em jornais e revistas discorreu sobre diferentes assuntos: Teatro, Literatura, Música, Rádio, Artes Visuais e Artistas do período, entre eles Tarsila do Amaral, com quem foi casado por 18 anos. O livro Lapa, lançado por Luiz Martins em 1936, foi apreendido e queimado por Ter sido considerado subversivo. Por conta do episódio, Martins perdeu o emprego e mudou-se para São Paulo. Com forte penetração nos meios artísticos e culturais, Luiz Martins manteve laços de amizade com vários intelectuais e artistas como Sérgio Milliet, Sérgio Buarque de Holanda,, Di Cavalcanti, Cândido Portinari e Carlos Drumond de Andrade. Luiz Martins faleceu em 1981 e tem um centro de estudos em sua homenagem.

PAULO MENDES DE ALMEIDA

Nascido em São Paulo em 1905, Paulo foi Advogado, escritor, Poeta, Procurador do Estado de São Paulo, Jornalista e Crítico de Arte. Foi também, um colaborador dos principais jornais e revistas da época. Um outro grande feito foi Presidente do I Salão Paulista de Arte Moderna, em 1951. Foi Vice-Presidente da Associação Brasileira dos Escritores, de 1946 a 1947, Membro da Comissão de Assuntos Cultuais do IV Centenário de São Paulo (1954), Diretos Artístico do Museu de Arte Moderna de São Paulo entre 1958 e 1960, tendo acumulado, a partir de fins 1959, funções de Secretário Geral da Bienal de São Paulo. Na segunda fase do Museu de Arte Moderna, Paulo voltou à Diretoria, de 1969 até 1977. Paulo, escreveu o livro De Awita ao Museu. Faleceu em 1986, e empresta seu nome para a Biblioteca do Mam.[F. Martins]
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 21:11  comentar

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