Revelando, imortalizando histórias e talentos
17.2.10

Mostra no DF com fotos de João Ripper

 
Fotografias de João Ripper retratam mulheres em situação de ameaça"Mulheres entre luzes e sombras", exposição do fotógrafo carioca João Roberto Ripper, chega à Câmara dos Deputados, no dia 23 de março e será exibida no corredor de acesso ao Plenário até 8 de abril.

 
 


 
Com curadoria de Dante Gastaldoni, a exposição retrata mulheres em situações cotidianas e de trabalho. "São mulheres que viveram experiências de superação, sofrimento ou que vivem ameaçadas em seus direitos. Mulheres que têm de mergulhar em si mesmas e nos contatos com as pessoas que amam em busca de equilíbrio, alegria e força para resistir às discriminações de que são vítimas", diz a diretora do Ipas Brasil, entidade que coordena a exposição, juntamente com o Espaço Cultural Zumbi dos Palmares.


 
A mostra comemora o centenário do Dia Internacional da Mulher. Apesar de só ter sido reconhecida pela Organização das Nações Unidas em 1975, a data foi instituída em 1910, durante a Conferência Internacional de Mulheres realizada na Dinamarca. A exposição é dividida em quatro blocos, entrelaçados pelas histórias das mulheres: "Corpos Explorados" – que foca o trabalho como meio em um ambiente de busca de si mesmas; "Corpos Violados" – trazendo a violência e a omissão que afetam a integridade física, psicológica e sexual; "Corpos Ameaçados" – um quadro do universo proibido, de mulheres impedidas de assumir os caminhos e decisões sobre seus próprios corpos; e "Corpos Livres" – que nos leva às mulheres que conseguem transpor obstáculos, reconstruir forças para seguirem mulheres, mães, conselheiras, fazedoras, contadoras de histórias de vida e cidadãs.


 
Serão cerca de 50 ampliações do fotógrafo, feitas ao longo de sua carreira e algumas produzidas especialmente para esta oportunidade, sobre a questão da mulher, seus direitos e opressões.Durante a abertura, marcada para às 11 horas, haverá a apresentação do Grupo Loucas de Pedra Lilás, especializado em promover, através do teatro e com humor, as posturas cidadãs, quer sejam nas relações entre homens e mulheres, quer sejam nas questões urgentes e atuais como educação sexual e reprodutiva ou ainda prevenção e combate à violência. As Loucas já se apresentaram em países como Alemanha, Colômbia, Chile, Suíça e também na região da Galícia, na Espanha. João Roberto Ripper Reconhecido como um dos grandes fotógrafos brasileiros de temas sociais, Ripper foi um dos fundadores da ONG Imagens da Terra, criada com o objetivo de documentar a injustiça social no campo e nas cidades. Seu trabalho inclui documentação sobre trabalho infantil, trabalho forçado, populações indígenas, trabalhadores rurais, violência policial e pobreza urbana. Atualmente, desenvolve trabalhos como freelancer a imprensa internacional, como Washington Post, New York Times, Le Monde, Educação Ambiental, Revista Veja, entre outros. Fundador e coordenador da Escola de Fotógrafos Populares Imagens do Povo, Ripper é professor convidado do curso de Pós-Graduação em "Fotografia como Instrumento de Pesquisa nas Ciências Sociais", da Universidade Cândido Mendes (Rio de Janeiro). Há 13 anos faz documentação social em comunidades indígenas do Mato Grosso do Sul, principalmente entre os Guaranis-kaiowás. FONTE: Alessandra Rios - Assessora de Imprensa.


 
Serviço

 
Exposição fotográfica "Mulheres entre luzes e sombras".
Abertura: 23 de março, às 11h, no Hall da Taquigrafia.
Visitação: 23 de março a 8 de abril de 2010.
De segunda a sexta-feira, das 9h às 18h30.
Local: Corredor de Acesso ao Plenário, Anexo II,
Câmara dos Deputados - Brasília, DF. - Entrada franca.
Livre para todas as idades.
 
Realização: Espaço Cultural da Câmara dos Deputados.
Informações para Imprensa:
Alessandra Rios - Assessora de Imprensa.
Espaço Cultural da Câmara dos Deputados.- 3215-8080

 

"Sete Lagoas sob o olhar de Maurício Cardim"

 
Exposição na Galeria de Arte do Terminal Rodoviário de Belo Horizonte é um belo recorte da cidade de Sete Lagoas e suas nuances cultural e social, estreia dia 23/02.
 

A mostra de Maurício Cardim é uma homenagem do fotógrafo e seus patrocinadores aos 142 anos de emancipação política da cidade de Sete Lagoas, completados em 24 de novembro 2009. A exposição é um dos mais completos recortes da cidade mineira, que vem sendo fotografada por ele há mais de seis anos. Imagens de diversos pontos conhecidos e desconhecidos, todas feitas com máquina analógica, é uma viagem pela cidade sob a ótica do olhar viajante desse conceituado fotógrafo brasileiro. "É um grande passeio tanto pela cultura quanto pelo cotidiano", diz Cardim. O também fotógrafo, Alan Wehner, que apresentou-lhe à cidade mineira, em 1 de novembro de 2003, assina a curadoria da exposição juntamente com Cardim. "A partir daí, foi um salto para desvendarmos Sete Lagoas com nossas lentes e olhares viajantes", enfatiza Cardim sobre a frutífera parceria com Wehner. A história da cidade está sendo contada através de 12 painéis medindo 1,20m por 60 cm totalizando 107 imagens, retratando as sua culturas como culinária, artesanato, religião, patrimônio histórico entre outras.

Sobre o fotógrafo

Maurício Cardim nasceu em Ipiaú, Sul da Bahia, e residiu na capital paulistana por 33 anos e fotografa há 27 anos. No início de carreira seu trabalho era focado em personalidades de diferentes gêneros musicais como Joelmah (Jovem Guarda), Rosemary, Wanderléa, Martinha. Na MPB, clicou ícones como Ângela Maria, Emilinha Borba, Alcione, Toninho Horta, Tom Zé, Cauby Peixoto, Raimundo José, Chico César, Gilberto Gil, chegando até a musa e conterrânea Ivete Sangalo. No cenário internacional seus cliques alcançaram por exemplo o saxofonista Kenny G, a pop star Cristina Aguilera, Menudo, Lou Bega e Malcom Roberts. Nas artes cênicas e visuais Zélia Martins, Nicole Puzzi, Hebe Camargo e importantes políticos de diferentes períodos como Aécio Neves, José Serra, Presidente Lula, Mário Covas entre outros. O caminhos estava aberto para que Cardim se transformasse em um dos melhores cronistas da fotografia urbana e social - sendo todos temas de suas exposições. Tem também uma passagem consistente pelo foto-jornalismo colaborando para jornais, revistas, sitios e livros além de capas de discos. Desenvolveu-se muito na fotografia publicitária tendo realizado importantes trabalhos como a série de cartões-postais sobre o Brasil; calendários, catálogos e outros. Seu acervo nos temas paisagens, patrimônio histórico, barroco e pessoas é superior a 30 mil imagens.

No currículo, mais de mil imagens de quase todo o país transformadas em cartões postais, algo mais que uma centena de exposições nos diversos espaços culturais como Conjunto Cultural da Caixa Federal, SESI Avenida Paulista e outras unidades da capital paulista e interior, SESC, SENAC, EMTU, Bibliotecas Kennedy, Mário de Andrade e Alceu Amoroso Lima, Memorial do Imigrante -SP, Pinacoteca de Santos, Terminal Rodoviário de São Bernardo do Campo-SP; Centro Cultural de Porto Seguro-BA, Casa da Cultura, Centro Cultural Maria Magdalena Alves Padrão, Museu do Ferroviário, O Casarão (Sete Lagoas), Palácio da Cultura de Matozinhos, Terminal Rodoviário de Belo Horizonte (2008), Terminal Rodoviário de Sete Lagoas (2009). "Um Olhar Sob o Brasil" deu-lhe destaque nacional e internacional tendo realizado mostras no Centre Culturel Alfred Dallaire - Montreal – Canadá por exemplo. {Formas&Meios Comunicação}. VEJA VÍDEO

Serviço:
"Sete Lagoas sob o olhar de Mauricio Cardim"
Local: Terminal Rodoviário de Belo Horizonte
De 23/02 a 15/03 - grátis
(PRORROGADA ATÉ 30/03)

Contatos:
Mauricio Cardim
31-3774-8562 -8693-0430
--------------------------------
Francisco Martins
agenciafm@gmail.com
11/ 9847-9789
 

 

CLIPPING DIGITAL:

 

http://descubraminas.com.br/Eventos/hpg_evento.asp?id_evento=5241

 

 

 

Família Ferrez: Novas Revelações

 


Decadência do nome "FERREZ"? Acervo inédito da família de um dos maiores ícones da fotografia em exposição na avenida São João

Acervo fotográfico da família Ferrez em exposição na Avenida São João, centro de São Paulo. O interesse pela fotografia despontou primeiro no carioca Marc Ferrez, filho de franceses. Apesar de ter nascido no Brasil Marc Ferrez viveu em várias momentos de sua vida. Um dos grandes nomes da fotografia dos séculos XVIII e XIV, influenciaria outros de sua família como Gilberto e Luciano neto e filho respectivamente.

Boa parte de acervo poderá ser visto a partir do dia 25, na Avenida São João, uma seleção entre oito mil negativos encontrados por sua bisneta Helena Ferrez. "Família Ferrez: Novas Revelações contém registros fotográficos dos estados do Rio de Janeiro, Cidades históricas mineiras e Bahia além de cinco retratos do fotógrafos, feitos por seus filhos quando de sua última viagem à França, em 1923.

A construção do Largo da Carioca, Cinelândia, Av. Presidente Vargas também as formas curvilíneas da Igreja de São Bento dos Clérigos, a primeira da América Latina e flagrantes do carnaval carioca. A mostra é um recorte dos costumes da sociedade européia e brasileira do século XX.


Local: Avenida São João, 473
Abertura: 25/3 19h
Até dia 25/5 - visitação grátis
De 3* à dom, das 12 às 20h
 

 

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 14:58  comentar

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