Revelando, imortalizando histórias e talentos
14.3.08

 José Miguel Wisnik e Patricia Palumbo

 

 

20/05 - Associação Alumni faz debate sobre a nova linguagem da MPB com José Miguel Wisnik e Patricia Palumbo

A Alumni, entidade binacional destinada a promover a integração entre o Brasil e os Estados Unidos por meio de programas de ensino, cultura e responsabilidade social, dá continuidade ao ciclo Contemporary Boutique com um debate sobre “A nova linguagem da MPB”. Serão discutidos o perfil dos novos talentos musicais, sua formação, a influência que receberam da Bossa Nova, e as perspectivas futuras da MPB. Participam do debate o músico e compositor José Miguel Wisnik e a jornalista Patrícia Palumbo. O mediador será Jayme Costa Pinto, da Associação Alumni.

José Miguel Wisnik é músico e compositor, ensaísta e professor de Literatura Brasileira na USP. Tem três discos gravados, o segundo, São Paulo Rio, teve participação de Elza Soares. Esta "parceria" com a cantora lhe rendeu a direção artística do último disco de Elza, além de alguns shows. Wisnik já teve suas músicas gravadas por Gal Costa, Ná Ozzetti, Djavan, Zizi Possi, Monica Salmaso, entre outros. Também escreve ensaios sobre música e literatura. Publicou "O Coro dos Contrários - a Música em Torno da Semana de 22" (Duas Cidades, 1977), "O Nacional e o Popular na Cultura Brasileira" (Brasiliense, 1982) e "O Som e o Sentido" (Companhia das Letras, 1989), além de participar dos livros coletivos "Os Sentidos da Paixão, o Olhar e Ética" (Companhia das Letras, 1987, 1988 e 1992). Além de seus discos, livros, ensaios e aulas, Wisnik fez também música para cinema (Terra Estrangeira, de Walter Salles e Daniela Thomas), teatro ("As Boas", "Hamlet" e "Mistérios Gozozos" para o Teatro Oficina, e "Pentesiléias" de Daniela Thomas, dirigida por Bete Coelho). Fez também trilhas sonoras para o Grupo Corpo, ‘’Nazareth’’ em 1993, ‘’Parabelo’’, em parceria com Tom Zé, em 1997, e ‘’Ongotô’’ com Caetano Veloso, em 2005. Já recebeu alguns prêmios da Associação Paulista de Críticos de Arte, além do prêmio Jabuti em 1978, entre outros. Ministrou aulas em 2006 como professor visitante na Universidade da Califórnia, em Berkeley.
www.entrecantos.com/wisnik.htm

Patricia Palumbo é jornalista com atuação em meio ambiente e música brasileira há 24 anos. Atua, desde 1995 até hoje, como repórter especial de meio ambiente pela Rádio Eldorado de São Paulo e como diretora e apresentadora dos programas Planeta Eldorado (meio ambiente, música e cidadania) e Vozes do Brasil (música brasileira). Ganhou 3 prêmios da APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) por seu trabalho em rádio: em 1998 como coordenadora de programação da Eldorado FM, em 1999 como melhor âncora e apresentadora com o programa A Hora do Rush (criado pela jornalista) e em 2000,com o melhor programa de rádio Vozes do Brasil. Em 2001 criou o programa de auditório Vozes ao Vivo realizado no auditório do Sesc Vila Mariana e transmitido em tempo real pela rádio Eldorado FM. Um projeto que reviveu os tempos de ouro do rádio no Brasil. Em 2002, lançou o livro de entrevistas Vozes do Brasil com 13 artistas da música brasileira contemporânea, Cássia Eller, Arnaldo Antunes, Luiz Melodia, Itamar Assumpção, Lenine, entre outros. Dois anos depois, lançou o curta metragem Vozes do Brasil – Do(co)mentado, um documentário sobre a música brasileira contemporânea com os depoimentos dos próprios artistas. Desde 2005 apresenta na TVE – Rio de Janeiro o programa de música Conversa Afinada. Há oito anos apresenta o Instrumental Sesc Brasil na rede Sesc TV. Em 2007 lançou o livro Vozes do Brasil vol.II com 11 artistas da música brasileira contemporânea, entre eles, Rita Lee, Ana Carolina, Elba Ramalho e Pato Fu. [Foto www.fpc.ba.gov.br/ http://www.patriciapalumbo.com.br/
Jayme Costa Pinto é coordenador do Departamento de Tradução e Interpretação da Associação Alumni.

Serviço
Debate: “A nova linguagem da MPB”
Data: 29 de maio, café com bate-papo às 19h, debate das 20h às 22h Gratuito
Inscrições: Tel. 11 5644-9733 E-mail cultural@alumni.org.br
Número de vagas:180 Site: http://www.alumni.org.br/
Colabore com o GAS (Grupo Alumni de Solidariedade) levando 1 kg de alimento não-perecível.
Local: Centro Cultural Alumni – Rua Brasiliense, 65 Chácara Santo Antônio
Acesso a portadores de deficiência física.

Informações para a imprensa:
Menezes Comunicação Tel. 11 3815-1243 3815-0381 9983-5946
Contato: Letânia Menezes/Silvana Santana menezescom@uol.com.br

 

ZABÉ DA LOCA

Ela não tem idéia de quem seja Roberto Carlos, Tom Jobim, Vinícius de Morais e Chico Buarque, e é isso que faz seu trabalho ser tão autoral, tão excepcional.

 

 

 
A pernambucana que adotou por muitos anos Monteiro, na Paraíba, aos 84 anos lança seu disco "Todo Bom", e é a melhor definição pois faz jus ao título. É para quem tem respeito aos ouvidos. Sua cantoria é composta por ela mesma e é um disco indispensável na prateleira. O alto astral de Zabé é algo contagiante, não se sabe se é o pífano ou a cachacinha que a faz assim; o que importa mesmo é sua vitalidade contagiante impressa neste seu primeiro trabalho. Zabé faz parte de uma classe de artistas que se apresenta em novenas e feiras. Pífano, ela aprendeu a tocar sozinha e nenhum dos seus três filhos herdaram este dom. Devota de Padinho Ciço e de Nossa Senhora Aparecida, ela não vê a hora de desembarcar em São Paulo para os dois shows agendados para os dias 22 e 23, no Sesc Pompéia.O disco da excelente artista é responsabilidade de Lu Araujo e tem arranjos do multiinstrumentista Carlos Malta, e tudo é feito com muita dedicação e responsabilidade. Há participações especiais de Escurinho, que toca em "Saí de Casa", Maciel Salu [ filho do magistral mestre Salustiano] que participa da faixa "Pífano da Loca". Também tem regravação de "Sala de Reboco, xote de José Marcelino e Luiz Gonzaga, que abre com uma maravilhosa cantoria de Zabé, que mostra suas raízes brasileira em gravação do Hino Nacional. O nome Zabé da Lóca é porque morou por vários anos em uma gruta na cidade de Monteiro na Paraíba. E ela faz parte de artistas onde suas fontes são outros artistas populares que se apresentam em feiras e novenas e até velórios. É coisa boa. É autoral. O disco de Maria Isabel Marques da Silva mostra que ainda existe vida inteligente na música brasileira. VÁ AO SHOW E COMPRE O DISCO! [FM]

Shows
Dias 22 e 23 de marçoSesc Pompéia - Rua Clélia, 53[11] 3871-7700
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 15:24 

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