Revelando, imortalizando histórias e talentos
21.10.08

 

O rei dos palcos do Brasil, representou para o rei D. Pedro V em Portugal. Criou a primeira companhia dramática do nacional.
 

O ator nasceu em Itaboraí, Rio de Janeiro, no dia 27 de janeiro de 1808. João Caetano dos Santos é considerado o maior artista dos palcos brasileiros. Muito jovem, ele alistou-se no Exército e durante sete anos serviu no Batalhão do imperador , tendo participado da guerra Cisplatina. Entretanto sua paixão era o teatro e, que contrariava o gosto de sua família. Caetano abandonou às armas, e estreou a 24 de abril de 1827, em sua terra natal, com a peça 'O Carpinteiro de Livonia'. Embora revelando qualidades artísticas, não conseguiu impressionar o público presente.
Depois de trabalhar em outros palcos cariocas, transferiu-se para Mangaratiba, onde representou a peça 'O Dia de Júbilo Para os Amantes da Liberdade ou a Queda do Tirano', que fazia alusão a abdicação de Pedro I. Em 1833, organizava a primeira companhia dramática nacional que estreou em Niterói - RJ, onde mais tarde conseguiu a construção do Teatro Santa Teresa, inaugurado em 1842, com a peça 'As Memórias do Diabo', com a qual excursionou por muito tempo pelo Brasil. Em 1860 ele excursionou para Europa, estreando no Teatro Normal de Lisboa, com a presença do rei D. Pedro V, obtendo grande sucesso. De volta ao Rio de Janeiro, reiniciou suas atividades teatrais, mas no dia 24 de agosto de 1863 ele sentiu-se mal durante um espetáculo. Foi levado para casa vindo a falecer.
 

 

 

Irene Joliot-Curie - cientista

Prêmio Nobel de química, foi expulsa de Paris por se engajar no movimento político 'resistência'.
 

Nascida em Paris no dia 12 de setembro de 1897, filha dos cientistas Pierre e Marie Curie, iniciou os estudos em 1914, e mais tarde ingressaria no Instituto de Radium, onde trabalhou como preparadora de sua mãe, seguindo assim o curso de Radiologia. Em 1920, licenciou-se em ciências matemáticas e físicas. Nomeada em 1921 como preparadora da Sorbonne, este o seu primeiro trabalho importante, que viria com 'Pesquisas sobre os Raios Alfas do Polonio' , que lhe valeu o título de doutor em ciências, 1925. Desde então, passaram a trabalhar juntos, mãe e filha, interessando-se depois pela física nuclear. Seus trabalhos nesse campo, levaram a descoberta da radioatividade artificial, o que valeu o Prêmio Nobel de Química, em 1934. No ano de 1936, foi nomeada subsecretaria de Estado de Pesquisas Cientificas, no gabinete Leon Blum. Prosseguiu em seus trabalhos mais isolados, que permitiria a seu marido evidenciar a emissão de nêutrons por núcleos de urânio - reação em cadeia.

 

Engajou-se politicamente e precisou sair de Paris após participar do movimento de resistência, tendo de buscar abrigo na Suíça. Depois de perdoada por Paris, ela reiniciou atividades no Instituto do Radium. Membro do Conselho Superior de Pesquisas Cientificas, em 1939, comissária da Energia Atômica. Tornou-se oficial da Legião de Honra desde 1939. Foi nomeada diretora do Laboratório de Radium e professora titutlar na Sorbonne, em 1947. Escreveu um livro intitulado 'A Química dos Radium elementos Naturais', e recebeu em 1953 o Prêmio Alberto I, de Mônaco. Irene Juliot-Curie morreu em 17 de março de 1956.
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link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 15:14  comentar

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