Revelando, imortalizando histórias e talentos
28.5.09
Nos tempos pioneiros do comércio do Brasil, surgiu uma figura importante, quase que um herói, o Caixeiro - Viajante. Figura importante, afamada nos sertões brasileiros levando notícias e fazendo negócios.
 
Muitas das notícias que ocorriam nas regiões sul, sudeste e centro oeste, cartas e etc... chegavam aos pontos mais distantes do País através destes aventureiros. Era tão grande a capacidade de locomoção destas " figuras "que foram apelidados de "Cometa ", porque assim como os astros apareciam de tempos em tempos, na cidade.Os tempos passaram, mas a profissão ficou e desenvolveu-se. O progresso por muitos anos foi levado no lombo de um burro ou jerico, levando bem-estar e conforto aos lares brasileiros com suas quinquilharias. Atualmente, são milhares de viajantes cruzando o Brasil em todas as direções, ora em motos ora carros, mas estima-se que ainda existam aproximadamente cinco mil Caixeiros - Viajantes em atividade no País. A profissão e o apelido "Cometa" ficou tão popular que, o Banco de Crédito Real, de Minas Gerais, criou o cheque cometa.

 

ônibus próprio

Mais de oito décadas passadas, era precisso atravessar o Rio Pinheiro em uma balsa para chegar ao bairro do Butantã. Somente em 1928 foi construída a Ponte Cidade Jardim, ligando as duas margens do rio e, proporcionando a chegada de transporte público à região. Com o intuito de facilitar a locomoção de seus funcionários, o Instituto Butantan fabricou um ônibus especial que fazia o trajeto até o bairro de Pinheiros.
 
Ao fundo pode-se ver o Pavilhão Lemos Monteiro, que foi inaugurado em 1919, antes fora a residencia do cientista Vital Brasil. Atualmente, o imóvel abriga o Centro de Pesquisas e Formação em Imunologia Otto Guilherme Bier.

 

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 00:44  comentar

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