Revelando, imortalizando histórias e talentos
27.2.09

 

 

 

 

 

Burle Marx: "A Permanência do Instável"

 
O paisagista, designer e pintor Roberto Burle Marx ganha exposição no Paço Imperial, como parte das comemorações de seu centenário de nascimento. "A Permanência do Instável" apresenta 335 objetos entre gravuras, pinturas, aquarelas e um jardim suspenso.
 
 

 
A exposição tem curadoria do diretor da instituição Lauro Cavalcanti, que realizou uma ótima pesquisa sobre o trabalho de Burle Marx, não somente em documentos mas também em paisagismo, ao vivo. A mostra apresenta também guaches, que estão dispostas no primeiro andar do museu, e mais parecem vistas aéreas dos jardins projetados pelo artista, como se tinta e plantas se transformassem em um único componente. Em outro ponto importante da mostra, vê-se a maior tapeçaria criada por ele, medindo 26 metros largura por 3,3 de altura, feita em 1969.

Já no segundo pavimento está disposta a produção mais conhecida de Roberto Burle Marx, como por exemplo o paisagismo do Parque do Flamengo, 1961, calçada da Avenida Atlântica, 1970,[destaque] ambas no Rio de Janeiro; os Jardins da Pampulha, 1942, em Belo Horizonte; Parque do Ibirapuera, São Paulo, 1953; Jardins da Unesco, em Paris, 1963 entre outras. A exposição oferece oportunidade única para se compreender não só uma obra de Burle Marx, mas como ele pensava e produzia. LEIA mais sobre Burle Marx: http://formasemeios.blogs.sapo.pt/?
 

Paço Imperial - Rio de Janeiro
Praça XV de novembro, 48, centro
[21]2533-4407
De terç. à dom, das 12h00 às 18h00
Até 22/03
Entrada franca
 

Hélio Oiticica: 'Os Penetráveis'

 
Exposição "Os Penetráveis" apresenta uma bela trajetória do pintor Hélio Oiticica a partir do período em que ele começa a criar espaços de convivência e rompe com a arte formal.
 
 

 
Um conjunto muito significativo de seu trabalho encontra-se em ‘Os Penetráveis’, que na verdade são seis com outros vários por exemplo 'Cannabis', Lololiana', Yemanjar ' e 'Eden', criados para serem penetrados ou vivenciados pelo espectador. Obras que tiveram grande visibilidade recentemente por exemplo 'Tropicália',de 1967', 'Rhodislandia: contact", 1971, feita para a Universidade de Rhode Island, mostra um Oiticica muito mais intimista, introspectivo. Outra obra majestosa ' Rijanviera' 1979, que foi apresentada apenas na galeria café des Arts, no Meridien Hotel, RJ. A obra é composta por uma estrutura de metal com várias plataformas com circulação de água. Outra obra na mostra é um convite à interatividade, um tipo de virtualismo do século XX. A exposição oferece uma visão ampliada sobre o trabalho do artista sem institucionalizar ou 'museificar' a arte de Hélio Oiticica [1937-1980].

Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica
Rua Luís de Camões, 68 -Rio de Janeiro
Ter. à sex., das 11h às 18h
Sáb. e dom., das 11h às 17h .
Entrada franca - até 21/06
[11] 2242-1012
 
 
 
Márcia Marque Assessoria de Imprensa
, informa: Geórgia Kyriakakis abre programação de 2009 de exposições individuais do Gabinete de Arte Raquel Arnaud.


Dia 07 de Março, sábado, às 12h, o Gabinete de Arte Raquel Arnaud abre sua programação de exposições individuais de 2009 com “Outros Continentes”, da artista Geórgia Kyriakakis, apresentando uma série de nove desenhos com medidas variáveis, feitos com lápis de cor sobre papel, alterados quando reproduzidos por meio digital. Geórgia Kyriakakis retoma o procedimento utilizado nos anos 30 por Torres García e posteriormente por Michael Heiser, Robert Smithson, Dennis Oppenheim e Anna Bella Geiser, entre outros. Tendo como matriz as coordenadas do mapa mundi, as figuras são compostas de várias partes, possuem formatos irregulares e tamanhos variados.

 

A cada conjunto, são justapostas reproduções fotográficas da linha do horizonte no mar em preto e branco. Na montagem geral, os desenhos e fotografias ficam alinhados entre si, tendo como referência a linha do Equador e a linha do horizonte. Desse modo, toda a imagem do mundo é também alterada e reordenada, como se fosse possível, de fato, e a partir do desenho, aproximar regiões como América do Norte e Países Árabes, e equalizar todas as diferenças climáticas, geográficas, políticas, sociais, culturais e raciais entre o hemisfério norte e sul. Kyriakakis conta que “O projeto faz parte de um núcleo de trabalhos, realizados a partir de 2006 (Arquipélagos e Forças e Fluxos) que, apesar de formados por meios distintos, nascem da idéia de poder tingir e reordenar o mundo: trata-se, naturalmente, de uma imagem mental, através da qual se manifesta a minha atração pelos limites entre a permanência e a transitoriedade, a instabilidade e o equilíbrio, a resistência e a fragilidade, o movimento e a inércia - elementos presentes nas transformações constantes das relações humanas, sociais, políticas e geográficas”.


Geórgia Kyriakais – perfil


Geórgia Kyriakakis nasceu em Ilhéus, Bahia, em 1961. É formada em Artes Plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado, mestre e doutora em Artes pela Universidade de São Paulo. Participou do projeto de formação ‘A Produção Refletida’, da Secretaria de Estado da Cultura (1991), e dos programas de residência artística 'Faxinal das Artes' (2002), e 'Brazilian Project' (1995), do European Ceramic Work Centre, na Holanda. Em 1991 e 1992 obteve o Prêmio Brasília de Artes Plásticas nos 12º e 13º Salões Nacionais de Artes Plásticas de Brasília.Em 1994-1995 participou da mostra ‘Espelhos e Sombras’, nos Museus de Arte Moderna de São Paulo e do Rio de Janeiro.

 

Em 1995 foi convidada para a Bienal Internacional de Santos, e em 1996, para a 23ª Bienal Internacional de São Paulo e para as exposições ‘Beelden uit Brazilie’, no Stedelijk Museum de Schiedam, e ‘De Huit Van Witte Dame’, ambas na Holanda.

Em 1997, participou da terceira edição do Projeto de Intervenções Urbanas ‘Arte/Cidade’, em São Paulo. Em 2001 foi premiada no projeto ‘O Artista Pesquisador’, do Museu de Arte Contemporânea de Niterói (RJ), e em 2002 recebe a Bolsa Vitae de Artes e participa da exposição ‘Caminhos do Contemporâneo’, no Paço Imperial (Rio de Janeiro). Em 2004 suas obras integram as mostras ‘São Paulo – 450 Anos’, no Instituto Tomie Ohtake (São Paulo), ‘Novas Aquisições: 1995-2003’, no Museu de Arte Brasileira (São Paulo) e ‘Heterodoxia’, na Galeria Artco (Lima, Peru). A editora espanhola Dardo lançou, em conjunto com o Gabinete de Arte, uma monografia sobre seu trabalho em 2008, por ocasião da ‘Arco 2008’, em que o Brasil foi o país convidado. O Gabinete de Arte Raquel Arnaud representa seu trabalho desde 2001.


“Outros Continentes”
Gabinete de Arte Raquel Arnaud
De 07 de março até 25 de abril –
Abertura dia 7 de março às 12 horas.
Horário: Segunda a sexta-feira, das 10h às 19h; sábado, das 12h às 16h.
Rua Arthur Azevedo, 401 - Pinheiros, São Paulo, SP.
http://www.raquelarnaud.com/
Grátis

Informações para a imprensa: Márcia Marques
Canal Aberto – 11 / 2914 0770 / 3798 9510 / 9126 0425
http://www.canalaberto.com.br/

 
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 14:15  comentar

Fevereiro 2009
D
S
T
Q
Q
S
S

1
2
3
4
5
6
7

8
9
10
13
14

15
17
19
20

22
23
24
26
28


SITES INDICADOS
Buscar
 
blogs SAPO