Revelando, imortalizando histórias e talentos
17.10.07

Mostra> Influência do punk nas artes

 
VIENA - ÁUSTRIA, 6 - Uma exposição em Viena, na Áustria, relembra a forte influência que o movimento punk teve nas artes e na cultura das últimas décadas.
 
 
A mostra Punk – No One Is Innocent (Punk – Ninguém é Inocente, em tradução livre) reúne desde obras de arte inspiradas pelo movimento até capas de discos e objetos como a bateria de uma banda punk. Segundo os organizadores da pinacoteca Kunsthalle de Viena, o punk significou “uma quebra total das tradições na moda, na música e nas artes.”

A exposição na capital austríaca relembra o início desse movimento cultural rebelde em Londres e mostra sua comercialização e a influência que ele exerce ainda hoje. “Influências do punk ainda são vistas hoje em dia nas passarelas de moda e nas galerias de arte”, dizem os organizadores. Vários objetos da mostra são associados à imagem de grupos punk como os Sex Pistols. Seu primeiro single, Anarchy in the UK, de 1976, é considerado um dos marcos iniciais do movimento no mundo. Outros pioneiros relembrados na mostra vienense são a estilista de moda Vivienne Westwood, o fotógrafo Richard Kern e o artista gráfico Jamie Reid. A Kunsthalle mostra como a tendência foi se espalhando gradualmente pela Europa e pelos Estados Unidos. [FONTE>
www.bbcbrasil.com.br
 
A mostra Punk – No One Is Innocent fica em cartaz na Kunsthalle de Viena até o dia 7 de setembro de 2008.
 
 

 

Exposição na Alemanha apresenta fotos do Brasil entre as décadas de 40 e 60 do judeu naturalizad brasileiro, Chemnitz

 

 

Uma exposição na cidade alemã de Chemnitz apresenta fotos do cotidiano do Brasil nos anos 40 aos 70 feitas pelo fotógrafo Hans Günter Flieg, um alemão que se naturalizou brasileiro. Flieg emigrou para o Brasil fugindo do nazismo e fez carreira em São Paulo, fotografando para jornais e para várias empresas. Esta é a primeira vez que a obra do fotógrafo está sendo exposta na Europa – justamente em sua cidade natal Chemnitz, no leste da Alemanha.
Veja fotos da exposição
A mostra traz fotos dos anos 40 aos anos 70, que mostram o cotidiano urbano da época e também a pujança da economia. "Flieg documenta a transformação do Brasil em uma moderna potência industrial", dizem os organizadores da mostra na pinacoteca Kunstsammlungen Chemnitz.
 
 
 
Judeus
A família do fotógrafo, de origem judia, emigrou de Chemnitz para o Brasil em 1939, quando ele tinha 16 anos. Flieg começou a trabalhar como fotógrafo profissional em 1943, fazendo fotos para indústrias e para agências de propaganda. Ele foi o fotógrafo oficial do primeiro calendário brasileiro da Pirelli em 1948 e da primeira Bienal de São Paulo em 1951. Vários de seus trabalhos em branco e preto documentam a arquitetura industrial da época e mostram retratos de trabalhadores. Muitas fotos são ambientadas em São Paulo, aonde o fotógrafo ainda mora. Entre elas estão um panorama do vale do Anhangabaú e a construção do edifício Vitória-Régia, no centro da cidade. Hans Günter Flieg se naturalizou brasileiro em 1965 e diz que "nunca se arrependeu disso". Este ano ele retornou à Alemanha pela primeira vez desde que emigrou em 1939 para a inauguração da mostra. [Fausto Visconde adapatado de http://www.bbcbrasil.com.br/ [No alto, Vale do Anhangabaú, São Paulo, abaixo Hidrelétrica de Barra Bonita]. EDITORIAS: expo-inter

 


A exposição fica em cartaz na Kustsammlungen Chemnitz até o dia primeiro de junho de 2008.

 

 
 

Museu recria face da Bach, com exposição

 

 

ESPANHA - 24 de março - Museu alemão utilizou-se de técnicas da medicina legal e recosntruiriu o que seria a verdadeira face do compositor alemão Johann Sebastian Bach, autor de Entre suas obras mais conhecidas estão os Concertos de Brandenburgo e a Paixão, segundo São João entre outros.
Historiadores e antropólogos usaram alta tecnologia e as mais novas técnicas da medicina forense para tentar obter uma imagem fiel das feições de Bach. A reconstrução é a principal atração de uma nova exposição no museu Bachhaus (Casa de Bach), localizado na casa que o compositor nasceu, na cidade de alemã Eisenach. O projeto teve o apoio do centro de anatomia e identificação humana da Universidade de Dundee, na Escócia. Antropóloga Caroline Wilkinson com um modelo da face "verdadeira" de Bach (Foto: Bachhaus)Os especialistas tomaram por base um molde em bronze da caveira do compositor alemão e reconstruíram sua face no computador 323 anos depois de sua morte. Até hoje só existe um retrato de Bach, feito pelo pintor alemão Gottlob Haussmann que, no entanto, não é considerado uma representação fiel do compositor. Esta não é a primeira vez que se tenta descobrir a verdadeira face de Bach: um médico e um escultor alemães também usaram sua caveira para uma reconstrução facial em 1894. O resultado de suas pesquisas resultou em uma estátua a Johann Sebastian Bach, inaugurada em sua cidade natal em 1908. Cem anos depois, a antropóloga escocesa Caroline Wilkinson usou fotos e medidas da caveira, tomadas pelos dois alemães, para fazer o novo retrato do compositor. A foto divulgada pelo museu mostra um senhor de meia-idade, um tanto gorducho, e com vastas sobrancelhas. Johann Sebastian Bach é considerado um dos maiores compositores clássicos da história e viveu de 1685 a 1750. Acima, fases da reconstrução da face de Bach. [Francisco Martins / http://www.bbcbrasil.com.br/

A exposição Bach no Espelho da Medicina com a reconstrução da face do compositor fica em cartaz no museu Bachhaus em Eisenach até o dia 9 de novembro de 2008.

 

 
 

 

Paris apresenta no Museu do Grand Palais uma exposição sobre a vida da rainha Maria Antonieta, esposa do rei Luís XVI, desde sua infância em Viena, na Áustria, até a sua morte, na guilhotina, na Praça da Concórdia em Paris, em 1793.
 

A mostra reúne mais de 300 obras, entre pinturas, esculturas, móveis e objetos de arte, de coleções públicas e privadas de toda a Europa. Jóias da rainha, porcelanas, instrumentos de música e até uma camisola que ela usou na prisão, após a Revolução Francesa, podem ser vistos na exposição. Para apresentar os diferentes aspectos da personalidade de Maria Antonieta, que continua despertando o interesse de historiadores, escritores e cineastas, a decoração da mostra Marie-Antoinette foi realizada por um cenógrafo de ópera, Robert Carsen.

 
 
Mais conhecida pelos excessos cometidos, a “austríaca”, como muitos a chamavam, era criticada por supostamente gostar de prazeres caros, ser frívola, “sem cérebro” e “viciada” em doces. Mas Maria Antonieta também era adulada, pelo menos por parte do povo francês. foi considerada a maior mecenas cultural da época, na área das artes decorativas, da música e da moda, criando um estilo único que até hoje está associado ao seu nome. A infância de Maria Antonieta, nascida em 1755, é apresentada em uma decoração que lembra a arquitetura de palácios do século 18 na Áustria, onde ela recebeu uma educação tradicional, com aulas de dança, canto, música e literatura, antes de vir para a França.
 
A Mostra
A exposição mostra inúmeros objetos e móveis criados para a rainha utilizar no palácio de Versalhes, alguns insólitos, como uma taça em porcelana, chamada de “taça-seio”, para servir leite, e que teria sido moldada no próprio seio da rainha. A primeira filha de Maria Antonieta, Maria Thereza, nasceu apenas oito anos após o casamento, depois que o rei realizou uma cirurgia para corrigir um problema que impedia o casal de ter filhos. Esse primeiro nascimento marcou o apogeu da popularidade de Maria Antonieta, que teve quatro filhos. Mas seu desejo de liberdade e seus gastos faraônicos fazem com que a opinião pública, a partir de 1783, se volte contra ela.
As pinturas, apresentadas na exposição, onde ela aparece ao lado de seus filhos como uma boa mãe de família, não mudam a imagem da “austríaca” que dilapida os cofres públicos da França.
Inúmeras charges e panfletos satíricos de Maria Antonieta, muitos deles agressivos, são produzidos nesse período. Marie-Antoinette estará em cartaz no Grand Palais até o dia 30 de junho. [FM/ www.bbcbrasil.com.br

 

 

 

4.2.08"A mostra Amazonas da nova arte"

 

 

Fundação Mapfre, de Madrid, apresenta exposição com mulheres talentosas e que foram relegadas a segundo plano na arte moderna.
 

Uma exposição na Espanha celebra a arte feita por mulheres que tiveram um papel de destaque, mas muito -mas pouco reconhecido - na história da arte moderna. "A mostra Amazonas da nova arte", está na Fundação Mapfre de Madri, e apresenta 116 obras de 40 artistas que ficaram em segundo plano no panorama artístico internacional e, em grande parte, acabaram desconhecidas do grande público, mesmo elas tendo talento à altura aos de grandes nomes da arte moderna.

Entre os nomes mais consagrados estão o da fotógrafa americana Lee Miller, a pintora polonesa Tamara de Lempicka e a pintora alemã Kaethe Kollwitz, ambas expoentes, respectivamente, do surrealismo, da art deco e do expressionismo. A exposiçã também destaca a mexicana Frida Kahlo, que sempre viveu à sombra do marido, o pintor Diego Rivera. A belga Anna Boch, única pessoa a comprar um quadro de Van Gogh quando estava vivo e a musa e amante de Pablo Picasso, Dora Maar estão entre as artistas da exposição. Para Pablo Jiménez, curador da mostra, " muitas das mulheres na mostra acabaram sendo ofuscadas em um mundo dominado pelos homens e pouco disposto a reconhecer o talento de mulheres".

A exposição insere e situa a obra de cada uma das artistas dentro de movimentos artísticos importantes, como o cubismo, o dadaísmo ou a arte abstrata. As peças estão situadas no período entre 1880 e 1950. Muitas delas, segundo os curadores, teriam exercido influência direta sobre o trabalho de artistas como Diego Rivera e Pablo Picasso. [David Sanchez - Especial AgênciaFM]

 

 

Exposição: Laughing in a Foreign Language

 

 

O humor e a risada em 22 nações são tema da mostra Laughing in a Foreign Language ( Rindo em Língua Estrangeira), com estréia na sexta-feira,25 de janeiro, na Hayward Gallery, centro de Londres. Vária suposições foram satirizadas como entrevistas falsas com Osama Bin Laden, contos de fadas contemporâneos, conversas sem sem eira nem beira a dança do ventre são alguns dos recursos usados pelos artistas convidados.

A exposição pergunta se o humor pode apenas ser apreciado por pessoas que têm experiências culturais, políticas e históricas similares, ou se ele pode, ao contrário, auxiliar na compreensão do que é pouco familiar.
Julian Rosefeldt colocou um palhaço na floresta tropical brasileira. São ao todo 30 artistas com carreiras internacionais, entre os quais irmãos Jake e Dinos Chapman [Grã-Bretanha], Ugo Rondinone [Suíça], Doug Fishbone [Estados Unidos] e Makoto Aida [Japão]. Países da África do Sul estão represntados também, assim como a Oceânia. Os 80 trabalhos incluem vídeos, fotografias e instalações interativas. Neles, os artistas expõem e até ridicularizam o humor de seus países. Alguns exploram o engraçado que resulta do intraduzível, ou usam o humor para tentar explicar o que não tem tradução. [Quadro acima satiriza filmes da Disney - foto
www.bbcbrasil.com.br ]

 
" Laughing in a Foreign Language " pode ser vista de 25 de janeiro a 13 de abril na Hayward Gallery - em Londres.

Janeiro 17, 2008 MOSTRA - BRASIL - DA ÁUSTRIA

Uma exposição na Áustria relembra expedição de cientistas e pintores austríacos ao Brasil durante o século XIX.

 
A exposição na cidade de Krems, perto de Viena, inclui pinturas de paisagens brasileiras e objetos coletados nas viagens dos austríacos pelo país. A expedição, teve início em 1817, foi uma das maiores já organizadas pelo governo da Áustria que se tem conhecimento. Ela foi motivada pelo casamento de d. Pedro 1º com a imperatriz Leopoldina, que era de origem austríaca. As caravanas científicas perduraram até 1821. Zoólogos, botânicos e especialistas em mineralogia coletaram milhares de insetos, animais empalhados, pedras e objetos indígenas. [Caipira picando Fumo - Almeida Jr]

Acervo

Os objetos coletados são parte importante do acervo de uma série de museus austríacos, como por exemplo, Museu de História Natural e o Museu Etnológico de Viena. Também , os pintores que acompanharam a expedição produziram centenas de desenhos etnográficos e aquarelas. Muitas destas obras estão expostas em Krems, junto com parte do acervo de objetos indígenas. O pintor mais presente na mostra Brasil – da Áustria para o novo mundo é Thomas Ender [À esquerda Thomas Ender - Vista do Rio de Janeiro 1837 ] que fez mais de 800 desenhos e, depois de sua volta à Europa, ficou famoso na corte austríaca. A mostra também apresenta pinturas de artistas brasileiros que, segundo os organizadores, estão sendo mostradas pela primeira vez na Europa, por exemplo estão José Ferraz de Almeida Júnior, Pedro Weingartner e José Maria de Medeiros.
Mostra Brasil – da Áustria fica em cartaz em Krems, até o dia 17 de fevereiro de 2007.
 

 

 

 

Exposição: Paul e Linda McCartney
 
 

Paul McCartney informou que vai promover no mês de abril uma exposição das fotos de sua falecida mulher, Linda, na galeria James Hyman, Londres.

A mostra apresentará toda a gama do trabalho fotográfico de sua ex-esposa, Linda, " É algo que já deveria ter sido feito há muito tempo. Então, obviamente, estou muito satisfeito porque a mostra vai acontecer", informou em comunicado o ex-Beatles de 65 anos. A exposição vai incluir fotos feitas entre os anos 1960 e o final da década de 1990, incluindo muitos trabalhos raramente vistos até hoje. "As fotos da exposição não ilustram apenas seu talento como artista, mas também o fato de Linda ter sido uma pessoa muito ligada à cultura de seu tempo e que não tinha medo de desafiar ela própria ou o sujeito das fotos." A msotra incluirá outros astros do rock como fotos de Jim Morrison, Janis Joplin, John Lennon e Mick Jagger, e também paisagens, interiores e imagens de vida familiar. Todas as fotos estarão à venda. Paul e Linda se casaram em 1969 e tiveram três filhos juntos. Linda morreu em 1998, depois de uma longa batalha contra o câncer. No ano de 2002, McCartney se casou com a modelo Heather Mills, porém o casal se separou em 2006.[Frank London - agenciafm@gmail.com]]

A mostra ficará aberta entre 24 de abril e 7 de junho.

 

 

Sexta-feira, Janeiro 11, 2008 Exposição na Royal Academy of Arts

 

Governo russo aprova exposição de arte em Londres. 'A Dança', do francês Matisse, é a obra mais aguardada da mostra.

Governo russo dá autorização a Royal Academy of Arts, em Londres, para que quadros de artistas russos e fraceses participem de exposição em homenagem aos artistas dos dois países. O governo russo temia pela segurança dos quadros e obteve garantias de que as obras não ficarão presas na Inglaterra, como aconteceu após uma exibição numa galeria na Suíça em 2005. Também era uma outra preocupação da Rússia com as obras da coleção de Sergei Shchukin, um dos mais importantes colecionadores pré-revolucionários da Rússia. O governo britânico precisou assegurar às autoridades russas que os trabalhos serão protegidos e devolvidos ao país após a exposição.

A exposição

A exposição apresentará mais de cem pinturas russas e francesas de 1870 a 1925, que se encontram em museus das cidades de Moscou e de São Petersburgo. Para o museu, a exposição é uma oportunidade única de “explorar as trocas fascinantes que ocorreram entra a França e a Rússia durante um período crucial que presenciou uma era de sublevação e revolução”. A exibição vai apresentar trabalhos de pintores realistas e modernistas, além de arquivos de dois importantes colecionadores russos. A obra mais aguardada é A dança, de Henri Matisse. O quadro foi financiado pelo colecionador russo Sergei Shchukin.

Royal Academy of Arts - Londres
De 26 de janeiro a 18 de abril

 

1º mapa com nome 'América' em exposição

 

 

EUA apresenra exposição que traz 1º mapa com nome 'América'

O mapa na mostra foi feito em 1507 com base em relatos de Américo Vespúcio. O mapa de cinco século é a principal atração da mostra aberta pela Biblioteca do Congresso americano, em Washington. Feito pelo monge alemão Martin Waldseemüller em 1507 na cidade de St. Die, atualmente parte da França. O mapa foi redescoberto em 1901 e adqüirido pela Biblioteca do Congresso americano em 2003, por US$ 10 milhões, do príncipe alemão Johannes Waldburg-Wolfegg. O documento, comumente chamado de “certificado de nascimento da América”, mostra pela primeira vez um Hemisfério Ocidental separado e por inteiro, além de representar pela primeira vez o Oceano Pacífico como um corpo separado de água.

Vespúcio, homenageado

Para seu mapa. Martin Waldseemüller tomou como base as informações passadas pelo explorador italiano Américo Vespúcio - ou Amerigo Vespucci, seu nome original em italiano. O nome escolhido para o novo continente foi uma homenagem a ele, que foi o primeiro a argumentar que o Novo Mundo era um continente separado, ao contrário de Cristóvão Colombo, que pensava que ele era parte da Ásia. O mapa em exposição nos Estados Unidos tem 2,3 metros de largura por 1,20 metro de altura e é composto por 12 painéis
 

 

 

 

27.11.07 - Dinheiro encontrado na cueca de assessor parlamentar faz parte de exposição,na Bélgica.

 
Festival reúne no centro cultural da cidade de Mons - na Bélgica, uma coleção de 140 pôsteres de caráter político, que denunciam através de imagens momentos históricos e fatos polêmicos que marcaram os últimos anos, há destaque para o dinheiro que fora encontrado na cueca de assessor parlamentar, no Brasil é claro. Amostra foi criada em 1978, a Trienal Internacional de Pôsteres Políticos conta este ano com o trabalho de programadores gráficos de quase 50 países, incluindo os do brasileiro Paulo Moretto, e todos os cartazes funcionam como testemunhas da História imediata e traduzem o estado do mundo e as preocupações dos cidadãos. Com dois pôsteres entitulados Grand Circus Brasilis, Moretto ironiza a situação político-social brasileira anunciando “um circo imaginário no qual personagens do cenário nacional transformam-se em atrações bizarras”, segundo o autor. Os cartazes foram lançados em 2005 e no dia da votação do primeiro turno das eleições de 2006.

Seleção

Os vencedores do festival foram selecionados por uma comissão de jurados composta por especialistas em programadores gráficos, artes e estudantes de ciências políticas. Nesta edição, o primeiro prêmio foi dado a um pôster criado pelo finlandês Timo Berry para a Anistia Internacional, em protesto ao assassinato da jornalista russa Ana Politovskaia, em novembro do ano passado. Os cartazes podem ser
vistos em Mons até o fim de abril de 2008.
 

 

Sexta-feira, Novembro 23, 2007 A Primeira Arte Cristã",

 

Exposição "Retratando a Bíblia: A Primeira Arte Cristã" é mostrada em Forth Worth,Texas, Estados Unidos

Rara exibição de Arte Cristã em seus primórdios, incluindo a mais antiga representação conhecida da crucificação de Jesus, apresenta uma mistura de apelo histórico ao religioso. Denominada de "Retratando a Bíblia: A Primeira Arte Cristã", em exibição no Museu de Arte Kimbell, inclui jóias, esculturas e afrescos em mármore e cruzes ricamente decoradas,e foram todas produzidas entre os séculos 30 e 60. O estojo ensina como os cristãos da época acreditavam e veneravam uma fé que em pouco tempo deixaria de ser alvo de perseguições para se tornar a religião oficial do Império Romano.

O Texas é considerado por muitos como o coração do "Cinturão da Bíblia", por ser uma área do sul dos EUA bem conservadora e religiosa. A mostra só se tornou possível graças aos empréstimos de obras feitas pelo Vaticano, e também das bibliotecas Bargello e Laurentina, de Florença, e dos museus Britânico e do Louvre

Uma cruz incrustada toda feita com pedras preciosas, vinda do Museu do Vaticano é provavelmente o centro das atenções. A peça foi um presente do imperador Justino 2º para o papa João 3º,final do século 6º. Segundo reza uma lenda " a madeira usada na peça foi tirada da própria cruz onde morreu Jesus".

A exposição permanece em cartaz até o dia 30 de março de 2008. Mais informações em http://www.kimbellart.org/.   
[FOTO Capa do sitio]

 

Nova Yorque revê arte latino-americana

 

são Paulo - 22 de novembro - O Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMa), um dos mais prestigiosos museus de arte moderna e contemporânea no mundo, abre uma mostra com cerca de 200 trabalhos de artistas latino-americanos.

A exposição denominada de New Perspectives in Latin American Art, 1930-2006: Selections from a Decade of Acquisitions (“Novas Perspectivas em Arte Latino-Americana, 1930-2006: Seleções de uma Década de Aquisições”, em tradução livre) apresenta trabalhos que dão um panorama da arte na região. São vários estilos incluindo do abstracionismo geométrico ao modernismo e também arte conceitual.incorporadas ao acervo do museu nos últimos dez anos.

O Brasil

O país está representado por trabalhos de artistas reconhecidos internacionalmente, como por exemplo Lygia Clark, Helio Oiticica, Willys de Castro, Geraldo de Barros, Waltércio Caldas e Vik Muniz. Há também trabalhos incluídas na exposição do uruguaio Joaquín Torres-García, do venezuelano Alejandro Otero, do mexicano Gabriel Orozco e outros grandes nomes da arte latino-americana.A mostra no MoMa coroa um mês em que os artistas da América Latina dominaram o cenário artístico nova-iorquino.

 

Sexta-feira, Novembro 16, 2007A mais visitada exposição em Londres

 

Uma mostra com mais de cem objetos descobertos na tumba do faraó Tutancâmon causa sensação em Londres.

LONDES - [AgênciaFM] - 16 de novembro - São mais de 300 mil ingressos vendidos para vistação da mostra. A exibição, intitulada "Tuntancamôn e a Era de Ouro dos Faraós", será aberta ao público nesta quinta-feira. Objetos com mais de 3 mil anos de idade como por exemplo a coroa encontrada sobre a cabeça da múmia do faraó e as urnas de ouro e pedras preciosas que continham seus órgãos internos estão em exibição na O2 Arena, o antigo Domo do Milênio. Os ingrssos custam 20 libras, cerca de R$ 80, os organizadores pretendem arrecadar fundos para que esses e outros tesouros possam ser preservados e restaurados no Egito.

A múmia descoberta há 85 anos pelo explorador britânico Howard Carter. No início de novembro, a múmia de Tutancâmon foi exibida ao público pela primeira vez em Luxor, no Egito. No ano de 1972, alguns dos objetos encontrados foram expostos na Grã-Bretanha pela primeira vez, atraindo 1.7 milhão de visitantes para uma das exposições mais visitadas da história de Londres. [David Sanchez - Especial AgênciaFM]

 

 

Frida Kahlo

São Paulo [AgênciaFM ] 27 de outubro - Foi aberta a maior exposição já realizada com a obra da artista Frida Kahlo, no México. Mais de 200 obras retratam a sua experiência com dor física

São mais de 300 mil pessoas são esperadas para a exposição de dois meses no museu Palácio de Bellas Artes. A exposição marca o centenário do nascimento da artista, cuja obra tem sido cada vez mais valorizada nos últimos dez anos. A diretora do museu está empolgada "Eu não acredito que ninguém, depois de ver isto, terá qualquer dúvida sobre a jornada artística de Frida", afirma a diretora do museu, Teresa Franco.

Rivera x Frida


Aproximadamente 350 obras estão sendo expostas, incluindo algumas que foram emprestadas por coleções americanas, assim como 50 cartas pessoais de Frida Kahlo e cem fotos. Nascida na Cidade do México em 1907, Kahlo começou a pintar em 1925 enquanto se recuperava de um acidente de ônibus que a deixou com constantes dores e permanentemente deficiente. Ele teve de ser operada mais de 30 vezes. Muitas das pinturas mostram a sua relação turbulenta com o pintor mexicano Diego Rivera, 20 anos mais velho que ela, que Kahlo conheceu em 1928, aos 22 anos. No ano seguinte, os dois se casaram. Eles se divorciaram em 1939, eles se divorciaram, mas voltaram a se unir em 1940. Kahlo morreu em julho de 1954, depois de contrair pneumonia. Rivera morreu três anos depois

Sábado, Outubro 27, 2007 Aquarelas de Bob Dylan

 

Cidade alemã de Chemnitz apresenta mostra de aquarelas de Bob Dylan a partir de domingo, 28, é a primeira exposição do mundo com aquarelas do cantor. A mostra ainda inclui cerca de 170 aquarelas que o famoso cantor fez durante viagens nos Estados Unidos, México, Europa e Ásia de 1989 a 1992. Assim como em suas composições, ele também surpreende como pintor e mostra em suas obras cenas cotidianas, retratos de pessoas e naturezas-mortas.
No ano de 1994, o autor de hits como Knocking on Heaven’s Door ou Blowing In The Wind publicou um livro com uma parte dos desenhos em branco e preto. Para a exposição em Chemnitz, no leste da Alemanha, ele coloriu os desenhos da série "Drawn Blank" com guache. Segundo informou a diretora do museu, o músico disse que o interesse da pinacoteca o incentivou a completar as obras. Ainda não se sabe se Bob Dylan

visitará a mostra em Chemnitz, que fica exposta até o dia 3 de fevereiro de 2008.

 

 

SEXO NA HISTÓRIA DA ARTELONDERES - [AgênciaFM} 17 de outubro

Exposição "Seduced" em Londres explora o sexo na história da arte, entre eles Alguns mestres das artes, como o holandês Rembrandt e o britânico Turner, fizeram desenhos secretos ou quase desconhecidos de atos sexuais.

A exposição no Barbican, em Londres, apresenta e explora a representação do sexo ao longo de mais de dois mil anos de história e busca gerar um debate sobre o que diferencia arte de pornografia. "Seduced: Art em Sex from Antiquity to Now" - Seduzidos: Arte e Sexo da Antigüidade à Atualidade - tradução livres, mostra trabalhos pouco conhecidos de artistas como Picasso, Rembrandt e Andy Warhol, além de aquarelas chinesas, manuscritos indianos, artesanato romano e gravuras japonesas. O tema é polêmico tanto que um aviso encontra-se na porta antes de se entrar para visitação: "Esta exibição contém trabalhos de natureza sexualmente explícita". Entre os mais questionados, estão uma obra de Nan Goldin mostrando um homem ejaculando enquanto faz sexo com seu parceiro, fotos de crianças nuas e um curioso manuscrito árabe do século 18 com dez homens fazendo sexo grupal. Uma das primeiras coisas que o público vê na exposição é um molde de gesso usado para fazer uma folha de 45 centímetros usada para cobrir a genitália da estátua de Davi, Michelangelo, para que a Rainha Vitória não se envergonhasse ao se deparar com um homem nu em tamanho gigante.

Mas a história mstra que desde a época do Renascimento, o amor entre deuses pagãos era a desculpa para a representação de cenas eróticas. Mas qualquer imagem de natureza sexual sem a capa da mitologia era vista como altamente ofensiva. A exposição também explora de maneira como algumas obras geraram diferentes reações em diferentes épocas. Enquanto na Grécia antiga imagens explícitas - tanto heterossexuais como homossexuais - eram abundantes, essas mesmas obras costumavam ser menosprezadas por especialistas de museus. {Marcelo Contreras Especial } [Em destaque Júpiter e Antíope] Leia mais exposições em
http://agenciafm.blogspot.com
A mostra fica em cartaz até o dia 27 de janeiro.

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 22:04  comentar

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