Revelando, imortalizando histórias e talentos
5.12.08

 
A mostra dá início as comemorações aos 100 anos de Burle Marx e apresenta importantes feitos do paisagista como o jardim para a avenida da Praia de Copacabana, Rio de Janeiro, realizado em 1970, jóias e pinturas entre outros.

Exposição está abrigada no Paço Imperial, RJ, e faz parte das celebrações do centenário de nascimento do paulistano Roberto Burle Marx. Arquiteto, pintor é considerado o principal nome do paisagismo no Brasil e um dos melhores no mundo. Em sua carreira projetou cerca de 3.000 jardins. Com curadoria de Lauro Cavalcanti a mostra tem 335 itens abrangentes às diversas atividades exercidas pelo arquiteto, entre as quais pintura, design de jóias, ceramista, autor de cenários e tapeceiro entre outras. Mas foi ao utilizar a vegetação como principal elemento que Burle Marx se tornaria conhecido em grande parte do mundo. No ano de 1991, recebeu uma exposição de paisagismo no Museu de Arte Moderna de Nova Iorque. Também foi responsável por projetos em Belo Horizonte, o aeroporto da Pampulha, Eixo Monumental de Brasília e o Museu de Arte Moderna e a orla de Copacabana, ambos no Rio de Janeiro. É de sua autoria, também, o paisagismo do Parque do Ibirapuera, São Paulo, que ficou incompleto. Realizou outras obras em 17 países como Venezuela e Malásia.

Perfil

Nasceu em São Paulo, a 4 de agosto de 1909, passando a residir no Rio de Janeiro a partir de 1913. De 1928 a 1929 estudou pintura na Alemanha, tendo sido freqüentador assíduo do Jardim Botânico de Berlim, lá descobriu, em suas estufas, a flora brasileira. Seu primeiro projeto paisagístico foi para a arquitetura de Lúcio Costa e Gregori Warchavchik, em 1932, passando a dedicar-se ao paisagismo, paralelamente à pintura e ao desenho.Em 1949, com a compra de um sítio de 365.000 m2, em Barra de Guaratiba, Rio de Janeiro {Estrada Burle Marx 2019 - 0xx21 2410 1412 }, onde organizou uma grande coleção de plantas. Em 1985 doou esse Sítio, com todo o seu acervo, à extinta Fundação Nacional Pró Memória, atual Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional { IPHAN}. Em 1955 fundou a empresa Burle Marx & Cia Ltda., pela qual passou a elaborar projetos de paisagismo, execução e manutenção de jardins residenciais e públicos. De 1965 até seu falecimento, ele contou com a colaboração do arquiteto Haruyoshi Ono. Roberto Burle Marx morreu no dia 4 de junho de 1994, no Rio de Janeiro, aos 84 anos.

Serviço
Exposição "A Permanência do Instável"
Paço Imperial - pça. XV de Novembro, 48, Rio de Janeiro
0xx21 / 2533-4407
Até 22 de março de 2009
Grátis
 
 

Brasil Japão - DF

 
A Embaixada do Japão, a Agência de Cooperação Internacional do Japão – JICA – e o shopping Conjunto Nacional promovem uma exposição de painéis com imagens do Japão e da imigração japonesa no Brasil.
 
A mostra acontece na Praça das Flores, na ala norte do segundo piso do Conjunto Nacional – em frente à escada rolante, e na Praça das Artes, também no segundo piso, entre 9 de dezembro de 2008 e 9 de janeiro de 2009. As imagens que compõem a mostra abrangem a natureza e a geografia bem como a vida no Japão, a sociedade japonesa, sua cultura, cotidiano, tradições e tecnologia de ponta. Esta será a última exposição em Brasília integrada às comemorações do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil e do ano do Intercâmbio Japão-Brasil, sendo um dos eventos que marcam o seu encerramento
 
 
FONTE: Departamento de Cultura, Imprensa e Divulgação
Embaixada do JapãoSES
 
Av. das Nações Qd. 811 lote 39 -
CEP 70.425-900 Brasília-DF BrasilTel.
De >  9 de dezembro de 2008 à 9 de janeiro de 2009.
 
 
'1968' Exposições recheadas de onomatopéias como buum, argh! e sirene atordoante fazem parte da mostra dos três artistas.

 
 
Mostra coletiva dos artistas Maurício Nogueira Lima, Flávio Império e Marcello Nitsche re-visitam outubro de 1968. Marcello Nitsche,66, apresenta uma instalação onde uma barulhenta sirene com som estridente assusta e tira a calma momentânea dos visitantes. Eis que um segurança tira o aparato da tomada elétrica e a calma volta a reinar no centro cultural. A instalação " O Ó' datada de 1967 só agora foi remontada. Todas as exposições tem como tema a repressão policial e a efervescência artística daquele ano e seus reflexos vindouros. A mostra de Marcelo do paulistano Nitsche contém dez peças e 6 vídeos.

Maurício Nogueira de Lima tem seu trabalho mais voltado para a pop art devido sua figuração, objetos expostos e o conjunto de pinturas. Como comunicação de massa, as histórias em quadrinhos serviu de informação nas obras dos artistas. Não é a toa que ídolos pop como Roberto Carlos, Beatles e Pelé estão retratados em pinturas que compõem o evento. A mostra de Maurício Nogueira " Faturas da Forma" apresenta 25 obras. O artista nasceu em 1930 e faleceu em 1999, e há tempos não recebia uma retrospectiva. Ele ficou mais conhecido por sua arte concretistas paulistas, sendo formador do grupo Ruptura com Luiz Saciloto {1924-2003} e Geraldo de Barros [1923-1998].

Flávio Império foi um dos mais importantes nomes da cenografia brasileira. Sua obra plástica é infinitamente menos estudada do que a cenografia. Império participou de mostras históricas por exemplo "Opinião 1965" no MAM, RJ, onde suas colagens apresentavam grande teor político. No Centro Cultural Maria Antônia, 15 trabalhos feitos na década de 60, onde se utiliza de iconografia da época com palavras "CIA" "guerra" [obra já - 1965] por exemplo mostram seu viés crítico. Encerrando o conjunto de obras com "68 vou ver", 50 fotos sobre a batalha de Maria Antônia são espalhadas pelo chão do prédio; hoje onde se encontra a instituição, funcionava a Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências da USP. Naquele fatídico outubro aconteceu a batalha da Maria Antônia entre estudantes da Universidade Mackenzie e culminou com a morte de um secundarista. [Foto> CC Maria Antônia}

Serviço

"1968 Vou Ver"
Centro Cultural Maria Antônia
Rua Maria Antônia, 294 – consolação
Ter. a sex. das 12h00 às 21h00
Sáb., dom e feriados das 10h00 às 18h00
Até 1* de fevereiro de 2009 - Grátis
[11] 3255-7182
 

Guignard na Fundação Iberê Camargo

 
Exposição "A Perder de Vista " mostra ligação entre Guignard e Iberê Camargo de quem foi aluno.

O pintor Alberto da Veiga Guignard ganha retrospectiva e será uma das mostras culturais de Porto Alegre, RS, no próximo verão. A Fundação Iberê Camargo apresenta trabalhos do pintor fluminense, entre desenhos, pinturas um total de 43 obras entre os quais as duas telas 'Noites de São João', de 1942, emprestadas pelo MoMA - Museu de Arte Moderna de Nova Iorque; Família de Fuzileiros Navais [1938] e Três Mulheres 1930, pertencentes ao Instituto de Estudos Brasileiros, de São Paulo e Família no Parque, 1940, do acervo do Museu Juan Blanes, de Montevidéu.
A montagem dessa retrospectiva sobre Guignard traça uma ligação entre os dois artistas,haja vista que Iberê Camargo foi aluno dele entre os anos de 1940/42. Naturezas-mortas, peças de uma via-sacra, cenas urbanas e familiares, vila e igrejas, trens e balões podem ser vistos até março na Fundação Iberê Camargo até 8 março de 2009. O pintor se destacou entre os demais por buscar soluções formais algo pouco feito por seus contemporâneos da década de 1940. Entre as soluções, a diluição da tinta e a distensão das formas são alguns dos seus toques refinados. Assim, desmonta toda e qualquer tentativa de classificar sua arte como ingênua. Em certos momentos, Guignard deixou em segundo plano o assunto para se dedicar mais sobre a pinturas e buscar soluções e novas perspectivas.

Perfil
Alberto da Veiga Guignard nasceu na cidade de Nova Friburgo, RJ, em fevereiro de 1896. Mudou-se com a família para a Suíça em 1907, e durante os anos 1915 a 1923 freqüentou a Real Academia de Belas Artes, em Munique. Participou de várias exposições na Europa, e , em 1929 volta ao Rio de Janeiro. No Rio ele fez sua base artística, mas no ano de 1944, recebeu um convite do ex-presidente da República Juscelino Kubitschek para fundar a Escola Municipal de Belas Artes, então, ele passou a residir em Belo Horizonte, onde viria também a morrer aos 26 de junho de 1962. Leia sobre o Museu Iberê > http://formasemeios.blogs.sapo.pt/512186.html
 
O artista ganhou homenagem com " A Casa de Guignard" em Minas Gerais
Palacete Dantas – Praça da Liberdade, 317 - Belo Horizonte, MG, Brasil
' A Perder de Vista'
Até 8 de março de 2009
Museu Iberê Camargo -
Avenida Padre Cacique, 2000
Grátis
 

 

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 16:06  comentar

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